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Chave Mestra

Chave Mestra

Rui Cardoso e Expresso utilizam completo contra-senso e mentiras para acusar Trump de dar poder a gangue sanguinário MS-13

Rui Cardoso e Expresso utilizam completo contra-se

 

O "jornalista" Rui Cardoso do Expresso escreveu um artigo no dia 30 de Julho com o título "O gangue sanguinário que faz o jogo de Trump" numa fraca tentativa de criar uma má imagem do presidente Donald Trump através de mentiras e ofuscação de informação pertinente, muito em linha com alguns dos seus colegas e especialmente com os donos da comunicação social portuguesa.

 

Durante todo o artigo sobre os esforços de Donald Trump para combater o gangue criminoso MS-13 originário da américa do sul, o "jornalista" recusa-se a falar nas cidades santuário (cidades americanas que ignoram as leis da imigração e protegem imigrantes ilegais) que se recusam a deportar membros do gangue MS-13, tal como qualquer outro imigrante ilegal que tenha sido preso por crimes violentos, quando libertados da cadeia.

 

Isto foi admitido pelo governo de Barack Obama quando disse perante o Congresso que 86.000 imigrantes ilegais criminosos foram libertados pelas cidades santuário sem serem deportados durante um espaço de 3 anos. Mais de 100 desses criminosos voltaram a matar, e milhares deles voltaram a cometer crimes.

 

O "jornalista" Rui Cardoso aponta a deportação de membros do gangue MS-13 dos EUA como razão da sua proliferação a nível do continente americano, e por isso não devem ser deportados:

 

"Acresce que, ao longo de décadas, uma das coisas que espalhou o MS-13 como uma praga foi a política de deportações para o país de origem de gente condenada nos EUA por pertencer ao grupo."

 

Diz que as políticas de Barack Obama de não controlar as fronteiras não contribuiu para o aumento do número de membros do gangue MS-13.

 

Depois diz que o gangue recruta principalmente migrantes - o termo politicamente correcto para imigrantes ilegais - e apesar de Trump ter cortado em 65% as entradas ilegais nos EUA, essa política está até a dar força ao gangue.

 

Mas depois admite que estes "migrantes" são o principal alvo de recrutamento do gangue, e não ajudam a polícia a denunciar o gangue porque têm medo de serem deportados. Mas enquanto Obama esteve no poder não se registou nenhuma cooperação por parte destes "migrantes" recrutados pelo gangue com a polícia. E se o número de "migrantes" a entrar nos EUA já diminuiu para mais de metade, o gangue deveria agora ter muito mais dificuldade em recrutar novos membros. Mas esta lógica não faz parte do raciocínio do "jornalista" Rui Cardoso, que apesar de admitir que o gangue recruta imigrantes ilegais, acha que se existirem menos imigrantes ilegais o número de membros do gangue não irá diminuir e irá até aumentar.

 

O "jornalista" acha que a melhor política é continuar a não controlar as fronteiras e a não deportar imigrantes ilegais, mesmo criminosos violentos, na esperança que imigrantes ilegais alvo de recrutamento do gangue ajudem a polícia a denunciar o gangue. Apesar de isso não ter acontecido enquanto as fronteiras não foram controladas e as deportações não foram feitas e imigrantes ilegais foram protegidos e até libertados da prisão apesar de terem sido presos por crimes graves como violação de crianças e homicídio e voltaram a matar e a violar.

 

Violações de crianças por parte de imigrantes ilegais acontece milhares de vezes por ano, se contarmos apenas as incidências no estado da Carolina do Norte registadas pelo seu Gabinete de Imigração. Os EUA têm mais outros 49 estados.

 

Rui Cardoso e Expresso utilizam completo contra-se