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Chave Mestra

Chave Mestra

Comissário Nacional da Polícia Sueca pede ajuda ao governo perante incapacidade para lidar com rápida escalada de violência

Comissário Nacional da Polícia Sueca pede ajuda

 

As zonas interditas (zonas onde a polícia não entra devido a violência extrema) na Suécia passaram de 55 para 61 no espaço de apenas um ano. A maioria são zonas habitadas principalmente por migrantes, segundo o jornal sueco Göteborgs-Posten.

 

Dan Eliasson, Comissário Nacional da Polícia Sueca, pediu ajuda ao governo sueco mas as coisas parecem caminhar para uma situação ainda pior. Um relatório de 2016 mostrou que 80% dos polícias suecos está a pensar demitir-se devido à violência, ás zonas interditas, à falta de financiamento por parte do governo e à falta de tempo de descanso.

 

As demissões ascendem ás 3 por dia e têm vindo principalmente de agentes que patrulham zonas próximas das zonas interditas. Um posto de polícia em Kista, nos arredores de Estocolmo, já teve que fechar por falta de pessoal.

 

Em Rinkeby, uma das mais perigosas localidades na Suécia, o governo já tentou construir um novo posto com semelhanças a uma fortaleza para fazer frente à extrema violência na área, mas tem tido dificuldades em manter um empreiteiro que consiga terminar a construção devido à violência com que tem que lidar.

 

Já foi mencionado por vários policias suecos, como Peter Springare, que a maioria dos crimes está a ser cometida por migrantes ou islâmicos e que o governo está a fazer tudo para esconder esse facto.

 

O pesquisador sueco Johan Patrik Engellau acredita que uma guerra civil sueca em pequena escala provavelmente já começou, e uma em grande escala poderá estar prestes a começar.