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Chave Mestra

Chave Mestra

Comunicação social critica Trump por tudo menos por dar apoio aéreo militar a terroristas na Síria e Iémen

Comunicação social critica Trump por tudo menos

 

Desde que Donald Trump tomou posse em Janeiro, já por duas vezes as forças militares americanas presentes na Síria atacaram forças militares do governo sírio, ou suas aliadas, cometendo uma série de crimes de guerra ao invadir e atacar um país que não está a atacar nenhum país aliado dos EUA e que está até a lutar contra o terrorismo islâmico, incluindo o Estado Islâmico e a Al-Qaeda.

 

Os dois ataques aconteceram a 17 de Maio em al-Tanf, resultando num número de militares mortos incerto enquanto se encontravam em missão de reconhecimento e ignoraram os avisos americanos de não se aproximarem da sua base militar na fronteira com a Jordânia, e a 18 de Junho perto de Raqqa, resultando na destruição de um avião militar sírio (piloto ejectou-se e está desaparecido em território do Estado Islâmico) enquanto se encontrava em missão aérea contra o grupo terrorista Estado Islâmico segundo o governo russo, o que foi desmentido pelo governo americano que diz que o avião sírio largou bombas perto de combatentes apoiados pelos EUA, e que os mesmos combatentes já tinham sido atacados e feridos duas horas antes por forças terrestres pro-sírias.

 

A comunicação social, que se tem mostrado altamente crítica de Trump e até tem recorrido a mentiras para denegrir a sua imagem, ao ignorar estes acontecimentos parece estar de acordo com os crimes de guerra que os EUA sob Trump têm cometido na Síria contra o governo sírio, e com a protecção que as forças militares americanas têm desta maneira dado aos grupos terroristas que estão a invadir a Síria e que foram treinados, financiados e apoiados pela anterior administração do presidente Barack Obama.

 

No Iémen a situação é semelhante, com os EUA a lutarem ao lado da Arábia Saudita, o maior financiador e exportador de terrorismo islâmico (incluindo a Al-Qaeda que atacou os EUA no 11 de Setembro e o Estado Islâmico que é responsável pela maioria dos atentados terroristas na Europa e EUA), contra o governo do Iémen que tal como a Síria está no meio de uma dura luta contra grupos terroristas dentro do seu país, incluindo a Al-Qaeda.

 

Neste cenário de guerra os EUA sob Donald Trump já efectuaram mais de 50 raides militares aéreos.

 

Uma proposta-lei foi introduzida pela Congressista Tulsi Gabbard para proibir o apoio dos EUA a terroristas. Recentemente essa proposta-lei chumbou com o voto a favor de apenas 13 Congressistas de um total de 435.