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Chave Mestra

Chave Mestra

Comunicação social e governos protegem bancos centrais privados responsáveis pela dívida de países e que criam dinheiro a partir do nada para emprestar a países e metê-lo no bolso quando o recebem de volta

Bancos privados responsáveis pela dívida de paí

 

O Banco de Portugal, banco central que lucra com a dívida de países e que, juntamente com o Banco Central Europeu, controla a sua política monetária que tem um impacto directo e crítico em todos os aspectos da vida dos portugueses e europeus, constantemente fazem um péssimo trabalho a regular os bancos financeiros e comerciais, e não revela quem são os seus accionistas apesar de se saber historicamente que são privados quase na sua totalidade.

 

O Banco de Portugal é um de muitos bancos centrais europeus privados que compõem o Banco Central Europeu.

 

O presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, disse no dia 22 de Agosto em Lindau na Alemanha que a independência dos bancos centrais privados tornou a política monetária mais transparente (apesar de não podermos saber quem são os seus donos que estão a criar milhares de milhões de euros a partir do nada, a meter esse dinheiro no bolso quando o recebem de volta, lucrando através de vigarice com as dívidas dos países que os próprios bancos centrais ajudam a criar), e apesar de não podermos fazer uma auditoria ás contas destes bancos centrais.

 

O Banco Central Europeu lucra com a dívida de países e controla a política monetária dos países que aderiram ao euro, constantemente faz um péssimo trabalho a regular os bancos financeiros e comerciais, e não revela quem são os seus accionistas apesar de se saber historicamente que são privados quase na sua totalidade.

 

Este banco pode também, e encontra-se neste momento, a criar dinheiro a partir do nada para comprar a dívida de países que ninguém quer comprar, dívida que devia estar a ser cobrada pelo próprio BCE, já que foi este o banco central que deu crédito aos países na primeira instância, mas que em vez disso está a comprar a própria dívida que emitiu, e onde criou dinheiro partir do nada para a emitir também nessa primeira instância.

 

O Banco Central Europeu começou em 2015 a cometer esta vigarice sobre vigarice, criando 60 mil milhões de euros todos os meses a partir do nada para comprar dívidas de instituições privadas. Em 2016 elevou a fasquia para 80 mil milhões por mês e começou a comprar também a dívida de países. No entanto, o Banco Central Europeu apenas conta com 9 mil milhões de euros de dinheiro real nos seus cofres.

 

Os entendidos chamam a esta vigarice sobre vigarice Quatitative Easing (QE) ou Flexibilização Quantitativa em português. Nem a comunicação social nem o governo português alguma vez explicou isto aos portugueses.

 

À excepção do Banco de Itália, estes bancos centrais não são obrigados a divulgar os seus donos e por isso não o fazem.

 

O Banco de Itália, banco central de Itália, é detido em 10% pelo Estado italiano, em 42% por Intesa Sanpaolo, e em 22% por UniCredit, tendo os restantes accionistas do banco fatias de 1%.

 

Sabe-se historicamente que os outros bancos centrais, incluindo o Banco de Portugal, são também detidos maioritariamente por instituições privadas.

 

O Governador do Banco de Portugal disse no dia 25 de Setembro que está preocupado com a falta de independência do Banco de Portugal. Ou seja, quer que o governo português tenha ainda menos controlo sobre o banco privado que faz dinheiro com a dívida do país e que tem sido em grande parte responsável por essa dívida com os grotescos erros de supervisão. Acrescentando a tudo isto, o Banco de Portugal não presta contas ao governo português mas sim ao Banco Central Europeu, que não é eleito por povo nenhum.

 

Neste momento o único poder que o governo português tem sobre o Banco de Portugal é o de nomear e despedir o seu Governador.

 

O executivo que lidera o Banco Central Europeu é nomeado pelos governadores dos vários bancos centrais que compõem o Banco Central Europeu.

 

A única instituição que tem algum poder sobre o Banco Central Europeu é a Comissão Europeia, que tal como o executivo do Banco Central Europeu, não é eleita por povo nenhum mas sim nomeada pelos chefes-de-Estado dos países-membros da União Europeia que aderiram ao euro, a partir de uma lista que não se sabe exactamente como é criada.

 

Historicamente, e como se regista presentemente, sempre que bancos centrais privados tomam controlo da politica monetária de um país, a divida desse país não para de aumentar ao mesmo tempo que as fortunas oficialmente desconhecidas dos seus donos anónimos também não pára de aumentar.