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Chave Mestra

Chave Mestra

Comunicação social expõe ataques contra migrantes enquanto encobre crimes cometido por migrantes

Comunicação social expõe ataques contra migrant

 

Segundo números oficiais, 28 pessoas foram assassinadas e 240 foram vítimas de tentativa de assassinato por migrantes na Alemanha em 2015. Em 2016 mais de 3 mil pessoas foram vitimas de crimes sexuais, e um total de cerca de 300 mil crimes foram cometidos por migrantes. Quase todos os migrantes na Alemanha são islâmicos. Segundo André Schulz, chefe da da Associação de Polícia Criminal na Alemanha, apenas 10% dos crimes sexuais aparecem nos números oficiais.

 

Se ajustarmos os números à informação fornecida por André Schulz, então o número de crimes sexuais cometidos por migrantes islâmicos na Alemanha no último ano (mais de 30.000) foi quase igual ao cometido por não-migrantes (37.000), sendo que existem cerca de 3 milhões de migrantes e 80 milhões de não-migrantes na Alemanha, apesar de o verdadeiro número de migrantes ser impossível de calcular devido à completa ausência de controlo de fronteiras e ao inútil processo de verificação de migrantes em vigôr.

 

Mas os números oficiais apenas se referem a casos resolvidos e segundo as estatísticas da polícia apenas cerca de metade dos crimes acabam resolvidos. Isto coloca o número de crimes sexuais cometidos por migrantes islâmicos em 2016 na Alemanha em cerca de 60.000, e o número de crimes em cerca de 600.000.

 

A comunicação social recusa-se a noticiar qualquer acontecimento que retrate os migrantes de forma negativa, à parte dos grandes atentados terroristas. A polícia alemã e a comunicação social têm ordens do governo para encobrir crimes cometidos por migrantes, e muitos deles, especialmente os crimes sexuais, nem sequer são reportados pelas vítimas por vergonha, medo, ou em alguns casos por pena dos migrantes.

 

Segundo o Gabinete Federal da Polícia Criminal alemã, em 2013, migrantes cometeram 599 crimes sexuais, 949 em 2014, 1.683 em 2015, e 2.790 durante os primeiros 9 meses de 2016. Isto prova que à medida que a Alemanha vai recebendo mais migrantes islâmicos o número de crimes sexuais aumenta paralelamente, tal como o número total de crimes.

 

A Lusa esconde-nos toda esta informação e prefere escrever artigos como o de dia 26 de Fevereiro com o título "Alemanha regista mais de 3.500 ataques a refugiados", que foi repetido pela maioria da comunicação social portuguesa que também encobre notícias negativas sobre migrantes à excepção dos grandes atentados terroristas.

 

A Lusa escreve que "As forças de segurança alemãs registaram 3.533 ataques contra refugiados e abrigos de requerentes de asilo em 2016, nos quais 560 pessoas ficaram feridas, 43 destas crianças, divulgou este domingo o Ministério do Interior da Alemanha.".

 

A Lusa não refere no entanto quantos desses ataques foram cometidos pelos próprios refugiados ou migrantes, ou que a maioria das crianças que chegam à Europa como refugiadas são vítimas de agressões e violações por parte dos próprios refugiados e migrantes como está a ser agora reportado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), apesar de escolher não referir em quantas ocasiões o agressor é um refugiado ou migrante, simplesmente referindo que é um adulto.

 

Cerca de metade das mulheres e crianças entrevistadas reportaram abusos sexuais durante o percurso, na maior parte dos casos várias vezes e em vários locais. A maioria das crianças e das mulheres referiram que tinham pago a contrabandistas no início da viagem, o que deixou muitas delas extremamente vulneráveis a abusos, rapto e tráfico devido ao sistema de pagamento por etapas.

 

Segundo a forma como um grande número de islâmicos interpreta o Corão, as mulheres são seres inferiores e se não forem islâmicas, ou se não estiverem acompanhadas por um homem ou não estiverem completamente tapadas, podem ser violadas e agredidas ou até desfiguradas, torturadas e assassinadas, independentemente da sua idade.