Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Chave Mestra

Chave Mestra

Comunicação social não quer que saibamos que grupo terrorista/comunista nos EUA, com a ajuda da polícia de Berkeley, anda a provocar confrontos com apoiantes de Trump e da liberdade de expressão com o objectivo de criar divisão social

Lusa não quer que saibamos que um grupo terrorist

 

No seu artigo de hoje "Vinte detidos em protestos a favor e contra Presidente dos EUA na Califórnia", a Lusa tenta mentir-nos sobre o que os muitos vídeos, filmados no local e acessíveis no Youtube, retratam sobre os incidentes de Berkeley durante dia de ontem.

 

A Lusa diz que os grupos envolvidos nos incidente eram apoiantes e opositores de Trump.

 

Ontem, em Berkeley, estava a ser realizado um evento ao ar livre já marcado há meses sobre liberdade de expressão. O grupo terrorista/comunista ANTIFA invadiu esse evento, e perante a passividade da polícia local, provocou os participantes do evento que eram na sua maioria apoiantes de Trump e onde havia uma minoria que tinha aparecido preparada para confrontos físicos com o grupo terrorista/comunista ANTIFA, que anunciou com antecedência que iria comparecer no evento para iniciar confrontos físicos.

 

A Lusa diz que "De acordo com meios de comunicação locais, no centro de Berkeley saíram à rua centenas de pessoas, em manifestações a favor e contra Donald Trump".

 

O grupo terrorista/comunista ANTIFA contou com cerca de 100 elementos, enquanto os participantes do evento de liberdade de expressão eram várias centenas.

 

A Lusa diz que os protestos em Berkeley faziam parte da "Marcha dos impostos", um protesto a nível nacional para pressionar Donald Trump a revelar os seus pagamentos de impostos.

 

Apesar de ontem terem tido lugar várias manifestações da "Marcha dos impostos" por todo o país, já há meses que estava marcado um evento de liberdade de expressão em Berkeley em resposta aos actos terroristas do grupo ANTIFA que em Janeiro tinham impedido, com a colaboração da polícia local, a realização de uma palestra de um jornalista apoiante de Trump na Universidade de Berkeley.

 

O grupo terrorista/comunista ANTIFA voltou ontem oprimir a liberdade de expressão, a provocar violência, e de novo com a ajuda da polícia local.

 

A Lusa diz que "A polícia lançou gás lacrimogéneo para dispersar os manifestantes na altura dos confrontos".

 

A polícia permitiu que os confrontos acontecessem desde o início. O grupo terrorista/comunista ANTIFA lançou dezenas de bombas M-80 (tipo petardo) para o meio dos participantes do evento de liberdade de expressão e contra as pessoas que compareceram apenas para confrontar fisicamente o grupo terrorista/comunista ANTIFA.

 

O grupo terrorista/comunista ANTIFA também recorreu ao uso de químicos nocivos (mace), paus, tijolos, e até pequenas facas para agredir participantes do evento de liberdade de expressão e indivíduos que lhes fizeram frente com violência.

 

A Lusa diz que a polícia "referiu ter encontrado alguns objetos proibidos como uma faca, capacetes e uma arma de fogo falsa".

 

Mas a Lusa não diz que a polícia permitiu a violência e que é possível confirmar ,pelas inúmeras imagens e gravações disponíveis no Youtube, que o uso de pequenas facas foi feito pelo grupo terrorista/comunista ANTIFA, o qual não menciona durante todo o artigo, tal como nunca mencionou noutras ocasiões em que o grupo cometeu actos violentos e destructivos.

 

A Lusa diz que Berkely já tinha sido palco de incidentes.

 

Os outros incidentes, que a Lusa não refere, envolveram também confrontos violentos iniciados pelo grupo terrorista ANTIFA com o objectivo de retirar a liberdade de expressão a apoiantes de Trump, também com a colaboração da polícia local, e também com o objectivo principal de criar divisão social.

 

Este artigo da Lusa foi hoje publicado por muitas outras organizações da comunicação social portuguesa.