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Chave Mestra

Chave Mestra

Comunicação social volta a ignorar que polícia nos EUA recebe ordens do Partido Democrata para proteger grupos terroristas financiados por George Soros - desta vez em Charlottesville

 

A Câmara Municipal de Charlottesvile, controlada pelo Partido Democrata, tinha decidido não autorizar a manifestação. Mas uma decisão do tribunal federal inverteu essa decisão e permitiu a manifestação num parque de Charlottesville, em que a polícia local ficou encarregue de proteger a área dos manifestantes para garantir a sua liberdade de expressão.

 

A manifestação foi organizada por Jason Kessler em resposta à decisão da Câmara Municipal de derrubar uma estátua do General Robert E. Lee, que se encontra no centro do parque onde iria ter lugar a manifestação, por considerarem esta uma figura racista da história americana e o parque um símbolo de opressão.

 

As verdadeiras motivações de Jason Kessler para organizar esta manifestação não são claras. Apesar de ter dito que o objectivo era o manifestar contra o derrube da estátua de Robert E. Lee, Jason Kessler esteve envolvido na organização dos protestos em Wall Street (Occupy Wall Street) há alguns anos atrás, já foi apoiante de Barack Obama e Hillary Clinton, e agora diz que o "homem branco" está sob ataque e precisa de se defender. Ou seja, em relativamente pouco tempo, deixou de defender um extremo do espectro político para defender o outro.

 

O organizador da manifestação Jason Kessler convidou várias figuras mediáticas apoiantes de Trump, como Gavin McInnes, que recusaram o convite quando souberam que grupos de supremacia branca e neo-nazis iriam estar presentes, e em número significativamente maior que em recentes manifestações em defesa da liberdade de expressão que atraem maioritariamente apoiantes da ideologia política de direita (Partido Republicano). Isto apesar de os neo-nazis não serem a favor da liberdade de expressão para todos.

 

Na noite anterior à manifestação no parque de Charlottesville, cerca de mil elementos desses grupos de supremacia branca e neo-nazis marcharam em procissão pelas ruas de Charlottesville com tochas a gritar "vocês (pessoas não-brancas) não nos vão substituir", "um povo, uma nação, acabem com a imigração" e "sangue e solo".

 

Antes do recente derrube do governo na Ucrânia, grupos neo-nazis como Svoboda, que viriam depois a ocupar lugares de topo no novo governo ucraniano, marcharam pelas ruas com tochas a gritar também "sangue e solo". Esses grupos tiveram o apoio do governo de Barack Obama e de líderes do Partido Democrata e do Partido Republicano.

 

Os grupos terroristas ANTIFA (comunistas que incentivam e cometem violência contra qualquer apoiante de Donald Trump) e Black Lives Matter (grupo que incentiva e já cometeu o homicídio indiscriminado de polícias) apareceram no dia da manifestação, dia 13 deste mês, junto ao parque mesmo antes de os manifestantes chegarem.

 

Ambos estes grupos terroristas consideram também que o "homem branco" é responsável pelos males do mundo, ideologia que está a ser endoutrinada na juventude americana através de professores marxistas/comunistas que são já a grande maioria dos professores nas universidades americanas.

 

O vice-presidente da Câmara Municipal de Charlottesville, Wes Bellamy, é um apoiante do grupo terrorista Black Lives Matter.

 

Assim que os manifestantes (cerca de 3000) e jornalistas independentes chegaram à entrada do parque, depararam-se com os protestantes à entrada do parque a tentar impedir o acesso ao parque.

 

Os grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter iniciaram agressões e o arremesso de urina, fezes, tinta, químicos nocivos, granadas de gás, pedras e outros objectos contra os manifestantes e jornalistas independentes, fossem ou não parte de grupos racistas. Manifestantes dos grupos de supremacia branca e neo-nazis também tinham na sua posse diferentes armas, mas optaram por uma postura defensiva e de resposta a ataques iniciados por ANTIFA e Black Lives Matter.

 

Apolícia não interveio e até abandonou um veículo junto a esta entrada do parque.

 

Dentro do parque os manifestantes depararam-se com barreiras de protecção que os encurralavam. A única saída do parque era por onde tinham entrado, e onde se encontravam os grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter juntamente com os protestantes violentos e pacíficos.

 

A polícia local, a polícia estatal e a Guarda Nacional encontravam-se concentradas longe da única entrada do parque que não estava barricada e onde quase toda a violência teve lugar.

 

A polícia não só permitiu que os autores da violência e destruição saíssem impúnes, como mesmo pouco antes do meio-dia, altura em que se iriam iniciar os discursos dos manifestantes, a polícia anunciou que considerava a manifestação ilegal e declarou estado de emergência, forçando os manifestantes, juntamente com os repórteres independentes, a sair do parque em direcção aos grupos terroristas e protestantes violentos quando podia, e devia, tê-los deixado sair pelo lado do parque onde não existiam protestantes violentos ou grupos terroristas.

 

Assim que os manifestantes e jornalistas independentes foram expulsos do parque a polícia permitiu de novo que fossem violentamente atacados pela multidão de protestantes e pelos dois grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter.

 

Tudo isto é verificável pelos muitos vídeos disponíveis em várias plataformas da internet filmados por jornalistas independentes e cidadãos no local.

 

O trabalho da jornalista independente Millie Weaver da Infowars revela que protestantes pagos, que são na verdade provocadores pagos e muitos deles são repetidamente vistos em protestos anti-Trump/anti-liberdade de expressão que têm acontecido por todo o país, admitem ser pagos pela Fundação Open Society de George Soros e pela Fundação Ford. É público que estas fundações financiam os grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter.

 

George Soros é um multimilionário e admitido colaborador nazi (60 Minutos) que através da sua Fundação Open Society tem financiado grupos, um pouco por todo o mundo, que têm criado divisão social e que em alguns casos tem resultado no derrube de governos, como aconteceu recentemente na Ucrânia onde George Soros admitiu à CNN que os seus grupos tiveram um papel importante.

 

A jornalista Millie Weaver reportou também que polícias disseram que tinham ordens para deixar os grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter atacar pessoas e destruir propriedade alheia.

 

Protestantes "pacíficos" também ajudaram a impedir que os manifestantes e jornalistas independentes conseguissem evitar os grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter ao formarem um cordão humano, que também os impediu em alguns casos de obter ajuda médica que se encontrava no local.

 

No meio da violência várias pessoas foram atropeladas e uma delas, Heather Heyes, morreu.

 

Um helicóptero da polícia despenhou-se, resultando na morte dos dois polícias que viajavam no interior, sem que qualquer motivo tenha ainda sido atribuído à queda do helicóptero.

 

A comunicação social não está a reportar estes factos que são facilmente verificáveis nos muitos vídeos gravados no local e disponíveis na internet, e até hoje tem-se recusado a sequer mencionar a existência do grupo terrorista comunista ANTIFA. Apesar de este ter até estado no centro da violência durante os recentes protestos na Alemanha durante a cimeiro do G20.

 

Tem-se recusado a noticiar também que o grupo Black Lives Matter incentiva publicamente a morte indiscriminada de polícias, agressões contra qualquer apoiante de Donald Trump, e que apoiantes do grupo já mataram polícias simplesmente por serem polícias.

 

Em vez disso, a comunicação social portuguesa está a chamar aos grupos terroristas e protestantes violentos "manifestantes", "contra-manifestantes" e "manifestantes anti-racismo". Está também a atribuir toda a violência aos manifestantes que principalmente se queriam demonstrar publicamente contra o derrube da estátua do General Robert E. Lee, não fazendo distinção entre os elementos racistas e violentos (mas que não iniciaram a violência) e os restantes que foram pacíficos, repudiam o racismo e apenas queriam publicamente opinar que a estátua de Robert E. Lee não devia ser derrubada.

 

Porque estes grupos de supremacia branca e neo-nazis são apoiantes de Donald Trump, a comunicação social está também a tentar criar a falsa impressão que Trump apoia estes grupos. A comunicação social está até a acusar Trump de apoiar estes grupos por não os ter criticado especificamente no dia 13 deste mês, e por ter em vez disso declarado que era contra todos os actos de racismo de todas as partes e que nos devemos respeitar a todos e idealmente amar-mo-nos a todos.

 

A polícia de cidades controladas pelo Partido Democrata tem repetidamente permitido que o grupo terrorista comunista ANTIFA inicie violência contra apoiantes de Donald Trump e destrua propriedade alheia, e que o grupo Black Lives Matter incentive a morte indiscriminada de polícias como é verificável em vídeos disponíveis na internet.