Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Chave Mestra

Chave Mestra

Conselheira de Obama desmascarou ilegalmente nomes de membros da campanha presidencial de Trump que foram espiados pelos serviços de informação - comunicação social tentou abafar a notícia

Conselheira de Obama ilegalmente desmascarou e par

 

O jornalista de investigação Mike Cernovich recebeu informação anónima de alguém dentro da Bloomberg de que o jornalista da Bloomberg, Eli Lake, há meses que tinha na sua posse informação de que Susan Rice, a Conselheira de Segurança Nacional de Obama, desmascarou os nomes de membros da campanha presidencial de Donald Trump que foram espiados "sem intenção" pelos serviços de informação americanos. Isto de acordo com o artigo de Mike Cernovich de dia 2.

 

Uma hora depois de Cernovich publicar a notícia, Eli Lake da Bloomberg também a publicou, tentando disfarçar o facto de que estava a esconder a informação do público.

 

Segundo uma fonte de Cernovich dentro do New York Times, a informação já tinha sido anteriormente enviada também à jornalista Maggie Haberman do New York Times que também se recusou a publicar a notícia (algo recorrente no New York Times já que em 2016 recusaram-se a noticiar uma gravação em que o Secretário de Estado John Kerry admite ter permitido a ascensão do Estado Islâmico na Síria com o objectivo de derrubar o presidente sírio, notícia que só saiu em 2017 através do Conservative Tree Blog).

 

A comunicação social foi obrigada a pegar na notícia sobre Susan Rice depois de a Bloomberg a publicar, mas completamente ignorando que foi Cernovich quem forçou a Bloomberg a publicar a notícia.

 

Segundo fontes de Cernovich, quando o Conselho da Casa Branca de Trump descobriu através de registos informáticos que Rice tinha desmascarado nomes de membros da campanha de Trump, o Conselheiro de Segurança Nacional de Trump, H. R. McMaster, ordenou que o assessor Dereck Harvey passasse a informação ao presidente do Comité dos Serviços de Informação da Câmara de Representantes, Devin Nunes, já que este comité está encarregue de investigar este tipo de criminalidade.

 

Devin Nunes disse em conferência de imprensa há dias que tinha recebido informação que provava que a campanha de Trump tinha sido espiada. Nunes foi criticado pela maioria da comunicação social corporativa por ter passado tal informação a Donald Trump e por não querer revelar quem lhe passou a informação a ele.

 

Os nomes desmascarados por Rice foram na altura do acto partilhados com certas entidades (Conselho de Segurança Nacional, Departamento de Defesa, Director dos Serviços de Informação Nacionais e Director da CIA) como manda uma lei que Obama assinou perto do fim do seu mandato, lei que deu início a esta prática anteriormente proibida de partilha de nomes desmascarados de pessoas espiadas, que neste caso até foram desmascarados ilegalmente já que nenhum mandato foi emitido pelo tribunal FISA, o único tribunal que pode dar autorização para desmascarar nomes de cidadãos americanos.

 

O jornalista da Fox News, Adam Housley, também já tinha publicado mensagens no Twitter no dia 31 de Março onde dizia que, segundo fontes, alguém de alto nível tinha desmascarado os nomes de membros da campanha de Trump, e que esses membros alvo de espionagem tinham sido espiados mesmo antes de Donald Trump se ter candidatado a presidente e com o objectivo de impedir que Trump se tornasse presidente dos EUA.

 

Documentos do programa Dragnet (Rede-de-Arrasto) da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA responsável pela recolha de informação/espionagem) na posse do empregado da NSA Dennis Montgomery, que tem tentado denunciar ilegalidades dentro da NSA desde 2013, foram há dias obtidos pela organização de jornalismo independente Infowars e mostram como Trump, e qualquer pessoa em contacto com ele via telecomunicações, foi espiado entre 2004 e 2010.

1 comentário

Comentar post