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Chave Mestra

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Diário de Notícias e José Fialho Gouveia voltam a esconder e manipular informação para nos fazer acreditar que Trump é um agente russo

Diário de Notícias e José Fialho Gouveia voltam

 

No seu artigo de dia 28 para o Diário de Notícias o "jornalista" José Fialho Gouveia tenta aproveitar-se do facto de a maioria de nós não saber que todos os presidentes têm canais secretos de comunicação com outros governos para nos fazer acreditar que o que administração de Trump ao falar com o governo russo por canais secretos está a cometer traição e a trabalhar para os russos.

 

José Fialho Gouveia tenta também aproveitar-se do facto de a maioria de nós não saber que após quase um ano de investigação, James Comey, o Director do FBI recentemente despedido por Trump, admitiu a 3 de Maio durante uma audiência perante o Congresso que nem Trump, nem ninguém da sua administração, o tentou impedir de investigar as ligações com o governo russo e que não existem provas de que Trump ou qualquer membro da sua campanha seja um agente russo.

 

José Fialho Gouveia tenta manipular a nossa percepção dos acontecimentos e fazer-nos acreditar que Trump é um agente russo e que despediu o director do FBI para que este não descubra ligações entre ele e os russos ao não referir certas informações-chave. Ao fazê-lo, José Fialho Gouveia protege também o sistema corrupto.

 

José Fialho Gouveia não diz que o director do FBI se estava a recusar a investigar a espionagem ilegal que já se sabe foi feita pela administração de Obama a Trump e a milhares de outros americanos, ou os vários crimes cometidos pelos Clinton (ou dos quais são suspeitos), ou as redes de pedofilia que estão a ser desmanteladas a uma velocidade nunca antes vista sob ordens de Trump, ou as ligações dessas redes de pedofilia com as elites políticas, incluindo o círculo mais próximo dos Clinton (John e Tony Podesta, Anthony Weiner, etc.) e a própria Fundação Clinton.

 

José Fialho Gouveia não fala das ligações entre os Clinton e o governo russo quando é sabido há muito que Hillary Clinton, enquanto Secretária de Estado, vendeu 20% do urânio (material utilizado para criar armas nucleares) americano ao governo russo e em troca recebeu centenas de milhões de dólares em donativos do governo russo através da Fundação Clinton.

 

José Fialho Gouveia não fala da notícia de que o investigador privado e antigo detective de homicídios Rod Wheeler disse ao canal Fox 5 que fontes dentro da polícia de Washington D.C. lhe contaram que estão a ser impedidos de investigar o homicídio de Seth Rich, chefe do departamento de expansão de dados de eleitores do Partido Democrata na altura em que foi assassinado poucos dias antes de a Wikileaks ter publicado emails do Partido Democrata que descortinaram crimes e corrupção por parte de Clinton e do Partido Democrata, e que o computado portátil de Seth Rich na posse da polícia de D.C. contém, segundo uma fonte no FBI, provas de que Seth Rich, e não os russos, enviou os emails do Partido Democrata para a Wikileaks.

 

José Fialho Gouveia não diz também que a antiga chefe do Partido Democrata, Debbie Wasserman Schultz, é vista num vídeo publicado há mais de uma semana a ameaçar o chefe da polícia de Washington D.C. publicamente depois de este se ter recusado a entregar ao Partido Democrata o computador de Seth Rich, que foi encontrado dentro de uma parede.

 

José Fialho Gouveia escolhe em vez disso dizer o seguinte:

 

"A alegada interferência russa nas eleições que conduziram Donald Trump à Casa Branca continua assim a minar os primeiros meses de governação. Até agora, o episódio mais polémico aconteceu com o despedimento do diretor do FBI, James Comey, num momento em que a agência federal está precisamente a investigar a administração Trump pelas ligações à Rússia e para avaliar se o presidente, ou se algum membro da sua equipa, colaborou com os russos."

 

Entretanto as ligações de Jared Kushner, conselheiro e genro de Donald Trump, a George Soros são completamente ignoradas pelo "jornalista" José Fialho Gouveia e pela comunicação social.

 

George Soros é um multi-milionário, e admitido colaborador Nazi (60 Minutos), que através dos seus grupos financiados pela sua fundação Open Society tem criado divisão social um pouco por todo o mundo com o objectivo de derrubar governos, e em alguns casos tem tido sucesso como aconteceu recentemente na Ucrânia onde George Soros admitiu à CNN que os seus grupos tiveram um papel importante nos acontecimentos.

 

George Soros encontra-se presentemente a financiar grupos que criam divisão social nos EUA como o grupo Black Lives Matter (Vidas Pretas Importam) que admite publicamente que quer matar polícias indiscriminadamente (e até tem tido sucesso nisso), o grupo terrorista e comunista Antifa que de cara tapada agride qualquer apoiante de Donald Trump e culpa as pessoas de raça branca por todos os males no mundo, e muitos outros grupos anti-Trump, anti-fronteiras e que são contra quaisquer leis de imigração.

 

Jared Kushner recebeu financiamento de George Soros para ajudar a tapar uma enorme dívida de um dos seus prédios em Nova Iorque conhecido como "666".