Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Chave Mestra

Chave Mestra

Dinheiro Vivo e Ana Sanlez recorrem a Durão Barroso para nos mentir que a União Europeia é democrática e um sucesso

Dinheiro Vivo e Ana Sanlez recorrem a Durão Barro

 

Durão Barroso nunca se mostrou a favor de que os povos fossem consultados através de referendos antes de os seus países aderirem à União Europeia ou para se saber se desejam manter-se na União Europeia. A maioria das leis dos países da União Europeia é criada e aprovada pela Comissão Europeia, um corpo não eleito pelo povo, e isto é algo que a quase totalidade da população europeia desconhece.

 

Mas segundo o artigo "Durão Barroso: “A UE não é a União Soviética. Quem quiser pode sair”" de dia 28 do Dinheiro Vivo escrito por Ana Sanlez, para o ex-líder da Comissão Europeia, a UE é o “projeto mais avançado de sempre na historia da democracia”, e os problemas “estão nos países, individualmente, e não em Bruxelas”. Na óptica do ex-primeiro-ministro, “os países têm tendência para culpar a Europa pelos falhanços e nacionalizar os sucessos”.

 

No artigo Durão Barroso é acreditado de dizer também o seguinte:

 

"Mas eu acredito que a UE tem futuro, se há uma experiência de globalização bem sucedida no mundo é a União Europeia"

 

Desde que a União Europeia foi criada as dívidas dos países que aderiram dispararam e ter um défice orçamental tornou-se normal. Os bancos centrais, que são bancos privados que não são obrigados a divulgar os seus accionistas e por isso escolhem não o fazer, têm lucrado como nunca com as dívidas dos países sem sequer arriscarem a sua riqueza já que podem criar dinheiro a partir do nada para emprestar ou comprar dívida.

 

Por outro lado, a qualidade de vida na União Europeia, e especialmente em Portugal, tem vindo a diminuir rapidamente.

 

Mas tal como o Dinheiro Vivo e a "jornalista" Ana Sanlez, Durão Barroso não se parece importar, já que ele próprio lucrou muito e vai continuar a lucrar até morrer e à custa de todos nós com as pensões dos seus antigos lugares políticos, e agora também como chefe do banco mais criminoso do mundo Goldman Sachs, que foi recentemente apanhado a camuflar a dívida da Grécia, o que resultou na enorme miséria que se vive na Grécia e em enormes lucros para o banco Goldman Sachs.

 

Entretanto Durão Barroso vai também moldando os principais temas políticos em segredo através do seu lugar no comité organizativo do Grupo Bilderberg, um grupo de líderes do mundo ocidental que se reúne todos os anos para 3 dias de conferências secretas desde 1954. Apesar de existir há mais de meio século, a comunicação social apenas recentemente admitiu a sua existência depois de décadas em que ridicularizou toda e qualquer pessoa que sequer mencionasse o grupo. Talvez porque apenas recentemente o próprio grupo criou uma página oficial na internet a admitir a sua existência desde 1954.

 

O artigo do Dinheiro Vivo e Ana Sanlez atribui outra citação a Durão Barroso:

 

"Somos uma associação de países livres, uma construção democrática e não autoritária”.

 

Os membros que elegemos para o parlamento europeu têm um voto meramente consultivo, enquanto a Comissão Europeia não eleita pelo povo cria todas as leis a nível da União Europeia que compõem a maioria das leis dos países da União Europeia. Para Durão Barroso, para o Dinheiro Vivo, para Ana Sanlez e para a comunicação social portuguesa em geral, isto é democrático.