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Chave Mestra

Chave Mestra

Dívida dos EUA diminui no primeiro mês de Trump como presidente - comunicação social tenta inverter realidade

Dívida dos EUA diminui no primeiro mês de Trump

 

Qualquer notícia positiva sobre Donald Trump é normalmente ignorada pela comunicação social, mas quando Trump provoca a comunicação a falar sobre uma certa notícia positiva com uma mensagem no Twitter, estes cobrem a notícia mas tentando retratá-lo como incompetente, ignorante, mentiroso e narcisista.
 

Durante o primeiro mês de Donald Trump como presidente dos EUA, a dívida do país diminuiu em 12 mil milhões e dólares e continua a descer, comparando com o primeiro mês do anterior presidente Barack Obama que fez a dívida aumentar 200 mil milhões de dólares. Barack Obama aumentou a dívida dos EUA mais do que qualquer outro presidente num total de 10 biliões de dólares durante os seus 8 anos como presidente, duplicando a dívida do país.
 

Organizações de notícias anti-Trump como o Washington Post estão até a classificar o facto de a dívida do país ter diminuído no primeiro mês de Trump como presidente como uma estatística insignificante. O Politifact diz que a diminuição da dívida é enganadora e em grande parte falsa, recorrendo a peritos para dizer que a dívida diminuiu mas não devido a Trump porque este ainda não aplicou alterações fiscais, e também que a divida vai aumentar muito rapidamente nos próximos meses mesmo que tenha diminuído no primeiro mês se Trump cumprir sequer metade das suas promessas de cortes de impostos.
 

Muitos dos peritos citados pela comunicação social antes das eleições em Novembro diziam que Trump era um perigo para a economia mundial, e até agora tem-se verificado exactamente o contrário.

 

Desde que Trump foi eleito o optimismo das pequenas empresas atingiu um máximo de  13 anos (sondagem Gallup), os lucros da indústria da produção de bens atingiu uma máximo de 37 anos, os mercados da bolsa nos EUA atingiram um máximo histórico e não param de bater recordes, o dólar atingiu um máximo de 14 anos, e agora a dívida do país está a diminuir.
 

Entretanto não só a comunicação social se esforça ao máximo para impedir que as pessoas tenham conhecimento destes factos, como quando é forçada a falar sobre os mesmos devido a mensagens de Trump no Twitter, esforçam-se ao máximo para dar o crédito a qualquer outro factor que não Donald Trump e o óbvio optimismo económico que se instalou desde que foi eleito com a promessa de baixar os impostos a todos os americanos e a todas as empresas nos EUA, depois de décadas de aumentos.