Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Chave Mestra

Chave Mestra

Estados Unidos e Europa apanhados a vender armas a terroristas através de companhia aérea do Azerbeijão e sob a protecção de imunidade diplomática - jornalista que descobriu foi despedida, comunicação social ignora

 

A jornalista Dilyana Gaytandzhieva encontrou armas da Bulgária nos armazéns subterrâneos dos terroristas islâmicos da Al-Nusra (Al-Qaeda) em Alepo na Síria. Seguiu o seu rasto e descobriu que a companhia aérea do Azerbeijão pertencente ao Estado, Silk Way Airlines, em pelo menos 350 ocasiões nos últimos 3 anos transportou armas europeias e americanas, sob imunidade diplomática, para países infestados de terroristas islâmicos como a Síria, Iraque, Afeganistão, Paquistão e Congo.

 

A jornalista encontrou armas fabricadas na Bulgária em 9 armazéns subterrâneos em Alepo utilizados pelo grupo terrorista islâmico Al-Nusra (Al-Qaeda) que invadiu a Síria há cerca de 4 anos e que se encontra neste momento quase completamente derrotado. Isto depois das recentes intervenções das forças militares russas sob o comando de Vladimir Putin e das forças militares americanas sob o comando de Donald Trump.

 

O governo americano sob o comando de Barack Obama estava, através da CIA, a ajudar grupos de "rebeldes moderados" a combater o governo sírio com financiamento, armamento e treino, ao mesmo tempo que estava a permitir a ascenção do Estado Islâmico desde o início - apesar de ter dito que estava a combatê-los com "rebeldes moderados" que a população síria diz serem na verdade aliados da Al-Qaeda e Estado Islâmico - com o objectivo de derrubar o governo sírio, tal como documentos do Departamento de Estado e de Defesa americanos mostram, e tal como as declarações do ex-Secretário de Estado americano John Kerry mostram.

 

A jornalista Dilyana Gaytandzhieva foi despedida por ter feito a descoberta deste transporte de armas para os grupos terroristas islâmicos e tê-la noticiado. Foi também interrogada por agentes do Estado da Bulgária sobre como obteve os documentos que a levaram à descoberta.

 

A jornalista Dilyana Gaytandzhieva diz no seu artigo de dia 2 de Julho que contou com a ajuda anónima de alguém que através do Twitter lhe enviou os documentos. Esses documentos incluem correspondência entre o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Bulgária e a Embaixada do Azerbeijão na Bulgária, juntamente com documentos relativos a vendas de armas e imunidade diplomática para vôos de/para e sobrevoando vários países europeus, Estados Unidos, Arábia saudita, Emirados Árabes Unidos, e Turquia entre outros.

 

Entre os vendedores de armas identificados nos documentos incluem-se várias empresas nos Estados Unidos, nas Balcãs e em Israel, tal como as Forças Armadas da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, o Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos (USSOCOM), as Forças Militares da Alemanha e da Dinamarca no Afeganistão, e as Forças Militares da Suécia no Iraque.

 

Entre os países europeus que deram imunidade diplomática a este transporte de armas feito pela companhia de vôos comerciais do Azerbeijão incluem-se a Bulgária, Sérvia, Roménia, Republica Checa, Hungria, Eslováquia, Polónia, Turquia, Alemanha, Reino Unido, Grécia, entre outros.

 

A comunicação social portuguesa e internacional corporativa têm ignorado esta notícia.