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Chave Mestra

Chave Mestra

Ex-director do FBI guardou no seu computador privado documentos confidenciais do Estado, segundo o FBI - comunicação social ignora

Ex-director do FBI guardou no seu computador priva

 

De acordo com o que oficiais do FBI disseram ao The Hill em Julho, o ex-director do FBI James Comey guardou no seu computador privado 7 memorandos de conversas que teve com o presidente Trump, o que é ilegal. 4 desses memorandos continham informação confidencial, o que é ainda mais grave. Isto prova também que o ex-director James Comey mentiu sob juramento perante o Senado em Junho quando disse que não tinha guardado informação confidencial no seu computador privado, informação que até admitiu ter passado à comunicação social (o que também é ilegal) com o intuito de criar uma investigação sobre as acções de Donald Trump perante a investigação do FBI a alegadas ligações entre membros da sua campanha presidencial e o governo russo.

 

Essa investigação está convenientemente a ser liderada pelo amigo pessoal e mentor de James Comey, e também ex-director do FBI, Robert Mueller.

 

Ao ser nomeado procurador especial para o caso, Robert Mueller imediatamente nomeou para a sua equipa 15 advogados (algo sem precedentes), metade deles apoiantes de Hillary Clinton e cerca de 3 contribuíram financeiramente para a campanha presidencial de Hilary Clinton ou para a Fundação Clinton.

 

Durante a audiência perante o Senado em Junho, James Comey admitiu que não só Trump não pediu que o FBI parasse qualquer investigação, como disse que Trump apoiava a investigação a alegadas ligações entre o governo russo e membros da sua campanha presidencial. No entanto James Comey disse também que ficou com a impressão que Trump não queria que um dos membros da sua campanha presidencial e ex-Conselheiro de Segurança Nacional, General Michael Flynn, fosse investigado. Isto apesar de admitir que as palavras de Trump, contidas no memorando que escreveu e ilegalmente entregou à comunicação social por intermédio de um amigo seu, não reflectem isso.

 

A comunicação social portuguesa transmitiu em directo a audiência em Junho quando se especulava que Comey iria revelar provas que Trump impediu a investigação ás alegadas ligações da sua campanha presidencial com a Rússia.

 

Agora a comunicação social portuguesa não só não está a noticiar que Comey mentiu e admitiu ter cometido ilegalidades, como continua a noticiar toda e qualquer alegação de ligações entre a campanha presidencial de Donald Trump e o governo russo, a ignorar notícias que provam que todas as alegações não têm base em provas, e até foi capaz de noticiar depois da audiência em Junho que Comey tinha dito que Trump lhe pediu para não investigar Michael Flynn, quando Comey durante a audiência diz especificamente que as palavras de Trump não reflectem isso.