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Chave Mestra

Chave Mestra

Expresso e Joana Azevedo Viana voltam a recorrer a sondagens manipuladas para nos fazer acreditar que CNN tem mais apoio que Trump e a esconder-nos mentiras da comunicação social para tentar derrubar Trump

Expresso e Joana Azevedo Viana voltam a recorrer a

 

As sondagens indicaram até ao último dia das eleições que Donald Trump não tinha hipótese nenhuma de ser eleito presidente dos EUA, no entanto ganhou com larga vantagem. Isto porque as sondagens que mostravam Trump a perder, as únicas que a comunicação social portuguesa nos mostrou, eram assumidamente viciadas para mostrar Trump a perder no sentido em que a maioria dos inquiridos era apoiante do partido de Hillary Clinton, a adversária de Trump nas eleições.

 

A comunicação social admitiu ter errado na altura mas tem continuado com a mesma prática, agora com sondagens manipuladas em relação ao apoio popular a Donald Trump e à confiança em Trump em contraste com a confiança na CNN.

 

O Expresso e a "jornalista" Joana Azevedo Viana são apenas mais um no meio de muitos exemplos disso mesmo com o seu artigo de ontem "Americanos confiam mais na CNN que em Donald Trump".

 

No artigo Joana Azevedo Viana ignora todas as mentiras que a CNN noticia e diz, sem dar nenhuma razão, que Trump ataca constantemente a CNN, criando deste modo a imagem de que Trump é um ditador e que oprime a comunicação social.

 

A "jornalista" vai mais longe e escreve que "A relação de Trump com os jornalistas tem sido marcada por uma série de ataques do Presidente aos que o criticam". Outra vez, aqui a "jornalista" ignora completamente que Trump tem atacado jornalista que são apanhados a mentir ou a manipular informação de modo a criar uma imagem negativa e desonesta de Trump.

 

A "jornalista" Joana Azevedo Viana e o Expresso, tal como toda a comunicação social portuguesa, ignoram sempre que a CNN ou outra organização da comunicação social corporativa são apanhadas a noticiar mentiras, isto em parte porque essas mentiras são repetidas pelas organizações de comunicação social corporativas portuguesas como o Expresso e a SIC, ambas do grupo Impresa.

 

Dois recentes casos de notícias falsas repetidas pela comunicação social corporativa portuguesa são as notícias de que todas as 17 agências dos serviços de informação americanas acreditam que a Rússia interferiu com as eleições presidenciais dos EUA de modo a favorecer Trump, opinião que se sabe agora ser partilhada apenas por um número reduzido de analistas do FBI, CIA, NSA e pelo ex-director dos Serviços de Informação Nacionais dos EUA James Clapper (a mesma pessoa responsável pela mentira das armas de destruição massiva que originou a invasão do Iraque), e as notícias de que Trump estava a ser investigado pelo FBI por supostas ligações com o governo russo, algo que foi desmentido pelo próprio ex-director do FBI James Comey que propositadamente não quis que o povo americano soubesse que Trump não estava a ser investigado e que foi forçado a admiti-lo durante a sua recente audiência perante o Senado.

 

A própria "jornalista" Joana Azevedo Viana escreve notícias falsas no seu artigo para criar uma imagem negativa de Trump:

 

"Durante a corrida à Casa Branca, o candidato republicano aproveitou comícios de campanha para se queixar de estar a ser perseguido pela imprensa — sugerindo que, se fosse eleito, ia alterar as leis de difamação em vigor no país para poder processar judicialmente os repórteres que assinem peças incómodas sobre ele e a sua família."

 

A "jornalista" não apresenta no entanto qualquer citação de Trump a dizer algo sequer aproximado daquilo que o acusa de ter dito. Aliás, não apresenta citação nenhuma.

 

A "jornalista" escreve depois que já estão a ter lugar nos EUA "casos judiciais em que milionários conseguem calar jornais e repórteres", mas não consegue atribuir um desses casos a Trump ou à administração de Trump. O que a "jornalista consegue fazer é ignorar todos os casos em que as próprias organizações de notícias calam os seus próprios repórteres quando as notícias que tentam publicar não encaixam na narrativa que essas organizações nos querem vender.

 

Também não fala nos jornalistas que foram espiados, perseguidos e até presos durante o mandato do presidente Obama por exporem verdades que são inconvenientes para o sistema. Como foi o caso de Michael Hastings que, quando estava a meio de uma grande investigação sobre o então director da CIA John Brennan avisou os seus amigos que achava que estava a ser espiado pelo FBI (algo que o FBI negou mas provas foram publicada como o FBI mentiu) e estava a tentar iludi-los, acabando por morrer ao "perder" controlo do seu carro que depois explodiu. Ou Dinesh D'Souza que foi perseguido pelo Departamento de Justiça de Obama, acabando preso por 8 meses, após o enorme sucesso do seu documentário que deixa uma péssima imagem de Obama "2016: Obama's America" baseado no seu livro "The Roots os Obama's Rage".

 

Nada disto foi noticiado pela comunicação social portuguesa até hoje.

 

A "jornalista" defende a comunicação social por ter noticiado mentiras e por ter tentado vender ao público narrativas que sabia não terem base em quaisquer provas para ter mais audiências, algo que empregados da CNN foram recentemente apanhados em câmara oculta a admitir pelo grupo de jornalismo de investigação Project Veritas Action. Outra vez, a comunicação social portuguesa ignorou estas notícias.

 

A "jornalista" prossegue com a sua tentativa de manipulação dos portugueses:

 

"Antes e depois da sua tomada de posse a 20 de janeiro, Trump tem recorrido ao Twitter para tecer críticas aos media "falsos", destacando uma série de jornais e canais investidos em investigar escândalos e suspeitas de ilegalidades que pendem sobre o Presidente e a sua equipa — caso do alegado conluio com a Rússia para impedir que Hillary Clinton vencesse as presidenciais."

 

De novo, a "jornalista" ignora notícias falsas da comunicação social corporativa que já foram provadas serem baseadas em mentiras ou não serem baseadas em provas e até insiste na narrativa do alegado envolvimento de Trump com o governo russo (ao que a comunicação social portuguesa recentemente começou a chamar de "conluio", uma palavra que ninguém usa em Portugal mas que é a tradução directa da palavra que a comunicação social corporativa americana usa e por isso é repetida pela portuguesa juntamente com a narrativa). Após um ano de investigações não existem quaisquer provas de "conluio" entre Trump ou a equipa de Trump e o governo russo, algo que a "jornalista" propositadamente não refere.

 

A "jornalista" também deixa de fora que os tais "jornais e canais investidos em investigar escândalos e suspeitas de ilegalidades que pendem sobre o Presidente e a sua equipa" são organizações financiadas por inimigos de Trump, e das suas políticas, e apoiantes de políticas que retiram o poder aos cidadãos e os entregam a corporações multinacionais ás quais esses tais jornais e canais pertencem.

 

Como alguns exemplos temos a CNN que pertence à Time Warner, o Washington Post que pertence ao dono da Amazon Jeff Bezos, ou o New York Times que pertence ao multimilionário mexicano Carlos Slim, entre muitos outros canais e jornais que são detidos pelas maiores corporações multinacionais que financiaram a campanha de Hillary Clinton, e qualquer outro candidato do sistema, e que financiaram e continuam a financiar campanhas para denegrir a imagem de Trump por este representar uma ameaça ao seu monopólio do poder.

 

A "jornalista" salta depois para a notícia sobre o presidente Trump ter publicado na sua conta do Twitter um vídeo onde, numa das suas actuações de luta-livre americana, a cabeça do seu adversário foi substituída pelo logótipo da CNN.

 

Recorre neste caso a declarações da CNN para acusar Trump de estar a encorajar violência contra repórteres:

 

""É um dia triste quando o Presidente dos Estados Unidos encoraja violência contra repórteres", reagiu a CNN."

 

Deixa de fora que a CNN foi investigar quem era na vida real HanAssholeSolo, o utilizador da página de internet Reddit que criou o vídeo publicado pelo presidente e que o publicou originalmente. Depois a CNN disse publicamente que se esta pessoa voltasse a gozar com a CNN a CNN iria publicar a sua identidade.

 

O que a "jornalista" não deixa de fora é que o jornalista da CNN que descobriu a identidade real do autor do vídeo "tem estado a ser ameaçado de morte por neonazis que apoiam a administração Trump.", sem apresentar quaisquer provas de que isto esteja a acontecer e ligando para um artigo de opinião seu no Expresso, "A nova cara da América", onde tenta pintar Trump, os seus conselheiros e os seus apoiantes como nazis, racistas, ignorantes e pessoas intolerantes, nunca recorrendo a provas, várias vezes recorrendo a mentiras, manipulações e distorções da realidade, e claro, deixando de fora todos os factos que vão contra a sua narrativa.

 

A "jornalista" recorre também a um artigo do jornal israelita Haaretz para acusar o autor do vídeo de ter um historial de declarações antissemitas e islamofóbicas na internet sem também apresentar quaisquer provas.

 

A "jornalista" queixa-se também que

 

"nos últimos tempos, a Casa Branca tem estado a tentar impedir os jornalistas acreditados de filmarem as conferências de imprensa que é suposto cobrirem e transmitirem aos cidadãos. Durante quatro dias no final de junho, os porta-vozes da administração só aceitaram responder a perguntas se os jornalistas desligassem as câmaras e os gravadores. Depois, a 22 de junho, o governo distribuiu um documento pelos jornalistas a proibi-los de noticiar a própria proibição da cobertura."

 

A Casa Branca não tem que fazer conferências de imprensa e os jornalistas não têm o direito de filmá-las. A Casa Branca de Trump nunca se recusou a receber e responder perguntas de jornalistas acreditados. A Casa Branca de Trump até já acreditou jornalistas que tinham sido impedidos pelas anteriores administrações de fazerem parte do grupo de jornalistas acreditados com acesso à Casa Branca. Mas nem a comunicação social corporativa nem a "jornalista" Joana Azevedo Viana noticiaram isso, mostrando a verdadeira importância que dão à liberdade de imprensa e serviço público.

 

Depois de nos ter tentado enganar sobre a situação comercial dos EUA e o que é a globalização, Joana Azevedo Viana tenta agora recorrer a sondagens manipuladas para nos fazer acreditar que os americanos confiam mais na CNN que no presidente Donal Trump, ao mesmo tempo que tenta pintar Trump como um ditador opressivo ao propositadamente esconder-nos informação que prova que a comunicação social corporativa nos tem mentido em relação a Donald Trump com o objectivo de nos manipular em rejeitá-lo.