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Chave Mestra

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FBI mentiu sobre reunião de Bill Clinton com Procuradora-Geral de Obama em Phoenix - comunicação social ignora

FBI mentiu sobre reunião de Bill Clinton com Proc

 

Documentos do Estado dos EUA obtidos pela Judicial Watch mostram que, ao contrário do que o FBI tinha dito anteriormente, afinal houve troca de informação entre o FBI e o Departamento de Justiça de Obama sobre a reunião entre Bill Clinton e a Procuradora-Geral, Loretta Lynch, que teve lugar no avião de Lynch em Phoenix dois dias antes de Hillary Clinton ser interrogada pelo FBI há cerca de um ano.

 

O FBI já tinha respondido a pedidos de documentos relacionados com essa reunião dizendo que tais documentos não existiam. Agora a Judicial Watch obteve os documentos, mas estes encontram-se altamente censurados e não mostram muita informação. A censura dos documentos foi feita pelo Departamento de Justiça de Trump liderado pelo Procurador-Geral Jeff Sessions.

 

A meio da corrida à Casa Branca de 2016, e quando Hillary Clinton estava a ser investigada por ter guardado documentos do Estado em servidores privados e ter mentido sobre esse facto, o seu marido e ex-presidente dos EUA Bill Clinton entrou no avião da Procuradora-Geral em Phoenix para ter uma conversa, segundo eles, sobre netos e golf.

 

A informação que esta reunião teve lugar apenas se tornou pública porque um dos muitos jornalistas presentes na pista do aeroporto ignorou as ameaças do FBI que estava a ordenar que ninguém filmasse Bill Clinton a entrar no avião. Apenas esse jornalista teve a coragem de noticiar a visita de Bill Clinton a Loretta Lynch.

 

No seguimento da notícia se ter tornado pública, a Procuradora-Geral deixou a decisão de processar ou não Hillary Clinton para o director do FBI James Comey, dizendo que iria seguir qualquer que fosse a sua recomendação para afastar qualquer sombra de imparcialidade no seguimento da visita de Bill Clinton.

 

O então director do FBI James Comey depois anunciou que a investigação do FBI concluiu que Hillary Clinton tinha guardado documentos confidenciais do Estado nos seus servidores privados quando testemunhou o contrário, não tinha entregue ao FBI todos os e-mails guardados nos servidores privados quando testemunhou o contrário, tinha até contratado uma empresa para ilegalmente eliminar e-mails do Estado permanentemente dos seus servidores quando testemunhou que apenas tinha eliminado e-mails pessoais, mas o director do FBI James Comey considerou que Hillary Clinton não o tinha feito intencionalmente e por isso não iria recomendar que fosse processada.

 

O ex-director do FBI James Comey também admitiu ter dado imunidade a testemunhas-chave próximas de Hillary Clinton com a intenção de as fazer colaborar com a investigação, mas todas elas acabaram por não colaborar com a investigação.

 

James Comey também admitiu durante a sua última audição perante o Senado que, a meio da corrido à Casa Branca de 2016, Loretta Lynch lhe pediu para chamar à investigação a Hillary Clinton um "caso" e não uma "investigação". Pedido ao qual Comey obedeceu.

 

A comunicação social portuguesa tomou a decisão de não noticiar toda esta informação.