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Chave Mestra

Chave Mestra

Fonte oficial confirma que Seth Rich enviou emails do Partido Democrata para a Wikileaks, não os russos, e que a polícia foi ordenada a não investigar - comunicação social ignora

Fonte oficial confirma que Seth Rich enviou emails

 

Seth Rich era o chefe do departamento de expansão de dados de eleitores do Partido Democrata quando foi assassinado há cerca de um ano, a meio da corrida presidencial dos EUA, e poucos dias antes de a Wikileaks ter publicado os emails do Partido Democrata que revelaram crimes e irregularidades dentro do Partido Democrata e dentro da campanha de Hillary Clinton que muitos acreditam ter custado a eleição a Hillary Clinton.

 

Rod Wheeler, o ex-Detective contratado pela família de Seth Rich para investigar o seu assassinato, disse ontem à Fox News que uma fonte dentro da polícia de Washington D.C. lhe contou que no computador de Seth Rich, apreendido pela polícia de Washington D.C. após o seu assassinato há um ano, foram encontradas provas de que Seth Rich enviou mais de 44 mil emails do Partido Democrata para a Wikileaks e também que a polícia de Washington D.C. recebeu ordens para não investigar o caso.

 

As únicas entidades que têm a ganhar com a ocultação desta informação são o Partido Democrata e todo o sistema, da classe política anti-Trump à comunicação social corporativa, que apostaram tudo em pintar Donald Trump como um agente russo na esperança de utilizar essa narrativa para o retirar da presidência dos EUA.

 

Seth Rich já tinha sido apontado como a provável origem da fuga de documentos do Partido Democrata no ano passado, quando o antigo Embaixador Britânico Craig Murray contou ao Daily Mail que se tinha encontrado pessoalmente com quem forneceu a informação à Wikileaks em Washington D.C. e que essa pessoa não era russa e que era do Partido Democrata, algo que a comunicação social corporativa nunca noticiou.

 

O Director da Wikileaks, Julian Assange, também já tinha aludido em entrevistas que Seth Rich era a fonte dos emails e até ofereceu uma recompensa para quem apresentasse informação que levasse à captura do seu assassino.

 

Seth Rich era apoiante de Bernie Sanders, rival de Hillary Clinton durante as eleições primárias, e descobriu em antemão aquilo que pouco depois foi confirmado pelo mundo quando a Wikileaks publicou os emails do Partido Democrata: que o Partido Democrata tinha conspirado com Hillary Clinton para roubar a nomeação a Bernie Sanders em favor de Hillary Clinton. Um estudo da Universidade de Standford pouco depois também confirmou que Bernie Sanders foi o verdadeiro vencedor das primárias do Partido Democrata, mas a comunicação social corporativa também se recusou a noticiar tal estudo.

 

Quando os emails do Partido Democrata foram publicados pela Wikileaks, o Partido Democrata impediu o FBI de investigar os seus servidores de modo a tentar descobrir quem os poderia ter penetrado, tendo entregue essa tarefa exclusivamente a uma empresa privada de ciber-segurança chamada Crowdstrike financiada por entidades pro-Hillary Clinton como o Google. A Crowdstrike acusou então um grupo de piratas informáticos ligados ao governo russo, Fancy Bear, de ter penetrado os servidores com base em malware (arma informática) pertencente a este grupo ter sido encontrado no sistema informático do Partido Democrata, ignorando o facto de que a versão de tal malware era antiga e que piratas informáticos de elite como o Fancy Bear nunca utilizam versões desactualizadas de malware.

 

A comunicação social corporativa está a ignorar toda esta informação ao mesmo tempo que tenta fazer o seu público acreditar que Donald Trump deu informação confidencial ao governo russo durante a sua recente reunião com o ministro dos negócios estrangeiros e embaixador russos, deixando de fora que a suposta informação confidencial que Donald Trump passou, de que terroristas planeiam utilizar baterias de computadores portáteis como bombas a bordo de aviões, não só não é confidencial como a própria comunicação social a reportou em Março e Abril deste ano. Tal informação tinha sido obtida em Janeiro durante uma operação no Iémen.