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Chave Mestra

Chave Mestra

Google está a censurar notícias que expõem crimes e corrupção em governos e na comunicação social

Google está a censurar notícias que expõem crim

 

No dia 17 de Abril o advogado e jornalista de investigação Mike Cernovich disse à Infowars, organização de notícias independente, que uma das suas fontes que trabalha para a "integridade de motores de busca" disse que todos os sub-contratados da Google receberem ordens da Google para classificar artigos de notícias publicados por certas organizações de notícias como páginas de fraca qualidade mesmo que fossem artigos com notícias correctas ou confirmadas.

 

Esta acção impede os artigos de aparecerem no topo dos resultados de pesquisa da Google. Os alvos deste ataque por parte da Google são organizações independentes de notícias mundialmente populares como a Infowars que expõem crimes e corrupção ao mais alto nível e mostram o outro lado da narrativa que a comunicação social corporativa tenta impingir-nos e que constantemente é baseada em mentiras e desinformação.

 

Uma das razões que a Google deu aos seus sub-contratados para tal censura foi, por exemplo, o facto de a Infowars ter noticiado declarações dos presidentes russo e sírio e do antigo Congressista Ron Paul em que dizem que o ataque químico de dia 4 de Abril em Idlib na Síria não foi cometido pelo governo sírio mas sim por terroristas que tentavam incriminar o governo sírio.

 

O presidente dos EUA Donald Trump reagiu na altura ao suposto ataque químico por parte do governo sírio bombardeando um aeroporto militar sírio de onde disse ter vindo o ataque e onde estariam armazenadas armas químicas.

 

As declarações dos presidentes russo e sírio de que terroristas tinham sido responsáveis pelo ataque químico foram também noticiadas por outras organizações de notícias como a CNN. Mas ao contrário da Infowars, a CNN não foi alvo de censura por parte da Google. Ou seja, a Google está a classificar a qualidade dos artigos de notícias não pelo conteúdo dos artigos em si mas pela entidade que os publica.

 

No dia seguinte à revelação vinda da fonte de Mike Cernovich ter sido anunciada, a Google disse não ter dado ordens de censura e que tais ordens foram dadas por uma entidade isolada que decidiu por si mesma dar a ordem de descriminar e censurar certos sítios de notícias da internet que apresentam uma narrativa diferente daquela da comunicação social corporativa.

 

Entretanto a censura da Google através de algoritmos continua, segundo a Infowars.