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Chave Mestra

Chave Mestra

Joana Azevedo Viana e Expresso mentem e escondem informação para pintar Donald Trump como agente russo e proteger Barack Obama e Hillary Clinton

Joana Azevedo Viana e Expresso mentem e escondem i

 

No título do seu artigo de hoje para o Expresso "Detida alegada autora de fuga de informação sobre ingerência russa nas eleições dos EUA", para a "jornalista" Joana Azevedo Viana a fuga é de informação sobre ingerência russa nas eleições dos EUA, mas no seu artigo é apenas de alegada ingerência russa, sobre a qual não há provas, e todas as que apontam para o empregado do Partido Democrata Seth Rich ter sido o autor do roubo dos emails do partido, e não os russos, são ignoradas pela comunicação social. [Ler mais...]

 

A "jornalista" sabe que a maioria das pessoas apenas lê os títulos das notícias e é a partir deles que tira a sua impressão dos acontecimentos, por isso decidiu enganar-nos descaradamente e dizer no título ingerência russa em vez de alegada ingerência russa.

 

A "jornalista" diz também, sem referir provas ou fontes, que a alegada ingerência russa nas eleições presidenciais americanas deram a vitória a Donald Trump.

 

Admite também que a fuga de informação se referia a um documento da NSA "sobre alegada ingerência russa", mais uma vez nenhuma prova é mencionada, apenas alegações e acusações.

 

A "jornalista" tenta durante todo o seu artigo tentar pintar Donald Trump como um agente russo recorrendo a mentiras e desinformação.

 

Escreve que o ex-director do FBI James Comey "foi despedido pelo Presidente dias depois de ter pedido mais fundos ao Departamento de Justiça para as investigações em curso", e que "vai ao Senado na próxima quinta-feira prestar depoimentos. Fontes próximas do ex-chefe da secreta dizem que Comey vai confirmar que o Presidente o pressionou para que abandonasse uma das investigações,".

 

A "jornalista" ignora completamente, e tenta esconder de nós, as declarações de James Comey feitas perante o Congresso no dia 3 de Maio em que diz não ter sofrido pressão por parte de ninguém para parar a investigação sobre a alegada ligação entre Trump, a sua campanha presidencial, e o governo russo.

 

A "jornalista", tal como a restante comunicação social, escolhe também ignorar todos os casos que o ex-director do FBI se estava a recusar a investigar, razão pela qual foi despedido.

 

Exemplos claros são os crimes cometidos por Hillary Clinton como o uso ilegal de servidores privados, crime que o ex-director do FBI James Comey admitiu ter sido cometido, para guardar documentos confidenciais do Estado, ou ter mentido ao FBI sobre a existência desses mesmos servidores, ou têr mandado apagar permanentemente os emails desses servidores depois de terem sido requisitados pelo FBI.

 

Comey também se recusou a investigar a venda de 20% do urânio americano ao governo russo por parte de Hillary Clinton enquanto Secretária de Estado em troco de dezenas de milhões em contribuições para a sua Fundação Clinton.

 

Ou as redes de pedofilia que a polícia, sob ordens de Trump, está a desmantelar a um ritmo nunca antes visto, alguns com ligações ao circulo próximo de Hillary Clinton como Huma Abedin, Anthony Weiner e John e Tony Podesta, e que o FBI se recusa a investigar.

 

Ou o assassinato do provável ladrão dos emails do Partido Democrata durante a corrida presidencial, e não o governo russo que tem sido acusado pela comunicação social como sendo culpado sem qualquer prova, que a existir o FBI podia ter encontrado nos servidores do Partido Democrata mas o partido impediu várias vezes que o FBI investigasse os servidores e entregou esse trabalho exclusivamente à empresa de ciber-segurança Crowd Strike com ligações ao partido e aos Clinton.

 

A "jornalista" diz também que o antigo Conselheiro de Segurança Nacional de Trump "foi forçado a resignar ao cargo em fevereiro, depois de ter sido denunciado que manteve contactos ilegais com o embaixador russo em Washington".

 

O General Flynn demitiu-se por ter dito ao Vice-Presidente que não tinha falado ao telefone sobre sanções com o Embaixador russo. O teor dessa conversa nunca foi divulgado e por isso não se sabe o que o General disse ou porque se demitiu. Trump tinha vindo a dizer publicamente até à altura que queria normalizar as relações dos EUA com a Rússia, o que implicaria levantar as sanções, e segundo fontes da Infowars, organização independente de notícias próxima de Trump e Flynn, foi isso que o General terá dito. Caso tenha negociado sanções, cometeu um acto ilegal. Caso tenha apenas tocado no tema de sanções, não cometeu um acto ilegal. Qualquer que tenha sido o caso essa informação não está disponível.

 

Mas o que a "jornalista" escolhe não dizer sobre este caso é que só sabemos que tal conversa telefónica teve lugar porque o General Flynn foi "desmascarado" pela administração de Barack Obama e essa informação foi ilegalmente entregue à comunicação social, já que as gravações de telefonemas de pessoas americanas captadas pelos serviços de informação obrigam a que o nome de tais pessoas americanas seja "mascarado". Ou seja, que o nome da pessoa americana seja substituído por "pessoa 1" ou "pessoa 2", e que a pessoa americana que seja eventualmente "desmascarado" por ordem de tribunal tenha o seu nome protegido através de confidencialidade. Mas neste caso a informação acabou nas páginas do jornal New York Times no dia 20 de Janeiro deste ano.

 

A "jornalista" Joana Azevedo Viana e o Expresso escolhem esconder-nos toda esta informação, protegendo Obama, Hillary Clinton e os seus círculos mais próximos, e dar-nos apenas informação incompleta ou falsa de maneira a retratar Donald Trump como um agente russo.