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Chave Mestra

Chave Mestra

João Ruela Ribeiro e Público chamam "contra-manifestantes" a grupos terroristas que incentivam e cometem homicídio indiscriminado de polícias, agressões contra qualquer apoiante de Donald trump, e que culpam o "homem branco" por todos os males no mun

João Ruela Ribeiro e Público chamam contra-manif

 

Num artigo em que acusa Donald Trump de ter incentivado racismo nos EUA sem se basear em qualquer prova concreta, o "jornalista" João Ruela Ribeiro junta-se ao resto da comunicação social portuguesa e corporativa para tentar pintar Donald Trump de racista recorrendo a informação selectiva, e até tenta justificar actos violentos racistas cometidos por grupos terroristas.

 

O "jornalista" João Ruela Ribeiro tenta também proteger esses mesmos grupos terroristas racistas, ANTIFA e Black Lives Matter, ao nem sequer referi-los durante todo o artigo. Tal como a restante comunicação social portuguesa tem feito.

 

No seu artigo de dia 16 de Agosto para o Público com o título "Washington tenta fechar a caixa de Pandora do racismo que Trump abriu", o "jornalista" João Ruela Ribeiro tenta justificar a violência cometida por estes grupos terroristas recorrendo a declarações de terceiros que dizem que essa violência é justificada por ser contra neo-nazis. Mas não refere que essa violência tem sido cometida contra apoiantes de Trump que não são racistas, neo-nazis ou supremacistas brancos como a comunicação social tem tentado fazer-nos acreditar.

 

O "jornalista" João Ruela Ribeiro não diz que o responsável pelas declarações a que recorre, Senador John McCain, apoiou um grupo neo-nazi na Ucrânia que está agora no governo.

 

O "jornalista" João Ruela Ribeiro acusa Trump de ser próximo e de assumir ser próximo de supremacistas brancos sem mostrar quaisquer provas. No entanto, Hillary Clinton que disse publicamente que um antigo líder do Ku Klux Klan (Robert Byrd) era um dos seus mentores, nunca recebeu qualquer criticismo por parte da comunicação social corporativa, incluindo do "jornalista" João Ruela Ribeiro.

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João Ruela Ribeiro e Público chamam contra-manif