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Chave Mestra

Chave Mestra

José Fialho Gouveia e Diário de Notícias tentam criar a falsa percepção de que Trump é mais perigoso para o mundo do que foi Obama

José Fialho Gouveia e Diário de Notícias tentam

 

Assim que Donald Trump foi eleito a 8 de Novembro, o nível de ameaça nuclear dos EUA desceu de DEFCON 3 para DEFCON 5, o nível mais baixo. Hillary Clinton disse várias vezes que era a favor de impôr zonas de vôo proibido na Síria, mesmo depois do chefe das Forças Armadas dos EUA, General Joseph Dunford, ter dito que isso implicaria entrar em guerra com a Síria e a Rússia, ou seja, Hillary Clinton estava disposta a iniciar a 3ª Guerra Mundial com uma potência nuclear como a Rússia, a segundo maior do mundo a seguir aos EUA.

 

Hillary Clinton juntamente com Barack Obama ordenaram o treinamento dos primeiros membros do Estado Islâmico e permitiram a sua ascensão com o objectivo de isolar o presidente sírio e obrigá-lo a deixar o cargo, como já foi provado não só por um documento do Departamento de Estado e Departamento da Defesa dos EUA, como pela gravação de uma reunião do Secretário de Estado John Kerry com a oposição síria em que diz o seguinte:

 

"Vimos que o Estado Islâmico estava a crescer em termos de força, e pensámos que Assad (presidente sírio) era uma ameaça. Pensámos, contudo, que podíamos provavelmente fazer com que Assad então negociasse, mas em vez de negociar conseguiu com que Putin o apoiasse."

 

Esta gravação tinha sido feita em Setembro de 2016 e enviada para o New York Times que publicou um artigo sobre a mesma nesse mês, mas escolheu não publicar a parte citada acima. A 3 de Janeiro deste ano a gravação foi publicada na sua totalidade pelo blog Conservative Tree House e a comunicação social ignorou-a completamente.

 

Barack Obama bombardeou 7 países no médio-oriente e assassinou o presidente da Líbia, acontecimento do qual Hillary Clinton se riu publicamente, permitindo que a Al-Qaeda e o Estado Islâmico tomassem conta do país e de grande parte da região do Norte de África.

 

Mas o "jornalista" José Fialho Gouveia diz que "Com Donald Trump o fim do mundo está mais perto", quando Trump foi contra a guerra no Iraque que iniciou todas as guerras que se seguiram nos médio-oriente, e continua a ser contra a intervenção militar em países estrangeiros, à excepção de destruir o Estado Islâmico e a Al-Qaeda, algo que começou a fazer no seu primeiro dia como presidente, atingindo alvos que Obama se tinha recusado a atingir segundo fontes das Forças Especiais americanas.

 

No seu artigo de dia 27 de Janeiro para o Diário de Notícias "Efeito Trump fez acelerar relógio do fim do mundo", este "jornalista" recorre à opinião de um grupo de cientistas para tentar criar a percepção de que Donald Trump é uma ameaça para o mundo sem referir qualquer razão específica. Enquanto Barack Obama e Hillary Clinton estavam a treinar os primeiros membros do Estado Islâmico, estes mesmos cientistas estavam a acertar o relógio para trás, provando como a sua análise não tem qualquer credibilidade.

 

Estes cientistas acertam também o relógio do fim do mundo com base na teoria das alterações climáticas provocadas pelas emissões de dióxido de carbono como resultado da actividade humana, teoria que não é consensual entre comunidade científica e que já foi exposta quando se tornaram públicas as manipulação das temperaturas durante os escândalos climategate e climategate 2 para fazer parecer com que entre 1998 e 2013 o aumento de temperaturas tinha sido bem maior do que aquele que se registou na realidade.