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Chave Mestra

Chave Mestra

Lusa e Notícias ao Minuto escondem informação para tentar criar percepção que Trump acusou Obama de ter dado ordens para o espiar sem se basear em provas

Senado não tem provas de que Donald Trump tenha s

 

O Juiz americano Andrew Napolitano disse na Fox News, canal de televisão onde trabalha, que recebeu informação de fontes de que as escutas terão sido obtidas por Obama através de uma agência britânica de serviços de informação, a GCHQ, que colabora com a NSA. E por ser uma agência estrangeira não existirão documentos que liguem Obama ao pedido das escutas, mesmo que Obama as tenha pedido, e não seriam escutas ilegais já que as agências dos serviços de informação só estão proibidas de espiar cidadãos do seu país sem necessitar um mandato de um juiz.

 

Isto acontece na sequência de Trump ter acusado Obama de ter pedido escutas sobre ele, sem ainda ter apresentado provas ao Congresso americano, acusação que a comunicação social em geral criticou e fez de tudo para fazer passar a percepção de que era pura mentira e que Trump não tinha provas. Ao mesmo tempo que, sem receber atenção nenhuma por parte da comunicação social, a Wikileaks publicava documentos da CIA com o nome Vault 7 que provam que esta agência dos serviços de informação americanos tem a capacidade de espiar qualquer pessoa no mundo através de qualquer aparelho electrónico com ligação à internet, e alguns mesmo sem ligação à internet, e consegue assumir controlo de carros, aviões, centrais eléctricas, barragens, entre outras infra-estruturas e engenhos que sejam controlados por processadores electrónicos.

 

A Lusa escolheu não incluir esta informação no seu artigo "Senado não tem provas de que Donald Trump tenha sido colocado sob escuta" publicado pelo Notícias ao Minuto, onde cita uma comissão do Senado responsável por investigar o caso e que não conseguiu ainda obter provas de que Obama tivesse pedido escutas sobre Trump.

 

A Lusa escreve:

 

"Perante as informações em nossa posse, não temos qualquer indicação segundo a qual a Torre Trump tenha sido sujeita a uma vigilância por qualquer entidade do Governo dos EUA, antes ou depois do dia das eleições presidenciais de 2016", escreveram, em comunicado, o republicano Richard Burr, presidente desta comissão, e o democrata Mark Warner, vice-presidente.

 

Quando o comité dos serviços de informação da Câmara de Representantes disse recentemente numa conferência de imprensa que não existiam quaisquer provas que ligassem Trump e membros da sua campanha presidencial ao governo russo, nem a Lusa, nem o Notícias ao Minuto, nem qualquer organização da comunicação social portuguesa reportaram essa notícia. Mas até então tinham noticiado toda e qualquer alegação de que Trump é um agente russo, mostrando uma clara intenção de criar uma imagem negativa de Trump.

 

A comunicação social também se continua a recusar noticiar que Roger Stone, um amigo pessoal e conselheiro de longa data de Donald Trump que foi o seu primeiro director de campanha, sofreu há dois dias a sua segunda tentativa de assassinato quando um veículo de vidros fumados e matrícula não visível atingiu o veiculo em que viajava e exactamente onde estava sentado, com o agressor a pôr-se em fuga imediatamente após o "acidente". Em Dezembro Roger Stone já tinha sido envenenado com polónio, um elemento altamente radioactivo utilizado por governos para assassinatos, ao qual sobreviveu por não ter ingerido quantidades suficientes para uma morte imediata.

 

Roger Stone é um dos membros da campanha de Trump acusado de ter relações com o governo russo, algo que sempre negou e do qual não existem provas até hoje, e o seu testemunho já agendado perante o Congresso é crucial para a investigação. Segundo as suas declarações à Infowars, Roger Stone acredita que alguém está a tentar impedir que consiga testemunhar perante o Congresso.