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Chave Mestra

Chave Mestra

Ministro alemão protege colaborador nazi e grupo comunista terrorista que financia e que cometeu violência e destruição antes e durante o G20 em Hamburgo

Ministro alemão protege colaborador nazi e grupo

 

Apesar dos cânticos comunistas vindos do principal grupo responsável pela violência e destruição antes e durante a cimeira do G20 em Hamburgo, o ministro do interior alemão escolheu compará-los a neonazis ignorando que são admitidos terroristas comunistas.

 

O ministro alemão protege assim o grupo comunista terrorista ANTIFA ao propositadamente desviar a atenção para outros grupos autoritários como os neonazis e terroristas islamitas, e ao propositadamente ignorar que foi o grupo comunistas terrorista ANTIFA o principal responsável pela violência e destruição durante os recentes protestos violentos anti-Trump nos EUA e agora durante a cimeira do G20 em Hamburgo, Alemanha.

 

O ministro protege assim também o financiador deste grupo comunista terrorista, o multimilionário e admitido colaborador nazi George Soros (60 Minutos), que através dos seus grupos financiados pela sua Fundação Open Society tem fomentado divisão social em vários países por todo o mundo que em alguns casos tem resultado até no derrube de governos, como aconteceu recentemente na Ucrânia onde Soros admitiu à CNN que os seu grupos tiveram um papel importante.

 

O grupo comunista terrorista ANTIFA, vestido de preto e de cara tapada, foi o principal grupo responsável pela violência e destruição antes e durante a cimeira do G20 em Hamburgo na passada sexta-feira como está documentado em inúmeras gravações feitas no local disponíveis no Youtube e que em alguns casos foram até publicadas por organizações de notícias corporativas.

 

O grupo comunista terrorista ANTIFA agrediu indiscriminadamente polícias (ferindo mais de 400) e jornalistas independentes no local (os únicos com a coragem e seriedade de noticiar e filmar os acontecimentos no terreno), destruiu propriedade privada e pública, e fê-lo, segundo o grupo, em nome do anti-capitalismo, anti-fascismo e anti-nazismo.

 

A comunicação social portuguesa escolheu esconder-nos toda esta informação, e desse modo proteger também George Soros e os seus grupos terroristas comunistas.

 

Algumas organizações da comunicação social portuguesa, como o Diário de Notícias e A Bola, foram também capaz de escrever no título da notícia (semelhante ao título utilizado por todas as organizações de notícias portuguesas) que o ministro comparou os protestantes violentos com "terroristas" quando o ministro os comparou com "terroristas islamitas". As restantes organizações de notícias portuguesas optaram por não incluir sequer a palavra "terroristas" no título e incluir apenas a palavra "neonazis". Isto mostra também uma clara intenção por parte da comunicação social portuguesa de evitar falar em terrorismo islâmico e manter-nos ignorantes sobre esse assunto.

 

Ministro alemão protege colaborador nazi e grupo