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Chave Mestra

Chave Mestra

Número dois do FBI demite-se após publicação de documento que prova que FBI abusou do poder para espiar Trump e outros americanos - comunicação social ignora

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O Vice-Director do FBI Andrew McCabe tem vindo a ser protegido pela comunicação social portuguesa que se recusa a noticiar que a sua esposa recebeu cerca de 700 mil dólares de Hillary Clinton enquanto Andrew McCabe se encontrava a investigar Hillary Clinton.

 

Agora que Andrew McCabe foi forçado a demitir-se, e foi escoltado por agentes para fora da sede do FBI para não apagar ficheiros do seu computador, a comunicação social portuguesa continua a não noticiar o conflito de interesses como se recusa também a noticiar a razão que levou McCabe a ser forçado a demitir-se.

 

Andrew McCabe demitiu-se logo após ter sido publicado pelo Director de Serviços de Informação Nacionais americano o memorando oficial do  Tribunal Americano de Espionagem que mostra como o FBI e o Departamento de Justiça abusaram do poder para espiar Trump e outros americanos, e utilizaram provas que sabiam ser falsas (dossiê da Fusion GPS pago por Hillary Clinton e outros inimigos de Trump) para tentar justificar ao Tribunal de Espionagem a vigilância a Donald Trump.

 

A comunicação social portuguesa esconde-nos toda esta informação e tenta ligar a demissão de Andrew McCabe ao "azedume" que Donald Trump tem de estar a ser investigado sem apresentar quaisquer provas concretas que o presidente americano tivesse pressionado Andrew McCabe a demitir-se pelo facto de estar a ser investigado.

 

A investigação sobre a influência do governo russo sobre Donald Trump já tem quase 2 anos e nenhuma prova foi ainda obtida apesar de já terem sido gasto muitos milhões de dólares (não se sabe a quantia exacta já que o Departamento de Justiça se recusa a revelar) e apesar de a equipa de investigação do procurador especial Robert Mueller ser composta quase exclusivamente de apoiantes de Hillary Clinton que até financiaram a sua campanha presidencial, algo que a comunicação social portuguesa também se recusa a noticiar.

 

No entanto, já foram descortinadas várias ligações entre o governo russo e Hillary e Bill Clinton, Robert Mueller, e pessoas dentro do Departamento de Justiça. A ligação envolve a venda de 20% do urânio americano a uma empresa do governo russo (Rosatom/Uranium One), mas a comunicação social portuguesa recusa-se a noticiar isto e o Departamento de Justiça americano continua a arrastar essas investigações e em alguns casos, como o de Robert Mueller, ainda nem começou a investigação.