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Chave Mestra

Chave Mestra

Pai da "criança de Alepo" confirma que fotografia do filho foi utilizada para nos enganar e nos pôr contra governo sírio - comunicação social ignora

Pai da criança de Alepo confirma que fotografia d

 

A fotografia foi utilizada há um ano em escala mundial pela comunicação social corporativa para acusar o governo sírio e o governo russo de estarem a assassinar os cidadãos de Alepo na Síria. Isto numa tentativa de forçar a opinião pública nos EUA e Europa a apoiar uma invasão militar da Síria e destituição do seu governo.

 

Agora que Alepo é quase 100% controlada pelo governo sírio e os terroristas foram corridos da cidade, a "criança de Alepo" e a sua família continuam a viver em Alepo, provando que não temem o governo sírio e que não terá sido o governo sírio ou o governo russo quem os bombardeou mas sim os terroristas apoiados pelos EUA, NATO, União Europeia e pela comunicação social corporativa que lhes chamam de "rebeldes moderados", apesar de todos os relatos no local indicarem que tais "rebeldes moderados" não existem e são de facto ou Estado Islâmico ou Al-Qaeda.

 

O pai da "criança de Alepo" falou aos jornalistas sobre aquilo que é visível nas filmagens disponíveis na internet há meses e que a comunicação social propositadamente nos tentou esconder. Essas filmagens mostram que o seu filho, em vez de ter recebido assistência médica imediata pela enfermeira que o carregou para dentro da ambulância, foi tratado como um objecto de propaganda para ser fotografado por um fotógrafo próximo de terroristas enquanto a suposta equipa médica dos Capacetes Brancos assistia. E tudo isto se passou enquanto o pai se encontrava a tentar salvar mais familiares dos escombros.

 

O fotógrafo, Mahmoud Raslan, pode ser visto em várias fotografias a posar com certos terroristas que se filmaram a decapitar uma criança, uma filmagem de fácil acesso na internet.

 

O pai da "criança de Alepo" confirmou também aquilo que quase todos no terreno dizem: que os Capacetes Brancos não são os activistas pacíficos que a comunicação social diz que são.

 

O pai deu várias entrevistas dizendo tudo isto e mais no principio de Junho deste ano e até hoje a comunicação social portuguesa, tal como a internacional, tem-se recusado a noticiar as suas declarações.