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Chave Mestra

Chave Mestra

Parlamento une-se para nos obrigar a ser-mos clientes de bancos para poder-mos efectuar ou receber pagamentos de valor igual ou superior a 3 mil euros

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Ao terem aprovado ontem a lei que nos vai obrigar a ser-mos clientes de um banco se quiser-mos ter o direito de efectuar ou receber pagamentos de valor igual ou superior a 3 mil euros, o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista Português mostram como, apesar de terem a imagem de serem contra os monopólios dos bancos, querem na verdade que os bancos tenham supremacia sobre as pessoas e que as pessoas não tenham o direito e a liberdade de escolher o seu método de pagamento ou cobrança ou que tenham liberdade de associação.

 

A lei teve apenas a oposição por parte do CDS-PP e do PAN, o que significa que no que toca a tirar direitos e liberdades aos cidadãos portugueses não parece existir direita e esquerda ou côr política.

 

O voto do CDS aparenta ser apenas para enganar os portugueses já que o seu voto contra não faz diferença nenhuma e o partido já tinha mostrado ser contra o dinheiro em papel quando sugeriu acabar com as notas de 500 euros.

 

O fim do dinheiro em papel já vinha sendo anunciado pelos bancos centrais (bancos privados com o poder de fazer política monetária, regular bancos e estabelecer taxas de juro e cujos donos são protegidos pela anonimidade), como o Banco Central da Escócia, e também pelo Fórum Económico Davos sem que qualquer alarme tivesse sido soado pela comunicação social ou líderes políticos ou sociais que deviam defender o interesse público.

 

Também os ministros das finanças e governadores dos bancos centrais da Alemanha e França já tinham sugerido um limite em toda a União Europeia de 5 mil euros para transacções com dinheiro.

 

Para além de Portugal, outros países já estão também a impôr limites. Em França o limite é 5 mil euros, em Itália mil euros, e em Espanha 1,5 mil euros.

 

Depois destas leis terem passado é de esperar o fim do dinheiro em papel a qualquer momento, como sugerido pelos bancos centrais privados e pelas elites do Fórum Davos, e com ele o fim da liberdade de associação na europa e a consolidação total do poder dos bancos europeus no que toca ao comércio e transacções de bens e serviços na europa, ficando os europeus obrigados a serem clientes de bancos, e dependentes da sua permissão, para poderem sobreviver.

 

Tudo isto está a ser feito em nome de combater o terrorismo e está a ser executado pelos mesmos governos e elites financeiras, como as que frequentam o Conselho de Relações Estrangeiras, que têm sido apanhados a financiar e a pedir o financiamento de terroristas islâmicos no médio oriente que agora penetram a Europa e os EUA.