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Chave Mestra

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Polícia holandesa ignora provas por razões políticas e protege identidade de dois adolescentes suspeitos de violar e assassinar duas adolescentes

Polícia holandesa ignora provas por razões polí

 

As duas raparigas de 14 anos, Savannah Dekker e Romy Nieuwburg, viajavam da escola para casa de bicicleta quando foram violadas e mortas, no dia 1 e 2 de Junho respectivamente, em locais separados por apenas 15km dentro do concelho de Amersfoort.

 

No dia 31 de Maio uma rapariga de 17 anos a viajar de bicicleta em Bunschoten, concelho de Amersfoort, tinha sido perseguida por um carro preto pequeno com alguém com barba lá dentro, de acordo com a descrição que fez à polícia.

 

No dia 3 de Junho uma rapariga de 12 anos que viajava de bicicleta em Soest, concelho de Amersfoort, foi perseguida por um Volkswagen Golfo preto com um homem de pele escura e cabelo encaracolado, segundo a descrição de testemunhas a quem a rapariga pediu ajuda e que falaram ao o jornal holandês AD.

 

Na altura houveram relatos nas redes sociais de o mesmo ter acontecido a raparigas em Spakenburg e Soest segundo o NLTimes, e a polícia admitiu então ao jornal AD ter conhecimento do que se estava a passar.

 

Todos estes incidentes tiverem lugar numa área com um raio de cerca de 10 km dentro do concelho de Amersfoort. Mesmo assim a polícia local foi rápida a dizer que os crimes não têm ligação e não divulgou o nome ou aparência dos dois suspeitos que apreendeu de violar e assassinar as duas adolescentes. Apenas reportou que um tinha 14 anos, morava em Ede e era colega de escola de Romy, e outro tinha 16 anos, morava em Den Bosch e conhecia Savannah através das redes social.

 

Nenhum motivo ou descrição de como os crimes foram cometidos foram dados.

 

O autarca da cidade Melis van de Groep disse estar "aliviado" pelos crimes não estarem relacionados, segundo o NLTimes, e que "Não há ninguém a agredir raparigas de bicicleta aleatoriamente".

 

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