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Chave Mestra

Chave Mestra

Polícia protegeu grupo terrorista comunista ANTIFA que perturbou protestos contra lei sharia nos EUA

Polícia protege grupo terrorista comunista ANTIFA

 

Vários vídeos disponíveis na internet filmados por organizações de notícias independentes mostram como membros do grupo terrorista comunista ANTIFA foram permitidos pela polícia agredir pessoas que no dia 10 deste mês protestavam nos EUA contra uma lei islâmica opressiva, pedofílica, intolerante, discriminatória e bárbara chamada lei sharia.

 

A polícia protegeu o grupo terrorista e ignorou inúmeros actos de violência deste contra os protestantes, tendo apenas feitos uma pequena fracção de apreensões relativamente aos crimes que, como está documentado por vários vídeos, assistiram em primeira mão e de muito perto.

 

Nova Iorque, Austin e Seattle são apenas alguns dos locais bem documentados onde as polícias locais protegeram o grupo terrorista ANTIFA e permitiram que este cometesse crimes violentos contra protestantes.

 

O grupo terrorista ANTIFA habitualmente veste-se de preto, de cara tapada, e acredita que qualquer homem, mulher ou criança que apoie um sistema político diferente do comunismo ou socialismo extremo deve ser atacado violentamente. Muitos dos seus elementos culpam também o homem branco por todos os males no mundo, uma narrativa que está a ser endoutrinada nos estudantes universitários nos EUA pelos seus professores que são hoje maioritariamente comunistas.

 

Este grupo terrorista é financiado, entre outros outras entidades, por grupos da Fundação Open Society de George Soros, um multi-milionário e admitido colaborador Nazi (60 Minutos) que financia grupos que criam movimentos de divisão social um pouco por todo o mundo e que, em ocasiões, já resultaram no derrube de governos, como recentemente na Ucrânia onde o próprio George Soros admitiu à CNN que os seu grupos tiveram um papel importante.

 

Apesar de estar já há meses a comparecer em locais onde estejam presentes apoiantes de Donald Trump em grande número para os agredir e destruir propriedade privada, em Portugal a comunicação social recusa-se a dar cobertura a este grupo terrorista comunista e anti-Trump e escolhe em vez dar destaque a qualquer acto violento cometido por qualquer pessoa que apoie o nacionalismo ou figura nacionalista como Donald Trump.

 

A comunicação social nos EUA tem também ignorado este grupo terrorista, a violência que comete, e noticiou os protestos anti-lei sharia de dia 10 como protestos anti-muçulmanos, apesar de muitos muçulmanos rejeitarem a lei sharia, especialmente aqueles que vivem nos EUA.