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Chave Mestra

Chave Mestra

Provas indicam que recente ataque químico na região síria de Idlib foi executado para incriminar governo sírio - comunicação social ignora

Provas indicam que recente ataque quimico na regi

Quase todos os relatos e imagens de vídeo do incidente de dia 4 vêm dos Capacetes Brancos, uma organização já exposta como sendo aliada de grupos terroristas por vários jornalistas de investigação, como Eva Bartlett, e por vídeos que mostram elementos dos Capacetes Brancos a executar civis, torturar militares sírios, erguer a bandeira da Al-Qaeda e a confraternizar com o grupo terrorista Al-Zinki.

 

Os Capacetes Brancos são financiados pelos serviços de informação do Reino Unido e EUA, e pelo multi-milionário George Soros, um inimigo de Trump, admitido colaborador Nazi (60 Minutos) e responsável por, através da sua Fundação Open Society,  financiar movimentos sociais por todo o mundo que acabam em derrubes de governos.

 

Um dos vídeos, em que os Capacetes Brancos auxiliam supostas vítimas do ataque químico de Idlib, nenhum dos Capacetes Brancos tem luvas ou protecção suficiente para não ser afectado pelo gás sarin que tem efeito imediato, e gás que dizem ter sido utilizado.

 

A organização Médicos Suecos para os Direitos Humanos analisou vídeos anteriormente filmados pelos Capacetes Brancos de supostas vitimas de supostos ataques químicos cometidos pelo governo sírio, e concluiu em Março deste ano que não só a crianças não foram assistidas como se tivessem sido expostas a cloro ou a gás sarin, como os supostos médicos são na verdade actores e as suas acções, como espetar seringas no coração de crianças sem sequer injectar a adrenalina, provam isso mesmo e muito provavelmente mataram essas crianças injectadas.

 

Segundo esta organização de médicos suecos nenhuma das crianças nos vídeos dos Capacetes Brancos que analisaram parece sofrem de qualquer ataque químico mas sim de uma overdose de ópio ou heroína.

 

Um dos supostos relatos do incidente chega-nos através de vídeos e mensagens no Twitter de Sahjul Islam, o médico paquistanês/britânico que supostamente tratou as vítimas do ataque químico que chegaram ao seu hospital. Este sujeito foi anteriormente preso por ter sido acusado de raptar e torturar dois jornalistas britânicos na Síria. Este sujeito tinha 3 dias antes do ataque químico escrito uma mensagem no Twitter onde dizia ter recebido máscaras de gás doados pela One Nation, uma organização britânica suspeita de desviar dinheiro que devia ir para refugiados.

 

Um dia antes do ataque químico, o canal de notícias árabe Orient TV presente em Idlib, através de uma mensagem no Facebook de um dos seus jornalistas Feras Karam, disse "Amanhã iremos cobrir os ataques aéreos nos arredores de Hama incluindo a utilização de armas químicas contra civis.". Este jornalista tem ligações à Al-Qaeda segundo jornalista de investigação síria Mimi Al Laham.

 

Outra jornalista, Sarah Abdula, repetiu no Twitter a mensagem do seu colega jornalista mas acrescentou que a arma química utilizada seria o cloro: "Amanhã iremos iniciar uma cobertura de ataques aéreos intensos nos arredores de Hama e a utilização de cloro contra civís.".

 

O número de vítimas do ataque químico é semelhante ao número de pessoas raptadas pela Al-Qaeda há uma semana em Hama, localidade próxima de Khan Shaykhun onde teve lugar o ataque químico.

 

Algumas das crianças filmadas têm nódoas negras na cara, algo que não é causado por ataques químicos mas sim por terroristas que sequestram pessoas.

 

Um mês antes do ataque químico os Capacetes Brancos disserem ter recebido fatos que protegem de gases químicos nocivos.

 

O governo sírio supostamente destruiu as suas armas químicas em 2013 depois de pressão da comunidade internacional.

 

Por outro lado os terroristas ou "rebeldes moderados" na síria têm na sua posse armas químicas produzida por eles próprios e também trazidas da Líbia e da Turquia como concluiu a investigação do jornalista Seymour Hersh, e já foram várias vezes apanhados a filmarem-se a eles próprios a cometer ataques químicos e a festejar.

 

 O Ministro da Defesa russo disse que a Força Aérea síria atingiu um armazenamento de armas químicas em Idlib, o que terá originado a libertação dos gases químicos.

 

Dois dias antes do ataque químico o Departamento de Estado tinha dito que a mudança de governo na Síria não era uma prioridade dos EUA.

 

Toda esta informação tem sido ignorada pela comunicação social.

 

Esta madrugada o presidente Donald Trump deu ordem para as Forças Americanas atacarem o aeroporto militar de Shayrat de onde supostamente os militares sírios lançaram o ataque químico em Idlib.