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Chave Mestra

Chave Mestra

Publicadas mais mensagens de agentes do FBI que admitem estar a tentar incriminar Trump com falsas ligações ao governo russo - comunicação social ignora

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Já tinham sido publicadas mensagens de um dos chefes do FBI, Peter Strzok, dizendo que não podia arriscar que Trump se tornasse presidente e necessitava de criar uma espécie de "apólice de seguro" contra Trump na eventualidade de vir a ser eleito presidente, e que tinha discutido isto no gabinete do "Andy", que muito provavelmente se refere ao Vice-Director do FBI Andrew McCabe. Na altura a comunicação social portuguesa ignorou a notícia, tal como ignorou desta vez.

 

Nos últimos dias mais mensagens de texto entre este agente do FBI e a sua amante e também agente do FBI Lisa Page foram publicadas mostrando que Strzok admite que a ligação entre Trump e o governo russo não existe.

 

Inicialmente o Departamento de Justiça e o FBI tinham dito que as mensagens de texto tinham sido perdidas como resultado de uma falha técnica, mas no dia seguinte essas mensagens de texto apareceram.

 

"Ambos sabemos que as probabilidades são zero (de uma ligação entre Trump e o governo russo). Se achasse que fosse provável, estaria lá (na equipa do procurador especial Robert Mueller) sem dúvida. Eu hesito em parte porque a sensação que tenho é de que não há nada em concreto.' disse Strzok numa mensagem de texto enviada no dia 19 de Maio de 2017 à sua amante Lisa Page. Uma de cerca de 50 mil mensagens de texto que o FBI entregou ao Congresso americano.

 

O Congressista Trey Gowdy, que teve acesso a todas as mensagens de texto, contou à Fox News que logo após a eleição de Trump, Peter Strzok escreveu a Lisa Page sobre formar uma sociedade secreta.

 

Peter Strzok é também o agente que ajudou a ilibar Hillary Clinton de vários crimes relacionados com os emails do Estado enquanto Secretária de Estado. Strzok escreveu as declaração lidas pelo Director do FBI na altura, James Comey, que disse que Hillary agiu com "desleixe" em vez de "negligência", e que não o fez intencionalmente. Isto apesar de Hillary ter dito ao Congresso que entregou todos os emails do Estado na sua posse quando se sabe agora que contratou uma empresa especializada para apagar milhares de emails permanentemente, incluindo emails com informação confidencial.

 

Strzok foi também o agente que entrevistou Hillary Clinton sem lhe exigir que respondesse sob juramento como é norma nas investigações do FBI. O procurador especial Robert Mueller tinha escolhido este agente para integrar a equipa que está há quase 2 anos a investigar eventuais ligações entre Donald Trump e o governo russo (muito mais tempo do que o governo levou a investigar os atentados do 11 de Setembro) sem que qualquer prova concreta tivesse sido encontrada até hoje.

 

Tornou-se publico também recentemente um memorando do Tribunal de Espionagem americano que mostra como o FBI e o Departamento de Justiça abusaram do poder para vigiar Trump e outros americanos e com base num dossiê financiado por Hillary Clinton e outros inimigos de Trump que apenas contém informação falsa sobre o presidente americano.

 

Toda esta informação continua a ser escondida de nós pela comunicação social portuguesa.