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Chave Mestra

Chave Mestra

Rui Cardoso e Expresso recorrem a mentiras e escondem-nos informação para criar percepção que Trump está em apuros, é um agente russo e um ditador

Rui Cardoso e Expresso recorrem a mentiras e escon

 

No seu artigo de dia 30 de Julho para o Expresso com o título "Semana negra para Donald Trump", o "jornalista" Rui Cardoso começa por considerar uma das principais promessas eleitorais do presidente Trump uma "medida-fetiche".

 

Quando se candidatou a presidente, Donald Trump prometeu substituir o sistema de seguro de saúde obrigatório (Obamacare) criado por Obama, e apoiado pelo Congresso, que entregou o monopólio dos seguros de saúde a certas seguradoras - que aumentaram substancialmente o seu lucro como resultado - e fez o preço dos seguros aumentarem, em alguns casos até 5 vezes mais.

 

Um dos arquitectos do programa, Jonathan Gruber, andou a gabar-se pelas universidades americanas de ter enganado os estúpidos dos americanos, e que a falta de transparência política foi uma grande vantagem política para criar o Obamacare.

 

O Obamacare obrigou um grande número de pequenas e médias empresas a despedir trabalhadores por se verem obrigadas a pagar seguros mais caros que não conseguem pagar, e a contratar empregados a tempo parcial para evitar pagar seguro. Obrigou também, a quem não quis mudar para uma seguradora na lista do Obamacare, ter que pagar uma taxa de milhares de dólares por ano quando Obama disse que esse não seria o caso. Obrigou também muitos americanos a mudar de médico quando Obama prometeu aos americanos que podiam continuar com os seus médicos.

 

Para impedir que Obamacare falhasse por falta de dinheiro, já que os contribuintes se viram de repente a ter de suportar também os custos dos seguros das pessoas mais pobres e o dinheiro não chega para isso, Obama roubou os accionistas de dois bancos controlados parcialmente pelo governo americano, Fannie Mae e Freddie Mac, que dão crédito à habitação a pessoas pobres.

 

Mas o "jornalista" Rui Cardoso deixa propositadamente tudo isto de fora e limita-se a mandar a sua boca de que uma promessa eleitoral é um fetiche.

 

O Senador Republicano John McCain, que durante a sua campanha para o Senado prometeu pôr fim ao Obamacare, quando teve oportunidade para o fazer com o seu voto, fez o contrário. O "jornalista" Rui Cardoso do Expresso chama a isto uma "lição de democracia". Mas o presidente Trump que apenas está a tentar cumprir uma promessa eleitoral, esse já está a tentar implementar uma "medida-fetiche".

 

De referir que o "jornalista" está a tentar também elogiar um dos admitidos responsáveis por ter ajudado a financiar grupos terroristas na Síria com dinheiro dos cidadãos americanos.

 

Lisa Murkowski, outra Senadora do Partido Republicano que votou contra a proposta de acabar com o Obamacare depois de ter prometido aos americanos o contrário, foi criticada por Trump, ou como o "jornalista" diz, foi "atacada", e em resposta "reagiu anulando reuniões oficiais marcadas para ratificar a nomeação de novos altos funcionários públicos.".

 

Aqui o "jornalista" já não liga nenhuma à democracia, visto que não lhe parece nada anti-democrático que a Senadora tenha criado um obstáculo ao processo de governação de um presidente eleito simplesmente porque foi criticada pelo presidente.

 

O "jornalista" Rui Cardoso também encobre a situação na Ucrânia ao mencionar a "anexação da Crimeia" e "desestabilização do leste da Ucrânia", sem referir que o admitido colaborador Nazi (60 Minutos) George Soros disse à CNN que os grupos que financia tiveram um papel importante na desestabilização da Ucrânia, que levou ao derrube do seu governo, e também que Victoria Nuland do Departamento de Estado de Obama admitiu ter contribuído 5 mil milhões de dólares para essa operação.

 

O "jornalista" Rui Cardoso acusa Trump de ter criticado o Procurador-Geral dos EUA por não o ter protegido "das investigações sobre a pista russa". Algo que é uma completa mentira já que Trump até hoje nunca disse que queria ser protegido, e segundo o director do FBI que despediu recentemente até estava de acordo com a investigação ás alegadas ligações entre membros da sua campanha presidencial e o governo russo.

 

Mas desde que a investigação começou há quase um ano ainda não surgiu nenhuma prova que sustentasse tais alegações, e daí o descontentamento do presidente Trump com o incessante desenrolar desta investigação. Enquanto, por outro lado, Hillary Clinton não está a ser investigada quando se sabe que recebeu mais de 100 milhões de dólares do governo russo em troca da venda de 20% do urânio (elemento essencial para criar armas nucleares) americano enquanto Secretária de Estado. Venda, após a qual, Bill Clinton recebeu o dobro do que recebe normalmente numa palestra na Rússia. O "jornalista", tal como a restante comunicação social, ignoram completamente estes factos e fazem-no propositadamente.

 

O "jornalista" Rui Cardoso fala em demissões sucessivas de pessoal da Casa Branca, dando os exemplos de o porta-voz do presidente Sean Spicer e depois do chefe de gabinete Reince Priebus, deixando de fora que ambos foram forçados a demitir-se por terem sido expostos como responsáveis de fugas de informação para a comunicação social anti-Trump. Esta é uma clara tentativa de criar a percepção que Trump não sabe gerir a Casa Branca e impedir que saibamos que Trump está a ser sabotado pelos seus mais directos colaboradores, que ao contrário de Trump, não foram eleitos por povo nenhum.

 

O "jornalista" Rui Cardoso diz também que "Trump conseguiu ainda criar fricções com a hierarquia militar:

 

"Quarta-feira dia 26 de Julho, as chefias militares foram apanhadas de surpresa pela decisão de Trump de proibir transexuais nas forças armadas (porque supostamente a sua condição implicaria gastos acrescidos com a saúde).".

 

Claro que o "jornalista" deixa de fora qualquer opinião de qualquer membro das Forças Armadas que invoque razões altamente razoáveis para que transexuais não sejam admitidos, e claro que deixou de fora que Trump tem o apoio da vasta maioria dos militares e teve o voto da vasta maioria dos militares, e que sob Trump as Forças Armadas já praticamente correram com o Estado Islâmico da Síria e do Iraque, algo que a comunicação social também se recusa a noticiar.

 

O "jornalista" Rui Cardoso deixa tudo isto de fora porque todo o seu artigo foi escrito no contexto de uma suposta semana negra para Trump, então toda a narrativa tem que apontar nesse sentido nem que se tenha que mentir e omitir informação relevante para manipular a opinião do leitor.

 

Ao mesmo tempo, nenhum artigo foi escrito no contexto de uma suposta semana negra para o Partido Democrata quando há excelentes razões para o fazer.

 

A razão é que a comunicação social não quer que saibamos que Imran Awan foi apanhado com 300 mil euros a tentar fugir dos EUA um dia depois de o FBI ter encontrado discos-rígidos destruídos na sua casa.

 

Quem é Imran Awan? É um dos três irmãos paquistaneses que durante mais de 15 anos trabalharam para o Partido Democrata na capacidade de técnicos de informática, recebendo um total combinado superior a 4 milhões de dólares. Apesar de outros técnicos terem oferecido os seus serviços por muito menos dinheiro, os congressistas do Partido Democrata para quem os irmãos trabalharam recusaram sempre.

 

Durante o tempo que trabalharam para o partido, os irmãos tiveram acesso a informação confidencial de dezenas de congressistas. A polícia de Washington D.C. está a investigar os 3 irmãos por serem suspeitos de terem roubado informação e equipamento do Congresso. Existem declarações de um colega dos irmãos Awan que diz que acredita que eles roubaram informação.

 

O Partido Democrata, mesmo sabendo que em Fevereiro deste ano a polícia os tinha impedido de aceder à rede interna do Congresso por suspeitas de roubo de informação, não os despediu e até alterou os seus títulos de "técnicos de informática" para "conselheiros" para que pudessem continuar a ter acesso à rede interna do Congresso e a receber ordenados exorbitantes.

 

Registos de tribunais e outros documentos oficiais são a fonte de toda esta informação sobre os irmãos. Os documentos também sugerem que os irmãos poderão ter estado envolvidos em outros crimes como fraude fiscal, fraude financeira, fraude de seguros, extorsão, entre outros.

 

O Coronel Anthony Schaffer, ex-chefe da secção militar americana de contra-terrorismo no médio-oriente, disse à Fox News que a informação roubada pelos irmãos terá ido parar ás mão da Irmandade Muçulmana, uma organização conhecida por financiar terroristas.