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Chave Mestra

Chave Mestra

Tribunal Supremo considera constitucional ordem executiva de Trump que proíbe entrada nos EUA de pessoas originárias de 6 países de risco de terrorismo islâmico - comunicação social ignora

Tribunal Supremo considera constitucional lei exec

 

Depois de ter noticiado com destaque sempre que a ordem executiva foi barrada por tribunais menos importantes e motivados por política e não pela lei constitucional, a comunicação social nem sequer noticia agora que o Tribunal Supremo (todos os seus 9 juízes) aprovou e considerou constitucional a ordem executiva de Trump que proíbe a entrada nos EUA de pessoas originárias de 6 países considerados de risco de terrorismo islâmico e onde o sistema de verificação de pessoas não é eficaz.

 

A comunicação social mostra deste modo a sua clara intenção de criar a imagem não só de que Trump é um falhado, mas também que não quer cumprir as leis do país e até é um racista. Isto já que a comunicação social também se referiu sempre à ordem executiva como uma proibição de entrada nos EUA de pessoas de países muçulmanos, quando a ordem executiva refere claramente que se aplica a 6 países anteriormente classificados pela administração do anterior presidente Obama como países de risco de terrorismo e onde o processo de verificação de pessoas não era eficaz.

 

Estes são também países de onde já tinham viajado para os  EUA inúmeras pessoas com ligações ao terrorismo, algumas delas ainda em local desconhecido segundo o Departamento de Estado de Obama que admitiu não saber da localização de 9500 pessoas a quem deu visto de residência e posteriormente descobriu terem ligações terroristas.

 

Esta ordem executiva de Donald Trump é a mesma que Obama emitiu mas que apenas se aplicava ao Iraque. Na altura nem os tribunais se opuseram nem a comunicação social chamou à ordem executiva uma proibição de pessoas originárias de um país muçulmano.

 

Obama também não foi na altura criticado pela comunicação social por ter permitido um sistema de verificação ineficaz de pessoas originárias de países que considerava serem de risco de terrorismo, países os quais estava a bombardear, e que resultou na entrada nos EUA de pessoas com ligações ao terrorismo que continuam até hoje em local desconhecido.

 

Caso o presidente dos EUA desejasse impedir a entrada no país de pessoas estrangeiras muçulmanas, a lei constitucional também permitiria isso, já que estipula claramente que o presidente tem o poder de impedir a entrada no país a qualquer pessoa ou grupo de pessoas estrangeiras.

 

A comunicação social nunca noticiou este facto. Tal como também nunca noticiou que a proibição não é permanente mas sim temporária e que estará em vigor até que os EUA sejam capazes de implementar nesses 6 países de risco de terrorismo um sistema eficaz de verificação de pessoas.