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Chave Mestra

Chave Mestra

Lusa tenta pintar Trump como opressor da comunicação social enquanto ignora lei aprovada por Obama que põe a CIA em controlo da comunicação social

Lusa tenta pintar Trump como opressor da comunica

 

Poucas semanas antes de deixar o cargo de presidente dos EUA, Barack Obama passou uma lei que põe a CIA e o Departamento de Estado em controlo da comunicação social dos EUA. O nome do decreto-lei é Acto para Contrariar Propaganda e Desinformação Estrangeira (Countering Foreign Propaganda and Desinformation Act).

 

A comunicação social nunca noticiou isto. Incluindo a Lusa, que no dia 2 de Abril escreveu um artigo com o título "Trump cria ambiente de “ansiedade e incerteza” sobre liberdade de imprensa – relatório", onde tenta pintar Donald Trump como um opressor da comunicação social recorrendo a um relatório de uma instituição privada (Sociedade Interamericana de Imprensa) escolhida a dedo para tentar criar uma imagem negativa de Trump, ao mesmo tempo que deliberadamente ignora a seguinte declaração de Donald Trump de 11 de Janeiro durante uma conferência de imprensa:

 

"algumas das organizações de comunicação social com que lido são notícias falsas, mais do que qualquer uma. Eu podia dizer os nomes, mas não me vou dar ao trabalho. Têm algumas sentadas mesmo à nossa frente. Por isso, são pessoas muito, muito desonestas. Mas acho que é apenas algo com o qual vamos ter que viver. Acho que a vantagem que eu tenho é que eu posso responder. Quando acontece a alguém que não tem um microfone, não tem esse tipo de megafone, não podem responder. É algo muito triste. Já vi pessoas destruídas, já vi pessoas absolutamente destruídas e acho que é muito injusto."

 

O artigo da Lusa também refere que o tal relatório acusa Trump de atacar certas organizações da comunicação social, como a CNN e o New York Times, sem nunca referir que tais ataques foram na realidade contra-ataques em resposta ás inúmeras e constantes mentiras propagadas por estas organizações com a clara intenção de denegrir a imagem de Trump e ajudar Hillary Clinton a ganhar as eleições presidenciais.

 

Uma breve vista de olhos por outros artigos deste blog, publicados durante e depois da corrida à Casa Branca, é suficiente para perceber exactamente como estas organizações recorreram a mentiras e desinformação para tentar manipular a percepção que as pessoas têm, não só de Donald Trump, mas também de acontecimentos importantes.

 

A Lusa, tal como a restante comunicação social, não noticiam nem se preocupam com o facto de que organizações independentes de jornalismo estão a ser descriminadas e impedidas de fazer dinheiro com anúncios por gigantes da internet como o Google e o Youtube, simplesmente por serem apoiantes de Trump ou por não serem anti-Trump, e por tentarem noticiar informação que a comunicação social corporativa deliberadamente esconde do público, tal como este blog já expôs inúmeras vezes.