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Chave Mestra

Chave Mestra

Trump manipulado em lançar ataque militar contra Síria

Trump manipulado em lançar ataque militar contra

 

O aeroporto militar sírio de Shayrat atingido esta madrugada pelos EUA, de onde os EUA dizem que o ataque químico de dia 4 foi lançado sobre civis em área ocupada pela Al-Qaeda, fica perto da fronteira do território ocupado pelos terroristas da Al-Qaeda e era de extrema importância na luta contra o terrorismo na Síria. A sua destruição é uma grande vitória para os terroristas.

 

Um ataque químico por parte da Força Aérea síria sobre civis numa pequena localidade na região de Idlib não daria qualquer vantagem estratégica ou de qualquer outro tipo ao governo sírio, especialmente sabendo que iriam sofrer represálias dos EUA e NATO.

 

Os terroristas ou "rebeldes moderados" na síria têm na sua posse armas químicas produzida por eles próprios e também trazidas da Líbia e da Turquia como concluiu a investigação do jornalista Seymour Hersh, e já foram mais de 10 vezes apanhados a filmarem-se a eles próprios a cometer os ataques químicos e a festejar.

 

No dia seguinte ao ataque químico de dia 4 surgiram inúmeras provas que indicam que o ataque foi executado ou sabotado de maneira a incriminar a Força Aérea síria.

 

O Ministro da Defesa russo disse que a Força Aérea síria atingiu um armazenamento de armas químicas, o que terá originado a libertação dos gases químicos nocivos.

 

No entanto o presidente Donald Trump decidiu atacar a Síria sem que qualquer investigação tivesse sido feita para averiguar e confirmar quem foram os responsáveis pelo ataque químico de dia 4.

 

Há 4 anos as Forças Armadas americanas recusaram-se a seguir as ordens de Obama de lutar ao lado da Al-Qaeda e Estado Islâmico para tirar o presidente sírio do poder. A comunicação social na altura ignorou esta notícia e continuou a empurrar a narrativa de que os "rebeldes moderados" na Síria apoiados pelos EUA não eram terroristas apesar de provas mostrarem o contrário.

 

Um ano depois o presidente Obama disse saber que o presidente sírio tinha sido responsável por um ataque químico na Síria poucos minutos depois do ataque ter acontecido, e tentaram utilizar o ataque como pretexto para tirar o presidente sírio do poder à força.

 

As várias investigações que se seguiram mostraram que tinham sido os terroristas que tinham executado o ataque químico, que Obama sabia que isso era bem possível e por isso que mentiu ao mundo quando disse saber que o presidente sírio era o responsável.

 

O presidente sírio, Assad, não utilizou armas químicas enquanto estava a perder terreno para o Estado Islâmico e é altamente improvável que tenha utilizado agora que o Estado Islâmico está a perder terreno rapidamente devido ás acções militares dos EUA levadas a cabo sob o presidente Trump que está finalmente a atingir alvos do Estado Islâmico que Obama se recusou atingir.

 

Dois dias antes do ataque químico de Idlib, o Departamento de Estado dos EUA tinha dito que a mudança de governo na Síria não era uma prioridade para os EUA.

 

A comunicação social tem constantemente, através de mentiras e desinformação, tentado ganhar apoio popular para uma guerra dos EUA e NATO contra a Síria e Rússia para destituir os seus presidentes Assad e Putin.

 

Em 2015 descobriu-se através de documentos do Departamento de Defesa/Estado que Obama deu ordem para treinar e armar os primeiros elementos do Estado Islâmico e permitiu a sua ascensão com o objectivo de isolar e destituir Assad. O Secretário de Estado John Kerry foi gravado a dizer isso mesmo em 2016.

 

Da congressista Tulsi Gabbard, ao Coronel Tony Shafer, ao jornalista de investigação Seymour Hersh, a muitos outros pessoas na área militar, política e do jornalismo de investigação, já inúmeras pessoas competentes em inúmeras ocasiões juntaram provas e testemunhas que mostram como os "rebeldes moderados" apoiados pelos EUA e NATO ou são terroristas ou acabam por se juntar a grupos terroristas.

 

Nada disto tem sido noticiado pela comunicação social desde que começou a guerra na Síria em 2011, o que tem permitido que a guerra continue e agora poderá resultar numa guerra nuclear a nível mundial, ou no mínimo, caso os EUA retirem o presidente sírio do poder, na queda da Síria para os terroristas da Al-Qaeda e Estado Islâmico tal como o Iraque e a Líbia caíram para a Al-Qaeda depois de as Forças Armadas dos EUA terem retirado os seus presidentes à força, também recorrendo a mentiras para ganhar o apoio popular para a intervenção militar.