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Chave Mestra

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Trump rompe com promessas eleitorais pela primeira vez e ataca Síria - políticos anti-Trump e comunicação social elogiam-no

Trump rompe com promessas eleitorais pela primeira

 

O ataque contra o aeroporto militar sírio aconteceu quando Trump estava a receber o presidente chinês. Este ataque militar contra a Síria dá vantagem a Trump sobre a China, "assustando-a" e forçando-a a controlar os ímpetos militares ameaçadores da Coreia do Norte, podendo assim evitar uma intervenção militar mais perigosa dos EUA contra a Coreia do Norte e até uma possível guerra nuclear que poderia envolver também a China, já que é aliada da Coreia do Norte.

 

A China está em posição de negociar com a Coreia do Norte de modo a fazê-la desistir das suas ameaças militares contra o Japão, Coreia do Sul e EUA não por ser sua aliada, mas porque a Coreia do Norte precisa da China para sobreviver já que a grande maioria das exportações da Coreia do Norte vão para a China (maioritariamente carvão) e é por isso graças à China que a Coreia do Norte tem conseguido sobreviver.

 

Um conflito com a Rússia deverá ter sido evitado por agora apesar deste ataque americano contra a Síria. A Rússia é uma aliada da Síria e encontra-se na Síria a lutar o Estado Islâmico e Al-Qaeda. O aeroporto militar atingido estava a ser ocupado pela Rússia que foi avisada com antecedência. Este aeroporto era também onde a Rússia estava a guardar o armamento químico sírio depois de a Síria o ter entregue em 2013 em seguimento de uma pressão internacional. Existia também desde essa altura um acordo com os EUA para a Rússia retirar as armas químicas da Síria e destruir este aeroporto por ter sido utilizado para armazenar armamento químico, o que não chegou a acontecer. Contudo, a Rússia também já avisou que não irá tolerar outro ataque dos EUA contra a Síria.

 

O ataque militar dos EUA contra a Síria foi executado como resposta a um suposto ataque químico (proibido por tratado internacional) do governo sírio contra a sua própria população numa área controlada pelos Terroristas da Al-Qaeda na região de Idlib no dia 4.

 

O governo sírio não tem nenhum motivo para cometer um ataque químico, especialmente numa altura em que os terroristas do Estado Islâmico, Al-Qaeda e outros têm vindo a perder terreno dentro da síria e quando o Departamento de Estado norte-americano tinha até dito recentemente que a mudança de governo na Síria não era uma prioridade dos EUA.

 

Além da falta de motivo, existem inúmeras provas em como este ataque químico foi executado pelos terroristas de modo a incriminar o governo sírio, tal como já foi provado ter acontecido inúmeras vezes nos últimos 4 anos, algo que a comunicação social e a classe política nos EUA e Europa tem propositadamente ignorado.

 

A comunicação social e políticos anti-Trump nos EUA e Europa acham que o ataque militar contra a Síria foi correcto e não parecem preocupados em que se investigue o ataque químico de Idlib para que se descubra quem foi o responsável com base em provas.

 

A grande maioria dos apoiantes de Trump são contra esta intervenção militar na Síria já que uma das principais promessas eleitorais de Trump foi a de acabar com as intervenção militares e focar-se nos desafios e problemas no interior dos EUA.

 

Fontes de jornalistas de investigação independentes como Mike Cernovich, Alex Jones, e até do amigo pessoal de longa data de Trump e membro da administração dos presidentes Reagan e Nixon, Roger Stone, estão a passar a seguinte informação sobre o que se está a passar dentro da Casa Branca:

 

O anterior Conselheiro de Segurança Nacional de Trump, General Michael Flynn, que foi forçado a demitir-se recentemente por não ter informado completamente o vice-presidente dos EUA sobre uma conversa telefónica com o Embaixador russo, era completamente contra qualquer intervenção militar contra o governo sírio. O Conselheiro Estratega de Donald Trump, Steve Bannon, é da mesma opinião. Ambos estes conselheiros foram recentemente excluídos do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, onde estas decisões militares são tomadas.

 

O novo Conselheiro de Segurança Nacional, General H. R. McMaster, é a favor de uma mudança de governo na Síria através de intervenção militar e terá sido também responsável pela recente exclusão do Conselheiro Estratega Steve Bannon do Conselho de Segurança Nacional, deixando o conselho sem ninguém que defendesse a promessa eleitoral de Trump de parar com as intervenções militares.

 

H. R. McMaster não só faz parte de um grupo de membros do Partido Republicano responsáveis pelas muitas guerras no médio-oriente nas ultimas décadas, os neo-conservadores, como é uma espécie de pau-mandado do General Petraeus, outro neo-conservador directamente responsável pelas muitas intervenções militares dos EUA no médio-oriente, e ambos estão a trabalhar para que o presidente Trump apenas tenha acesso a informação que o leve a apoiar uma invasão militar da Síria para combater os terroristas e destituir o presidente sírio ao mesmo tempo.

 

O chefe do Departameto de Defesa e membro do Conselho de Segurança Nacional, General Mattis, também parece ser a favor desta intervenção militar contra o governo sírio, deixando a promessa de Donald Trump de não intervencionismo extremamente isolada no conselho, especialmente quando é reconhecido o seu respeito por militares e o poder que Trump lhes está a dar neste tipo de tomada de decisões.

 

Até a filha e genro de Donald Trump, membros da sua administração, aparentam ter pressionado Donald Trump a intervir contra a Síria na sequência do ataque químico em Idlib.

 

Entre as poucas pessoas de peso na administração Trump que parecem ser contra esta intervenção militar na Síria encontram-se Steve Bannon, Stephen Miller e Kellyanne Connway, mas as suas vozes parecem estar a ser esmigalhadas por neo-conservadores como H. R. McMaster que recentemente infiltraram a administração Trump e estão a tentar tomar conta da política externa dos EUA, explorando o respeito que Trump tem pelos militares e em detrimento da vontade dos americanos que elegeram Trump.