Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Chave Mestra

Chave Mestra

Twitter censura publicação da notícia que criação de emprego nos EUA tem acelerado rapidamente sob Trump considerando-a "conteúdo potencialmente sensível" - comunicação social ignora

Twitter censura publicação da notícia que cria

 

A publicação no Twitter da notícia sobre os números da criação de emprego nos EUA apenas pode ser vista por pessoas que estão a seguir quem publicou a notícia, caso contrário a publicação da notícia está censurada sob o pretexto de conter "conteúdo potencialmente sensível".

 

Desde que Donald Trump se tornou presidente, a criação de emprego tem acelerado rapidamente e já foram criados mais de 1 milhão de postos de emprego num espaço de apenas 6 meses.

 

Não só o Twitter está a tentar censurar o número de empregos criados nos EUA sob Trump, como a comunicação social está a ignorará-la. Ao mesmo tempo, a comunicação social portuguesa ignora também a censura da notícia por parte do Twitter sob o pretexto de "conteúdo potencialmente sensível".

 

A comunicação social portuguesa continua assim a sua operação de suprimir qualquer notícia positiva sobre o presidente Trump e de dar destaque a qualquer notícia negativa sobre o presidente mesmo que seja baseada em mentiras, algo que este blog tem exposto constantemente.

 

A comunicação social volta deste modo a mostrar também que não está interessada em que saibamos que o Twitter está a censurar publicações sob falsos pretextos.

 

Há meses que o Twitter começou a censurar publicações sob outros falsos pretextos, como o pretexto altamente abrangente e subjectivo de "publicação de fraca qualidade", e até tem limitado o alcance de publicações de certas pessoas simplesmente por serem apoiantes de Donald Trump com informação privilegiada e por terem um grande número de seguidores.

 

Em Portugal, os chefes da NOS, SIC e RTP já disseram publicamente que querem que o Google censure artigos de notícias que consideram ser de "fraca qualidade" e que os artigos de organizações mais poderosas, como a SIC e a RTP, tenham destaque sobre todos os outros, numa tentativa desesperada de impedir que sejam os leitores a decidir por si próprios aquilo que acham ser informação ou conteúdo de qualidade.