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Chave Mestra

Chave Mestra

Kanye West preso em hospital psiquiátrico por expor o sistema

Kanye West levado à força para hospital psiquiá

 

Kanye West está hospitalizado desde o dia 21 na sequência de uma “emergência médica”, segundo a comunicação social.

 

O TMZ, agência de notícias e mexericos sobre a indústria do entretenimento, adianta que o marido de Kim Kardashian, de 39 anos, foi levado pelas autoridades para o Centro Médico da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, onde está a realizar testes psiquiátricos, depois de já ter sido examinado para despistar uma possível exaustão.

 

A mesma agência acrescenta que Kanye West se encontrava na casa do seu treinador pessoal, Harley Pasternak, quando começou a “agir de forma irregular”. Quando os paramédicos e as autoridades chegaram ao local, o rapper já estava mais calmo mas, ainda assim, que quis ir ao médico, tendo sido convencido pelos seus agentes e pelas próprias autoridades. Mas também existem fontes de notícias que contam uma história diferente.

 

Ultimamente Kanye tinha feito discursos nos seus concertos onde tentava passar a mensagem de que as regras não são justas e isso impede-nos de ter um mundo melhor. Que a rádio não passa os melhores talentos e vai-se tornar irrelevante da mesma maneira em como a comunicação social se está a tornar irrelevante por ter mentido a toda a gente que a Hillary Clinton ia ganhar as presidenciais. Que o Facebook e o Google também mentiram ás pessoas ao dizerem constantemente que Hillary ia ganhar.

 

No transcrito traduzido que pode lêr em baixo do último discurso que deu no seu concerto, Kanye diz que está a pôr a sua carreira e a sua vida em risco ao falar em todas estas coisas.

 

"Pára, pára. Rádio, vai-te foder! Rádio, vai-te foder! Vocês não queiram perder outra vez. Muitas pessoas aqui esta noite sentem que perderam. Sabem porquê? Porque vos mentiram. O Google mentiu-vos. O Facebook mentiu-vos. A rádio mentiu-vos. Rádio, vai-te foder! Eu reparo que há muita gente séria a trabalhar na rádio, gente séria, directores de programação sérios, com vidas, com filhos, que adoram música, que não podem pôr a tocar aquilo que querem porque foram ordenados para pôr a tocar treta vezes sem conta. E quando eu digo treta, eu não quero dizer... O que eu estou a dizer é o seguinte, nós adoramos o Drake, o Drake é grande, é um grande artista. Mas o Frank Ocean também é grande. Mas sabem que é o maior de todos nós? Quem acham que é? Não. O Kid Cudi. Rádio, vai-te foder! Pois é, eu estou na minha cena de Trump esta noite. Rádio, vai-te foder! Eu vou fazer como ele, vou dizê-lo como digo, vou dizer aquilo que penso e vou ganhar. Vou fazer como ele. Rádio, vai-te foder! Rádio, vai-te foder! Espera um segundo, estás a dizer que é "rádio, vai-te foder"? Exactamente. Não quero dizer as pessoas que trabalham na rádio, porque essas são pessoas sérias que têm que alimentar os seus filhos, e não se sentem com coragem de pôr a tocar música a sério, porque acham que para poderem alimentar os seus filhos têm que pôr a tocar a mesma treta vezes sem conta. Eu cresci a ouvir o KRS-One. Eu cresci a ouvir A Tribe Called Quest. Eu cresci a ouvir o DMX. O último gajo sério? Não, ainda há gajos sérios. Nós somos sérios esta noite. Nós somos sérios esta noite. O Virgil Abloh é sério esta noite, o A$AP Nast é sério esta noite, o [A$AP] Bari é sério esta noite, o Ian Connor é sério esta noite, o [A$AP] Rocky é sério esta noite. Pessoal aqui no concerto, quando eu digo estes nomes é melhor que gritem. Eu não quero saber se conhecem estes nomes esta noite, façam uma pesquisa no Google sobre eles. E nós vamos dar-vos um bocado de informação factual. Eles vão dar-vos isso. Porque é que eu falei no ASAP? Porque ele é o futuro. Estes são os gajos que meteram-me a mim e ao Cudi em sentido. Estes são os gajos que mantêm a cena viva. É vida, nós temos 100 anos neste planeta, e podemos ter uma utopia. Mas as regras têm de ser justas. O Khaled, e o Drake, e a rádio, e o Doc, e a 92.3... sou só eu ou ouviram aquela canção tantas vezes - canta a canção do Drake. Eu adoro o Drake, eu adoro o Khaled, mas eles empurraram aquela canção para cima de nós. E deixem-me dizer-vos uma coisa, MTV, vai-te foder! Mais uma vez e como sempre. Eu estou na minha cena de Trump esta noite! Deixem-me dizer-vos o que é que se passa. Vocês conhecem-me, tive pessoas a odiarem-me durante 7 anos por ter dito que a Beyoncé tinha o melhor vídeo. Eu sei que vai haver muita conversa depois desta noite. Khaled, eu adoro-te, eu sei que tens assassinos em Miami, por favor não os envies na minha direcção. Eu só quero ter uma conversação sobre como jogamos o jogo da rádio. Khaled, tu és um gajo a sério. Tu tens as chaves. Mas assim que aprendemos as políticas, e as pessoas que as têm usado há anos... o Obama não pôde fazer a América grande porque ele não pôde ser ele mesmo como presidente. Não permitiram ao Obama que disse-se o queria para ser um vencedor, ele teve de ser "perfeito". Mas ser "perfeito" nem sempre muda as coisas. Por isso quando eu falo da MTV, deixem-me explicar uma coisa, eu fiquei magoado. Beyoncé, eu fiquei magoado. Porque eu queria apresentar um vídeo chamado "Fade", e respeitosamente a MTV disse-me, "Senhor West, por respeito por si eu vou dizer-lhe que a Beyoncé vai ganhar o prémio esta noite pelo vídeo "Formation" contra o Hotline Bling e o Famous.". Disseram-me com antecedência para eu não subir ao palco (para interromper). Beyoncé, eu fiquei magoado. Eu sofri 7 anos em nome... (subitamente dirigindo-se a alguém no público) Não me tentes interromper! Eu estou a pôr a minha carreira, a minha vida, a minha imagem em risco quando falo com vocês desta maneira. Isto é um momento no Matrix. Há pessoas que podem ficar chateadas comigo depois disto. Beyoncé, eu fiquei magoado. Porque eu ouvi que tu disseste que não irias actuar a não ser que ganhasses o prémio de vídeo do ano contra mim e contra o Hotline Bling. Na minha opinião... não falem mal da Beyoncé, a Beyoncé é grande, a Taylor Swift é grande, nós somos todos grandes pessoas, nós somos todos iguais, mas ás vezes nós fazemos demasiados jogos políticos e esquece-mo-nos quem somos. Só para ganhar. Que se foda ganhar. Que se foda ter-se estilo. Que se foda ter-se estilo. Que se foda ser-se estiloso. Que se foda tudo isso. Eu fui enviado aqui para vos contar a minha verdade mesmo que corra o risco de perder a minha vida. Mesmo pondo o meu próprio sucesso em risco. A minha própria carreira. Eu fui enviado aqui para vos dar a verdade. Jay-Z, liga-me. Ainda não e ligaste. Jay-Z, liga-me. Jay-Z, eu sei que tens assassinos, por favor não os envies na minha direcção. Simplesmente liga-me. Fala comigo como um homem. Eu não estou a tentar ser "o homem". Simplesmente sou um homem. Tal como toda a gente aqui. Não estou nem acima nem abaixo de nenhum de vocês. Somos todos iguais. Isto é o futuro. Isto é a forma de pensar para fazer a América grande de novo. Eu fiquei magoado. Sentimentos importam. A maneiro como certas pessoas dão tanta importância ao dinheiro, à popularidade, número de passagens na rádio... sentimentos importam. É um novo mundo, Hillary Clinton. é um novo mundo. Sentimentos importam. Porque sabem que mais? Toda a gente no interior do país sentiu-se abandonada. E mostraram-te como se sentiam. Sentimentos importam. É um novo mundo. É um novo mundo, Barack (Obama). É um novo mundo, Jay-Z. Não envies assassinos na minha direcção, isto não é o filme "Malcolm X", nós já crescemos desde esse momento. Deixem as pessoas serem como são. Pessoal, eu não estou a dizer isto para meu benefício. Porque para meu benefício não é inteligente estar a dizer isto. Rádio, eu já falei convosco uma data de vezes, vocês estão atrás dos tempos, porque adivinhem que mais, a digressão Saint Pablo (nome da digressão de Kanye West) é a coisa mais relevante que está a acontecer neste momento. A digressão Saint Pablo é mais relevante que a rádio. E se vocês continuarem a seguir modelos antiquados vai-vos acontecer o mesmo que aconteceu à Hillary Clinton. Vocês podem não gostar, mas eles (na rádio) têm que ouvir isto. Eu não estou aqui para vos massajar com falsas verdades. A dizerem-vos que a Hillary vai vencer vezes e vezes sem conta. Depois vocês acordam para a realidade e nem conseguem acreditar. Sabem porquê? Porque o Google mentiu-vos! Porque o Mark Zuckerberg (dono do Facebook) mentiu-vos! Mark Zuckerberg, agora já me queres ligar? Sabia ou não sabia o que estava a dizer, Mark Zuckerberg? Estavas ou não estavas errado? Quando eu disse que estava endividado em 53 milhões e tu não me ligaste, estavas ou não estavas errado? Perguntaste ao meu amigo Anthony Schiller se eu podia jantar contigo, eu contei-te sobre o Uganda, tu disseste que ias ajudar e não ajudaste. Depois foste à procura de extra-terrestres. Eu e o Kid Cudi somos extra-terrestres aqui mesmo. Há uma entrevista que podem ver do Richard Pryor sobre pessoas que entram para lugares de poder e não mudam nada, apenas tornam-se parte do poder. Isso aconteceu com os músicos porque têm medo. Eu não tenho medo, eu estou aqui para mudar as coisas. Mas as coisas não vão mudar enquanto as pessoas não admitirem que estão a viver uma mentira. Eu tenho visões, é com isso que fui abençoado, com visões. Nem sempre vou dizer as coisas de maneira perfeita, mas vou dizer o que sinto. Agora, imprensa, preparem-se para um dia em cheio, porque o espectáculo acabou."

 

Antes deste discurso, Kanye West tinha dado outros discursos durante os seus concertos, tentando passar a mensagem de que os americanos não se devem dividir por causa das eleições, o que está actualmente a acontecer.

 

Sendo uma pessoa influente sobre os seus fãs, e sendo o seu grupo de fãs dos maiores grupos de fãs do mundo, Kanye West arriscava-se com os seus discursos a unir muitas pessoas que se encontram de momento dividas por questões não só políticas, mas também raciais, já que o presidente eleito Donald Trump é acusado de ser racista. Pessoas com o poder de unir pessoas de diferentes raças são vistas pelo menos por uma agência do governo americano, o FBI, como sendo pessoas potencialmente perigosas. Isto é sabido desde que se tornou público o ficheiro do FBI sobre Larry Pinkey, no qual se pode ler o seguinte:

 

"Pinkey é potencialmente perigoso devido à sua habilidade demonstrada de unificar pessoas pretas e brancas. Os seus associados são pretos, brancos, e chineses. Está a ser dada atenção especial para neutralizá-lo. As áreas do sexo e drogas aparentam ser as mais eficientes para utilizar. Os seus hábitos nestas áreas são desconhecidos, mas estão a ser monitorizadas com esse objectivo."

 

Não é ainda pública a razão pela qual o FBI considera a unificação de pessoas de diferentes etnias algo perigoso.

 

É sabido que o mesmo grupo de pessoas que são donas da industria do entretenimento e comunicação social nos Estados Unidos são o mesmo grupo de pessoas que mais dinheiro contribui para os dois partidos políticos no poder nos Estados Unidos e que mais influência têm sobre o governo dos Estados Unidos. Por essa razão, nos Estados Unidos o discurso politico na industria do entretenimento contra o sistema tem historicamente sido reprimido tanto pela indústria do entretenimento como pela comunicação social. Kanye West é a única celebridade de relevo neste momento a tentar unificar o país, a expor as mentiras da comunicação social durante as presidenciais, e a expor como a indústria do entretenimento é altamente controlada e os próprios artistas têm medo de falar sobre isso.

Pápa defende que apenas o Vaticano tem direito a ter muros

pápa diz que só o Vaticano tem direito a ter mur

 

O Pápa disse no dia 18 que lamenta que os migrantes sejam vistos como inimigos e rejeita muros ou barreiras. O Vaticano é completamente cercado por um muro de dezenas de metros de altura. Este muro foi uma das principais razões pelas quais o Vaticano nunca foi invadido durante a invasão muçulmana de Roma há centenas de anos atrás.

 

O Vaticano ainda não acolheu nenhum migrante.

Comissão Europeia admite que sempre quis que portugal tivesse dívida impagável

comissão europeia admite que sempre quis que port

 

O comissário europeu responsável pela pasta das finanças disse no dia 17 que "Portugal é o melhor aluno". A Comissão Europeia é um corpo não eleito pelo povo com o exclusivo poder de criar e aprovar leis a nível da União Europeia que compõem a maioria das leis dos países da União Europeia.

 

Portugal tem uma dívida impossível de pagar que aumenta continuamente há décadas desde que aderiu à União Europeia.

Povo britânico recupera soberania - ministro alemão quer castigá-lo

ministro alemão quer castigar povo britânico por

 

O ministro das Finanças alemão Wolfgang Scahuble deixou um aviso sério ao Reino Unido. Segundo Wolfgang Scahuble, o Reino Unido vai pagar uma fatura pesada durante pelo menos dez anos por ter decidido abandonar a União Europeia.

 

“Até que a saída esteja finalizada o Reino Unido terá de cumprir com as suas obrigações. E provavelmente terá compromissos que se vão estender para lá da saída, até 2030. Além disso não podemos garantir nenhum desconto generoso”, sublinhou o ministro alemão em declarações ao Financial Times.

 

Tal como os portugueses, os britânicos nunca votaram para aderir à União Europeia. Ao aderir à União Europeia, tanto os britânicos como os portugueses entregaram o poder de criar e aprovar a maioria das suas leis a um corpo não eleito pelo povo chamado Comissão Europeia. Ao votar para sair da União Europeia o o povo do Reino Unido recuperou o poder de votar em quem faz todas as suas leis.

 

O presidente francês François Hollande também defende que o Reino Unido deve pagar pela decisão que tomou. O presidente francês receia que caso a União Europeia facilite a saída do Reino Unido da União Europeia, as forças anti-europeias possam ganhar força também em França, conduzindo o país a um referendo idêntico ao de 24 de Junho no Reino Unido. O presidente francês mostra assim que quer oprimir a escolha livre do seu povo recorrendo a castigos ao Reino Unido para servir de exemplo, em vez de evocar boas razões para o povo francês apoiar a União Europeia.

 

O ministro das finanças alemão destacou também que a Alemanha não vai aceitar que Londres adopte medidas de incentivo fiscal para atrair empresas para o Reino Unido após a sua saida da União Europeia, mostrando que o governo alemão quer mandar no povo britânico mesmo depois de este sair da União Europeia.

Dinheiro Vivo pede censura de agências de notícias com as quais não concorda

dinheiro vivo pede censura de agências de notíci

 

A "jornalista" Ana Rita Guerra do Dinheiro Vivo escreveu no dia 16 um artigo com o título "A trampa no Facebook que elegeu Donald Trump" onde diz que os utilizadores do Facebook que votaram em Donald Trump são o equivalente a merda e que o Facebook devia censurar agências de notícias como Breitbart ou National Enquirer porque ela acha que são mentirosos, extremistas e alimentam o ódio. Não leiam as notícias destes dois jornais e apoiem a censura de certas agências de notícias como pede a "jornalista" Ana Rita Guerra para não termos mais líderes noutros países que ela não apoia e acusa de serem mentirosos sem apresentar provas.

 

Se a  "jornalista" Ana Rita Guerra disser que este artigo é falso, então ignorem tudo o que estão a lêr.

 

O Dinheiro Vivo e a "jornalista" Ana Rita Guerra não são as únicas entidades a pedir a censura de agências de notícias com as quais não concorda. A vice-diretora de comunicações da campanha de Hillary Cinton, Christina Reynolds, já tinha expressado a sua opinião através de um email de que páginas de notícias na internet como a Breitbart:

"nem sempre gosto do que têm para dizer (comunicação social conservadora/anti-sistema), mas respeito o seu papel e o seu direito de existirem.”

"Breitbart é algo diferente,”

"Escusado será dizer que temos que derrotar estas pessoas. Mas quero derrotá-los tão decisivamente que a sua laia nunca mais se irá erguer.”

Um email publicado pela Wikileaks enviado ao chefe de campanha de Hillary Clinton também tinha mostrado a intenção de controlar a comunicação social para manter as pessoas ignorantes. Este email foi escrito por um membro do partido de Clinton, Bill Ivey, e nê-le lê-se:

"A George (revista), claro, lidou com o desenrolar dos acontecimentos de maneira leve, basicamente virada para o charme e mexericos, como a People (revista), mas aquilo com o qual estamos a lidar agora é bastante sério. Como será isto gerido no geral? A Secretária de Estado Clinton não é uma entretem, e não é uma celebridade nos moldes de Trump ou Kardashian; o que poderá ela fazer para contrariar isto? Estou certo de que os peritos baseados em sondagens têm a certeza que as coisas vão mudar para o assunto das políticas assim que as convenções terminarem, mas eu acho que não. E como mencionei, tê-mo-nos sentido satisfeitos em não dar importância ao governo, ignorar assuntos cívicos e em geral conspirar para criar uma cidadania desinformada e obediente. A desinformação (do público) mantém-se forte mas a obediência está obviamente a desaparecer rapidamente. Este problema requer séria deliberação e não apenas mensagens com alvos demográficos baseados em sondagens."

Bernie Sanders contra a escolha democrática de presidente dos EUA

bernie sanders contra a escolha democratica de pre

 

Desde que no dia 8 de Novembro Donald Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos, grupos de protestantes pagos e transportados em autocarros protestam e causam violência e destruição um pouco por todo o país, ignorando o facto de que após a eleição de Trump o dólar americano atingiu o seu valor mais alto dos últimos 14 anos e o nível de alerta de guerra nuclear passa para o nível mais baixo.

 

Sabe-se que mais de metade dos protestantes presos em Portland nem votou nas eleições presidenciais.

 

Até agora, nem o actual presidente Barack Obama nem a adversária de Trump na corrida ás presidenciais, Hillary Clinton, vieram a público criticar ou tentar acalmar estes protestos violentos e artificiais.

 

Bernie Sanders concorreu também ás presidenciais mas viu a sua nomeação por parte do seu partido ser-lhe roubada a favor de Hillary Clinton, tal como um estudo da Universidade de Stanford concluiu, e tal como os emails publicados pela Wikileaks provam que existiram jogos de basteadores entre a presidente do partido, Debbie Schultz, e a campanha de Hillary.

 

Apesar disso, Bernie Sanders escolheu apoiar Hillary Clinton, traindo assim um número muito grande de apoiantes e financiadores, já que a sua campanha foi financiada em grande parte por pequenas contribuições individuais.

 

Bernie Sanders, que teria agora um papel decisivo para acalmar estes protestantes, escolhe através de uma entrevista no dia 14 à BBC Radio 4 incentivá-los a protestar contra o processo democrático da escolha de presidente dos Estados Unidos.

 

 "A nossa função é opormo-nos vigorosamente através de milhões e milhões de pessoas e de muitas maneiras diferentes"

Política europeia já matou mais de 4.200 no Mediterrâneo este ano

politica europeia já matou mais de 4200 pessoas n

 

Este número já é superior ao total do ano passado, que tinha sido o pior até à data. Desde o início que o objectivo principal das missões da Frontex no Mediterrâneo é dissuadir a travessia, mas tem acontecido exactamente o oposto sem que nenhuma mudança tivesse sido feita.

 

Esta crise já foi utilizada também para retirar o poder aos países da União Europeia sobre as suas fronteiras externas, já que a Comissão Europeia, um corpo não eleito pelo povo com o poder exclusivo de criar leis para a União Europeia, ditou que as fronteiras externas da União Europeia fossem comandadas pela própria Comissão Europeia.

 

No passado recente tivemos um país distante com um problema similar que conseguiu resolvê-lo de maneira simples e rápida. Quando a Austrália se deparou com um fluxo crescente de naufrágios de refugiados e imigrantes ilegais que tentavam chegar ao seu país, o seu governo tomou a decisão de informar os países de origem que se os seus habitantes tentassem entrar na Austrália de forma ilegal não iriam ser recebidos. Depressa os barcos pararam de chegar e os naufrágios acabaram.

 

Desde 2006 que a União Europeia tem nos mares da Grécia uma operação conjunta de nome Poseidon com o objectivo de combater a imigração ilegal através da recolha de informação sobre rotas e costumes de traficantes de pessoas na área. O orçamento da operação Poseidon em 2008 era 400.000€ para quase um ano inteiro, hoje é de 18 milhões de euros por ano, com uma operação irmã à costa da Itália, Triton, de 38 milhões de euros, com fundos adicionais para as duas de 26 milhões de euros, e com um próximo orçamento anual para dividir entre as duas de 45 milhões de euros.

 

Em Março de 2015 a Wikileaks disponibilizou um documento restrito do Conselho da UE, escrito pelo Conselho Militar da UE, com um plano para a chamada crise migratória no Mediterrâneo e com o objectivo principal de reduzir significativamente o fluxo migratório e tráfico de pessoas. Este objectivo seria atingido não só através da recolha de informação sobre as atividades de tráfico de pessoas, como na operação Poseidon, mas também com o seu consequente desmantelamento, explicitando também a importância de não publicitar os resgates de modo a não incentivar a travessia ilegal.

12. (…) Operações de resgate levados a cabo durante esta operação não deverão ser publicitadas de modo a evitar a criação de incentivo para os migrantes.

16. (…) O Comité Militar da União Europeia considera que um indicativo de Estado Final militar seja: o fluxo de migrantes e actividades de tráfico de pessoas tenha sido significativamente reduzido. (…)

39. O Comité Militar da União Europeia refere que a estratégia de informação deve evitar sugerir que o foco é resgatar migrantes no mar mas frisar que o alvo da operação é desmantelar o modelo de negócio do tráfico de pessoas. Ao fazê-lo a operação irá indirectamente contribuir para redução de perdas de vida no mar. (…)

https://noticiososite.files.wordpress.com/2016/02/eu-military-refugee-plan-eumc.pdf

 

O fluxo tem vindo a aumentar desde 2006 sem que nenhum reajuste tenha sido feito ao plano ou à política de abordagem à crise. A recolha de informação das actividades de tráfico de pessoas ao longo de quase uma década não foi eficaz em sequer impedir que o fluxo de travessias ilegais aumentasse. Parece haver algo de fundamentalmente errado com esta política e não é o aumento de orçamento que tem mudado isso, mas a UE parece continuar com a mesma política.

 

A própria Itália, altamente endividada, tem gasto ainda mais dinheiro que a UE (9 milhões de euros por mês) na sua própria operação, Mare Nostrum, com o objectivo apenas de resgatar refugiados e imigrantes ilegais de naufrágios e prender traficantes, pondo de parte tentar dissuadir mais travessias perigosas.

 

A pedido da Grécia, Turquia e Alemanha, em Fevereiro a UE requisitou uma intervenção da NATO para combater o crime organizado e o tráfico de pessoas. Dado o historial da NATO, e os interesses geoestratégicos que tem na região do Mediterrâneo sul e este, esta solução mais parecia ser um problema, o que se tem confirmado desde então.

 

A Frontex admitiu num relatório que não pode rastrear parte dos mais de 1,8 milhões de imigrantes ilegais que entraram na UE em 2015. A Frontex é a autoridade europeia responsável por regular o fluxo de imigrantes nas fronteiras da União Europeia.

 

A Frontex disse que os Estados-Membros da União Europeia tinham reportado um recorde de 1.82 milhões de travessias ilegais em 2015, um recorde 6 vezes superior ao antigo registado em 2014.

 

Avisou que um “número estonteante” de cidadãos da União Europeia viajaram para a Síria para lutar pelo Estado Islâmico e que estão agora a fazerem-se passar de refugiados para entrar na Europa.

“Os ataques de Paris de Novembro de 2015 claramente demonstraram que fluxos migratórios irregulares podiam ser utilizados por terroristas para entrar na União Europeia,” diz a Frontex no seu relatório.

“sem uma verificação forte ou medidas de coações para aqueles que fazem falsas declarações, há um risco que algumas pessoas que representam uma ameaça de segurança para a União Europeia podem estar a tomar partido desta situação.”

Segundo números oficiais de várias instituições, cerca de 80% destes supostos refugiados são na verdade homens entre os 15 e 35 originários de vários países do Médio Oriente e Norte de África que estão a ser chamados de migrantes económicos, ou seja, estão a mudar de país para ter acesso a dinheiro, por esta razão os países que oferecem subsídios são os destinos preferidos destes refugiados/migrantes.

 

Os países mais ricos do Médio Oriente continuam a não receber refugiados. A Arábia saudita já se justificou dizendo que terroristas podem estar escondidos entre esses refugiados, tal como o Estado Islâmico disse que iria fazer.

 

Peter Sutherland, conselheiro especial da ONU para as migrações, chefe não executivo da Goldman Sachs, membro do Grupo Bilderberg, antigo chefe da BP e que empurrou a Irlanda para o Euro quando esta era a mais dinâmica economia da Europa e rapidamente se tornou altamente endividada, disse em 2012 que precisamos de mais multi-culturalismo, de acabar com a homogeneidade europeia e que a migração é uma dinâmica crucial para o crescimento económico da Europa.

 

A guerra que o Estado Islâmico trouxe para dentro da Síria é um dos principais causadores desta onda de refugiados que está a ser permitida entrar na Europa ilegalmente há anos, e cujo número é impossível de provar mas que se estima estar acima dos 5 milhões.

 

Um documento do Departamento de Defesa dos EUA mostra como houve intenção da administração do presidente dos EUA de permitir a ascensão do Estado Islâmico.

 

https://noticiososite.files.wordpress.com/2016/03/pg-291-pgs-287-293-jw-v-dod-and-state-14-812-dod-release-2015-04-10-final-version11.pdf

 

Recentemente os EUA iniciaram uma invasão militar terrestre da Síria em conjunto com o exército turco.

 

O General Wesley Clark disse em 2007 que um General do Pentágono lhe contou que existe um plano, anterior aos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, para invadir 7 países em 5 anos no médio oriente. Desses 7, os EUA só ainda não tinham invadido a Síria e o Irão até agora, embora estivessem já há anos a treinar e armar grupos rebeldes, que lutam lado a lado e têm ligações com a Al-Qaeda e o Estado Islâmico, para derrubar o governo sírio.

 

A grande maioria dos refugiados/migrantes que chegam à Europa vêm desses países invadidos: Iraque, Sudão, Somália, Líbano, Líbia e Síria.

Presidente da França diz que o povo americano não decide o seu próprio futuro

Presidente da frança diz que o povo americano nã

 

Há duas semanas o chefe de Estado francês, François Hollande, apelou ao Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, para que "respeite os compromissos" assumidos no acordo sobre as alterações climáticas assinado no final do ano passado em Paris.

 

O Acordo de Paris é na verdade um tratado e nunca foi aprovado pelo Congresso dos Estados Unidos, que representa o povo dos Estados Unidos.

 

Este tratado vai impedir que os países do terceiro mundo se industrializem obrigando-os a produzir e consumir energia cara muito acima das suas capacidades financeiras, garantindo que nunca deixarão de ser países do 3º mundo. Vai também criar mais dívida aos países do 1º mundo, já demasiadamente endividados, que serão obrigados a pagar não só os seus próprios custos de energia cara mas também os custos de energia cara dos países do 3º mundo.

 

Com o acordo de Paris as corporações podem emitir o CO2 que quiserem desde que paguem taxas de carbono. Todas estas taxas de carbono (dinheiro) são depois canalizadas para centros de câmbio de carbono que pertencem ás mesmas pessoas que nos tentaram convencer que as emissões de CO2 são responsáveis por aquecimento global ou mudanças climáticas e que existe um consenso cientifico sobre isto. Os donos desses centros de carbono vão fazer fortunas com o negócio dos câmbios de carbono. Algumas dessas pessoas são Barack Obama, Bill e Hillary Clinton, Bill Gates, e Al Gore, que ao contrário da percepção que a maioria de nós tem, é um dos maiores accionistas em empresas petrolíferas em todo o mundo.

 

O Forum Económico Davos já pediu que fosse criado um fundo para lidar com as alterações climáticas para o qual todos os países iriam contribuir cerca de 7 mil biliões de dólares por ano durante 10 anos através de taxas de carbono. Este fundo seria depois gerido por pessoas não eleitas pelo povo.

 

O banco de ideias Clube de Roma, do qual o dono da TVI, Nicolas Berggruen, faz parte, é uma instituição conhecida por criar ideias políticas sobre o ambiente que mais tarde são adotadas pelos países membros da Organização das Nações Unidas, da qual Portugal faz parte, já que o Clube de Roma é um consultor das Nações Unidas.

 

Num excerto de uma das suas publicações de 1990 “A Primeira Revolução Global”, página 75, lê-se:

“O inimigo comum da humanidade é o Homem. Na busca por um novo inimigo para nos unir, nós tivemos a ideia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a escassez de água, a fome e outros tais exemplos serviriam esse propósito. Todos estes perigos são causados por intervenção humana, e é apenas através da mudança de atitudes e comportamentos que podem ser superados. O verdadeiro inimigo é então a própria humanidade.”

Ao contrário do que é dito pelos líderes de vários países e até da comunidade científica, não há consenso na comunidade científica em como o dióxido de carbono emitido pela atividade humana está a causar um aquecimento do planeta.

 

Edward Snowden, antigo analista da NSA (Agência Nacional de Segurança dos EUA), desertou há poucos anos da agência levando documentos oficiais consigo para a Rússia, onde escolheu ir para não ser deportado para os EUA e ser julgado como traidor por ter revelado como a NSA tem estado a espiar toda a população mundial criminosamente.

 

Snowden disse numa recente entrevista à Tribuna Moscovita que tem documentos que provam que a CIA (agência de serviços de informação dos EUA) deliberadamente orquestrou o mito do aquecimento global nos anos 50 com o objetivo de desviar a atenção da comunidade científica dos perigos da corrida ás armas nucleares da altura e para solidificar o seu controlo sobre as instituições de pesquisa científica.

“Tenho documentos que mostram que a CIA inventou tudo isto,”

“O aquecimento global foi inventado para assustar as pessoas, e também para as distrair de outros perigos como as armas nucleares.”

“A CIA deu milhões de dólares a qualquer cientista que confirmasse a teoria, muitos cientistas sem escrúpulos fizeram o que lhes foi mandado para receber o dinheiro. Hoje existe tanta informação falsa para confirmar que o aquecimento global “existe”, que já convenceram toda a gente que é real.”

Repsol, Galp Energia, Eni, Partex, Kosmos Energy, Australis Oil & Gas e Portfuel são empresas de energia a que, sozinhas ou em consórcios, foram concessionadas um total de 15 áreas em Portugal, tanto deep offshore (zona imersa profunda) como onshore (zona emersa), por parte da Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis. E a expectativa destas empresas é positiva.

 

Nem as energias alternativas nem o acordo de Paris serão suficientes para travar a exploração, produção e a continuação do petróleo como principal fonte de energia. “O crescente consumo energético a nível mundial justifica o continuado interesse na procura de novos recursos”, disse fonte oficial da Repsol. O presidente da Endesa Portugal, Nuno Ribeiro da Silva, não tem dúvidas: “Vai continuar a consumir-se muito petróleo.”. Ele também não duvida que “há informação geológica, no Algarve e Alentejo, que revela a existência de boas condições para haver algum potencial de prospeção e perfuração”.

 

Afinal, segundo estas empresas do setor das energias consideradas poluentes, não só o nível de consumo dessas energias se vai manter, como Portugal vai ser o próximo território a ser explorado, ao contrário do que a maioria de nós esperava que fosse acontecer na sequência do acordo de Paris.

 

Parece então que este acordo de Paris não vai diminuir a emissão de gases poluentes e de efeito de estufa nem impedir que se inicie uma explosão em exploração suja de energia suja no nosso país. O que o acordo vai certamente fazer é obrigar os habitantes dos 195 países que assinaram o acordo a pagarem mais por energia, seja ela verde ou não, e vai criar riqueza exorbitante ás mesmas pessoas que promoveram o movimento climático nos últimos anos, através das suas quotas em centros de câmbio de CO2 por onde todas as taxas de CO2 vão ser canalizadas.

Comunicação social tenta covencer-nos que o fim do controlo de fronteiras vai combater terrorismo

comunicação social defende o fim de controlo de

 No dia 15 o Notícias ao Minuto publicou um artigo com o título  'Figura de topo do Estado Islâmico considera Trump um "completo maníaco"' e nele pode lêr-se que, segundo a comunicação social britânica, um membro de topo do grupo terrorista Estado Islâmico, Abu Omar Khorasani, disse que a ideia de Trump lhes fechar as fronteiras é algo que irá funcionar a seu [dos radicais islâmicos] favor, e considera que esse tipo de políticas acabam por tornar mais fácil o recrutamento, particularmente de jovens ocidentais descontentes.

 

O Estado Islâmico também já disse publicamente que ia infiltrar-se na Europa no meio da onda de refugiados enquanto líderes europeus diziam que não havia provas que isso estivesse a acontecer, ou que receber pessoas sem haver maneira de se certificar quem elas realmente são não constituía um risco já que os terroristas não iriam arriscar entrar na Europa no meio dos refugiados.

 

Vários ataques terroristas já aconteceram desde então cometidos por terroristas islâmicos que viajaram da Síria para a Europa e Estados Unidos.

 

No entanto tanto a comunicação social como os líderes da União Europeia e dos Estados Unidos, sequestrados pelas grandes corporações multinacionais, defendem o fim do controlo de fronteiras para acabar com o terrorismo e dizem que as fronteiras é que estão a fomentar o terrorismo.

 

Com Trump no poder o Estado Islâmico vai deixar de receber armamento e treino por parte dos Estados Unidos, seja de forma direta ou indireta. Vai também deixar de ser avisado pelos Estados Unidos de ataques futuros como foi o caso recente da batalha em Mossul no Iraque, ou antes quando papeis de aviso largados pela força aérea americana avisaram os camiões de petróleo do Estado Islâmico antes de ataques aéreos.

Obama preocupado que Trump trave o plano globalista de destruição e opressão

Obama preocupado que Trump trave o plano globalist

 

O presidente Barack Obama duplicou a dívida dos Estados Unidos que é agora tão grande como o seu Produto Interno Bruto (total de dinheiro gerado num ano por um país).

 

Obama também duplicou o desemprego de pessoas pretas nos Estados Unidos e criou um sistema de saúde obrigatório mais caro e com menos opção de escolha que o anterior quando prometeu exactamente o contrário.

 

O Estado Islâmico nasceu durante o seu mandato, foi treinado inicialmente pela CIA  e a administração de Obama permitiu que este grupo tivesse ganho força com o intuito de isolar o presidente sírio como prova o documento https://noticiososite.files.wordpress.com/2016/03/pg-291-pgs-287-293-jw-v-dod-and-state-14-812-dod-release-2015-04-10-final-version11.pdf

 

O Estado Islâmico está agora presente em mais de 30 países. A intervenção militar dos Estados Unidos no exterior aumentou e a situação no médio-oriente e norte de África piorou, estando agora a afetar a Europa com refugiados, migrantes, imigrantes ilegais e migrantes económicos. Entre todos estes grupos encontram-se pessoas que ou não se querem assimilar na sociedade europeia devido à sua religião islâmica, ou são terroristas islâmicos.

 

A quantidade de derivados (dívida vendida vezes sem conta a instituições financeiras) nos mercados da bolsa está a atingir níveis estonteantes e ameaça derrubar todo o sistema económico.

 

Os Estados Unidos estão a um passo de entregar a sua soberania a corporações multinacionais através dos tratados económicos TPP e TTIP e do tratado climático Acordo de Paris.

 

Os Estados Unidos e a Rússia estão numa nova Guerra Fria e apenas a recusa das Forças Armadas dos EUA de aceitar certas ordens de Obama têm impedido até agora que uma 3ª Guerra Mundial tivesse começado devido ao conflito na Síria, na qual a imposição de áreas de voo proibido pedidas por Obama resultaria numa guerra com a Síria e a Rússia segundo um dos chefes do Pentágono, General Joseph Dunford. Ou seja, resultaria numa possível guerra nuclear.

 

Uma presidência de Donald Trump ameaça inverter todos estes acontecimentos que são em grande parte o legado de Obama que está alinhado com os objectivos dos globalistas (elites que desejam criar um governo mundial controlado pelas maiores corporações multinacionais).

 

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