Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

CNN brinca com o facto de ter manipulado sondagens

comunicação social brinca depois de manipular as

 

Um especialista em sondagens tinha dito à CNN que comeria um grilo se Trump ganhasse de tão certo que estava da vitória de Hillary Clinton nas presidenciais. O especialista teve depois que voltar à estação televisiva para comer o grilo.

 

A CNN conseguiu assim pegar numa notícia muito séria e transformá-la em comédia para influenciar o público a também não levar a notícia a sério. Isto porque as sondagens foram manipuladas com a intenção de garantir a vitória a Hillary Clinton, ou seja, houve uma tentativa de subtilmente enganar as pessoas que recebem as notícias através da comunicação social. As sondagens que davam vantagem a Hillary Clinton eram feitas a partir de uma amostra em que a percentagem de inquiridos que apoiavam o partido de Hillary era superior à percentagem que apoiava Trump, e assim é natural que numa corrida renhida a vantagem pertencesse a Hillary nas sondagens.

 

Muitas dessas sondagens mostravam na sua metodologia a percentagem de inquiridos apoiantes de cada partido, mas a comunicação social escolheu sempre não referir esse pormenor, excepção feita em raras ocasiões em que uma menção era feita no último parágrafo do artigo da notícia.

 

É sabido que a maioria dos eleitores indecisos tendem em votar no candidato que vai à frente nas sondagens, e que quem tem intenções em votar no candidato que está atrás nas sondagens tende em perder motivação para ir votar.

 

Fica assim claro que a comunicação social tentou manipular o público, retirando-lhe a sua liberdade de escolha numa eleição crítica para o futuro imediato da humanidade dada a tensão entre a Rússia e os Estados Unidos, duas potências nucleares, e em que Hillary Clinton estava disposta em impor zonas de voo proibido na Síria, o que segundo um dos chefes das Forças Armadas dos EUA, Joseph Dunford, implicaria entrar em guerra com a Síria e a Rússia.

New Balance defende liberdade, George Soros contra-ataca

protestos nos estados unidos financiados por georg

 

Não é só nos protestos de rua que a fúria contra o presidente eleito está patente. Muitos americanos começaram a queimar, a colocar no lixo ou a devolver às lojas pares de ténis da marca New Balance como forma de protesto pelo apoio manifestado pela marca de desporto ao republicano.

 

"A Administração Obama fez-nos ouvidos de mercador e, francamente, com o presidente eleito Trump sentimos que as coisas vão avançar na direção certa", disse um dos responsáveis de relações públicas da empresa referindo-se à Parceria Trans-Pacífico, um tratado defendido por Barack Obama e que está por aprovar. Segundo a New Balance, este tratado, que está a ser chamado de acordo pela comunicação social, prejudica as empresas que dependem da mão-de-obra americana e beneficia aquelas cujos produtos são feitos em fábricas fora do país. Trump tem assumido uma posição contrária a este tratado.

 

Este tratado está também a ser classificado como um tratado de livre mercado, quando é exactamente o oposto já que as mesmas regras não se aplicam a todas as corporações/empresas. O tratado está a ser escrito há mais de uma década em segredo pelas corporações multinacionais, e se assinado, irá entregar a essas mesmas corporações o poder de processar os países que estas acusem de estar a interferir com os seus lucros. Esse processo será depois julgado num tribunal criado pelo tratado em que as leis foram escritas pelas próprias corporações multinacionais.

 

Os protestos estão também a ser artificialmente impulsionados por grupos que fomentam divisão social como a MoveOn.org, um grupo que incentiva a morte de polícias há mais de dois anos nos Estados Unidos chamado Black Lives Matter (Vidas Pretas Importam) e grupos comunistas por todo o país. Todos estes grupos são financiados pela Fundação Open Society que pertence ao bilionário e assumido colaborador Nazi (programa 60 Minutos) George Soros, que tem estado por detrás de vários movimentos sociais um pouco por todo o mundo que fomentam divisão social e que culminam com o derrube de Governos eleitos, como aconteceu recentemente no Egipto e na Ucrânia, onde o próprio George Soros admitiu à CNN que os seus grupos tiveram um papel importante nos acontecimentos.

Hillary Clinton terá culpado o FBI pelos seus crimes

Hillary culpa o FBI pelos seus crimes.png

 

Durante uma teleconferência com financiadores da sua campanha eleitoral, que teve lugar poucos dias após a sua derrota nas presidenciais, Hillary Clinton terá acusado o FBI de ser responsável pela sua derrota ao reabrir uma investigação sobre Hillary a duas semanas das eleições, mesmo apesar de a investigação ter sido encerrada uma semana depois sem que tivesse sido recomendada uma acusação ao Departamento de Justiça, como já tinha acontecido em Junho deste ano.

 

Segundo o diretor do FBI, não foram encontradas provas de intenção por parte de Hillary de cometer, entre outros, crimes de espionagem, elementos que o diretor do FBI acha serem necessários para que uma recomendação de acusação seja aceite pelo Departamento de Justiça. 

 

Mas Loreta Lynch, chefe do Departamento de Justiça, disse que aceitaria qualquer que fosse a recomendação do FBI. E para acrescentar a isto, existem na realidade provas em como o diretor do FBI ignorou provas claras de intenção por parte de Hillary de cometer os crimes.

 

O transcrito abaixo prova como Hillary mentiu intencionalmente ao Congresso e agiu intencionalmente ao eliminar emails de trabalho do Departamento de Estado dos seus servidores privados, após estes terem sido requisitados pelo FBI.

 

Transcrito de parte da audição do diretor do FBI James Comey perante o Congresso:

 

CONGRESSISTA TREY GOWDY: A Secretária Clinton disse que nunca enviou ou recebeu informação confidencial pelo seu email privado. É verdade?

 

DIRETOR JAMES COMEY: A nossa investigação descobriu que informação confidencial foi enviada e…

 

CONGRESSISTA TREY GOWDY: Por isso não é verdade.

 

DIRETOR JAMES COMEY: Foi o que eu disse.

 

CONGRESSISTA TREY GOWDY: A Secretária Clinton disse que não havia nada marcado como confidencial enviado ou recebido. É verdade?

 

DIRETOR JAMES COMEY: Não é verdade. Havia um pequeno número de marcas em, eu acho, 3 dos documentos.

 

CONGRESSISTA TREY GOWDY: A Secretária Clinton disse “eu não enviei documentos confidenciais a ninguém. No meu email não há material confidencial.” É verdade?

 

DIRETOR JAMES COMEY: Material confidencial foi enviado.

 

CONGRESSISTA TREY GOWDY: A Secretária Clinton disse que usou apenas um aparelho (servidor). É verdade?

 

DIRETOR JAMES COMEY: Ela usou múltiplos aparelhos durante os 4 anos como Secretária de Estado.

 

CONGRESSISTA TREY GOWDY: A Secretária Clinton disse que “todos os emails relacionados com o trabalho (do governo) foram devolvidos ao Departamento de Estado.”. É verdade?

 

DIRETOR JAMES COMEY: Não, nós encontrámos emails relacionados com o trabalho, milhares que não foram devolvidos.

 

CONGRESSISTA TREY GOWDY: A Secretária Clinton disse que nem ela nem ninguém eliminou emails relacionados com o trabalho da sua conta de email pessoal. É verdade?

 

DIRETOR JAMES COMEY: Essa é mais difícil de responder. Nós encontrámos rastros de emails relacionadoscom o trabalho em aparelhos ou em espaços do disco, se foram eliminados ou se lhes aconteceu qualquer coisa quando um dos servidores foi mudado, não há dúvida que emails relacionados com o trabalho foram removidos eletronicamente do sistema de emails.

 

CONGRESSISTA TREY GOWDY: A Secretária Clinton disse que os seus advogados leram todos os emails e que consideraram um vasto número destes. Os advogados dela leram o conteúdo dos emails individualmente?

 

DIRETOR JAMES COMEY: Não.

 

Continuação:

 

CONGRESSISTA TREY GOWDY: Omissões e declarações ilibatórias são usados para quê?

 

DIRETOR JAMES COMEY: Ou para subsequente acusação ou para provas de intenção numa acusação criminal.

 

CONGRESSISTA TREY GOWDY: Exatamente. Intenção e consciência de culpa, certo?

 

DIRETOR JAMES COMEY: Certo.

 

No entanto o diretor do FBI Comey disse em Julho que não recomendou uma acusação a Clinton por não haver provas suficientes de intenção.

 

Segundo o New York Post, emails e memorandos do FBI mostram que até a criada de Hillary teve frequente acesso a documentos confidenciais quando recebia ordens de Hillary para os imprimir.

 

Um email publicado pela Wikileaks mostra Hillary a perguntar a Collin Powell, antigo Secretário de Estado, como dar a volta ás leis para usar o seu email pessoal para tratar de assuntos do Estado.

 

BleachBit, a empresa que eliminou permanentemente os mais de 30 mil emails do servidor de Hillary Clinton que ela considerou pessoais, gaba-se de os ter apagado de forma tão eficaz que o FBI agora não os pode recuperar. O Departamento de Justiça dos EUA permitiu a Hillary Clinton que, antes de entregar os emails ao FBI, apagasse os emails que considerasse como emails pessoais. Mas emails recuperados pelo FBI a partir de outros computadores mostram que ela apagou também emails de trabalho do Departamento de Estado.

 

Mesmo entre as dezenas de milhares de emails que Hillary entregou ao FBI, há emails que provam como Hillary usou o servidor para trocar informação não só do Estado, mas confidencial, o que levou o FBI a sugerir que tais emails incriminantes podem também ter estado no grupo de milhares de emails que Hillary apagou do seu servidor.

 

William Binney, antigo chefe técnico da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA) e arquiteto do seu sistema-base de recolha de dados a nível mundial, já disse publicamente que não só a NSA tem na sua posse os emails que Hillary apagou porque os interceptou entre servidores/computadores, como mais de 50 países podem ter penetrado os servidores de Hillary Clinton, muito provavelmente o fizeram, e têm na sua posse todos os emails de Hillary incluindo os que ela apagou permanentemente e que o FBI deseja agora recuperar.

 

Segundo fontes, a razão pela qual duas semanas antes das eleições presidenciais o diretor do FBI reabriu a investigação que tinha encerrado em Julho, foi que a polícia de Nova Iorque disse ao FBI que ia dar uma conferência de imprensa e fazer acusações contra Hillary e outros com base em emails encontrados no computador pessoal da assistente e amiga pessoal de longa data de Hillary, Huma Abedin.

 

Na altura Larry Nichols, operativo-sombra dos Clinton durante os anos 70 e 80, disse que era uma cilada em que o diretor do FBI depois a poucos dias do dia de eleições presidenciais iria ilibar de novo Hillary e fazê-la parecer inocente de todos os crimes ligados a ela explícitos nos emails publicados pela Wikileaks, e assim ganhar votos.

 

 A Fundação Clinton continua sob investigação do FBI.

Banqueiros demitidos do banco de todos os portugueses apenas queriam prestar contas a instituições não eleitas

banqueiros da caixa acima da lei.png

 

Há duas semana atrás a administração da Caixa Geral de Depósitos ameaçou demitir-se em bloco se o Tribunal Constitucional, que tinha exigido a entrega das declarações de rendimentos como pede a lei, não aceitasse mantê-las em sigilo até ao fim do mandato.

 

Apesar de o povo português ser dono da Caixa Geral de Depósitos, e por isso o patrão da administração deste banco, estava a ser privado de ter aceso a informação sobre os rendimentos da administração mesmo tendo a lei do seu lado e até é foi vítima de chantagem. No entanto, a administração da Caixa Geral de Depósitos já nessa altura tinha enviado essa declaração de rendimentos atempadamente e de bom grado à Comissão Europeia (corpo não eleito pelo povo com o poder exclusivo de criar e aprovar leis a nível da União Europeia que compõem a maioria das leis dos países da União Europeia) e ao Banco Central Europeu (um banco privado responsável pela política monetária dos países da zona Euro e supervisão dos maiores bancos).

 

Entretanto a administração da Caixa Geral de Depósitos enviou as declarações de rendimentos ao Tribunal Constitucional de modo contrariado mas o Tribunal Constitucional rejeitou a proposta de esconder as declarações de rendimentos do povo português, como resultado a maioria dos elementos da administração demitiu-se.

Eleição de Donald Trump dá início a onda de agressões racistas anti-Trump

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Relatos de racismo e xenofobia relacionados à vitória do republicano Donald Trump à casa Branca explodiram nas redes sociais desde o dia 9, dia em que o resultado das eleições dos Estados Unidos foi divulgado.

 

Vídeos e notícias têm sido publicadas onde diferentes pessoas são vítimas de agressões e violência racial, incluindo pessoas brancas que foram acusadas pelo comentador da CNN, Van Jones, de serem as principais responsáveis pela eleição de Donald Trump e que o fizeram em parte porque o atual presidente Barack Obama é preto, mas sem nunca referir que muitas das pessoas brancas que votaram em Trump também votaram em Obama há quatro anos atrás.

 

Protestos anti-Trump estão também a ser artificialmente impulsionados por grupos que fomentam divisão social como a MoveOn.org, um grupo que incentiva a morte de polícias há mais de dois anos nos Estados Unidos chamado Black Lives Matter (Vidas Pretas Importam) e grupos comunistas por todo o país. Todos estes grupos são financiados pela Fundação Open Society que pertence ao bilionário e assumido colaborador Nazi (programa 60 Minutos) George Soros, que tem estado por detrás de vários movimentos sociais um pouco por todo o mundo que fomentam divisão social e que culminam com o derrube de Governos eleitos, como aconteceu recentemente no Egipto e na Ucrânia, onde o próprio George Soros admitiu à CNN que os seus grupos tiveram um papel importante nos acontecimentos.

Protestos anti-Trump artificialmente criados pela Fundação Open Society

protestos anti-trump artificialmente criados pela

 

Os protestos iniciados após a eleição de Donald Trump estão a ser artificialmente impulsionados por grupos que fomentam divisão social como a MoveOn.org, um grupo que incentiva a morte de polícias há mais de dois anos nos Estados Unidos chamado Black Lives Matter (Vidas Pretas Importam) e grupos comunistas por todo o país.

 

Todos estes grupos são financiados pela Fundação Open Society que pertence ao bilionário e assumido colaborador Nazi (programa 60 Minutos) George Soros, que tem estado por detrás de vários movimentos sociais um pouco por todo o mundo que fomentam divisão social e que culminam com o derrube de Governos eleitos, como aconteceu recentemente no Egipto e na Ucrânia, onde o próprio George Soros admitiu à CNN que os seus grupos tiveram um papel importante nos acontecimentos.

Presidente não eleito da Comissão Europeia quer ensinar a Trump o que é a Europa

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O presidente da Comissão Europeia não foi eleito por nenhum povo da Europa. No entanto este homem é a única pessoa com o poder de aprovar as leis a nível da União Europeia que compõem a maioria das leis dos países da União Europeia. Todos os comissários da Comissão Europeia também só ocupam os seus lugares na Comissão Europeia depois de terem a aprovação por parte deste homem.

 

"Teremos de ensinar ao presidente eleito (Trump) em que consiste a Europa e quais são os princípios de funcionamento da Europa", disse o presidente da Comissão Europeia a uma plateia de estudantes no Luxemburgo.

 

Depois de Trump ter sido acusado por tudo e todos de não possuir um carácter presidencial e de dizer coisas "parvas" e "estúpidas", o presidente não eleito da Comissão Europeia e que nunca teve um emprego fora da política, diz sobre a relação entre os Estados Unidos e União Europeia que os próximos dois anos serão tempo perdido "até que Trump dê a volta ao Mundo que não conhece", e considera a eleição de Donald Trump como um risco para as relações entre a União Europeia e os Estados Unidos.

 

Este é também o mesmo presidente não eleito e todo-poderoso da União Europeia - em termos de criar e aprovar leis - que quer ver um tratado assinado entre a União Europeia e os Estados Unidos que entrega ás grandes corporações multinacionais que o têm estado a escrever em segredo há mais de uma década o poder de processar países cujas corporações acusem de estar a interferir com os seus lucros. Esse processo será depois julgado num tribunal criado pelo tratado em que as leis foram escritas pelas próprias corporações multinacionais.

 

Este tratado chama-se Parceria de Comércio e Investimento Trans-Atlântica e está a ser referido como um acordo de livre comércio, quando não é nem um acordo nem é de livre comércio, já que é um tratado em que as regras não são iguais para todas as empresas/corporações. Donald Trump é contra este tratado.

 

Um tratado semelhante está em vias de ser assinado entre a União Europeia e o Canadá chamado de Acordo Compreensivo de Comércio e Economia (CETA).

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