Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Chave Mestra

Chave Mestra

Chefe de auditoria da NATO assassinado - comunicação social em silêncio

Chefe de auditoria da NATO assassinado - comunica

 

No dia 16 deste mês Yves Chandelon, o chefe de auditoria da NATO (aliança militar) desde 1998, foi encontrado morto no seu carro em Andenne na Bélgica a 100 km da sua casa em Lens com um tiro na cabeça e uma arma na sua mão direita. Yves Chandelon era esquerdino. Tinha também 3 armas registadas em seu nome, mas a arma encontrada na sua mão não está registada em nome de ninguém.

 

Como chefe de auditoria da NATO as suas funções de maior relevância eram investigar fontes de financiamento de terroristas e lavagem de dinheiro.

 

Yves Chandelon tinha recentemente entregue documentos ao seu filho como precaução caso alguma coisa lhe acontecesse porque se sentia em perigo. Esses documentos foram entregues à polícia.

 

À excepção da comunicação social belga, esta notícia tem sido mantida em silêncio enquanto a morte do cantor George Michael recebe destaque durante dias por parte da comunicação social portuguesa.

A nova grande mentira dos EUA: depois das armas de destruição massiva no Iraque, agora a interferência russa nas eleições americanas

A nova grande mentira dos EUA - depois das armas d

 

Obama prepara sanções contra Rússia por alegada interferência nas presidenciais. A administração de Barack Obama pretende também "blindar" as sanções económicas e diplomáticas para que Donald Trump não possa revertê-las facilmente.

 

As acusações contra a Rússia são baseadas num relatório secreto da CIA, escrito por agentes reformados e cujas provas nunca foram reveladas, que alega que a Rússia foi responsável por penetrar os emails do Partido Democrata, entregá-los à página de internet Wikileaks, e dessa maneira expôr os crimes cometidos por Hillary Clinton, membros da sua campanha e membros do Partido Democrata (incluindo o Presidente Barack Obama) para beneficio de Donald Trump nas eleições presidenciais.

 

A comunicação social tem referido que todas as agências norte-americanas de serviços de informação apoiam a conclusão do relatório da CIA, mas as únicas declarações oficiais, tanto do FBI como do Gabinete do Director dos Serviços de Informação Nacionais, sobre a conclusão do relatório secreto da CIA são declarações de discordância devido à falta de provas concretas.

 

Craig Murray, antigo Embaixador do Reino Unido para o Uzbequistão, disse ao jornal Guardian no dia 11 deste mês que se encontrou com a pessoa que obteve os emails do Partido Democrata, que não é russo, que tinha acesso legal a eles e por isso não teve que penetrar o sistema:

 

"Eu encontrei-me com a pessoa que os obteve, e eles certamente não são russos e ele é alguém de dentro (do Partido Democrata ou do Governo)"

 

No entanto a declaração deste antigo Embaixador não só tem sido ignorada pela comunicação social como pela CIA e pelo Presidente dos EUA Barack Obama, que continua a acusar a Rússia de ter interferido nas eleições sem apresentar provas, e até poderá ter dito numa conferência de imprensa no dia 16 deste mês que nunca irá mostrar as provas e assim provar que elas existem.

 

Estas foram as suas declarações relativamente ás provas em que o relatório secreto da CIA se baseia:

 

"Nós iremos revelar as provas que podermos revelar de maneira segura que não comprometa fontes e métodos,”

“mas vou ser honesto convosco, quando se fala em ciber-segurança, muita desta (informação) é confidencial.”

 

Os EUA já tinham imposto sanções económicas à Rússia em 2014 quando a Rússia tomou posse de parte da Ucrânia, a zona sul chamada Crimeia.

 

Entretanto já se tornou público através de Victoria Nuland (assistente do Secretário de Estado) que o Departamento de Estado dos EUA gastou 5 mil milhões de dólares para, juntamente com o admitido colaborador Nazi (60 Minutos) e bilionário George Soros, criar movimentos de divisão social que foram em grande parte responsáveis pelo derrube do governo ucraniano, facto que George Soros admitiu à CNN.

 

O Departamento de Estado dos EUA depois escolheu membros do novo governo ucraniano. O povo da Crimeia votou quase na sua totalidade favoravelmente à tomada de posse do seu território por parte da Rússia.

 

A Rússia tem uma das suas apenas 3 bases estrangeiras na Crimeia e é por isso de extrema importância. Os EUA têm mais de 800 bases activas em países estrangeiros e através da NATO (aliança militar) já instalaram um sistema de mísseis em países europeus perto da fronteira russa, algo que viola um acordo assinado por ambos depois da Guerra Fria.

Secretária de Estado dos Assuntos Europeus acha muito positiva a transferência de poder dos portugueses para as multinacionais

Secretária de Estado dos Assuntos Europeus consid

 

A secretária de Estado dos Assuntos Europeus disse numa nota escrita enviada à agência de notícias Lusa que antecipa como "muito positivo" para Portugal o impacto do acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Canadá (CETA).

 

O CETA não é um acordo mas sim um tratado (lei), e nada tem de livre comércio já que as mesmas regras não se aplicam a todas as empresas. Este tratado foi escrito em segredo pelas grandes corporações multinacionais e dá o poder a essas mesmas corporações multinacionais de processar países da União Europeia que não queiram os seus serviços ou produtos ou que não estejam de acordo com as suas práticas. Esse processo será depois julgado num tribunal criado pelo tratado em que as regras foram escritas pelas próprias corporações multinacionais.

 

Quando Portugal aderiu à Comunidade Económica Europeia, um tratado económico que se transformou num sistema governativo centralizado e não-democrático/ditatorial chamado União Europeia, foi-nos vendido que Portugal teria muito a ganhar, mas agora os resultados estão à vista: uma dívida impagável e que continua a crescer.

 

O CETA tem o potencial de ser ainda mais devastador já que com este tratado Portugal põe-se a jeito de ser processado pelas grandes empresas multinacionais e depois ser julgado num tribunal onde as leis estão desniveladas para o lado das multinacionais, porque escreveram as leis.

 

O Parlamento Europeu tem prevista uma votação do acordo para 17 de Janeiro de 2017, sendo que, se for aprovado, será aplicado a 95%. Para estar plenamente em vigor, é necessária a ratificação dos parlamentos dos 28 países da União, o que poderá levar anos.

Ditador da Europa volta pressionar instituições privadas a decidir por nós o que é notícias falsas

Ditador da Europa volta pressionar instituições

 

"Empresas como o Facebook e a Google têm de combater a informação falsa na internet de forma vigorosa", disse à Funke Mediengruppe Jean-Claude Juncker, o presidente da Comissão Europeia não eleito pelo povo e responsável por criar e aprovar todas as leis a nível da União Europeia que compõem a maioria das leis dos países da União Europeia.

 

No dia 18 de Novembro o presidente do Facebook Mark Zuckerberg escreveu numa mensagem do Facebook que "Nós não queremos ser árbitros da verdade, mas em vez disso depender da nossa comunidade e de terceiros de confiança." e que quer "melhores sistemas técnicos para detectar aquilo que as pessoas irão classificar como falso antes de elas mesmas o fazerem."

 

Um desses terceiros de confiança que irão decidir por nós aquilo que é falso é Snopes.com, uma página de internet que consiste num casal que apoia o Partido Democrata. Todos os terceiros vão ter que seguir os parâmetros de procedimento definidos pelo Instituto Poynter, uma universidade online que consiste em 6 pessoas.

 

Tanto Snopes.com como o Instituto Poynter são financiados, entre outros financiadores da agenda do Partido Democrata como Bill Gates e Google, pelo admitido colaborador Nazi (60 Minutos) e bilionário George Soros, que através dos grupos da sua Fundação Open Society tem criado movimentos sociais que culminaram no derrube de governos como no caso recente da Ucrânia, onde segundo George Soros disse à CNN os seus grupos tiveram um papel importante nos acontecimentos.

 

A DC Leaks já tinha publicado documentos onde George Soros mostra claramente a sua intenção em entregar o controlo da internet ás Nações Unidas para que essa instituição possa banir notícias com ponto de vista conservador e para que promova notícias patrocinadas por Soros.

 

Isso pode ser verificado no documento da Fundação Open Society publicado pela DC Leaks com o título "Estratégia Proposta para 2014"que descreve certos objectivos de 2014 a 2017 e onde se pode lêr também como ter mão no controlo/censurada da internet para seu próprio beneficio é outro dos objectivos da Open Society:

 

"Uma razão para esta falha pode ser que os principais grupos/movimentos de direitos digitais têm-se desenvolvido separadamente e a uma certa distancia dos grupos tradicionais de liberdade de expressão (embora isto esteja a começar a mudar). A Iniciativa de Justiça, trabalhando com outros programas da Fundação Open Society que financiam algumas das principais entidades em ambos os sub-grupos, está bem posicionada para ajudar a colmatar a falha e promover o uso e desenvolvimento de lei internacional da liberdade de expressão no ambiente da internet."

 

"Mas também está a revelar desafios não referenciados, incluindo falta de regulação de operadores privados capazes de decidir, sem os devidos processos de diligência, que informação é retirada da Internet e que informação permanece. Uma 'corrida ao fundo' resulta das agendas de governos não-democráticos que procuram impor a sua hostilidade sobre discurso livre no ambiente geral da internet. Procuramos assegurar que, de entre as normas emergentes em diferentes partes do mundo, aqueles que mais apoiam a Open Society ganhem influência."

 

A controvérsia das noticias falsas foi criada por Hilary Clinton (cuja campanha presidencial foi fortemente financiada por Soros) e pelo Partido Democrata durante as eleições presidenciais dos Estados Unidos quando inúmeras notícias revelaram emails do Partido Democrata e de alguns dos seus membros. Esses emails tinham sido publicados em primeira mão pela Wikileaks e provam vários crimes graves e expõem mentiras por parte de Hillary Clinton e membros do partido, incluindo o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

 

Subsequentemente Hillary Clinton, Barack Obama e o Partido Democrata acusaram a Rússia de estar por detrás do suposto roubo dos emails e basearam toda a sua acusação num relatório secreto escrito por agentes reformados da CIA cujas supostas provas nunca foram reveladas.

 

O antigo embaixador do Reino Unido para o Uzbequistão, Craig Murray, já veio a publico dizer que foi ele que em nome da Wikileaks obteve os emails do Partido Democrata num encontro cara-a-cara numa mata de Washington D.C.. Disse que quem lhe entregou os emails era um intermediário e que as pessoas que conseguiram os emails não são russas e tinham acesso legal aos emails.

 

Das supostas fontes de notícias falsas sob fogo dos governos norte-americano e europeu não consta nenhuma das muitas agências de notícias que durante meses, e até ao último dia, noticiaram que Hillary Clinton ia vencer as presidenciais, baseando-se em sondagens manipuladas em que o número de inquiridos apoiantes do partido de Hillary era superior ao número de apoiantes do partido de Trump.

 

Depois da invasão do Iraque por parte dos Estados Unidos ficámos a saber que o pretexto que lançou a invasão (que o Iraque possuía armas de destruição massiva e que estava a albergar a Al-Qaeda) era falso. Quase toda a comunicação social noticiou o pretexto como facto, mas quando esse facto foi provado ser mentira nenhuma entidade governamental tentou censurar ou classificar a maioria da comunicação social como fontes de notícias falsas.

 

Organizações independentes de notícias tentaram na altura alertar as populações sobre as mentiras dos governos e da comunicação social que permitiram a invasão do Iraque. Hoje muitas dessas organizações estão a ser classificadas como fontes de notícias falsas ou de teorias da conspiração.

 

Elas são também as organizações independentes de notícias que nos anos 90 nos alertavam, com base em provas concretas e testemunhas, que a NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA) andava a espiar a população mundial e que o grupo Bilderberg existia enquanto a comunicação os classificava de malucos das teorias da conspiração.

 

O que mudou de lá para cá nessas organizações independentes não foi a precisão das suas notícias mas sim a sua popularidade. E com essa popularidade aumentou também a sua eficácia na guerra de informação contra a comunicação social corporativa, os governos e instituições corruptas e os poderes por trás delas.

Descobertos votos fraudulentos nos EUA a favor de Hillary Clinton

Descobertos votos fraudulentos nos EUA a favor de

No dia 12 deste mês o director de eleições do estado de Michigan, Chris Thomas, disse ao Detroit News que a auditoria ás urnas de voto de Detroit revelou que 37% de todas as freguesias de Detroit registaram mais votos do que deviam ter registado (adesão superior a 100%) durante as eleições presidenciais. Nestas freguesias a vantagem foi esmagadora para Hillary Clinton, ou seja, os votos fraudulentos foram para Hillary Clinton.

 

Krista Haroutunian, a presidente do quadro de eleições do Condado Wayne, área onde a maioria das freguesias em questão se encontram, disse ao Detroit News que este grau de irregularidades "não é normal.".

Embaixador sírio: espiões europeus, americanos e árabes estão a apoiar terroristas em Alepo

Espiões europeus, americanos e árabes apanhados

 

No dia 19 deste mês o embaixador sírio para as Nações Unidas revelou em conferência de imprensa que, segundo os serviços de informação sírios, foram identificados nas áreas de Alepo ainda ocupadas por terroristas dezenas de agentes dos serviços de informação dos EUA, Arábia Saudita, França, Reino Unido, Turquia, Qatar e Israel. O embaixador disse que a intenção do governo sírio é capturar os espiões juntamente com os terroristas e expô-los.

 

O embaixador sírio disse também ter na sua posse imagens de vídeo que provam que 25 autocarros de ajuda humanitária e evacuação foram queimados por terroristas ligados à Al-Qaeda, os seus motoristas raptados e 3 deles assassinados. Um dos jornalistas questionou a veracidade das declarações do embaixador dizendo que pessoas, sem identificar quem, dizem que não foram os terroristas quem queimou os autocarros.

 

Todas estas informações reveladas pelo embaixador sírio estão a ser completamente ignoradas pela comunicação social portuguesa.

"Jornalista" Patrícia Martins Carvalho comete uma séria ofensa contra a humanidade.

Jornalista Patrícia Martins Carvalho comete uma s

 

No seu artigo para o "Notícias ao Minuto" com o título "O significado escondido na imagem de Putin no velório de embaixador russo", Patrícia Martins Carvalho condena os seus leitores à ignorância sobre uma das guerras mais importantes a ser travada hoje pela humanidade ao dizer que o assassino do embaixador russo fê-lo porque quis vingar a tragédia que se abateu sobre Alepo, na Síria.

 

No dia 19 deste mês o Embaixador russo na Turquia foi assassinado a tiro por um polícia turco no seguimento da vitória da Síria e Rússia em Alepo contra os terroristas islâmicos sunitas. Tal como a "jornalista" Patrícia Martins Carvalho agora, os meios de comunicação tentaram, e têm tentado, retratar o acto como se de uma vingança pelas pessoas inocentes que morreram se tratasse.

 

Os meios de comunicação social portugueses retrataram as palavras gritadas pelo assassino como um alerta para a situação em Alepo sem nunca elaborar, apenas referindo que foram gritadas as palavras "Alepo" e "vingança" e a frase "Não se esqueçam de Alepo" quando todas as frases gritadas pelo assassino, ou pelo menos algumas, podiam facilmente ter sido mencionadas de maneira a revelar o verdadeiro contexto da sua mensagem.

 

O assassino também gritou "Nós morremos em Alepo, vocês morrem aqui.". Vários tipos de pessoas morreram em Alepo, mas ao menos esta frase contextualiza um pouco melhor a mensagem do assassino.

 

Outra frase do assassino foi "Nós obedecemos à ordem de jihad". Este é um slogan do grupo terrorista islâmico sunita al-Nussra, que é basicamente a Al-Qaeda na Síria. Esta frase já nos mostra a quem o assassino se referia quando gritava "Nós morremos em Alepo, vocês morrem aqui.", ou por quem era a "vingança" pelas pessoas que morreram em "Alepo": os terroristas islâmicos sunitas.

 

Mas o assassino ainda foi mais longe no sentido de revelar os seus motivos e intenções quando gritou "Somos aqueles que juraram fidelidade a Maomé para fazer a jihad.". Esta frase diz-nos claramente que o assassino é um terrorista islâmico que matou, segundo ele, em nome do seu deus e por ordem do seu deus.

 

"Não se esqueçam de Alepo, não se esqueçam da Síria. A menos que as nossas cidades estejam seguras, vocês não estarão em segurança. Todos os envolvidos neste sofrimento irão pagar um preço.". Com estas frases ficamos a saber que o assassino queria passar-nos a mensagem de que se continuarmos a lutar contra o terrorismo islâmico sunita os terroristas islâmicos sunitas vão tentar matar-nos. O problema é que eles vão tentar matar-nos mesmo que não os tentemos matar a eles já que o objectivo do islamismo sunita extremista é a conquista e a eliminação dos infiéis (não islâmicos sunitas extremistas).

 

A comunicação social podia-nos ter mostrados estas frases, mas escolheu apenas referir as palavras "vingança" e "Alepo", criando a falsa percepção de que o assassino/terrorista islâmico seria apenas uma espécie de activista exaltado que como todos nós é contra as mortes de inocentes em Alepo, que por sua vez são constantemente atribuídas pela comunicação social à Rússia e Síria com base em informação falsa como a jornalista independente Eva Bartlett, que já visitou a Síria por 6 vezes desde 2014, explicou numa conferência de imprensa no dia 9 deste mês nas Nações Unidas e à qual apenas 7 jornalistas compareceram.

 

As seguintes são algumas das declarações da jornalista durante essa conferência de imprensa:

 

"Os terroristas que se declaram libertadores da Síria não querem que as pessoas fujam, têm mantido civis como reféns, e se estiverem a seguir relatos que não são da BBC e que não são do New York Times vão vêr inúmeros testemunhos de civis, dos 100 mil civis que foram libertados na última semana a dizerem graças a Deus ao exército sírio que nos libertou e que os terroristas nos estavam a privar de comida, estavam-nos a impedir de ter acesso a comido, tudo isto está documentado."

 

"(a Síria) desde 2012 tem sido habitada por diferentes facções terroristas, entre elas a al-Nussra (al Qaeda), entre elas o chamado Exército Sírio Livre, que cometeu os mesmos actos horrendos de terrorismos que a al-Nussra, que o Estado Islâmico, que o Ahrar al-Sham, que o Harakat Nour al-Din al-Zenki que decapitou uma criança palestiniana de 12 anos e que ainda é considerado moderado. Desde 2012 estas áreas de Alepo que recentemente foram libertadas, a sua ocupação por estas facções terroristas significou que a grande Alepo composta por mais de 1,5 milhões (de habitantes) tem sido objecto de capturas que lhes negam alimentação e medicamentos. Sofreram durante anos sem electricidade e água, e sofreram bombardeamentos diários destes terroristas com morteiros e barris de gás que são improvisados e feitos no local, de bombas de água quente que são ainda mais fortes e capazes de derrubar andares e até edifícios inteiros, de armas convencionais como mísseis GRAD (mísseis montados em veículos tipo tractor de camião) fornecidos pelo Ocidente, etc."

 

"Em Layramoun também vimos provas do chamado Exército Sírio Livre, que algumas pessoas dizem já não existir. A 16ª brigada estava activa lá, tinham uma célula subterrânea, 3 andares abaixo do solo, que estava perfeitamente intacta apesar dos bombardeamentos aéreos. E eu falo nisto porque as pessoa falam na destruição em Alepo como se a destruição física importasse. São as pessoas aquilo com que o governo sírio e o povo sírio se preocupam. E a destruição em áreas ocupadas por terroristas ocorre porque os terroristas se estão a barricar debaixo do solo, sobem ao solo, lançam as suas bombas contra populações civis e voltam para o sub-solo."

 

"Um dos mitos sobre Alepo, e a Síria em geral, tem sido que o governo sírio e o seu exército estão a privar a população de comida. De novo, refiro-me ao testemunho de pessoas, até pessoas com as quais me encontrei em Novembro. Encontrei-me com uma família de pessoas desalojadas de Al Hallak, que fica a norte de Bustan al Basha, ambas as áreas estão ocupadas por terroristas, nessa altura quando me encontrei com elas a 10 de Novembro ele disse-me que tinha fugido juntamente com outros 40 há cerca de 20 dias e que já tinham tentado anteriormente fugir por duas vezes mas que foram impedidos com violência de o fazer pelos terroristas que ocupavam essas áreas. Estes são os testemunhos que vêm de Alepo agora. Pessoas a dizerem tentámos fugir, eles não nos deixaram, dispararam contra nós. Também há vídeos que mostram pessoas que conseguiram fugir debaixo de fogo com o exército sírio a protegê-las das balas. Isto para dizer que o que temos ouvido na comunicação social das grandes corporações não pinta uma imagem precisa do que se tem passado em Alepo. A comunicação social das corporações está a dizer que o exército sírio está a atacar as pessoas e até hoje a comunicação social das corporações mantém esta posição, apesar de o exacto oposto ser a verdade."

 

A jornalista diz também que não só a comunicação social tem mentido sobre quem tem bombardeado hospitais, como se referiu a um exemplo específico em que o canal Fox News mostrou a imagem de um hospital que dizia ter sido destruído pela Rússia ou pela Síria quando o hospital na imagem nem sequer era o hospital a que se referiam na notícia, era um hospital numa localização completamente diferente e que tinha sido destruído em 2013 por um ataque por parte da Al-Nussra com um veículo-bomba.

 

Diz também que a maioria da informação que a comunicação social está a receber da Síria vem do Observatório Sírio dos Direitos Humanos e que esta instituição é apenas um homem em Coventry, Inglaterra. Este homem, um sírio chamado Rami Abdul Rahman, admitiu em 2015 ao canal RT que há 15 anos que já não vai à Síria e que apenas conhece alguns dos supostos activistas que lhe enviam a informação e apenas através de amigos em comum.

Hillary falha tentativa de sabotar sistema eleitoral e retratar Trump como agente russo

Hillary falha tentativa de sabotar sistema eleitor

 

65.844.610 para Hillary e 62.979.636 para Trump foi o resultado final do voto popular. A recontagem no Wisconsin, estado que normalmente é ganho pelo Partido Democrata (Hillary) mas que este ano foi ganho pelo Partido Republicano (Trump), atribuiu uma vitória ainda maior a Trump.

 

Recontagens em outros dois estados que normalmente vão para os Democratas mas que este ano foram para o Republicanos foram paradas, uma por ordem judicial e outra porque o pedido deu entrada para lá do tempo limite.

 

Depois da tentativa de alterar o vencedor das eleições através das recontagens e de um relatório secreto da CIA que acusa a Rússia sem provas de ter interferido nas as eleições para beneficiar Trump, mas mesmo até antes de tudo isto, foram muitos os americanos que defenderam que os "eleitores" (pessoas escolhidas por um certo partido para votarem pelo estado que representam no candidato escolhido pela maioria das pessoas desse estado) deviam votar na candidata Hillary Clinton por causa da discrepância do voto popular, e questionaram a própria validade democrática deste processo. Mas essas foram também as mesmas pessoas que não levantaram qualquer objecção contra o sistema de "eleitores" antes das eleições.

 

O resultado da pressão sobre os "eleitores" para votarem contra Trump e contra a vontade das pessoas do estado que representam, foi que 4 "eleitores" mudaram o seu voto de Hillary para outra pessoa que não os dois candidatos, 2 "eleitores" tentaram mas não lhes foi permitido votar contra Hillary, e 2 "eleitores" mudaram o seu voto de Trump para outra pessoa que não os dois candidatos.

 

As outras pessoas que angariaram votos foram Collin Powell (3), o verdadeiro vencedor das primárias do Partido Democrata Bernie Sanders (1), o candidato mais popular das primárias do Partido Republicano em 2012 Ron Paul (1) e Faith Spotted Eagle (1).

 

No final Trump angariou a maioria dos votos dos"eleitores", 304, e Hillary Clinton 227, sendo que 270 eram suficientes para garantir a vitória.

 

Desde que Trump foi eleito a 8 de Novembro, a bolsa de mercados dos EUA já ganhou mais de 1 trilião de dólares e continua a bater recordes, o dólar atingiu o seu valor mais alto dos últimos 14 anos, o nível de ameaça de guerra nuclear passou de médio para o mais baixo, e grandes empresas, fábricas e investidores já começaram a regressar aos EUA.

Comunicação social apanhada em operação de desinformação contra os portugueses

Comunicação social apanhada em operação de des

 

No dia 19 deste mês o Embaixador russo na Turquia foi assassinado a tiro por um polícia turco no seguimento da vitória da Síria e Rússia em Alepo contra os terroristas islâmicos sunitas. Os meios de comunicação social portugueses retrataram as palavras gritadas pelo assassino como um alerta para a situação em Alepo sem nunca elaborar, apenas referindo que foram gritadas as palavras "Alepo" e "vingança" e a frase "Não se esqueçam de Alepo" quando todas as frases gritadas pelo assassino, ou pelo menos algumas, podiam facilmente ter sido mencionadas de maneira a revelar o verdadeiro contexto da sua mensagem.

 

O assassino também gritou "Nós morremos em Alepo, vocês morrem aqui.". Vários tipos de pessoas morreram em Alepo, mas ao menos esta frase contextualiza um pouco melhor a mensagem do assassino.

 

Outra frase do assassino foi "Nós obedecemos à ordem de jihad". Este é um slogan do grupo terrorista islâmico sunita al-Nussra, que é basicamente a Al-Qaeda na Síria. Esta frase já nos mostra a quem o assassino se referia quando gritava "Nós morremos em Alepo, vocês morrem aqui.", ou por quem era a "vingança" pelas pessoas que morreram em "Alepo": os terroristas islâmicos sunitas.

 

Mas o assassino ainda foi mais longe no sentido de revelar os seus motivos e intenções quando gritou "Somos aqueles que juraram fidelidade a Maomé para fazer a jihad.". Esta frase diz-nos claramente que o assassino é um terrorista islâmico que matou, segundo ele, em nome do seu deus e por ordem do seu deus.

 

"Não se esqueçam de Alepo, não se esqueçam da Síria. A menos que as nossas cidades estejam seguras, vocês não estarão em segurança. Todos os envolvidos neste sofrimento irão pagar um preço.". Com estas frases ficamos a saber que o assassino queria passar-nos a mensagem de que se continuarmos a lutar contra o terrorismo islâmico sunita os terroristas islâmicos sunitas vão tentar matar-nos. O problema é que eles vão tentar matar-nos mesmo que não os tentemos matar a eles já que o objectivo do islamismo sunita extremista é a conquista e a eliminação dos infiéis (não islâmicos sunitas extremistas).

 

A comunicação social podia-nos ter mostrados estas frases, mas escolheu apenas referir as palavras "vingança" e "Alepo", criando a falsa percepção de que o assassino/terrorista islâmico seria apenas uma espécie de activista exaltado que como todos nós é contra as mortes de inocentes em Alepo, que por sua vez são constantemente atribuídas pela comunicação social à Rússia e Síria com base em informação falsa como a jornalista independente Eva Bartlett, que já visitou a Síria por 6 vezes desde 2014, explicou numa conferência de imprensa no dia 9 deste mês nas Nações Unidas e à qual apenas 7 jornalistas compareceram.

 

As seguintes são algumas das declarações da jornalista durante essa conferência de imprensa:

 

"Os terroristas que se declaram libertadores da Síria não querem que as pessoas fujam, têm mantido civis como reféns, e se estiverem a seguir relatos que não são da BBC e que não são do New York Times vão vêr inúmeros testemunhos de civis, dos 100 mil civis que foram libertados na última semana a dizerem graças a Deus ao exército sírio que nos libertou e que os terroristas nos estavam a privar de comida, estavam-nos a impedir de ter acesso a comido, tudo isto está documentado."

 

"(a Síria) desde 2012 tem sido habitada por diferentes facções terroristas, entre elas a al-Nussra (al Qaeda), entre elas o chamado Exército Sírio Livre, que cometeu os mesmos actos horrendos de terrorismos que a al-Nussra, que o Estado Islâmico, que o Ahrar al-Sham, que o Harakat Nour al-Din al-Zenki que decapitou uma criança palestiniana de 12 anos e que ainda é considerado moderado. Desde 2012 estas áreas de Alepo que recentemente foram libertadas, a sua ocupação por estas facções terroristas significou que a grande Alepo composta por mais de 1,5 milhões (de habitantes) tem sido objecto de capturas que lhes negam alimentação e medicamentos. Sofreram durante anos sem electricidade e água, e sofreram bombardeamentos diários destes terroristas com morteiros e barris de gás que são improvisados e feitos no local, de bombas de água quente que são ainda mais fortes e capazes de derrubar andares e até edifícios inteiros, de armas convencionais como mísseis GRAD (mísseis montados em veículos tipo tractor de camião) fornecidos pelo Ocidente, etc."

 

"Em Layramoun também vimos provas do chamado Exército Sírio Livre, que algumas pessoas dizem já não existir. A 16ª brigada estava activa lá, tinham uma célula subterrânea, 3 andares abaixo do solo, que estava perfeitamente intacta apesar dos bombardeamentos aéreos. E eu falo nisto porque as pessoa falam na destruição em Alepo como se a destruição física importasse. São as pessoas aquilo com que o governo sírio e o povo sírio se preocupam. E a destruição em áreas ocupadas por terroristas ocorre porque os terroristas se estão a barricar debaixo do solo, sobem ao solo, lançam as suas bombas contra populações civis e voltam para o sub-solo."

 

"Um dos mitos sobre Alepo, e a Síria em geral, tem sido que o governo sírio e o seu exército estão a privar a população de comida. De novo, refiro-me ao testemunho de pessoas, até pessoas com as quais me encontrei em Novembro. Encontrei-me com uma família de pessoas desalojadas de Al Hallak, que fica a norte de Bustan al Basha, ambas as áreas estão ocupadas por terroristas, nessa altura quando me encontrei com elas a 10 de Novembro ele disse-me que tinha fugido juntamente com outros 40 há cerca de 20 dias e que já tinham tentado anteriormente fugir por duas vezes mas que foram impedidos com violência de o fazer pelos terroristas que ocupavam essas áreas. Estes são os testemunhos que vêm de Alepo agora. Pessoas a dizerem tentámos fugir, eles não nos deixaram, dispararam contra nós. Também há vídeos que mostram pessoas que conseguiram fugir debaixo de fogo com o exército sírio a protegê-las das balas. Isto para dizer que o que temos ouvido na comunicação social das grandes corporações não pinta uma imagem precisa do que se tem passado em Alepo. A comunicação social das corporações está a dizer que o exército sírio está a atacar as pessoas e até hoje a comunicação social das corporações mantém esta posição, apesar de o exacto oposto ser a verdade."

 

A jornalista diz também que não só a comunicação social tem mentido sobre quem tem bombardeado hospitais, como se referiu a um exemplo específico em que o canal Fox News mostrou a imagem de um hospital que dizia ter sido destruído pela Rússia ou pela Síria quando o hospital na imagem nem sequer era o hospital a que se referiam na notícia, era um hospital numa localização completamente diferente e que tinha sido destruído em 2013 por um ataque por parte da Al-Nussra com um veículo-bomba.

 

Diz também que a maioria da informação que a comunicação social está a receber da Síria vem do Observatório Sírio dos Direitos Humanos e que esta instituição é apenas um homem em Coventry, Inglaterra. Este homem, um sírio chamado Rami Abdul Rahman, admitiu em 2015 ao canal RT que há 15 anos que já não vai à Síria e que apenas conhece alguns dos supostos activistas que lhe enviam a informação e apenas através de amigos em comum.

"Jornalista" José Fialho Gouveia e "especialista" Felipe Pathé Duarte querem-nos cegos

Jornalista Jose Fialho Gouveia e especialista Feli

 

No artigo de hoje do Diário de Notícias com o título "Portugal está no quadro mental de inimizades do Daesh", o "jornalista" José Fialho Gouveia entrevista o autor e "especialista" Felipe Pathé Duarte sobre o seu livro "O Jihadismo Global - Das Palavras aos Actos".

 

Durante todo o artigo são-nos atiradas mentiras e desinformação à cara como a de que os movimentos nacionalistas na Europa estão a ser iniciados por causa dos ataques terroristas islâmicos e não por todos os outros crimes como violações, agressões e roubos cometidos por migrantes, imigrante, refugiados e europeus islâmicos, ou pela centralização extrema de poder nas mãos de corpos não eleitos como a Comissão Europeia que não foi eleita por povo nenhum e no entanto cria e aprova a maioria das leis dos países da União Europeia.

 

O leitor leva também uma enorme cuspidela na cara ao ouvir a repetida desculpa, que já foi por inúmeras ocasiões provada falsa, de que os ataques terroristas islâmicos dentro da Europa são resultado da falta de troca de informação pelas agências de serviços de informação e não por um sistema de imigração, de asilo e de acolhimento de refugiados que já deu provas de não estar a resultar e o qual os governos da União Europeia se recusam a alterar em nome da "solidariedade" e dos "valores europeus" que nada mais têm sido do que um bode expiatório para nos forçar a aturar decisões de governação irresponsáveis e suicidas.

 

Somos também novamente, e como já é hábito por parte do "especialista" Felipe Pathé Duarte, aconselhados a aceitar estes actos terroristas islâmicos como normais e mantidos no escuro sobre as origens do extremismo islâmico e de quem o tem financiado e feito crescer. Talvez porque a resposta a isto é os serviços de informação britânicos MI6 instauraram a família real saudita no poder no início do século passado e têm desde então vindo a radicalizar o islão, bombeando dinheiro para madrasas extremistas (escolas usadas para ensinar crianças a odiar o ocidente e descensibilizá-las em relação ás armas, ao assassinato e guerra) e imans (líderes religiosos islâmicos) extremistas do qual resultou o Wahabiismo (movimento islâmico sunita extremista da Arábia Saudita) que se tornou na Al-Qaeda através do treino e financiamento da CIA, que se tornou no Estado Islâmico através do treino e financiamento da CIA, que juntamente com outros grupos islâmicos terroristas alinhados e com a mesma fonte de financiamento do Estado Islâmico, lança agora uma guerra contra o governo sírio e outros governos no médio oriente com o financiamento dos Estados Unidos, Reino Unido, França, Arábia Saudita, Qatar, Bahrain e outros países da Europa e médio oriente.

 

"Especialistas" como o Felipe Pathé Duarte que contribuem para nos manter ignorantes e desinformados são as únicas pessoas a quem a comunicação social dá uma plataforma para oferecer opiniões e análises, e é por isso que todos eles se repetem e saltam de canal para canal e jornal para jornal, e também porque são poucas as pessoas capazes de se vender e trair a humanidade por tão pouco ou mesmo por nada.

Pág. 1/5