Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Jornalista canadiana expõe mentiras da comunicação social sobre a guerra na Síria

Jornalista canadiana expõe mentiras da comunicaç

 

A jornalista independente Eva Bartlett deu uma conferência de imprensa no dia 9 deste mês nas Nações Unidas onde disse que a comunicação social nos está mentir sobre o que está a acontecer em Alepo e na Síria em geral. Apenas 7 jornalistas compareceram para a conferência de imprensa.

 

"Fui à Síria 6 vezes desde 2014, duas dessas vezes com delegações internacionais e quatro vezes independentemente com um visto que pedi, pelo qual paguei e pelo qual aguardei. As minhas viagens têm sido pagas por mim própria ou por angariações de fundos. Tenho ido a meu próprio risco, tenho tido a possibilidade de me movimentar livremente dentro do país para áreas ás quais desejo viajar."

 

A jornalista diz ter visitado várias das cidades em guerra, incluindo Alepo, onde já esteve por 4 vezes. Diz também que os acordos de cessar-fogo não resultam já que os grupos terroristas não obedecem a ninguém, nem mesmo os terroristas que são apoiados pelos Estados Unidos, e que nem os próprios Estados Unidos respeitam o cessar-fogo e estão a ajudar o Estado Islâmico:

 

"Não há nenhuma crença que qualquer dos grupos que, os Estados Unidos e os líderes do Ocidente que financiaram estes terroristas, não há nenhuma crença que eles sejam capazes de controlar os terroristas e fazê-los aderir ao cessar-fogo, e o povo de Alepo quer que Alepo seja completamente libertada (dos terroristas)."

 

"O último cessar-fogo em Setembro foi desde o início negado por 20 principais facções terroristas que declaram que não iam participar e desde o início violaram o cessar-fogo mais de 300 vezes durante o tempo do cessar-fogo, e enquanto os russos e os sírios (exército) aderiram ao cessar-fogo, não só estas facções de terroristas mas também a coligação dos Estados Unidos violaram o cessar-fogo atacando posições do exército sírio em Deir ez-Zor, matando pelo menos 83 soldados sírios num ataque prelongado que durou quase uma hora e que permitiu ao Estado Islâmico conquistar essa posição."

 

Sobre o Exército Sírio Livre, um dos "grupos militares rebeldes" apoiados pelos Estados Unidos que tentam derrubar o governo sírio, a jornalista teve isto a dizer:

 

"(a Síria) desde 2012 tem sido habitada por diferentes facções terroristas, entre elas a al-Nussra (al Qaeda), entre elas o chamado Exército Sírio Livre, que cometeu os mesmos actos horrendos de terrorismos que a al-Nussra, que o Estado Islâmico, que o Ahrar al-Sham, que o Harakat Nour al-Din al-Zenki que decapitou uma criança palestiniana de 12 anos e que ainda é considerado moderado. Desde 2012 estas áreas de Alepo que recentemente foram libertadas, a sua ocupação por estas facções terroristas significou que a grande Alepo composta por mais de 1,5 milhões (de habitantes) tem sido objecto de capturas que lhes negam alimentação e medicamentos. Sofreram durante anos sem electricidade e água, e sofreram bombardeamentos diários destes terroristas com morteiros e barris de gás que são improvisados e feitos no local, de bombas de água quente que são ainda mais fortes e capazes de derrubar andares e até edifícios inteiros, de armas convencionais como mísseis GRAD (mísseis montados em veículos tipo tractor de camião) fornecidos pelo Ocidente, etc."

 

"Os terroristas que se declaram libertadores da Síria não querem que as pessoas fujam, têm mantido civis como reféns, e se estiverem a seguir relatos que não são da BBC e que não são do New York Times vão vêr inúmeros testemunhos de civis, dos 100 mil civis que foram libertados na última semana a dizerem graças a Deus ao exército sírio que nos libertou e que os terroristas nos estavam a privar de comida, estavam-nos a impedir de ter acesso a comido, tudo isto está documentado."

 

"Um dos mitos sobre Alepo, e a Síria em geral, tem sido que o governo sírio e o seu exército estão a privar a população de comida. De novo, refiro-me ao testemunho de pessoas, até pessoas com as quais me encontrei em Novembro. Encontrei-me com uma família de pessoas desalojadas de Al Hallak, que fica a norte de Bustan al Basha, ambas as áreas estão ocupadas por terroristas, nessa altura quando me encontrei com elas a 10 de Novembro ele disse-me que tinha fugido juntamente com outros 40 há cerca de 20 dias e que já tinham tentado anteriormente fugir por duas vezes mas que foram impedidos com violência de o fazer pelos terroristas que ocupavam essas áreas. Estes são os testemunhos que vêm de Alepo agora. Pessoas a dizerem tentámos fugir, eles não nos deixaram, dispararam contra nós. Também há vídeos que mostram pessoas que conseguiram fugir debaixo de fogo com o exército sírio a protegê-las das balas. Isto para dizer que o que temos ouvido na comunicação social das grandes corporações não pinta uma imagem precisa do que se tem passado em Alepo. A comunicação social das corporações está a dizer que o exército sírio está a atacar as pessoas e até hoje a comunicação social das corporações mantém esta posição, apesar de o exacto oposto ser a verdade."

 

"Também está documentado que nas áreas ocupadas pelos terroristas, incluindo uma escola, estão a ser guardados químicos usados para fabricar armas químicas. Pode-se também ver botijas de gás utilizadas para fabricar bombas de gás. Quando estive em Layramoun vimos uma fábrica num dos edifícios que era usada para fabricar bombas de gás. Em Layramoun também vimos provas do chamado Exército Sírio Livre, que algumas pessoas dizem já não existir. A 16ª brigada estava activa lá, tinham uma célula subterrânea, 3 andares abaixo do solo, que estava perfeitamente intacta apesar dos bombardeamentos aéreos. E eu falo nisto porque as pessoa falam na destruição em Alepo como se a destruição física importasse. São as pessoas aquilo com que o governo sírio e o povo sírio se preocupam. E a destruição em áreas ocupadas por terroristas ocorre porque os terroristas se estão a barricar debaixo do solo, sobem ao solo, lançam as suas bombas contra populações civis e voltam para o sub-solo."

 

A jornalista diz também que não só a comunicação social tem mentido sobre quem tem bombardeado hospitais, como se referiu a um exemplo específico em que o canal Fox News mostrou a imagem de um hospital que dizia ter sido destruído pela Rússia ou pela Síria quando o hospital na imagem nem sequer era o hospital a que se referiam na notícia, era um hospital numa localização completamente diferente e que tinha sido destruído em 2013 por um ataque por parte da Al-Nussra com um veículo-bomba.

 

Diz também que a maioria da informação que a comunicação social está a receber da Síria vem do Observatório Sírio dos Direitos Humanos e que esta instituição é apenas um homem em Coventry, Inglaterra. Este homem, um sírio chamado Rami Abdul Rahman, admitiu em 2015 ao canal RT que há 15 anos que já não vai à Síria e que apenas conhece alguns dos supostos activistas que lhe enviam a informação e apenas através de amigos em comum.

 

Segundo a jornalista não existem organizações internacionais nas áreas de Alepo ocupadas pelos terroristas (zona este), e que os Capacetes Brancos, organização a que é atribuida credibilidade por parte da comunicação social e governos, são uma organização "fundada em 2013 por um antigo militar britânico, foram financiados com cerca de 100 milhões de dólares pelos EUA, Reino Unido, Europa e outros estados, dizem estar a resgatar civis em este de Alepo e em Idlib, no entanto ninguém em este de Alepo ouviu falar neles, e digo "ninguém" tendo em conta que 95% destas áreas em este de Alepo já foram libertadas. Os Capacetes Brancos dizem ser neutros, no entanto são encontrados armados no meio de cadáveres de soldados sírios, e imagens de vídeo deles contêm crianças que foram "recicladas" em relatórios diferentes."

Diário de Notícias e Patrícia Viegas tentam enganar os portugueses

Jornalista Patricia Viegas tenta enganar os portug

 

Ontem a "jornalista" do Diário de Notícias escreveu um artigo com o título "Trump nomeia dono de clube de hóquei para o exército". À primeira vista esta parece ser uma notícia cómica que cria a percepção de que Donald Trump é um incompetente. Mas depois a "jornalista" descreve o percurso da pessoa nomeada por Trump para secretário do exército.

 

Então descobrimos que, vindo de uma família humilde - o seu pai era um imigrante italiano e camionista em Nova Iorque - o nomeado Vincent Viola criou o seu próprio sucesso no mundo dos negócios criando uma empresa de comércio electrónico que está hoje avaliada, segundo a revista Forbes, em cerca de 1,7 mil milhões de euros. Isto depois de ter servido os EUA no exército onde chegou ao cargo de Major, e depois de ter fundado o Centro de Luta contra o Terrorismo a seguir ao 11 de Setembro. Entretanto Vincent Viola comprou um clube de hóquei no gelo como um investimento e por paixão pelo desporto.

 

Mas a "jornalista" Patrícia Viegas trata o facto de Viola ser um milionário como algo que o define ao referir-se a ele várias vezes como "o milionário", e referindo que "A lista de multimilionários nomeados para a futura Administração de Donald Trump continua a crescer.", e que "A nomeação de vários milionários para a equipa de Trump está a gerar alguma polémica.", e que "as escolhas do sucessor de Obama na Casa Branca já somavam uma riqueza da ordem dos 14 mil milhões de dólares (cerca de 13,3 mil milhões de euros).", sem nunca querer entrar em como essas pessoas conseguiram os seus milhões.

 

A "jornalista" Patrícia Viegas podia ter usado o título "Trump nomeia antigo Major e empresário de sucesso para o exército", mas escolheu o título "Trump nomeia dono de clube de hóquei para o exército", sabendo que a maioria das pessoas apenas lê os títulos das notícias e não lê os artigos.

China lança 2º maior ataque informático de sempre contra página de notícias pro-Trump

China lança 2º maior ataque informático de semp

 

O Governo chinês iniciou no dia 17 deste mês contra a organização de notícias Infowars aquilo a que os técnicos da CloudFare, que gerem a ciber-defesa das páginas de internet da Infowars, consideraram ser o segundo maior ataque informático de que há conhecimento, disse no dia 18 deste mês o fundador da página e jornalista Alex Jones durante o seu programa de rádio, televisão e internet "Alex Jones Show".

 

Segundo o que Alex Jones disse durante o programa, o ataque envolvia técnicas de ataque DDoS (sobrecarga de tráfego criada por computadores e dispositivos ligados à internet) e também inundações SYN (ataque sintético) de um tipo que nunca tinha antes sido visto pelos técnicos da CloudFare e que mereceu atenção por parte do FBI, a polícia federal dos Estados Unidos, país onde a Infowars está sedeada.

 

A Infowars é acusada por governos e pela comunicação social de ser uma organização de teorias da conspiração por ter a coragem e a informação privilegiada para noticiar sobre conspirações como foi o caso dos ataques do 11 de Setembro, no qual Alex Jones acusou membros da administração de George W. Bush e a família real Saudita de estarem envolvidos. Hoje sabemos através do testemunho do Secretário dos Transportes dos EUA perante o Congresso que o vice-presidente Dick Cheney impediu a intercepção dos aviões sequestrados, e através das 28 páginas do relatório do 11 de Setembro que a família real Saudita financiou e deu apoio logístico a pelo menos alguns dos sequestradores.

 

Alex Jones também já tinha informação suficiente em 1996 que lhe permitiu noticiar que a NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA) estava a captar e a gravar os emails e telecomunicações de toda a população mundial, o que se veio a confirmar com os documentos expostos pelo antigo analista da NSA, Edward Snowden.

 

O ataque informático foi dirigido especificamente à página que transmite o "Alex Jones Show" via internet e à página da loja da Infowars. A organização de notícias financia-se quase exclusivamente a partir da venda de produtos dessa loja, que tem o seu pico de vendas em Dezembro.

 

A Infowars teve um papel significante na eleição de Donald Trump e é critica do governo comunista chinês por desrespeitar e maltratar o seu próprio povo e por abusar da sua relação económica com os EUA.

 

O governo chinês tem nos últimos tempos pedido ao governo dos EUA para censurar páginas como a Infowars que são eficazes em expor como a humanidade está a ser abusada por governos corruptos, criminosos e expansionistas como os EUA e a China.

 

Segundo Alex Jones disse ontem durante o seu programa, a única entidade que sofreu um ataque informático maior e também por parte do governo chinês foi o presidente-eleito Donald Trump que tem várias páginas na internet.

 

O governo chinês foi um dos financiadores da campanha presidencial de Hillary Clinton e durante a campanha criticou e desrespeitou Donald Trump.

 

A China tem beneficiado de oferecer impostos mais baixos para empresas, tal como energia e mão de obra mais barata, para atrair fábricas e empresas dos EUA para a China. Para nivelar a relação comercial entre os dois países, Donald Trump quer baixar os impostos das empresas nos EUA e impor tarifas nos produtos importados da China que neste momento é aplicada nos produtos americanos que entram na China mas não é aplicada nos produtos chineses que entram nos EUA.

 

Governo comunista chinês prende e mata qualquer apoiante da verdade, compaixão e tolerância

Governo comunista chinês prende e mata qualquer a

 

Falun Gong, o movimento espiritual baseado em 3 princípios - verdade, compaixão e tolerância - teve origem na China e em 1998 10% da população chinesa já se tinha juntado a este movimento, incluindo pessoas de todas as classes sociais. Este movimento é também baseado numa prática de exercícios físicos que melhoram a saúde.

 

Em 1999 o ditador chinês Jiang Zeming baniu o Falun Gong. Desde então os apoiantes deste movimento têm sido presos pelo governo comunista chinês e os seus órgãos retirados dos seus corpos e vendidos.

 

De acordo com o Dr. Ethan Gutmann, um jornalista de investigação, David Matas, advogado dos direitos humanos internacionais, e David Kilgour, antigo Secretário de Estado para a Ásia no parlamento canadiano, entre 2001 e 2006 o governo comunista chinês começou a retirar órgãos aos prisioneiros chineses num total estimado de 60 mil casos.

 

De acordo com investigação estes 3 investigadores, centenas de milhares de praticantes de Falun Gong morreram até hoje como resultado desta extracção forçada de órgãos por parte do governo comunista chinês.

 

Toda a documentação sobre estes crimes contra a humanidade que estão a ser cometidos pelo governo comunista chinês contra o seu próprio povo, pode ser encontrada na página de internet StopOrganHarvesting.org tal como uma petição para entregar ás Nações Unidas pedindo acção contra estes crimes.

Kanye West terá pedido divórcio a Kim Kardashian por esta o ter mandado para hospital psiquiátrico à força

Kanye West terá pedido divórcio por Kim Kardashi

 

No dia 9 deste mês o Diário de Notícias escreveu um artigo com o mesmo título deste em que se podia lêr o seguinte:

 

"Kim Kardashian quer divorciar-se de Kanye West e está a preparar-se para pedir a guarda total das filhas, conforme uma amiga da socialite contou à US Weekly."

 

"Kanye foi internado no mês passado devido a um surto psicótico,"

 

"Kanye esteve internado no hospital psiquiátrico da Universidade da Califórnia de Los Angeles e apenas recebeu alta no dia 30 de novembro, após nove dias de tratamento."

 

Segundo fontes do jornalista Alex Jones da Infowars, Kanye West não teve nenhum "surto psicótico" mas foi sim preso e levado à força para um hospital psiquiátrico por ordem do seu empresário e de Kim Kardashian, entre outros.

 

Kanye West tinha andado ultimamente a fazer longos discursos a meio dos seus concertos, pedindo ás pessoas que dessem uma oportunidade ao presidente-eleito dos EUA, Donald Trump, e que não tratassem quem votou em Trump como um inimigo, apelando à união.

 

Relembrou também que a comunicação social e as redes sociais mentiram ao público dizendo que Hillary Clinton, e não Donald Trump, iria ganhar as eleições, e estabeleceu um paralelo entre este exemplo e a indústria da música em que, segundo ele, a rádio não toca a música que quer tocar porque é obrigada pela indústria da música a passar certos artistas em detrimento de outros, e que esse modelo vai levar ao colapso da rádio e da indústria da música tal como o modelo da comunicação social em mostrar sondagens manipuladas acabou com a pouca credibilidade que ainda restava à comunicação social e não evitou a derrota de Hillary Clinton.

 

Kanye disse também que estava a pôr não só a sua carreira mas também a sua própria vida em risco ao falar destas coisas, e que outros artistas têm medo de falar nestas coisas apesar de saberem que elas estão a acontecer.

 

Depois de ter sido libertado do hospital psiquiátrico, onde esteve preso 9 dias, Kanye terá, segundo fontes de Alex Jones, pedido o divórcio a Kim Kardashian.

 

Kanye já se encontrou com o presidente-eleito dos EUA Donald Trump.

Craig Murray e Seth Rich: dois casos que podem acabar com as ambições de Hillary Clinton e da CIA de culpar a Rússia pela sua derrota

Craig Murray e Seth Rich dois casos que podem acab

 

Em entrevista o Daily Mail no dia 14 deste mês, Craig Murray, antigo Embaixador do Reino Unido para o Uzbequistão, disse que em Setembro se deslocou a Wahington D.C., em nome da Wikileaks, onde se encontrou numa mata junto à Universidade American com um intermediário de empregados do Partido Democrata que queriam entregar à Wikileaks emails do Partido Democrata, aos quais tinham acesso, que mostravam corrupção dentro do partido e da Fundação Clinton.

 

Segundo o antigo Embaixador, a razão pela qual estas pessoas dentro do Partido Democrata quiseram entregar os emails à Wikileaks foi por sentirem nojo da corrupção dentro da Fundação Clinton, e também pelo Partido Democrata ter conspirado para roubar a vitória nas primárias a Bernie Sanders e tê-la entregue a Hillary Clinton. Um estudo da Universidade de Stanford já confirmou que foi Bernie Sanders quem venceu as eleições primárias do Partido Democrata e entretanto a chefe do Partido Democrata, Debbie Wasserman Schultz, tal como outros membros do topo do partido já se demitiram.

 

As seguintes são citações da entrevista de Craig Murray ao Daily Mail incluidas no seu artigo:

 

"Nenhuma dela (informação) veio dos russos,"

 

"A fonte tinha acesso legal à informação. Os documentos vieram de dentro, não de ataques informáticos."

 

As fontes que forneceram os emails foram motivadas pelo "nojo pela corrupção da Fundação Clinton e o desnivelar das regras das eleições primárias contra Bernie Sanders."

 

"Não percebo porque a CIA diria que a informação veio de ataques informáticos russos quando devem saber que isso não é verdade,"

 

"Independentemente de se a Rússia penetrou ou não informaticamente o Partido Democrata, os documentos da Wikileaks não são resultado disso."

 

Com base na conclusão retirada de um relatório secreto escrito por um grupo de agentes reformados da CIA que se recusa a apresentar provas que suportem as suas conclusões de que a Rússia penetrou informaticamente o Partido Democrata com a intenção de dar vantagem a Donald Trump sobre Hillary Clinton nas eleições presidenciais, vários elementos do Partido Democrata estão a pôr em causa a legitimidade das eleições, mesmo depois de tanto o FBI como o Gabinete do Director de Serviços de Informação Nacionais terem decidido não apoiar a conclusão do relatório secreto da CIA devido à falta de provas.

 

Segundo o que fontes anónimas terão contado ao Washington Post, o relatório acusa a Rússia de ser responsável por penetrar os emails do Partido Democrata e do Partido Republicano e de ter entregue à Wikileaks apenas os emails do Partido Democrata. Estes emails revelam vários crimes cometidos por Hillary Clinton, pela Fundação Clinton, pela campanha de Hillary Clinton, e por membros do Partido Democrata incluindo o Presidente Barack Obama.

 

Seth Rich, um empregado do Partido Democrata, foi assassinado em Washington D.C. a 10 de Julho deste ano, poucos dias antes de a Wikileaks começar a publicar os emails do Partido Democrata.

 

Seth Rich foi assassinado com quatro tiros nas costas e as autoridades responsáveis pela investigação sugeriram que o crime foi o resultado de um roubo que correu mal, apesar de os supostos assaltantes não terem levado nem a carteira nem o relógio nem o telemóvel de Seth Rich.

 

O seu corpo encontrava-se cheio de nódoas negras. Os envólucros das balas não foram encontradas no local. Agentes da polícia em patrulha que responderam rapidamente ao ouvir o som de disparos, encontraram Seth no chão de uma esquina perto da sua residência alvejado mas ainda vivo e a falar, segundo os agentes, e acabaria por morrer no hospital cerca de hora e meia depois.

 

Segundo o que empregados do bar Lou's City Bar contaram ao Daily Mail, Seth Rich esteve no bar na noite que morreu e saiu por volta da 1:45h, embriagado, e dizendo que ia para outro bar chamado Wonderland Ballroom a pé.

 

O Wonderland Ballroom fecha ás 2:30h e os seus empregados contaram ao Daily Mail que não se lembram de ter visto Seth no bar nessa noite. Não havia mais nada aberto na zona depois das 2:30h. Seth terá sido baleado perto da sua casa por volta das 4:19h. O percurso a pé do Wonderland Ballroom até à casa de Seth leva cerca de 30 minutos, o que significa que mesmo que Seth tivesse saído do Wonderland Ballroom à hora de fecho, 2:30h, ficaria a sobrar mais de uma hora em que não se sabe onde Seth esteve.

 

No dia 21 de Novembro os pais de Seth disseram numa conferência de imprensa que cerca de dois minutos antes de ter sido alvejado, Seth tinha estado a falar ao telemóvel com a sua namorada que disse ter ouvido vozes antes de Seth desligar.

 

A namorada de Seth Rich confirmou ao canal ABC 7 durante o programa "Crime Watch Daily" que tinha falado ao telemóvel com Seth naquela noite antes de ele ter sido alvejado. Também disse que Seth era o tipo de pessoa que segue as regras. Coisa que o Partido Democrata não fez ao entregar a nomeação de candidata presidencial a Hillary Clinton quando Bernie Sanders foi o verdadeiro vencedor das eleições primárias, como um estudo da Universidade de Stanford já confirmou

 

Os emails que Seth Rich supostamente terá feito chegar à Wikileaks, e aos quais ele tinha acesso, provam como o Partido Democrata e a campanha de Hillary Clinton conspiraram para roubar a nomeação a Bernie Sanders e entregá-la a Hillary.

 

Em entrevista ao canal holandês Nieuwsuur, Julian Assange, um dos co-fundadores da Wikileaks, não confirmou nem negou que Seth Rich fosse a fonte dos emails, mas ofereceu uma recompensa de 20 mil dólares a quem apresentasse informação que possibilitasse desvendar o mistério por trás da morte de Seth Rich.

Comunicação social volta a mentir sobre interferência russa nas eleições dos EUA

Comunicação social volta a mentir sobre interfer

 

A comunicação social está a noticiar que o FBI acha que a Rússia tentou intervir nas eleições a favor de Trump. Esta é mais uma notícia falsa numa série de notícias falsas sobre este assunto por parte da comunicação social em geral. A notícia, dada primeiro pela agência de notícias Associated Press e repetida pela comunicação social em geral, é de que o director da CIA, John Brennan, segundo uma fonte anónima, escreveu uma mensagem na sexta-feira para certos empregados da CIA onde se podia ler a seguinte passagem:

 

"No início da semana, encontrei-me separadamente com James Comey [Director] do FBI e o Director dos Serviços de Informação Nacionais Jim Clapper, e existe um consenso forte entre nós no que diz respeito ao alcance, natureza, e intenção da interferência russa nas nossas eleições presidenciais.".

 

No artigo da Associated Press não existe nenhuma declaração, ou sequer alegada declaração, por parte do FBI ou do Gabinete do Director dos Serviços de Informação Nacionais que apoie o relatório secreto da CIA que concluiu que a Rússia interferiu com as eleições presidenciais com a intenção de favorecer Donald Trump.

 

As únicas declarações oficiais, tanto do FBI como do Gabinete do Director dos Serviços de Informação Nacionais (na terça-feira), sobre a conclusão do relatório secreto da CIA são declarações de discordância devido à falta de provas concretas.

 

O relatório secreto da CIA, escrito por agentes reformados, supostamente alega que a Rússia foi responsável por penetrar os emails do Partido Democrata, entregá-los à página de internet Wikileaks, edessa maneira expôr os crimes cometidos por Hillary Clinton, membros da sua campanha e membros do Partido Democrata (incluindo o Presidente Barack Obama) para beneficio de Donald Trump nas eleições presidenciais.

 

 Craig Murray, antigo Embaixador do Reino Unido para o Uzbequistão, disse ao jornal Guardian no dia 11 deste mês que se encontrou com a pessoa que obteve os emails do Partido Democrata, que não é russo, que tinha acesso legal a eles e por isso não teve que penetrar o sistema:

 

"Eu encontrei-me com a pessoa que os obteve, e eles certamente não são russos e ele é alguém de dentro (do Partido Democrata ou do Governo)"

 

No entanto a declaração deste antigo Embaixador não só tem sido ignorada pela comunicação social como pela CIA e pelo Presidente dos EUA Barack Obama, que continua a acusar a Rússia de ter interferido nas eleições sem apresentar provas, e até poderá ter dito na sua conferência de imprensa de sexta-feira que nunca irá mostrá-las e assim provar que tais provas existem.

 

Estas foram as suas declarações relativamente ás provas em que o relatório secreto da CIA se baseia:

 

"Nós iremos revelar as provas que podermos revelar de maneira segura que não comprometa fontes e métodos,”

“mas vou ser honesto convosco, quando se fala em ciber-segurança, muita desta (informação) é confidencial.”

FBI diz que CIA mentiu sobre provas de envolvimento russo nas eleições

FBI diz que CIA mentiu sobre provas de envolviment

 

Um grupo dentro da CIA acusou a Rússia de influenciar as eleições presidenciais dos EUA recorrendo a ataques informáticos ao Partido Republicano e ao Partido Democrata, e que entregou emails à Wikileaks para publicar os "podres" de Hillary Clinton, da sua campanha e do Partido Democrata com a intenção de eleger Donald Trump.

 

Há 5 dias atrás o FBI disse que as provas a partir das quais a CIA retirou a conclusão de que a Rússia tentou influenciar as eleições não são suficientes.

 

Craig Murray, antigo Embaixador do Reino Unido para o Uzebequistão, disse ao jornal Guardian no dia 11 deste mês que se encontrou com a pessoa que obteve os emails do Partido Democrata, que não é russo, que tinha acesso legal a eles e por isso não teve que penetrar o sistema:

 

"Eu encontrei-me com a pessoa que os obteve, e eles certamente não são russos e ele é alguém de dentro (do Partido Democrata ou do Governo)"

Sistema eleitoral dos EUA atacado informaticamente pelo Departamento de Segurança Interna dos EUA

Sistema eleitoral dos EUA atacado informaticamente

 

O Gabinete do Departamento de Estado da Georgia nos EUA, que gere as eleições no estado da Georgia, confirmou que durante 2016 o seu sistema eleitoral sofreu 10 ataques informáticos, todos eles com origem no Departamento de Segurança Interna, uma agência federal criada depois do 11 de Setembro.

 

O Secretário de Estado da Georgia, Brian Kemp, disse no dia 15 deste mês em entrevista à WSB-TV 2 que contactou o Departamento de Segurança Interna e que já lhe contaram duas histórias diferentes sobre o que se terá sucedido.

 

Os 10 ataques aconteceram em dias em que se realizaram eleições, registos para eleições, ou nos dias imediatamente antes ou depois dos dias de eleições.

 

Esta revelação não está a receber atenção nenhuma por parte da comunicação social numa altura em que a Rússia está a ser acusada pelo Presidente do Estados Unidos, por um grupo dentro da CIA, pelo Partido Democrata e pela comunicação social em geral de todos e quaisquer ataques informáticos que qualquer sistema eleitoral ou instituição americana tenha sofrido nos últimos meses, e está a ser acusada de o ter feito para beneficiar Donald Trump nas eleições presidenciais.

 

Tanto o FBI como o Director dos Serviços de Informação Nacionais já disseram que tais acusações não têm base em provas concretas. O grupo dentro da CIA que escreveu o relatório secreto, que supostamente devia conter provas em como a Rússia interferiu nas eleições para beneficiar Trump, ainda não apresentou publicamente tais provas.

Chefe dos Serviços de Informação dos EUA não apoia a conclusão da CIA sobre ataques informáticos russos

Chefe dos Serviços de Informação dos EUA recusa

 

Existe um relatório secreto escrito por agentes reformados da CIA que acusa a Rússia de ter interferido nas eleições presidenciais dos EUA com a intenção de dar a vitória a Donald Trump sobre Hillary Clinton, mas tal como o relatório, as provas nas quais a conclusão se baseia ainda são secretas e podem até não existir.

 

De acordo com a agência de notícias Reuters, o Gabinete do Director de Serviços de Informação Nacionais dos EUA recusou-se a apoiar a conclusão do relatório secreto “devido à falta de provas conclusivas” que a Rússia tentou dar vantagem nas eleições a Trump sobre Hillary Clinton.

 

A conclusão da CIA foi um “julgamento baseado no facto de que entidades russas penetraram informaticamente ambos Democratas e Republicanos e apenas a informação dos Democratas foi publicada,” disse no dia 12 deste mês à Reuters um oficial do Gabinete do Director de Serviços de Informação Nacionais.

 

O Gabinete do Director dos Serviços de Informação Nacionais, liderado por James Clapper, foi criado depois dos ataques do 11 de Setembro sob recomendação da comissão que investigou os ataques. A comissão, que identificou falhas graves por parte dos serviços de informação, recomendou a criação do gabinete para coordenar as várias agências de serviços de informação dos EUA.