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Chave Mestra

Chave Mestra

Carta dos agentes de imigração, alfândega e fronteira a Donald Trump mostra que tinham as mãos atadas

Carta dos agentes de imigração, alfândega e fro

 "Como representantes dos oficiais e agentes das Linhas da Frente da nação responsáveis por implementar as nossas leis e proteger as nossas fronteiras, apoiamos e apreciamos inteiramente a rápida e decisiva acção do Presidente Trump para manter o povo Americano seguro e permitir que os agentes da lei possam fazer o seu trabalho. Aplaudimos as três ordens executivas que foram emitidas até à data, e estamos confiantes que vão tornar a América mais segura e próspera. A moral entre os nossos agentes e oficiais aumentou exponencialmente desde que as ordens foram dadas. Os homens e mulheres da ICE (Polícia de Alfândega e Imigração) e da Guarda Fronteiriça irão trabalhar incansavelmente para manter criminosos, terroristas, e ameaças à segurança pública vindas de fora deste país, que permanece o alvo número um no mundo - e as acções do Presidente Trump agora dão-nos o poder para realizar esta missão de salvar vidas, e irá de facto salvar milhares de vidas e milhares de milhões de dólares."

Cidades americanas tiram dinheiro aos cidadãos para impedir deportação de imigrantes ilegais e criminosos

Cidades americanas tiram dinheiro aos cidadãos pa

 

O governo mexicano já tinha disponibilizado dezenas de milhões de dólares para impedir que os seus imigrantes ilegais nos EUA fossem deportados. Agora são cidades americanas que estão a tirar dezenas de milhões do bolso dos americanos para pagar as contas judiciais de imigrantes ilegais numa tentativa de impedir que sejam deportados.

 

Da lista dessas cidades fazem parte Los Angeles, Washington D.C., Chicago e outras cidades consideradas "cidades santuário" que se recusam a deportar emigrantes ilegais há anos, mesmo aqueles que cometem crimes nos EUA, ao mesmo tempo que lhes garantem subsídios.

 

Todos os anos milhares de americanos são mortos, violados, agredidos e assaltados por imigrantes ilegais, muitos deles com cadastro criminal e um historial de deportação.

 

Na fotografia acima, imigrantes ilegais erguem cartazes a pedir cartas de condução para imigrantes ilegais. Em 2015 mais de 7500 americanos morreram atropelados por imigrantes ilegais, que em maior parte dos casos não são apreendidos pela polícia quando se envolvem em acidentes rodoviários.

Donald Trump proibe lobbying/corrupção legalizada aos membros do seu governo

Donald Trump proibe lobbying corrupção legalizad

 

Lobbying é o acesso privilegiado de entidades públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, a membros de um governo e aos representantes do povo para que possam influenciar as suas decisões e as leis que escrevem e passam. É em quase todas as métricas corrupção legalizada, é em grande parte realizada por antigos governantes, e é prática em todos os países "democráticos".

 

Mas para os membros do governo dos EUA esta prática é a partir de agora proibida graças a Donald Trump, e aos americanos que o elegeram, depois de o presidente ter assinado no dia 29 uma ordem executiva que proíbe qualquer membro do governo envolver-se em lobbies durante um periodo de 5 anos após cessar funções, e permanentemente para lobbies em nome de entidades estrangeiras.

 

A comunicação social está a ignorar completamente esta notícia.

Obama não foi criticado como Trump quando implementou a mesma restricção temporária de vistos para países de risco em termos de terrorismo islâmico

Obama não foi criticado como Trump quando impleme

 

Donald Trump está a implementar uma medida que já tinha sido anteriormente aplicada por Barack Obama, mas na altura nem a comunicação social criticou a medida nem se viram protestos nas ruas e nos aeroportos. O mesmo também não aconteceu quando Obama recentemente decretou que os EUA já não iriam receber mais refugiados cubanos.

 

Enquanto presidente dos EUA, Barack Obama impediu a entrada de refugiados iraquianos nos EUA por 6 meses, e mais tarde acrescentou à lista outros 6 países, os mesmos que compõem a lista total de 7 países aos quais Donald Trump impôs uma restricção temporária de acesso aos EUA que irá durar 90 dias.

 

Os 7 países foram considerados pela administração de Obama, e agora também pela de Trump, como países de alto risco em termos de terrorismo islâmico. À excepção do Irão, a lista é composta por países que os EUA bombardearam recentemente e onde se sabe que existe uma presença forte de grupos terroristas islâmicos. Cidadãos desses países têm consistentemente estado entre a vaga de assassinatos, violações e crimes violentos que têm varrido a europa e que têm sido encobertos pela comunicação social, polícias e partidos políticos.

 

Durante os próximos 90 dias, a administração de Donald Trump quer trabalhar para pôr em prática um sistema que possa verificar com eficácia quem são as pessoas desses países de risco que querem entrar nos EUA, o que não tem acontecido até agora. Ao mesmo tempo o governo americano vai tentar recolher informação sobre as pessoas desses 7 países que estão a tentar entrar nos EUA neste momento, para que aquelas que não apresentam risco possam entrar em breve.

 

Existem 46 países predominantemente islâmicos no mundo e estas restricções estão a afectar apenas 7, o que é longe de uma proibição a países muçulmanos como a comunicação social, as elites políticas e os manifestantes profissionais têm repetido incansavelmente.

Lusa volta a mentir aos portugueses sobre Donald Trump

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No seu artigo de dia 28 "Trump assina decreto para impedir entrada no país de "terroristas islâmicos radicais"", a Lusa e as outras agências que publicaram o seu artigo voltaram a mentir-nos em relação a Donald Trump, dizendo que os refugiados sírios serão permanentemente proibidos de entrar nos Estados Unidos, quando a proibição é temporária.

 

Para além da paragem temporária do acolhimento de refugiados até que um novo sistema de verificação de estrangeiros esteja pronto, a administração de Donald Trump vai também suspender a entrada de pessoas com 7 nacionalidades diferente, com algumas excepções.

 

Donald Trump está a implementar uma medida que já tinha sido anteriormente aplicada por Barack Obama, mas na altura nem a comunicação social criticou a medida nem se viram protestos nas ruas e nos aeroportos. O mesmo também não aconteceu quando Obama recentemente decretou que os EUA já não iriam receber mais refugiados cubanos.

 

Enquanto presidente dos EUA, Barack Obama impediu a entrada de refugiados iraquianos nos EUA por 6 meses, e mais tarde acrescentou à lista outros 6 países, os mesmos que compõem a lista total de 7 países aos quais Donald Trump impôs uma restricção temporária de acesso aos EUA que irá durar 90 dias.

 

Os 7 países foram considerados pela administração de Obama, e agora também pela de Trump, como países de alto risco em termos de terrorismo islâmico. À excepção do Irão, a lista é composta por países que os EUA bombardearam recentemente e onde se sabe que existe uma presença forte de grupos terroristas islâmicos. Cidadãos desses países têm consistentemente estado entre a vaga de assassinatos, violações e crimes violentos que têm varrido a europa e que têm sido encobertos pela comunicação social, polícias e partidos políticos.

 

Durante os próximos 90 dias, a administração de Donald Trump quer trabalhar para pôr em prática um sistema que possa verificar com eficácia quem são as pessoas desses países de risco que querem entrar nos EUA, o que não tem acontecido até agora. Ao mesmo tempo o governo americano vai tentar recolher informação sobre as pessoas desses 7 países que estão a tentar entrar nos EUA neste momento, para que aquelas que não apresentam risco possam entrar em breve.

 

Existem 46 países predominantemente islâmicos no mundo e estas restricções estão a afectar apenas 7, o que é longe de uma proibição a países muçulmanos como a comunicação social, as elites políticas e os manifestantes profissionais têm repetido incansavelmente.

Lusa prova que faz parte da operação corporativa anti-Trump de mentiras e desinformação

Lusa prova que faz parte da operação corporativa

 

No seu artigo de hoje sobre a entrevista do chefe-estratega de Trump, Steve Bannon, ao New York Times, a Lusa atinge-nos com mentiras e desinformação durante quase todo o artigo, começando pelo título.

 

A Lusa pega na declaração de Bannon "A imprensa deve ser prejudicada e humilhada, deve calar-se e escutar por um instante", devido ás constantes mentiras e desinformação, e cria o título com um significado muito diferente "Assessor de Trump manda calar a imprensa por ser o "partido da oposição"", numa clara tentativa de manipular a percepção que o público tem de Steve Bannon.

 

A razão para Bannon chamar à comunicação social o "partido da oposição" é evidente para qualquer pessoa que tenha consultado os emails do Partido Democrata publicados pela Wikileaks e que a Lusa e a restante comunicação social corporativa se recusaram a noticiar. Nos emails é possível verificar como o Parido Democrata trabalhou secretamente com a campanha de Hillary Clinton, e ambos trabalharam secretamente com a comunicação social, com o objectivo de derrotar Bernie Sanders nas primárias e Donald Trump nas presidenciais. As revelações resultaram até na demissão das últimas duas chefes do Partido Democrata Debbie Wasserman-Schultz e Donna Brazile.

 

"disse Bannon ao The New York Times, jornal que foi duramente criticado por Donald Trump."

 

A Lusa não diz agora, nem disse na altura, que o New York Times publicou várias notícias falsas para manchar a imagem de Trump e ajudar Hillary Clinton nas presidenciais, e continua a publicá-las agora para manchar a sua imagem e tentar criar um apoio popular para o retirar do poder. Entre as maiores mentiras encontra-se a que Hillary Clinton ia vencer as presidenciais, que a CIA está contra Trump, que Trump é um agente russo, e que Trump removeu o busto de um activista preto do seu escritório da Casa Branca assim que foi eleito.

 

"Steve Bannon acusou também a imprensa de ter sido ativista da campanha de Hillary Clinton,"

 

A Lusa não reportou durante as presidenciais, e continua a não reportar agora, que os emails publicados pela Wikileaks comprovam que a comunicação social colidiu com a campanha de Hillary Clinton para derrotar Trump, o que resultou na demissão da chefe do Partido Democrata Donna Brazile que trabalhou para a CNN e deu em avançado à campanha de Hillary perguntas de um debate durante as primárias, e até mentiu publicamente que não o tinha feito.

 

"Os comentários de Steve Bannon aumentam a campanha da Casa Branca para desacreditar a imprensa e ocorrem depois de Donald Trump ter afirmado no sábado que os jornalistas estavam entre as "pessoas mais desonestas do mundo"."

 

Foi a comunicação social que começou a campanha para desacreditar Trump e foi a comunicação social que se desacreditou a ela própria com essa mesma campanha iniciada quando Trump começou a ganhar apoio popular durante as primárias.

 

A Lusa também não clarifica aqui que Trump acusou a comunicação social de estar entre as "pessoas mais desonestas do mundo" porque a comunicação social tinha acabado de falsamente acusá-lo de ter removido o busto de um activista preto do seu escritório da Casa Branca assim que foi eleito.

 

"Questionado sobre a credibilidade do porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, depois de ter feito uma conferência de imprensa em que insistiu em informações falsas, Steve Bannon disse: "Achamos que é um distintivo de honra"."

 

A Lusa fala em informações falsas dadas pelo porta-voz da Casa Branca mas não diz quais são essas informações falsas nem apresenta provas sobre a falsidade de qualquer informação. A Lusa apenas tenta ditar-nos a realidade sabendo que a maioria de nós não vai verificar aquilo que lê na comunicação social.

 

Apesar da recente humilhação que a comunicação social acabou de passar devido ás sondagens que davam como certa a vitória de Hillary Clinton nas presidenciais estarem completamente erradas (porque foram manipuladas para esse efeito), a comunicação social continua a fazer a mesma coisa mas agora com sondagens sobre a popularidade de Trump, que tal como as sondagens durante as presidenciais, foram feitas a partir de amostras que contêm mais apoiantes do partido de Hillary Clinton, o Partido Democrata, do que do partido de Trump, o Partido Republicano. Obviamente o resultado de tais sondagens dá fraca popularidade a Trump.

 

A comunicação social está agora também falsamente a acusar Trump de estar a mentir e tentar desacreditar a comunicação social quando é a comunicação social que tem feito isso a Trump. Dessa medida a comunicação social está adoptar a mesma estratégia que Hillary Clinton e o Partido Democrata usaram contra Trump durante as presidenciais, ao acusarem-no de ser um agente russo quando foi Hillary quem vendeu 20% do urânio dos EUA ao governo russo e recebeu dinheiro para a sua campanha presidencial de países como a China e a Arábia Saudita, o que é ilegal, e ao acusarem os apoiantes de Trump de serem violentos, quando os emails publicados pela Wikileaks e os vídeos de câmara oculta da Project Veritas Action mostram que a campanha de Hillary, e o seu partido, pagaram a pessoas para que estas se disfarçarem de apoiantes de Bernie Sanders e fossem provocar confrontos físicos com apoiantes de Trump.

 

Estas são apenas duas entre muitas outras acusações falsas feitas contra Trump de que Hillary Clinton e o seu marido são comprovadamente culpados.

A agressão do México contra os EUA que a comunicação social encobre

A agressão do México contra os EUA que a comunic

80% das exportações do México são para os EUA. O México tem lucrado entre 60 e 75 mil milhões por ano em trocas comerciais com os EUA enquanto os EUA têm tido um prejuízo do mesmo valor. Todos os anos, dezenas de milhares de cidadãos americanos são assassinados, violados, agredidos e assaltados por imigrantes ilegais mexicanos e outros que atravessam ilegalmente a fronteira dos EUA com o México, onde neste momento se encontram instalados grupos terroristas islâmicos que já se aliaram aos cartéis da droga como prova a notícia da Judicial Watch sobre o tiroteio em Nuevo Laredo, sem que o governo mexicano tivesse tomado qualquer medida de relevância para impedir tal situação.

 

O fluxo de imigrantes ilegais do México para os EUA é controlado pelos cartéis da droga junto à fronteira que cobram cerca de 5 mil dólares por pessoa para permitir a passagem, e que matam quem não tem dinheiro para pagar.

 

Mas o presidente do México não só não impede estes crimes e ameaças na fronteira como é incapaz de desembolsar entre 8 e 20 mil milhões de dólares (uma pequena fracção do prejuízo que já causou aos EUA) para construir um muro na fronteira que certo modo compensaria o povo americano pelos enormes problemas e danos que lhe tem causado, ao mesmo tempo que iria resolver parte do problema da imigração ilegal, e os problemas ligados aos cartéis da droga e da ameaça do terrorismo islâmico na fronteira.

 

O presidente do México em vez de assumir responsabilidade pelos seus actos e proteger os seus cidadãos no seu país, prefere enviar dezenas de milhões de dólares para os consulados mexicanos nos EUA para que estes façam todos os possíveis para conseguir que os imigrantes ilegais mexicanos continuem nos EUA, e continuem a receber subsídios pagos pelo povo americano.

 

Nada disto é referenciado pela comunicação social.

 

Enquanto o governo mexicano fala em construir pontes e não muros, o povo americano já deu ao México durante o mandato de Obama dezenas de milhões de dólares para a construção de uma vedação na fronteira sul do México.

 

Enquanto o governo mexicano fala em defender a sua dignidade ao não querer pagar o muro, milhares de imigrantes morrem pelas mãos dos cartéis mexicanos, dezenas de milhares de americanos morrem pelas mãos de imigrantes ilegais que recebem subsídios pagos por esses mesmos americanos, e o povo americano tem, para além do prejuízo incalculável dos subsídios pagos a imigrantes ilegais, um prejuízo de entre 60 e 75 mil milhões de dólares por ano em trocas comerciais para juntar à sua dívida total de 20 biliões de dólares, que é impagável.

A elaborada operação anti-Trump durante a inauguração de que não é suposto sabermos

A elaborada operação anti-Trump durante inaugura

 

A comunicação social já criou a percepção de que Donald Trump é racista, xenófobo, anti-gay, anti-mulher, violador, descontrolado, ignorante e um agente russo. Durante a inauguração a intenção era criar a percepção de que não tem apoio popular, apesar de ter sido eleito presidente dos EUA há 3 meses, apesar de ter recebido o maior número de votos da história das primárias do Partido Republicano, e apesar de a votação popular ter sido cancelada durante as primárias em alguns estados como o do Colorado.


Para criar a percepção de falta de apoio popular era preciso que a área entre o Capitólio e o Monumento de Washington não enchesse, para que depois a fotografia da inauguração de Trump pudesse ser comparada com a de Obama, que teve uma plateia recorde de cerca de 1,8 milhões em 2009.


Esperar que os apoiantes de Trump não aparecessem em peso não era uma opção, por isso pela primeira vez foram erguidas vedações à volta do recinto e criados pontos de segurança que serviram como os únicos acessos ao recinto da inauguração. Estas infra-estruturas foram criadas sob o pretexto de impedir que grupos anti-Trump pudessem criar distúrbios no meio da multidão de apoiantes de Trump no recinto da inauguração. Mas o verdadeiro motivo acabou por se revelar outro no dia da inauguração.


Milhares de protestantes, pagos e não pagos, juntaram-se a grupos anti-Trump financiados pelo bilionário e admitido colaborador Nazi George Soros (entrevista ao 60 Minutos) para bloquear o acesso aos pontos de segurança. Estes actos foram apenas filmados por jornalistas independentes no local, já que a comunicação social corporativa se recusou a documentar tanto os bloqueios como as agressões cometidas por estes grupos anti-Trump.

 

 


Os planos para bloquear os acessos e agredir apoiantes de Trump já tinham sido expostos dias antes da inauguração por jornalistas independentes, como os jornalistas do Project Veritas Action, que infiltraram os grupos anti-Trump e filmaram com câmaras ocultas os seus planos e as suas ordens.

 

 


Mesmo tendo acesso a esta informação, a polícia foi incapaz de impedir que os grupos anti-Trump levassem a cabo os seus planos. A razão dessa incapacidade tornou-se evidente no dia da inauguração, quando os grupos anti-Trump foram permitidos pelas forças policiais presentes bloquear os acessos aos pontos de segurança e até agredir mulheres, como contou uma das vítimas, Melinda Price, à agência de notícias no local Infowars.

 

 


Segundo Melinda Price, ao reclamar com um polícia por não ter sido protegida quando estava a ser agredida e impedida de passar o ponto de segurança pelo grupo anti-Trump Vidas Pretas Importam (Black Lives Matter), o polícia disse-lhe que as forças policiais tinham recebido ordens para não interferir com os grupos anti-Trump.


O resultado foi que muitos milhares de pessoas não conseguiram entrar no recinto a tempo de assistir à inauguração e parte do recinto, a área mais próxima do Monumento de Washington, simplesmente não foi preenchida. Mesmo com todos os obstáculos criados aos apoiantes de Donald Trump, a comunicação social escolheu utilizar uma fotografia tirada ás 11:15, uma hora antes do discurso de Donald Trump, tentando apanhar o recinto o menos composto possível, sabendo que milhares de pessoas esperavam para entrar, e continuaram a entrar, até bem para lá das 12:30, altura em que Trump terminou o seu discurso.

 

 


Apesar de muitos milhares terem desistido de esperar nas longas filas estagnadas e terem-se dirigido para a área por trás do Monumento de Washington, e até para a ponta oposta ao Capitólio, para assistirem à inauguração pelos monitores gigantes, a comunicação social nunca mostrou imagens dessas áreas e comparou a multidão de Obama com a de Trump mostrando apenas o recinto entre o Capitólio e o Monumento de Washington. Essa comparação de fotografias foi depois utilizada pela comunicação social para criar a percepção de que Donald Trump não tem o apoio popular.

 

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Diário de Notícias alia-se a regime opressivo chinês contra EUA e Donald Trump

Diário de Notícias alia-se a regime opressivo ch

 

""Num mundo marcado por grandes incertezas e pela volatilidade, esse mundo lança o olhar para a China", declarou Klaus Schwab, o fundador do Fórum Económico Mundial de Davos, ao apresentar o presidente Xi Jinping,"

 

Isto é o que se pode lêr no artigo do dia 18 para o Diário de Notícias escrito pelo "jornalista" Abel Coelho de Morais "China avisa que ninguém vencerá guerra comercial". O enaltecer do líder do governo não-eleito opressivo chinês por parte do "jornalista" Abel Coelho de Morais recorrendo a declarações de terceiros é claro:

 

"o antigo chefe de governo sueco Carl Bildt escreveu no Twitter: "Há um vazio na liderança económica global e Xi Jinping pretende preencher esse vazio. E está ter algum sucesso". Para o presidente do Banco Europeu de Investimento, Werner Hoyer, as palavras de Xi foram "notáveis"; um discurso "diferente do habitual", disse à Reuters Ian Bremmer, que dirige a consultora de risco Eurasia Group."

 

Mas o "jornalista" Abel Coelho de Morais não se fica por aqui na sua tentativa de enaltecer o líder de um governo não-eleito que oprime, escravatiza e mata o seu próprio povo para vender os seus órgãos ou simplesmente para o silenciar:

 

"Sem nunca o citar pelo nome, Xi dirigiu uma série de críticas ao presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. "Ninguém sairá vencedor de uma guerra comercial", afirmou para definir a seguir os perigos do protecionismo: as pessoas "fecham-se a si próprias num quarto escuro" à espera de protegerem-se dos perigos. O vento e a chuva ficam lá fora, mas também a luz e o oxigénio". E, à maneira de um pedagogo explicou que "é verdade que a globalização económica criou novos problemas, mas isto não justifica, de modo algum, pôr de parte a globalização económica". Palavras com destinatário óbvio: Donald Trump."

 

Tal como o governo opressivo chinês, Abel Coelho de Morais usa a plataforma da comunicação social para manter o público ignorante ao mesmo tempo que promove as posições e a retórica de um governo opressivo, criminoso e assassino. E fá-lo descaradamente:

 

"O dirigente chinês, que falava perante uma plateia onde, além de sua mulher, Peng Liyuan, estava o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, recorreu às palavras usadas por Abraham Lincoln no célebre discurso de Gettysburg para defender o direito de todos ao desenvolvimento, que "não pode ser visto como propriedade de um só país" - "o desenvolvimento é do povo, pelo povo e para o povo", disse. Recorrendo a metáforas capitalistas e provérbios chineses, Xi apresentou a China como um modelo de país "totalmente aberto" ao comércio livre. "Sabemos demasiadamente bem que não há almoços grátis no mundo e que as tartes não caem do céu". Em 2016, segundo o FMI, a China contribuiu em 39% para o crescimento da economia mundial."

 

Quem fabrica na China paga 25% em impostos e não tem que pagar uma tarifa para vender para os EUA. Quem fabrica nos EUA paga 39% em impostos e tem que pagar uma tarifa para vender para a China. A mão-de-obra e a energia na China são muito mais baratas. Esta situação desnivelada tem resultado numa perda de centenas de milhares de milhões de dólares por ano aos EUA e na fuga de empresas dos EUA para a China. O governo comunista chinês tem "almoçado e enchido a barriga de tartes" à conta dos americanos enquanto o seu próprio povo vive na miséria e em complexos residenciais com redes para impedir que se suicidem.

 

Para o "jornalista" Abel Coelho de Morais isto é tudo muito bonito. Para Abel Coelho de Morais é muito bonito saber, mas não dizer aos seus leitores, que o crescimento da economia mundial não tem resultado no enriquecimento da população em geral mas sim na transferência de riqueza da população mundial para as elites.

 

Donald Trump apenas quer nivelar os acordos comerciais que estão a custar ao EUA mais de 300 mil milhões de dólares por ano apenas com as relações com a China. Os EUA perdem dinheiro nas relações comerciais com os seus 5 principais parceiros comerciais. Donald Trump quer que os EUA façam algum dinheiro com as suas relações comerciais. Mas para a comunicação social e para Abel Coelho de Morais isso é horrendo.

 

O Diário de Notícias publicou no dia 24 um artigo em que também toma o lado do governo chinês e das elites contra Donald trump. O artigo foi escrito por Ana Meireles com o título "Trump cumpre promessa e começa guerra comercial". No artigo é evidente a tentativa de nos manipular em acreditar que é Donald Trump quem está a iniciar uma guerra comercial, quando os EUA têm durante mais de uma década levado uma sova comercial de países como a China que têm beneficiado dos acordos e tratados comerciais negociados pelos recentes governos americanos, que têm levado a enormes prejuízos para o povo americano e enormes lucros para as elites mundiais e para o governo opressivo comunista chinês.

Abel Coelho de Morais do Diário de Notícias quer-nos ignorantes, pobres e contra Trump

China avisa que ninguém vencerá guerra comercial

 

""Num mundo marcado por grandes incertezas e pela volatilidade, esse mundo lança o olhar para a China", declarou Klaus Schwab, o fundador do Fórum Económico Mundial de Davos, ao apresentar o presidente Xi Jinping,"

 

Isto é o que se pode lêr no artigo do dia 18 para o Diário de Notícias escrito pelo "jornalista" Abel Coelho de Morais "China avisa que ninguém vencerá guerra comercial". O enaltecer do líder do governo não-eleito opressivo chinês por parte do "jornalista" Abel Coelho de Morais recorrendo a declarações de terceiros é claro:

 

"o antigo chefe de governo sueco Carl Bildt escreveu no Twitter: "Há um vazio na liderança económica global e Xi Jinping pretende preencher esse vazio. E está ter algum sucesso". Para o presidente do Banco Europeu de Investimento, Werner Hoyer, as palavras de Xi foram "notáveis"; um discurso "diferente do habitual", disse à Reuters Ian Bremmer, que dirige a consultora de risco Eurasia Group."

 

Mas o "jornalista" Abel Coelho de Morais não se fica por aqui na sua tentativa de enaltecer o líder de um governo não-eleito que oprime, escravatiza e mata o seu próprio povo para vender os seus órgãos ou simplesmente para o silenciar:

 

"Sem nunca o citar pelo nome, Xi dirigiu uma série de críticas ao presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. "Ninguém sairá vencedor de uma guerra comercial", afirmou para definir a seguir os perigos do protecionismo: as pessoas "fecham-se a si próprias num quarto escuro" à espera de protegerem-se dos perigos. O vento e a chuva ficam lá fora, mas também a luz e o oxigénio". E, à maneira de um pedagogo explicou que "é verdade que a globalização económica criou novos problemas, mas isto não justifica, de modo algum, pôr de parte a globalização económica". Palavras com destinatário óbvio: Donald Trump."

 

Tal como o governo opressivo chinês, Abel Coelho de Morais usa a plataforma da comunicação social para manter o público ignorante ao mesmo tempo que promove as posições e a retórica de um governo opressivo, criminoso e assassino. E fá-lo descaradamente:

 

"O dirigente chinês, que falava perante uma plateia onde, além de sua mulher, Peng Liyuan, estava o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, recorreu às palavras usadas por Abraham Lincoln no célebre discurso de Gettysburg para defender o direito de todos ao desenvolvimento, que "não pode ser visto como propriedade de um só país" - "o desenvolvimento é do povo, pelo povo e para o povo", disse. Recorrendo a metáforas capitalistas e provérbios chineses, Xi apresentou a China como um modelo de país "totalmente aberto" ao comércio livre. "Sabemos demasiadamente bem que não há almoços grátis no mundo e que as tartes não caem do céu". Em 2016, segundo o FMI, a China contribuiu em 39% para o crescimento da economia mundial."

 

Quem fabrica na China paga 25% em impostos e não tem que pagar uma tarifa para vender para os EUA. Quem fabrica nos EUA paga 39% em impostos e tem que pagar uma tarifa para vender para a China. A mão-de-obra e a energia na China são muito mais baratas. Esta situação desnivelada tem resultado numa perda de centenas de milhares de milhões de dólares por ano aos EUA e na fuga de empresas dos EUA para a China. O governo comunista chinês tem "almoçado e enchido a barriga de tartes" à conta dos americanos enquanto o seu próprio povo vive na miséria e em complexos residenciais com redes para impedir que se suicidem.

 

Para o "jornalista" Abel Coelho de Morais isto é tudo muito bonito. Para Abel Coelho de Morais é muito bonito saber, mas não dizer aos seus leitores, que o crescimento da economia mundial não tem resultado no enriquecimento da população em geral mas sim na transferência de riqueza da população mundial para as elites.

 

Donald Trump apenas quer nivelar os acordos comerciais que estão a custar ao EUA mais de 300 mil milhões de dólares por ano apenas com as relações com a China. Os EUA perdem dinheiro nas relações comerciais com os seus 5 principais parceiros comerciais. Donald Trump quer que os EUA façam algum dinheiro com as suas relações comerciais. Mas para a comunicação social e para Abel Coelho de Morais isso é horrendo.

 

O Diário de Notícias publicou no dia 24 um artigo em que também toma o lado do governo chinês e das elites contra Donald trump. O artigo foi escrito por Ana Meireles com o título "Trump cumpre promessa e começa guerra comercial". No artigo é evidente a tentativa de nos manipular em acreditar que é Donald Trump quem está a iniciar uma guerra comercial, quando os EUA têm durante mais de uma década levado uma sova comercial de países como a China que têm beneficiado dos acordos e tratados comerciais negociados pelos recentes governos americanos, que têm levado a enormes prejuízos para o povo americano e enormes lucros para as elites mundiais e para o governo opressivo comunista chinês.

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