Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Comunicação social alia-se a regime opressivo chinês contra EUA e Donald Trump

Comunicação social alia-se a regime opressivo ch

 

Quem fabrica na China paga 25% em impostos e não tem que pagar uma tarifa para vender para os EUA. Quem fabrica nos EUA paga 39% em impostos e tem que pagar uma tarifa para vender para a China. A mão-de-obra e a energia na China são muito mais baratas. Esta situação desnivelada tem resultado numa perda de centenas de milhares de milhões de dólares por ano aos EUA e na fuga de empresas dos EUA para a China. A relação comercial dos EUA com o México é semelhante.

 

A comunicação social, incluindo o Diário de Notícias e a "jornalista" Ana Meireles que escreveram no artigo "Trump cumpre promessa e começa guerra comercial", nunca considerou esta situação actual extremamente desnivelada uma "guerra comercial". Enquanto os EUA estavam a levavam uma sova comercial por parte da China e do México sem esboçar uma reacção, a comunicação social nunca considerou que qualquer agressão comercial estivesse a acontecer. Mas agora que os EUA querem apenas nivelar a relação comercial com estes países impondo uma tarifa sobre os bens importados e baixando os impostos sobre as empresas, a comunicação social, através de "jornalistas" como a Ana Meireles, diz que os EUA, ou seja, Donald Trump, querem começar uma "guerra comercial", e dizem-no em cabeçalhos de notícias em destaque.

 

A comunicação social chama também à sova comercial que os EUA têm levado da China e do México o resultado de "comércio livre", quando é exactamente o oposto já que as mesmas regras não se aplicam aos 3 países. Dizem também que se os EUA, ou Donald Trump, tentarem evitar uma sova comercial são "proteccionistas" e "isolacionistas", ou seja, não querem envolver-se em comércio com outros países, quando apenas querem relações comerciais em que não saiam injustamente e altamente prejudicados. E isto aplica-se não só à China e ao México mas também aos outros 3 dos 5 principais parceiros comerciais dos EUA (Alemanha, Japão e Canadá), com os quais os EUA têm perdido muito e cada vez mais dinheiro.

 

Na mais recente edição do Fórum Económico Mundial Davos que teve lugar este mês, houve um claro apoio por parte das elites mundiais e da comunicação social à China, mostrando que a China, a comunicação social e as elites mundiais (donas da comunicação social) estão unidas contra os EUA de Donald Trump e a favor da continuação das relações comerciais que têm contribuído para a destruição económica e financeira dos EUA em benefício de países como a China e das elites mundiais, que se têm tornado cada vez mais ricas e poderosas com o actual estado da globalização à custa do resto da população mundial.

 

A China é um pais governado por um governo não-eleito comunista opressivo que explora e escravatiza o seu próprio povo (incluindo crianças), que o priva de informação e que oprime e castiga qualquer voz contrária à do governo, chegando ao ponto de matar e vender os órgãos de pessoas da oposição que aprisiona indiscriminadamente. O governo comunista chinês chega ao ponto de considerar de "oposição" pessoas que pertencem ao movimento espiritual Falun Gong que é baseado em 3 princípios - verdade, compaixão e tolerância.

 

É este o governo que as elites e a comunicação social agora apoiam para levar a cabo os seus planos para o mundo e para combater Donald Trump.

Ana Meireles do Diário de Notícias quer-nos ignorantes, pobres e contra Trump

Trump cumpre promessa e começa guerra comercial.p

 

Quem fabrica na China paga 25% em impostos e não tem que pagar uma tarifa para vender para os EUA. Quem fabrica nos EUA paga 39% em impostos e tem que pagar uma tarifa para vender para a China. A mão-de-obra e a energia na China são muito mais baratas. Esta situação desnivelada tem resultado numa perda de centenas de milhares de milhões de dólares por ano aos EUA e na fuga de empresas dos EUA para a China. A relação comercial dos EUA com o México é semelhante.

 

A comunicação social, incluindo o Diário de Notícias e a "jornalista" Ana Meireles que escreveram no artigo "Trump cumpre promessa e começa guerra comercial", nunca considerou esta situação actual extremamente desnivelada uma "guerra comercial". Enquanto os EUA estavam a levavam uma sova comercial por parte da China e do México sem esboçar uma reacção, a comunicação social nunca considerou que qualquer agressão comercial estivesse a acontecer. Mas agora que os EUA querem apenas nivelar a relação comercial com estes países impondo uma tarifa sobre os bens importados e baixando os impostos sobre as empresas, a comunicação social, através de "jornalistas" como a Ana Meireles, diz que os EUA, ou seja, Donald Trump, querem começar uma "guerra comercial", e dizem-no em cabeçalhos de notícias em destaque.

 

A comunicação social chama também à sova comercial que os EUA têm levado da China e do México o resultado de "comércio livre", quando é exactamente o oposto já que as mesmas regras não se aplicam aos 3 países. Dizem também que se os EUA, ou Donald Trump, tentarem evitar uma sova comercial são "proteccionistas" e "isolacionistas", ou seja, não querem envolver-se em comércio com outros países, quando apenas querem relações comerciais em que não saiam injustamente e altamente prejudicados. E isto aplica-se não só à China e ao México mas também aos outros 3 dos 5 principais parceiros comerciais dos EUA (Alemanha, Japão e Canadá), com os quais os EUA têm perdido muito e cada vez mais dinheiro.

 

Na mais recente edição do Fórum Económico Mundial Davos que teve lugar este mês, houve um claro apoio por parte das elites mundiais e da comunicação social à China, mostrando que a China, a comunicação social e as elites mundiais (donas da comunicação social) estão unidas contra os EUA de Donald Trump e a favor da continuação das relações comerciais que têm contribuído para a destruição económica e financeira dos EUA em benefício de países como a China e das elites mundiais, que se têm tornado cada vez mais ricas e poderosas com o actual estado da globalização à custa do resto da população mundial.

 

A China é um pais governado por um governo não-eleito comunista opressivo que explora e escravatiza o seu próprio povo (incluindo crianças), que o priva de informação e que oprime e castiga qualquer voz contrária à do governo, chegando ao ponto de matar e vender os órgãos de pessoas da oposição que aprisiona indiscriminadamente. O governo comunista chinês chega ao ponto de considerar de "oposição" pessoas que pertencem ao movimento espiritual Falun Gong que é baseado em 3 princípios - verdade, compaixão e tolerância.

 

É este o governo que as elites e a comunicação social agora apoiam para levar a cabo os seus planos para o mundo e para combater Donald Trump.

Diário de Notícias recorre a mentiras para manipular a nossa percepção de Trump

Diário de Notícias tenta manipular a nossa perce

 

Os cerca de 400 agentes da CIA presentes aplaudiram quando o presidente Trump disse que partilhava as mesmas ondas cerebrais que os agentes durante a sua primeira visita oficial como presidente dos EUA, provando que estão do seu lado, ao contrário daquilo que a comunicação social tem tentado fazer transparecer.

 

O Diário de Notícias escreveu no seu artigo do dia 22 sobre a visita do presidente à CIA o seguinte:

 

"Apelidando os jornalistas de "os mais desonestos seres humanos de todos", o presidente garantiu que terão estado na sua tomada de posse 1,5 milhões de pessoas."

 

O presidente não garantiu que estavam presentes na inauguração 1,5 milhões de pessoas, o presidente disse que "pareceu-me um milhão, milhão e meio de pessoas" e "honestamente pareceu-me um milhão e meio de pessoas, seja como for, foi o que foi.". Em nenhuma parte do discurso o presidente garantiu qualquer número de pessoas que terão estado na sua tomada de posse.

 

O Diário de Notícias também mentiu que o presidente Trump apelidou "os jornalistas de "os mais desonestos seres humanos de todos", quando o que o presidente disse foi "Como sabem, estou no meio de uma guerra com a comunicação social. Estão entre os mais desonestos seres humanos na Terra.", algo completamente diferente daquilo que o Diário de Notícias citou, e algo que as centenas de agentes da CIA presentes aplaudiram com entusiasmo, provando que a CIA não só está do lado do presidente como está contra a comunicação social que tanto tem mentido em relação à opinião que a CIA tem sobre o presidente Trump.

 

Diário de Notícias tenta manipular a nossa perce

 

TSF mente ao público de novo para defender jornalistas incompetentes e maliciosos

TSF mente ao público para defender jornalistas in

 

Perante mais um ataque, numa série de constantes ataques baseados em mentiras contra Donald Trump por parte da comunicação social, o presidente dos EUA Donald Trump escolheu de novo defender-se e expor as mentiras e manipulação por parte da comunicação social determinada em manchar a sua imagem. A TSF e a Reuters escolheram, perante esta situação, acusar Donald Trump de ter aberto "guerra" aos jornalistas no seu artigo "Administração Trump abre "guerra" aos jornalistas".

 

Um dia após a tomada de posse do presidente Donald Trump, o jornalista publicou na sua conta do Twitter uma mensagem que acusa Trump de ter retirado o busto de um famoso activista preto do seu escritório na Casa Branca, com o claro intuito de criar a percepção de que Trump é racista.

 

O jornalista que publicou a mensagem no Twitter, Zeke Miller da revista Time, baseou a sua acusação numa fotografia em que alguém estava a tapar a vista do busto, e sem confirmar se o busto tinha realmente sido retirado do escritório por Trump, ou talvez sabendo que não tinha sido retirado, o jornalista escolheu acusar Trump de ter retirado o busto do seu escritório.

 

O outro ataque por parte da comunicação social contra Donald Trump, e de novo com o intuito de manchar a sua imagem, foi a comparação de duas imagens de inaugurações presidenciais, uma da primeira tomada de posse de Barack Obama, recordista em audiência, outra da tomada de posse de Donlad Trump. A de Donald Trump mostrava uma audiência claramente menor, e Trump teve na realidade uma audiência menor, mas a maioria da comunicação social propositadamente não mencionou que a foto da inauguração de Trump tinha sido tirada antes de toda a audiência chegar ao local, enquanto a de Obama foi tirada quando a audiência já estava composta, exagerando a diferença.

 

A TSF já tinha no dia anterior à inauguração de Trump publicado um artigo com o título "Posse de Trump: O povo não vai sair à rua", onde é incapaz de dar uma razão que explique tal título. O título foi por isso escolhido com a clara intenção de manchar a imagem de Donald Trump através de mentiras, e assim manipular a nossa percepção do presidente dos EUA.

Twitter permite ameaças e o incentivo à morte de Donald Trump

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Desde o dia anterior à inauguração do presidente dos EUA Donald Trump no passado dia 20, têm disparado as ameaças de morte e os incentivos ao assassinato de Donlad Trump na plataforma social da internet Twitter. Um grande número dos utilizadores da plataforma que publicaram e re-publicaram tais mensagens, mantêm as mensagens e as contas activas apesar de o incentivo à morte ser um crime. O Twitter já baniu utilizadores apenas pelas suas opiniões políticas que não constituem crime.

 

Os seguintes são apenas alguns dos milhares de exemplos de ameaças e apelo à morte do presidente Donald Trump:

 

@ljhenshall apagou publicação mas mantém conta activa.

 

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 @stannkkkkk mantém publicação e conta activa.

 

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@NisaFashionista mudou o tipo de conta para privada e ainda está activa.

 

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@_DaMarcusJ tem conta apagada. @JB_MUGGINS não apagou a publicação e mantém conta activa.

 

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@kylegayner apagou publicação mas mantem conta activa.

 

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@holdingontoou mudou o tipo de conta para privada e ainda está activa.

 

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@sheluvken tem conta apagada.

 

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@melssweatshirts tem conta apagada.

 

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@_hasxn tem conta apagada.

 

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@hamiltoakIey não apagou a publicação, mantém a conta e já fez uma nova publicação com incentivo à morte e em que provoca os Serviços Secretos directamente.

 

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@tracypickerill apagou a publicação mas mantém conta activa.

 

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@msyterylover mantém publicação e conta activa. Mais de 2000 utilizadores re-publicaram a mensagem de @msyterylover até agora.

 

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@tracypickerill apagou a publicação mas mantém conta activa.

 

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Grupos anti-Trump bloquearam acessos à inauguração de Trump e agrediram mulheres - polícia alegadamente ordenada a não reagir

Grupos anti Trump bloquearam acessos à inauguraç

 O bloqueio de acessos à inauguração do presidente Donald Trump do dia 20 em Washington D.C. foi filmado por jornalistas independentes. As filmagens mostram também a passividade da polícia perante a situação.

 

 

Uma das agências de notícias independentes no local, Infowars, entrevistou uma das várias mulheres que foram vítimas de agressão por um dos grupos anti-Trump que bloquearam os acessos, Vidas Pretas Importam (Black Lives Matter). A vítima, Melinda Price, disse também que ao confrontar um dos polícias por estes não terem reagido para a proteger, esse polícia disse-lhe que toda a força policial tinha recebido ordens para não interferir com o grupo Vidas Pretas Importam.

 

 

Eco.pt e Rafaela Burd Relvas encobrem criminalidade do governo dos EUA

Eco pt e Rafaela Burd Relvas encobrem criminalidad

 

Barack Obama perseguiu e prendeu mais jornalistas e denunciadores do que todos os outros presidentes americanos juntos, mas no seu artigo do dia 18 para a Eco.pt "Obama perdoa militar que enviou documentos para a Wikileaks", a "jornalista" Rafaela Burd Relvas escolhe não mencionar este facto.

 

A militar Chelsea Manning (nome transgénero de Bradley Manning) foi presa em 2010 por expor crimes cometidos pelo governo dos EUA que a comunicação social continua a não reportar, incluindo a Eco.pt e a "jornalista" Rafaela Burd Relvas.

 

A seguinte é uma lista de alguns desses crimes:

 

• O presidente do Iémen mentiu ao seu povo dizendo que foi responsável por certos ataques militares aéreos quando tinham sido feitos pelos EUA. Esta mentira foi feita para esconder o facto de que os EUA é que estavam em controlo das operações militares e não o presidente do Iémen.

 

• Detalhes sobre como o Vaticano escondeu casos de abuso sexual na Irlanda.

 

• EUA tentou convencer a Espanha a encobrir casos de tortura na prisão de Guantanamo Bay.

 

• Torturadores egípcios foram treinados pelo FBI.

 

• Memorando do Departamento de Estado dos EUA mostra que os EUA ilegalmente e inconstitucionalmente apoiaram o derrube do governo das Honduras em 2009.

 

• A elite que governa a Tunísia, conhecida como "A Família",  aproveitou-se criminosamente da economia. A primeira-dama terá lucrado bastante com o sector das escolas privadas.

 

• Os EUA sabiam do elevado nível de corrupção na Tunísia em 2006 mas apoiaram o governo tunisino na mesma, fazendo deste o pilar da sua política norte-africana.

 

• Documentos mostram que o Reino Unido prometeu em 2009 proteger interesses dos EUA no inquérito oficial de Chilcot no início da guerra do Iraque.

 

* A petrolífera Shell diz ter “inserido pessoal” e completamente infiltrado o governo da Nigéria.

 

• EUA pressionaram a União Europeia a aceitar organismos geneticamente modificados.

 

• Diplomatas norte-americanos enganaram o seu próprio governo em relação ao conflito entre Rússia e Georgia.

 

• Documento histórico de extrema importância publicado na sua totalidade: Documentos sobre o Iraque da Embaixadora April Glaspie de 1990 sobre reunião com Saddam Hussein antes da invasão do Kuwait.

 

• Oficiais britânicos ocultaram do Parlamento britânico que os EUA estão permitidos de trazer armamento para solo britânico violando tratado.

 

• Vice-presidente afegão fugiu do país com 52 milhões de dólares em dinheiro.

 

• Níveis chocantes de espionagem norte-americana nas Nações Unidas e uso intensivo de diplomatas no estrangeiro em papeis de recolha de informação.

 

• Potencial desastre ambiental mantido em segredo pelos EUA quando uma grande carga de urânio altamente enriquecido na Líbia chegou perto de se abrir e libertar material radioactivo para a atmosfera.

 

• Ameaças, espionagem e outras tentativas dos EUA para conseguir os seus objectivos na conferência do clima em Copenhaga.

 

* Diplomatas americanos e britânicos receiam que o programa de armas nucleares do Paquistão — de fraca segurança — poderiam levar a que material de fissão nuclear caísse nas mãos de terroristas ou numa guerra nuclear com a Índia.

 

• Centenas de documentos mostram como os EUA utilizam diplomatas como "vendedores", mais do que se pensava, principalmente na rivalidade entre os fabricantes de aeronaves Boeing e Airbus. Vestígios de corrupção e subornos.

 

• Milhões de dólares que deviam ter ido para ajudar militares a lutar rebeldes no Paquistão foram desviados para outros fins.

 

• Israel quis levar a faixa de Gaza ao colapso.

 

• Serviços Secretos dos EUA utilizaram a Turquia como base para transportar suspeitos de terrorismo.

 

• À medida que os protestos aumentavam no Egipto, documentos revelavam que Suleiman era figura central no programa de tortura do governo, resultando em represálias contra Mubarak depois deste nomear Suleiman vice-presidente durante a revolta. Outros documentos revelaram ou confirmaram a vasta corrupção do regime de Mubarak, abusos policiais e tortura, e alegações da imensa fortuna da família Mubarak, influenciando significativamente a cobertura da comunicação social e a reacção dos EUA.

Carolina Rico escreve artigo para Noticias ao Minuto para chamar burra a esposa de Donald Trump

Um discurso de 10 segundos seguido de uma situaç

 

No seu artigo de hoje para o Notícias ao Minuto "Um discurso de 10 segundos seguido de uma situação constrangedora", a "jornalista" Carolina Rico chama burra à esposa de Donald Trump por ter dado um discurso curto e improvisado a pedido de Trump.

 

Carolina Rico escolheu utilizar a sua plataforma como jornalista do Noticias ao Minuto para escrever um artigo completamente irrelevante cujo único fim é insultar e manchar a imagem de alguém que nem sequer conhece, quando podia estar a noticiar acontecimentos de extrema importância que a comunicação social ainda não noticiou e recusa-se a noticiar, como a admissão por parte do Secretário de Estado dos EUA de que o governo de Barack Obama permitiu propositadamente a ascensão do Estado Islâmico para isolar o presidente sírio para que este se demitisse.

 

"Vimos que o Estado Islâmico estava a crescer em termos de força, e pensámos que Assad (presidente sírio) era uma ameaça. Pensámos, contudo, que podíamos provavelmente fazer com que Assad então negociasse, mas em vez de negociar conseguiu que Putin o apoiasse."

 

Disse o Secretário de Estado John Kerry numa conversa com a oposição síria na sede das Nações Unidas 22 de Setembro de 2016.

 

A gravação de áudio da reunião já tinha sido obtida pelo New York Times em Setembro, mas o jornal escolheu revelar apenas parte da gravação a 30 de Setembro, escondendo partes da conversa como a acima citada por John Kerry. A totalidade da gravação áudio foi obtida e publicada no início deste mês pelo blog Conservative Tree House, mas a comunicação social continua a recusar-se a noticiá-la.

Obama põe fim a política de asilo a cubanos - ninguém o acusa de racista

Obama põe fim a política de asilo a cubanos - ni

 

O presidente Barack Obama decidiu na semana passada pôr fim à política de asilo a fugitivos do regime comunista cubano instituída pelo presidente Bill Clinton em 1995,. Esta política permitia que refugiados cubanos residissem nos Estados Unidos se conseguissem chegar ao país.

 

Nem a comunicação social, nem a comunidade política, nem a comunidade activista que acusa Trump de ser racista, xenófobo e fascista por querer impor as leis de imigração existentes nos EUA, veio até agora levantar qualquer protesto ou mesmo opinar contra esta medida.

TSF e Lusa voltam a mentir para tentar manchar imagem de Trump

 

Posse de Trump O povo não vai sair à rua.png

 

O artigo de hoje da TSF e da Lusa com o título "Posse de Trump: O povo não vai sair à rua" é incapaz de dar uma razão que explique o seu título, o que mais uma vez prova que estas duas agências de notícias recorrem a mentiras para manchar a imagem de Donald Trump e manipular-nos.

 

O artigo também ignora completamente os esforços que estão a ser feitos por grupos anti-Trump para impedir que o povo se desloque à inauguração, recorrendo nomeadamente a actos terroristas como acorrentar carruagens do metro. Os grupos foram apanhados em câmara oculta a planear estes e outros actos terroristas, incluindo agressões a apoiantes de Donald Trump, pelos jornalistas de investigação do Project Veritas Action.

 

A TSF e a Lusa também voltam a ignorar, tal como ignoraram durante as eleições, que Donald Trump teve um número de votos recorde durante as primárias do seu partido, o Partido Republicano, fazendo de Trump o candidato republicano mais popular da história do partido.

 

A TSF e a Lusa são ainda capazes de descer tão baixo ao ponto de referir sondagens manipuladas da popularidade de Trump, depois de a comunicação social em geral ter perdido credibilidade ao noticiar sondagens manipuladas durante toda a corrida presidencial dos EUA, mostrando Hillary Clinton à frente nas intenções de voto em sondagens feitas a partir de amostras que continham mais apoiantes do partido de Hillary do que do partido de Trump.