Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

França criminaliza liberdade de expressão

França criminaliza liberdade de expressão.png

 

Nova lei poderá implicar até dois anos de prisão para quem mentir sobre as "características ou consequências médicas" da prática do aborto.

 

A Ministra das Famílias, Crianças e Direitos da Mulher, Laurence Rossignol, disse ainda que "Liberdade de expressão não significa um direito para mentir.".

Diário de Notícias tenta criar percepção de que Trump quer deportar qualquer imigrante

Novas leis de imigração de Trump vão deportar m

 

O Diário de Notícias deixa propositadamente de fora "imigrantes ilegais" do título do seu artigo "Novas leis de imigração de Trump vão deportar mais do que nunca" de dia 21, em mais uma tentativa de criar a percepção de que Donald  Trump vai deportar qualquer imigrante e que por isso é racista e xenófobo. O Diário de Notícias faz isto sabendo que a maioria das pessoas apenas lê o título e é a partir dele que cria a sua percepção do mundo.

 

O artigo até refere que as deportações que irão ser feitas são de imigrantes ilegais, e que os criminosos irão ser deportados primeiro, e que as crianças não irão ser deportadas, enaltecendo ainda mais a distorção que intencionalmente tenta criar com o título do seu artigo.

 

Se Donald Trump acabar por deportar mais imigrantes ilegais do que o anterior presidente, Barack Obama, será porque sob Obama a Guarda Fronteiriça e os serviços de imigração e alfândega foram impedidos de fazer o seu trabalho e ordenados a completar o tráfico de pessoas como os próprios já admitiram publicamente.

 

Todos os anos nos EUA, imigrantes ilegais são responsáveis pela morte de mais de 10.000 pessoas e pela violação de dezenas de milhares de crianças e mulheres.

 

Sob Barack Obama, o Departamento de Segurança Interna dos EUA deu ordem para libertar mais de 86.000 imigrantes ilegais criminosos no espaço de 3 anos sem os deportar, incluindo assassinos, e mais de 100 criminosos que cometeram assassinatos depois de serem libertados, entre muitos milhares que voltaram a cometer outros crimes graves.

 

Donald Trump quer tornar a imigração legal mais fácil e a imigração ilegal muito mais difícil.

"Jornalista" José Fialho Gouveia mente e desinforma repetidamente para criar imagem negativa de Donald Trump

Jornalista José Fialho Gouveia mente e desinforma

 

O "jornalista" José Fialho Gouveia escreveu um artigo no dia 20 para o Diário de Notícias com o título "Trump prometeu que seria Trump e há um mês que está a cumprir" onde acusa Trump de "fazer alusão a um qualquer atentado terrorista de que nunca houve notícia" durante o seu recente comício, algo que é uma completa mentira já que foi a comunicação social e outros inimigos de Trump, como José Fialho Gouveia e o Diário de Notícias, que decidiram fazer essa alusão com a intenção de continuar a denegrir a imagem de Trump.

 

Este "jornalista" também inventa a citação de Trump "o que se passou na Suécia na noite passada" quando o que Trump disse foi "Vejam o que aconteceu a noite passada na Suécia.", descendo tão baixo ao ponto de alterar as palavras da pessoa que está a tentar desesperadamente retratar como sendo mentiroso e incompetente.

 

As mentiras e tentativas de desinformar e manipular a percepção dos portugueses por parte deste "jornalista" são múltiplas ao longo do seu artigo como provam os 3 seguintes exemplos:

 

Escreve sobre Trump "Assina ordem executiva para retirar o país da parceria transpacífico, um acordo comercial com outros 11 países." quando a Parceria Trans-Pacífico é um tratado (lei).

 

Escreve "Donald Trump proíbe a entrada nos EUA de cidadãos de sete países muçulmanos" sem referir que esses 7 países foram considerados pelo Congresso e por Obama como países de risco elevado de terrorismo, que Trump estava a executar uma lei já existente mas que Obama nunca executou, e que a proibição é temporária (90 dias) para dar tempo a que um sistema eficaz de verificação de pessoas esteja pronto.

 

Escreve "Juiz James Robart decreta a suspensão a nível nacional da ordem de proibição de entrada de muçulmanos" quando a proibição não foi feita a muçulmanos mas a países com elevado risco de terrorismo e é temporária.

 

Trump prometeu que seria Trump e há um mês que e

Trump prometeu que seria Trump e há um mês que e

Trump prometeu que seria Trump e há um mês que e

 

Diário de Notícias recorre a mentiras em vários artigos para nos fazer acreditar que Trump inventou atentado terrorista na Suécia

Trump fala de ataque na Suécia. Qual ataque Não

 

No seu artigo de dia 20 "Sueco explica a Trump o que realmente se passou na sexta-feira", o Diário de Notícias mente aos portugueses dizendo que o presidente dos EUA inventou um atentado na Suécia durante um comício recente, ao mesmo tempo que tenta afastar a atenção de que a Suécia está debaixo de fogo com a onda de violações, violência e motins cometidos por migrantes que a comunicação social tem intencionalmente escondido das pessoas.

 

No artigo pode-se lêr o seguinte:

 

"Vejam o que aconteceu a noite passada [sexta-feira] na Suécia. Suécia. Quem acreditaria nisto? Suécia!", exclamou Donald Trump num comício na Florida, no passado sábado, referindo-se a um suposto ataque terrorista naquele país."

 

O Diário de Notícias pegou nesta citação de Trump e inventou descaradamente que se estava a referir a um suposto atentado terrorista quando nunca faz referência a nenhum atentado. Foi a comunicação social e outros inimigos de Trump que deduziram que Trump se tinha referido a um atentado, claramente para tentar mais uma vez criar a percepção de que Trump é um incompetente e um mentiroso, mas desta vez também tentando desviar a atenção para o facto de que a comunicação social não tem noticiado o grave problema que a Suécia está a ter há anos por causa dos migrantes em massa que recebeu.

 

Quando falou na "noite passada" na Suécia, Trump estava-se a referir a um programa da Fox News apresentado por Tucker Carlson, cujo episódio da noite anterior tinha exposto como a Suécia se tinha tornado na capital das violações sexuais da Europa, que a sua polícia estava a ser ordenada pelo governo a encobrir crimes cometido por migrantes, e que o governo juntamente com a comunicação social estavam a encobrir os verdadeiros números dos crimes cometidos por migrantes na Suécia.

 

Mas o Diário de Notícias escolheu não referir esta informação. Em vez disso escolheu mentir aos portugueses e tentou manipular a nossa percepção do mundo.

 

Uma citação um pouco mais extensa dá um contexto muito mais aproximado daquilo que Trump tentou expressar, falando livremente e não lendo discursos escritos por habilidosos e manipuladores:

 

"Nós temos que manter o nosso país seguro. Olhem para o que está a acontecer na Alemanha, olhem para o que está a acontecer ontem à noite na Suécia. Suécia. Quem acreditaria nisto? Suécia. Receberam grandes números (de refugiados), estão a ter problemas como nunca pensaram ser possível. Olhem para o que está a acontecer em Bruxelas. Olhem para o que está a acontecer por todo o mundo, olhem para Nice, olhem para Paris."

 

Em nenhuma parte Trump diz "atentado terrorista", apenas faz referência "à noite passada na Suécia", claramente rompendo com o seu raciocínio já que a frase fica "olhem para o que está a acontecer ontem à noite na Suécia", o que é má gramática, isto porque a meio da frase se lembrou de um programa da Fox News que na noite anterior tinha exposto a onda de criminalidade e os motins que têm sido cometidos por migrantes na Suécia e que a comunicação social tem tentado esconder.

 

O Diário de Notícias foi mais longe e escreveu outro artigo também no dia 20 com o título "Trump explica atentado terrorista na Suécia com reportagem da Fox". Neste artigo não só o Diário de Notícia não pede desculpa aos seus leitores por lhes ter mentido anteriormente, como volta a repetir a mentira que Trump inventou um atentado terrorista na Suécia.

 

Não se ficando por aqui, o Diário de Notícias continua com a sua falta de respeito pelos seus leitores no mesmo artigo ao tentar insinuar que Trump acreditava mesmo que tinha acontecido um atentado terrorista na Suécia na noite anterior, mas que é tão incompetente que nem se apercebeu que foi à anos atrás:

 

"O que foi para o ar na Fox News foi uma peça com uma entrevista de Tucker Carlson ao realizador Ami Horowitz, "A Suécia teve o seu primeiro ataque terrorista há não muito tempo, por isso estão agora a provar daquilo que tem vindo a acontecer no resto da Europa", disse o cineasta.

 

Como explica o The New York Times, o ataque em causa deu-se em Estocolmo, foi perpetrado por um cidadão sueco nascido no Iraque e aconteceu em 2010 - antes do início da guerra civil na Síria e antes do início da crise migratória."

 

Também o "jornalista" José Fialho Gouveia escreveu um artigo no dia 20 para o Diário de Notícias com o título "Trump prometeu que seria Trump e há um mês que está a cumprir" onde acusa Trump de "fazer alusão a um qualquer atentado terrorista de que nunca houve notícia" durante o seu recente comício.

 

O "jornalista" José Fialho Gouveia também utiliza a citação de Trump inventada por ele próprio "o que se passou na Suécia na noite passada" quando o que Trump disse foi "Vejam o que aconteceu a noite passada na Suécia.", descendo tão baixo ao ponto de alterar as palavras da pessoa que está a tentar retratar como sendo mentiroso e incompetente.

 

Como se todos estes artigos não bastassem para massacrar o seu público sempre com a mesma mentira e com uma enorme falta de respeito, o Diário de Notícias escreveu ainda mais um artigo, este no dia 19 com o título "Trump fala de ataque na Suécia. Qual ataque? Não houve nenhum ataque" em que também acusa Trump de ter inventado um atentado terrorista na Suécia durante o seu recente comício.

 

Trump explica atentado terrorista na Suécia com r

Sueco explica a Trump o que realmente se passou na

Trump prometeu que seria Trump e há um mês que e

Trump prometeu que seria Trump e há um mês que e

Trump prometeu que seria Trump e há um mês que e

 

O lado surpreendente de Bill Gates que a comunicação social ignora

Bill Gates diz que robots deveriam pagar impostos.

 

Bill Gates aludiu que para salvarmos o planeta a população mundial terá de diminuir para quase zero durante uma palestra para a TED Talks.

 

As suas vacinas contra a poliomielite são responsáveis por dezenas de milhares de crianças mortas e paralisadas, e estes são apenas números na Índia.

 

Monsanto, a sua empresa de organismos geneticamente modificados, é responsável pelo suicídio de centenas de milhares de agricultores, outra vez, estes são apenas números na Índia. E isto sem mencionar o número de mortes, doenças cancerígenas e deformações causadas pelo herbicida glifosato, produto da Monsanto que as câmaras municipais em Portugal adoram aplicar nos passeios várias vezes ao ano apesar de serem conhecedores de todos os estudos independentes que ligam o glifosato ao cancro e outras doenças graves

 

Também o pai de Bill Gates, William H. Gates II ou Bill Gates Sr.. esteve envolvido em planos para exterminação de pessoas em massa (eugenia), tanto com as Forças Armadas dos EUA como com a organização Planned Parenthood, e tudo isto antes do início das supostas alterações climáticas ou aquecimento global causado pelo dióxido de carbono emitido pela actividade humana, teoria que a comunicação social e muitos governos dizem ser consensual na comunidade científica, mas que já foi vezes sem conta provado não existir consensualidade na comunidade científica nem aquecimento global causado pelo dióxido de carbono emitido pela actividade humana.

 

Até a sua empresa Microsoft está envolvida na exterminação de pessoas em massa (eugenia), já que originou a partir da IBM, empresa fulcral para levar a cabo os planos de Hitler para exterminar judeus durante a 2ª Guerra Mundial nos campos de concentração.

Jornal de Notícias recorre a opiniões desinformadas para retratar denunciador e vítima de pedofilia como pedófilo por ser apoiante de Trump

Sucessor de estratega principal de Donald Trump ap

 

Milo Yiannopoulos expôs 3 pedófilos durante a sua carreira como jornalista, sendo que um deles está em tribunal neste momento. Apesar de Milo ter sido vítima de pedofilia quando tinha 13 anos, e de ter reagido ao abuso de maneira rara, aceitando o abuso talvez devido a síndrome de Estocolmo, Milo nunca disse ser a favor da pedofilia. Mas uma recente montagem criativa de um vídeo com declarações suas, intencionalmente tiradas fora do contexto, faz parecer que Milo é a favor da pedofilia.

 

Nada disto é referido no artigo de hoje do Jornal de Notícias "Sucessor de estratega principal de Donald Trump "aprova" pedofilia". O artigo refere apenas uma declaração em nome de uma organização apoiante do Partido Republicano (CPAC) que retirou o seu convite a Milo para um evento por achar que aprova pedofilia com base no vídeo que propositadamente descontextualiza a sua mensagem.

 

Quando o grupo terrorista ANTIFA, com o intuito de impedir uma palestra de Milo, destruiu propriedade na Universidade de Berkeley e agrediu pessoas por acharem serem apoiantes de Milo e Trump enquanto a polícia testemunhava sem reagir para ter um pretexto para cancelar a palestra, a comunicação social portuguesa não reportou tais acontecimentos.

 

Mas no seu artigo de hoje "Sucessor de estratega principal de Donald Trump "aprova" pedofilia", o Jornal de Notícias refere brevemente o incidente e que a violência foi causada pelos estudantes, quando não sabe isso já que as pessoas do grupo terrorista ANTIFA que causou a violência tinham as caras tapadas. A breve referência ao acontecimento também não menciona que o grupo terrorista ANTIFA agrediu estudantes simplesmente por achar serem apoiantes de Milo e de Trump e que a polícia permitiu tudo isto.

 

O grupo terrorista ANTIFA, tal como muitos grupos e políticos americanos anti-Trump, é financiado pelo multi-milionário George Soros, alguém que a comunicação social se recusa a expôr apesar ser um admitido colaborador Nazi (60 Minutos) e de ter sido responsável através da sua fundação Open Society pelo financiamentos de grupos que criam movimentos de divisão social um pouco por todo o mundo e que já resultaram no derrube de governos, como recentemente na Ucrânia onde Soros admitiu à CNN que os seus grupos tiveram um papel importante, e onde actuou em colaboração com o Departamento de Estado americano que também financiou os movimentos de divisão social com 5 mil milhões de dólares segunda a antiga porta-voz do Departamento de Estado, Victoria Nuland.

 

Milo e Trump representam uma ameaça para as corporações que através de pessoas como George Soros capturaram os governos do ocidente e são donas da comunicação social. Por essa razão pessoas como Trump e Milo têm de ser retratadas negativamente na comunicação social e quem os retrata positivamente através de meios independentes na internet é censurado no Twitter, Facebook, Google, Youtube, iTunes e Reddit.

Lusa expõe mesquitas atacadas e encobre violações e assassinatos cometidos por migrantes islâmicos na Alemanha

91 mesquitas foram atacadas em 2016 na Alemanha.pn

 

Segundo números oficiais, 28 pessoas foram assassinadas e 240 foram vítimas de tentativa de assassinato por migrantes na Alemanha em 2015. Em 2016 mais de 3 mil pessoas foram vitimas de crimes sexuais, e um total de cerca de 300 mil crimes foram cometidos por migrantes. Quase todos os migrantes na Alemanha são islâmicos. Segundo André Schulz, chefe da da Associação de Polícia Criminal na Alemanha, apenas 10% dos crimes sexuais aparecem nos números oficiais.

 

Se ajustarmos os números à informação fornecida por André Schulz, então o número de crimes sexuais cometidos por migrantes islâmicos na Alemanha no último ano (mais de 30.000) foi quase igual ao cometido por não-migrantes (37.000), sendo que existem cerca de 3 milhões de migrantes e 80 milhões de não-migrantes na Alemanha, apesar de o verdadeiro número de migrantes ser impossível de calcular devido à completa ausência de controlo de fronteiras e ao inútil processo de verificação de migrantes em vigôr.

 

Mas os números oficiais apenas se referem a casos resolvidos e segundo as estatísticas da polícia apenas cerca de metade dos crimes acabam resolvidos. Isto coloca o número de crimes sexuais cometidos por migrantes islâmicos em 2016 na Alemanha em cerca de 60.000, e o número de crimes em cerca de 600.000.

 

A comunicação social recusa-se a noticiar qualquer acontecimento que retrate os migrantes de forma negativa, à parte dos grandes atentados terroristas. A polícia alemã e a comunicação social têm ordens do governo para encobrir crimes cometidos por migrantes, e muitos deles, especialmente os crimes sexuais, nem sequer são reportados pelas vítimas por vergonha, medo, ou em alguns casos por pena dos migrantes.

 

Segundo o Gabinete Federal da Polícia Criminal alemã, em 2013, migrantes cometeram 599 crimes sexuais, 949 em 2014, 1.683 em 2015, e 2.790 durante os primeiros 9 meses de 2016. Isto prova que à medida que a Alemanha vai recebendo mais migrantes islâmicos o número de crimes sexuais aumenta paralelamente, tal como o número total de crimes.

 

A Lusa esconde-nos toda esta informação e prefere escrever artigos como o de dia 11 de Fevereiro com o título "91 mesquitas foram atacadas em 2016 na Alemanha", que foi repetido pela maioria da comunicação social portuguesa que também encobre notícias negativas sobre migrantes à excepção dos grandes atentados terroristas.

 

Segundo a forma como um grande número de islâmicos interpreta o Corão, as mulheres são seres inferiores e se não forem islâmicas, ou se não estiverem acompanhadas por um homem ou não estiverem completamente tapadas, podem ser violadas e agredidas ou até desfiguradas, torturadas e assassinadas, independentemente da sua idade.

Economia dos EUA ressuscita com Trump e atinge níveis históricos

Economia dos EUA resuscita com Trump e atinge nív

 

A confiança na economia nos EUA atingiu no mês passado o nível mais alto desde 2008, segundo uma sondagem da Gallup, depois de quase uma década em território negativo. Os números de Janeiro das pequenas empresas são os melhores desde 2004 segundo o NFIB (Federação Nacional de Negócios Independentes dos EUA). A indústria da produção de bens obteve os seus maiores lucros desde 1984 segundo um relatório da Philly Fed Index. A bolsa de valores continua a bater recordes desde que Trump foi eleito e já registou o seu melhor crescimento dos últimos 25 anos com um ganho de 2,5 biliões de dólares em 2 meses. O dólar atingiu o seu valôr mais alto dos últimos 14 anos.

 

Todos estes números começaram a subir assim que Trump foi eleito em Novembro mas a comunicação social recusou-se a noticiá-los e está agora a tentar atribuir a súbita e forte melhoria da economia a outros factores que não Trump, que para além de ter prometido eliminar regulações, e de já ter cumprido com essa promessa, prometeu também baixar impostos para a classe média, pobres e pequenas e médias empresas, algo que historicamente estimula a economia e cria empregos e riqueza para todos, especialmente quando os anteriores impostos são elevados e as anteriores regulamentações são demasiadas e caras.

 

Por outro lado a dívida relativa aos empréstimos à habitação atingiram níveis de 2008, ano da crise económica mundial originada pelos maus créditos à habitação nos EUA que foram vendidos vezes sem conta a outras instituições financeiras por todo o mundo disfarçados de créditos bons, e que tinham sido acreditados de créditos bons pelas agências de classificação de créditos do costume: Moody's Investors Service, Standard & Poor's, e Fitch Ratings.

 

Alguns dos maiores e mais criminosos bancos do mundo, como o JP Morgan, o Morgan Stanley e o Goldman Sachs, já tentaram sabotar o crescimento económico nos EUA vendendo e incentivando a venda de acções na bolsa de valores americana. Isto foi feito com o claro intuito de prejudicar Donald Trump, já que ambos os bancos são publicamente anti-Trump, mas a estratégia até agora não resultou.

 

O Partido Republicano também está a tentar impedir o crescimento económico ao ter anunciado, através do seu líder Paul Ryan, que os cortes de impostos podem levar anos até serem implementados. O presidente dos EUA precisa do voto do Congresso para aprovar essas medidas, ou seja, precisa do apoio do Partido Republicano no Congresso.

 

O banco central privado dos EUA, Reserva Federal, também está a tentar sabotar a economia americana ao ter aumentado as taxas de juro um mês após a eleição de Donald Trump. Depois de uma década sem aumentar as taxas de juro para impedir que a maioria da dívida no mercado se tornasse impagável e que as maiores corporações abrissem falência, mas ao mesmo tempo que as pequenas e médias empresas não tinham acesso ás mesmas taxas de juro de 0% ou quase 0% de que as grandes corporações beneficiaram, o banco central privado decidiu agora aumentar as taxas de juro pela segunda vez (aumentou 0,25% há um ano e não teve bons resultados) e planeia continuar a aumentar durante 2017, algo que as bolsas de valores americanas podem não conseguir suportar e acabar por afectar outras por todo o mundo.

 

Economia dos EUA resuscita e atinge níveis histó

 

Organização activista de Obama por trás de protestos anti-Trump

Organização de Barack Obama por trás de protest

 

Enquanto candidato a presidente dos EUA, Obama recebeu o apoio de uma organização composta hoje por mais de 30 mil activistas chamada Organizing For Action (Organizar Para Acção) que é gerida por antigos membros da administração de Obama e das campanhas presidenciais de Obama. Organizing For Action era conhecida até 2013 como uma organização de apoio à campanha presidencial de Obama chamada Obama For America (Obama Pela América) e já angariou mais de 40 milhões de dólares desde 2013.

 

A Organizing For Action organizou recentemente alguns dos muitos protestos em aeroportos depois de Donald Trump ter tentado suspender por 3 meses a entrada de pessoas de 7 países muçulmanos considerados por Obama e pelo Congresso dos EUA como países de risco terrorista até que um sistema eficaz de verificação de imigrantes estivesse operacional, algo que Obama tinha feito em 2013 para imigrantes iraquianos mas que não recebeu a crítica da comunicação social, os protestos populares (pagos e não pagos), e a oposição judicial que se tem registado contra a ordem executiva de Donald Trump e que neste momento se encontra bloqueada pelo sistema judicial.

 

A organização pretende também defender o sistema de saúde criado por Obama que Trump quer acabar por estar a tornar-se caro demais para os americanos. Para isso diz já ter planeado 400 protestos em 42 estados este ano em parceria com grupos aliados do Partido Democrata e dos globalistas como o Center for American Progress (Centro para Progresso Americano), Planned Parenthood, e MoveOn.org de George Soros.

 

Geroge Soros é um dos maiores financiadores de Obama, Hillary Clinton, mas também de líderes anti-Trump do Partido Republicano como Paul Ryan ou John McCain, e de vários grupos anti-Trump, anti-nacionalismo e pro-imigração ilegal. Por esta razão não é apenas um parceiro da Organizing For Action mas também um provável financiador desta organização leal a Obama.

 

Soros é um multi-milionário e admitido colaborador Nazi (60 Minutos) que utiliza os grupos da sua Fundação Open Society para criar divisão social que já por várias ocasiões resultou no derrube de governos, como aconteceu mais recentemente na Ucrânia, e onde Soros admitiu à CNN que os seus grupos tiveram um papel importante.

 

O novo quartel-general de Obama fica a pouco mais de 2 km da Casa Branca e inclui um bunker e um muro que foi tornado mais alto para garantir a segurança do antigo presidente e da sua família, mas que não foi alvo de protestos de pessoas anti-muro.

Notícias ao Minutos volta a mentir - operação para criar a percepção de que Donald Trump não tem apoio popular continua

Ninguém se quer sentar ao lado de Tiffany Trump.p

 

Juntamente com o título mentiroso "Ninguém se quer sentar ao lado de Tiffany Trump", o Notícias ao Minuto no dia 16 deste mês publicou uma fotografia da filha de Donald Trump num evento completamente diferente daquele que noticia numa altura em que alguns lugares ao seu lado estavam desocupados.

 

No seu artigo o Notícias ao Minuto menciona duas testemunhas que relatam que algumas pessoas no evento em questão, um desfile de moda, não se queriam sentar ao lado de Tiffany Trump, e a única foto que publica do evento tem dois lugares vazios ao lado de Tiffany (segundo a testemunha já que a cara de Tiffany não é visível), o que não prova que aqueles dois lugares ficaram desocupados durante todo o evento e muito menos prova que ninguém se queria sentar ao seu lado.

 

E apesar de o Notícias ao Minuto publicar um título que supostamente é uma citação, o seu artigo não atribui essa citação a ninguém.

 

Enquanto qualquer notícia negativa sobre Trump merece imediato destaque por parte da comunicação social, mesmo que seja baseada em mentiras e mesmo que não envolva o presidente directamente como neste caso, nenhuma notícia positiva é sequer mencionada pela mesma comunicação social.

 

Desde que Trump foi eleito em Novembro de 2016, a bolsa de valores dos EUA já bateu vários recordes e atingiu um máximo histórico, o dólar atingiu o valôr mais alto dos últimos 14 anos, o nível de ameaça nuclear desceu de DEFCON 3 para DEFCON 5 (nível mais baixo), a Guarda Fronteiriça apoiou a candidatura de Trump (primeira vez que a Guarda Fronteiriça apoiou qualquer candidato presidencial), apoiou a política da construção do muro na fronteira com o México e agradeceu a Trump por permitir que os seus agentes finalmente possam fazer o seu trabalho. Esta são apenas algumas das muitas notícias positivas que a comunicação social se recusa a divulgar.

 

A comunicação social também nunca noticiou que durante as presidenciais Donald Trump bateu o recorde de votos de toda a história das primárias do Partido Republicano, o que faz de Trump um dos presidentes americanos mais populares de sempre ao contrário daquilo que a comunicação social forçadamente e constantemente tenta fazer-nos acreditar.

 

Ninguém se quer sentar ao lado de Tiffany Trump2.