Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

EUA não conseguem localizar mais de 9500 imigrantes com ligações terroristas que receberam vistos

EUA não conseguem localizar mais de 9500 imigrant

 

Desde 2001 o Departamento de Estado dos EUA deu vistos a mais de 9.500 imigrantes que mais tarde se descobriu terem ligações terroristas e os quais agora não consegue localizar, num total de 122.000 imigrantes a quem decidiu retirar os vistos mas não consegue localizar, segundo disse Michele Bond do Departamento de Estado ao Congresso dos EUA em 2015.

 

Leon Rodriguez, Director de Imigração e Cidadania do Departamento de Estado, disse em 2016 perante o sub-comité judiciário dos EUA que o testemunho de um refugiado pode ser informação suficiente para que este seja aprovado pelo seu gabinete.

 

Todos os anos imigrantes ilegais nos EUA são responsáveis por dezenas de milhares de mortes, violações, agressões e roubos.

 

Nenhum destes factos tem impedido a comunicação social, os líderes políticos por todo o mundo e milhões de manifestantes (pagos e não pagos) de criticar as medidas implementadas pelo presidente Donald Trump com o intuito de proteger o seu próprio povo, e ao mesmo tempo continuar com a política dos EUA de receber imigrantes e refugiados de todo o mundo.

 

Os EUA, através de ordem executiva do Presidente Donald Trump, implementaram recentemente uma pausa de 90 dias nas entradas de imigrantes originários de 7 países por os considerar de alto risco em termos de terrorismo islâmico, tal como Obama e o Congresso americano já os tinham considerado. Estes 90 dias irão dar tempo para que os EUA possam finalmente implementar um sistema de verificação eficaz, que não existia até agora para estes países. Nada desta decisão tem a ver com a religião dos imigrantes mas sim com a segurança dos EUA. Existem cerca de 40 países predominantemente islâmicos que não foram afectados por esta pausa na imigração.

 

Quanto a refugiados, a pausa é de 120 dias e inclui todos os países. A excepção é a Síria, onde o tempo para implementação de um sistema eficaz de verificação de refugiados é impossível de prever neste momento.

 

Existe outro país de origem do qual os EUA não recebem refugiados, devido a ordens do anterior presidente Barack Obama às quais a comunicação social e os protestantes das políticas de Trump não deram atenção até hoje, que é Cuba.

Polícia permite violência anti-Trump em Berkeley, California

Polícia e Governo local permitem violência anti-

 

Dezenas de jovens foram agredidos pelo grupo anti-Trump ANTIFA que também lançou foguetes contra a polícia enquanto esta assistia passivamente ás agressões e destruição na Universidade da Califórnia em Berkeley durante a noite do dia 1 de Fevereiro.

 

O grupo anti-Trump ANTIFA, composto por cerca de 150 membros vestidos de preto e com a cara tapada, misturou-se com um grupo de mais de mil jovens que protestavam na Universidade de Berkeley contra uma palestra de Milo Yiannopoulos, um jornalista da Breitbart famoso por defender políticas semelhantes ás de Donald Trump.

 

Em vários vídeos disponíveis na internet é possível verificar que perante a passividade das forças policiais presentes, membros do grupo ANTIFA agrediram dezenas de jovens que aparentassem apoiar as ideias de Donald Trump ou Milo Yiannopoulos (incluindo pessoas já inconscientes no chão), destruíram propriedade da universidade, material de iluminação destinado para a palestra, e agrediram a polícia com foguetes, enquanto eram incentivados por membros não-violentos da manifestação.

 

Depois de ter permitido que a violência aumentasse de tom, a polícia impediu que a palestra tivesse lugar e só depois deu ordem à multidão violenta para dispersar. Perante a desobediência da multidão violenta, a polícia manteve a sua passividade.

 

No dia 20 de Janeiro uma pessoa foi alvejada durante desacatos violentos causados pelo mesmo grupo anti-Trump, ANTIFA, durante uma outra manifestação contra uma palestra de Milo Yiannopoulos numa universidade em Seattle. Várias dezenas de membros deste grupo foram apreendidos no mesmo dia em Washington D.C. durante a inauguração do presidente Donald Trump, por destruição de propriedade privada e outros actos violentos.

 

Para além dos grupos anti-Tump, algumas universidades e governos locais nos EUA têm também tentado retirar a liberdade de expressão ao jornalista Milo Yiannopoulos e a quem o quer ouvir. Isto é feito exigindo a um dia da palestra que sejam pagos 6500 dólares para segurança adicional, o que em algumas ocasiões impede que a palestra tenha lugar por falta de dinheiro por parte dos estudantes, mas noutras ocasiões não chega a impedir a palestra devido a contribuições de última hora que cobrem os custos de segurança.

 

Nos EUA a maioria das universidades é pressionada a ensinar os alunos a seguir políticas defendidas pelo Partido Democrata, partido opositor de Donald Trump, e tem com sucesso conseguido endoutriná-los sobre como todos os homens brancos são responsáveis pelos males do mundo.

Ex-governante mexicano a favor que México deixe drogas entrarem nos EUA

Ex-governante mexicano a favor que México deixe d

 

Antigo Secretário dos Negócios Estrangeiros do México, Jorge Castañeda, sugeriu que o governo mexicano deve castigar os EUA permitindo que os cartéis mexicanos trafiquem droga para dentro dos EUA.

 

Jorge Castañeda disse à CNN que "a droga que atravessa o México proveniente da América do Sul, ou a droga que é produzida aqui no México vai toda para os EUA. Isto não é problema nosso. Nós temos cooperado com os EUA nestes assuntos durante muitos anos porque eles nos pediram e porque temos uma relação amigável e respeitosa. Se essa relação desaparecer, as razões para cooperar desaparecem."

 

Os cartéis de droga mexicanos já controlam os corredores de imigrantes ilegais junto à fronteira com os EUA e cobram cerca de 5000 dólares por pessoa e regularmente matam grupos de imigrantes que não têm dinheiro para pagar. Em 2015 a Judicial Watch noticiou que as autoridades mexicanas confirmavam a presença do Estado Islâmico junto à fronteira dos EUA, e no dia 12 de Janeiro deste ano publicou um artigo artigo onde, segundo fontes dentro dos serviços de informação,  os cartéis e os terroristas islâmicos se aliaram para planear ataques nos EUA.

 

As declarações do antigo governante mexicano foram feitas em retaliação à política do presidente Trump de aplicar as leis de imigração dos EUA ao deportar imigrantes ilegais (incluindo mexicanos), proteger o país contra a entrada de imigrantes ilegais pela fronteira com o México, e renegociar os acordos comerciais para que os EUA não continuem a perder entre 60 e 75 mil milhões de dólares por ano enquanto o México lucra esse mesmo valor por ano.

 

Todos os anos dezenas de milhares de americanos são mortos, violados, agredidos e assaltados por imigrantes ilegais (incluindo pessoas com cadastro criminal e historial de deportação) que são protegidos por dezenas de "cidades santuário" como Los Angeles ou Nova Iorque, que se recusam a deportar ou prender imigrantes ilegais criminosos, e que atribuem subsídios a estes imigrantes ilegais criminosos.

 

O governo mexicano disse recentemente que iria enviar dezenas de milhões de dólares para os seus Consulados nos EUA para tentar impedir que imigrantes ilegais mexicanos fossem deportados.

 

Várias "cidades santuário" nos EUA estão também a criar fundos de dezenas de milhões de dólares que são tirados do bolso dos americanos para impedir que imigrantes ilegais sejam deportados. Estas cidades são responsáveis por por terem ilegalmente libertado da prisão mais de 66 mil imigrantes ilegais criminosos sem os deportar.

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