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Chave Mestra

Chave Mestra

28 páginas do relatório do 11 de Setembro traduzidas para português

28 páginas do relatório do 11 de Setembro traduz

 

As primeiras 5 páginas das 28 páginas do relatório do 11 de Setembro, finalmente tornadas públicas há quase um ano, são suficientes para mostrar uma clara ligação entre a família real saudita e alguns dos sequestradores dos atentados do 11 de Setembro. As restantes páginas entram em detalhes como por exemplo que certos agentes do FBI, como Mark Rossini, foram impedidos pelo governo de agir sobre os sequestradores atempadamente e de modo a evitar o atentado terrorista que mudou o rumo da história da humanidade.

 

O director da CIA na altura dos atentados, George Tenet, contou em 2015 à Politico como o governo americano a poucas semanas do atentado recebeu informação do responsável da CIA pela Al-Qaeda, Richard Blee, de que um grande atentado terrorista estava prestes a acontecer em solo americano. No entanto o governo americano sempre negou ter qualquer informação de que tal atentado pudesse acontecer, e o testemunho do director da CIA nunca foi considerado pelo relatório do 11 de Setembro.

 

Isto é algo que a comunicação social se recusou em noticiar na altura em que as 28 páginas foram publicadas ao mesmo tempo que apenas noticiava opiniões como a do então director da CIA, John Brennan, de que o "Relatório (28 páginas) revela que 11 de Setembro não foi planeado por sauditas". John Brennan viveu durante muitos anos na Arábia Saudita e é conhecido dentro da comunidade dos serviços de informação americanos como um extremista islâmico.

 

28 páginas em português:

 

https://noticiososite.files.wordpress.com/2016/09/28.pdf

 

28 páginas em inglês:

 

https://noticiososite.files.wordpress.com/2016/09/declasspart4.pdf

 

Diário de Notícias tenta impedir-nos de saber que podemos ser espiados através dos electrodomésticos e ridiculariza Conselheira de Trump por nos avisar dessa realidade

Diário de Notícias não quer que saibamos que po

 

“Aparelhos de interesse (onde se incluem electrodomésticos) serão localizados, identificados, monitorizados, e remotamente controlados através de tecnologias como a identificação de frequência de rádio, redes de sensores, pequenos servidores incorporados, e captadores de energia — tudo ligado à internet de nova-geração utilizando computação abundante, de baixo custo e alta potência,”, Estas foram as declarações do antigo Director da CIA, David Petraeus, feitas em Março de 2012 durante a conferência sobre a "internet das coisas" (qualquer aparelho com ligação à internet) para a In-Q-Tel, firma de capital de risco da CIA.

 

Petraeus acrescentou “com o último (computação) agora movendo-se em direcção à computação "cloud" (armazenamento em servidores), em muitas áreas cada vez maior super-computação, e, finalmente, movendo-se em direcção à computação quântica (tecnologia de processadores digitais baseada em átomos em vez dos semi-condutores utilizados hoje - silicone e germânio).”

 

No seu artigo de dia 14 de Março "Escutas a Trump escondidas em microondas, sugere conselheira", o Diário de Notícias tenta ridicularizar a Conselheira de do Presidente dos EUA, Kellyanne Conway, por esta ter mencionado numa entrevista que electrodomésticos podem ser utilizados para nos espiar.

 

No mesmo artigo o Diário de Notícias refere a recente fuga de informações de documentos da CIA publicada pela Wikileaks sem sequer referir o seu nome (Vault 7) nem que é a maior fuga de documentos confidenciais de sempre, e que esses documentos comprovam que a CIA está a utilizar os electrodomésticos para espiar todas as pessoas, tal como a tomar controlo de qualquer aparelho electrónico que possua ligação à internet, captadores de energia ou os mais populares sistemas operativos (Windows, etc), incluindo até automóveis e aviões, e está também a utilizar armas informáticas de outros governos para fazer parecer com que ataques contra instituições americanas foram cometidos por outros países.

 

A comunicação social tem-se recusado a noticiar esta fuga de documentos ou a informação reveladora e comprometedora contida neles.

 

Diário de Notícias não quer que saibamos que po

 

Comunicação social noticia criação de centro internacional de investigação sobre água em Lisboa - ignora que governo se recusa a testar níveis de herbicida na água potável e que portugueses têm níveis recorde de herbicida no corpo

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O governo português recusa-se a testar os níveis do herbicida (glifosato) na água potável. Os maiores níveis de glifosato alguma vez encontrados no corpo de qualquer pessoa a nível mundial foram registados em 2016 num grupo de pessoas de Gaia, o único grupo de portugueses alguma vez testado. A Organização Mundial de Saúde já classificou o glifosato como um provável cancerígeno, mas depois da pressão feita pela indústria dos herbicidas a Organização Mundial de Saúde voltou atrás na classificação, algo quase inédito.

 

A autorização da utilização deste herbicida na União Europeia foi feita unilateralmente pelo presidente da Comissão Europeia, um corpo não eleito pelo povo e o único com o poder de escrever e aprovar leis a nível da União Europeia, que compõem a maioria das leis dos países da União Europeia.

 

A proibição do uso deste herbicida em centros urbanos portugueses foi barrada pelo PCP, PSD e CDS-PP. Quase todas as autarquias do país aplicam este herbicida nos passeios várias vezes ao ano.

 

A autoridade da União Europeia que classifica os químicos considerou recentemente o glifosato como seguro, apesar de muitos estudos independentes terem concluído o contrário e apesar de vários países e regiões do mundo considerarem o glifosato cancerígeno e até já terem proibido o seu uso.

 

A comunicação social recusa-se a dar qualquer destaque ou promover qualquer debate sobre a segurança deste herbicida e sobre os estudos independentes que o classificam como cancerígeno.

 

O anterior Bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, disse à reportagem de Marta Jorge que a RTP passou em Maio de 2016 e que expôs os níveis arrepiantes  de glifosato presentes no corpo de um grupo de pessoas em Gaia, que a toxicidade deste herbicida é muito provavelmente responsável por uma série de doenças graves e que não existem condições para classificá-lo como seguro.

 

"Pode aumentar a incidência de alguns tipos de cancro pelo menos, de autismo, de infertilidade, de perturbações hormonais, de doença celíaca, e de outras doenças gastrointestinais."

"Não tenho dúvidas que haverá certas doenças que estão a aumentar exatamente por causa da sopa química agrícola em que nós somos obrigados a viver"

 

No dia 27 de Março a Agência Lusa escreveu um artigo, que foi depois publicado pela maioria da comunicação social, com o título "Lisboa vai ter centro internacional de investigação sobre água" onde a questão do glifosato não foi referida e onde o coordenador desse tal centro de investigação sobre água, Jaime Melo Baptista, diz o seguinte:

 

"A ideia é criar, em Lisboa, em Portugal, um centro internacional dedicado às questões da água, o Lisbon International Centre for Water [Centro Internacional da Água de Lisboa], com o objectivo de desenvolver, numa rede internacional extensa, o melhor conhecimento existente no sector dos recursos hídricos e dos serviços de águas e passá-lo"

 

No artigo pode-se lêr também o seguinte:

 

"Jaime Melo Baptista, investigador coordenador no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), realçou a importância de apoiar novas soluções técnicas, de produtos ou serviços, que contribuam para capacitar os responsáveis e profissionais e obter mais eficiência na utilização de um recurso decisivo para reduzir a pobreza, melhorar a saúde e o desenvolvimento."

 

A questão do glifosato, especialmente em Portugal que detém o recorde mundial de níveis de glifosato detectados em pessoas, não é referido.

 

Quase toda a comunicação social já tinha em Agosto de 2016 publicado artigos sobre a "Água "excelente" em Portugal" onde se pode lêr que "Nunca a água em Portugal esteve tão segura para beber, revelam os dados da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).". O artigo não diz que a entidade reguladora não testa os níveis de glifosato nem que existe uma directiva da União Europeia desde 2015 para que esses teste seja feito.

Donald Trump lança guerra nunca antes vista ás redes de pedofilia - comunicação social ignora

Donald Trump lança guerra ás redes de pedofilia

 

Desde que Donald Trump tomou posse como presidente dos EUA a 20 de Janeiro, já foram feitas mais de 2500 detenções relacionadas com abuso sexual de menores e redes de tráfico de menores, com centenas de crianças a serem resgatadas de masmorras ou outro tipo de prisão.

 

Segundo várias fontes oficiais da organização de jornalismo independente Infowars, e fontes de convidados regulares do seu programa de rádio/televisão/internet como Coronel Tony Shaffer (15 de Março), investigador profissional Doug Hagmann (6 de Fevereiro) e ex-agente da CIA Robert David Steele (16 de Fevereiro), os detido não são meros pedófilos mas sim sequestradores que fornecem crianças ás elites para abusos sexuais, tortura e rituais satânicos, o que regularmente resulta na subsequente chantagem de figuras políticas.

 

Algumas destas fontes e profissionais acreditam que as detenções estão a acontecer agora com Trump como presidente porque as anteriores administrações da Casa Branca estavam de certa maneira envolvidas com as redes de pedofilia.

 

Segundo o ex-agente da CIA Robert David Steele, até o líder do Partido Republicano Reince Priebus, que Donal Trump escolheu para seu Chefe de Pessoal para tentar obter votos de Republicanos anti-Trump no Congresso para conseguir passar leis que prometeu aos seus eleitores, está directamente envolvido nas redes de pedofilia que estão agora a começar a ser desmanteladas por todo o país:

 

"Priebus é, entre outras coisas, um fornecedor e encobridor de pedofilia. Dennis Hastert (político americano recentemente condenado por pedofilia) é apenas o princípio. Eu absolutamente garanto-te que Julian Assange (líder da Wikileaks - organização que expõe criminalidade em governos com a publicação de documentos oficiais) vai derrubar o Partido Republicano e o Reince Priebus especificamente."

 

"Eu tenho há mais de uma década trabalhado com um número de pessoas na área da pedofilia como sendo um privilégio das elites. Para os Democratas é na verdade um gosto adquirido. John Podesta (ex-Chefe de Pessoal de Barack Obama e Director de Campanha de Hillary Clinton) é um pedófilo "leve". Os Republicanos e a elite bancária são os que tornaram isto numa coisa grande. Existem restaurantes sauditas em Washington D.C. com caves onde se pode pedir crianças a partir da ementa. Isto é o que me disseram."

 

"A chamada telefónica de Flynn (ex-Conselheiro do Presidente Trump que se demitiu recentemente por supostamente não ter informado inteiramente o Vice-Presidente dos EUA Mike Pence sobre uma chamada telefónica com o Embaixador da Rússia) incluiu, e isto é informação privilegiada, a chamada telefónica de Flynn incluiu uma conversa sobre uma lista de pedófilos de alto perfil nos Estados Unidos, um dos quais é o melhor amigo de Mike Pence. E Flynn não contou a Pence."

NOS, RTP, SIC e Google admitem que querem decidir por nós o que são notícias falsas e pedem censura

NOS, RTP, SIC e Google admitem que querem decidir

 

Os poderosos querem censurar a internet e decidir quais são as notícias que merecem ser destacadas e consideradas de "qualidade", e quais as que merecem ser censuradas e consideradas "falsas". Google, Facebook e outras plataformas da internet estarão encarregues da censura enquanto produtores e distribuidores de conteúdo como NOS, SIC e RTP serão os ditadores ou influenciadores daquilo que é verdadeiro ou falso, ou como eles dizem, de qualidade ou sem qualidade.

 

Isto ficou comprovado com as declarações feitas durante o recente encontro da QSP Summit pelo presidente da Impresa (SIC, Expresso, Visão e outros) Francisco Pedro Balsemão, pelo presidente da RTP Gonçalo Reis, pelo presidente da NOS Miguel Almeida, e pelo máximo responsável da Google em Portugal Bernardo Correia.

 

Os seguintes são excertos do artigo de Elisabete Felismino de dia 24 deste mês para a ECO.PT "QSP Summit: Balsemão ataca Google e Facebook":

 

 

Presidente da NOS - Miguel Almeida:

"“vai haver uma disrupção tecnológica e regulatória”. E lembrou que “sem rede de comunicações não é possível aceder a conteúdos através do telemóvel e televisão”. Miguel Almeida frisou que “há desequilíbrios nos conteúdos mas que nunca tivemos tantos conteúdos como hoje”. Para o presidente da NOS, “os mercados vão ter que se ajustar para criar um modelo ajustado” e, se isso não for possível através do mercado, “terá de ser via regulação”"

"E para não destoar, apontou também baterias à Google afirmando que este mostra as notícias que “têm mais visualizações e não as que têm maior qualidade”. O ceo da NOS defendeu que a “curadoria é fundamental desde que obedeça a uma certa regulação, até porque é muito fácil criar notícias falsas”."

"Miguel Almeida lembrou ainda que a “informação livre, independente e credível é um pilar da democracia”, para justificar a razão pela qual não se pode dar aos consumidores apenas a informação que querem. “Estou certo que esse não é o caminho”, referiu."

 

Presidente da RTP - Gonçalo Reis:

"“não podemos fazer apenas o que os consumidores mais pedem, no imediato até pode dar resultados, mas a prazo não acrescenta nada e estamos a perder personalidade”
Gonçalo Reis apontou também baterias para os distribuidores de conteúdos afirmando que estes serão “mais ricos e mais atrativos se tiverem uma produção de conteúdos com maior qualidade”"

 

Google Portugal - Bernardo Correia:

"afirmou concordar com a necessidade de criar “um ecossistema credível e sustentável de apoio à inovação“. E lembrou que a “Google contribuiu com 3,6 milhões de euros para a área da informação através do fundo Digital News Initiative (DNI)”"

 

Presidente da Impresa - Francisco Pedro Balsemão:

 

"“Sem os nossos conteúdos de qualidade não haveria Google nem Facebook, eram umas páginas amarelas com uns gatinhos a tocar piano”"

 

"“é preciso dignificar o nosso contexto” de modo a “criar um ecossistema credível para todos”"

Antigo director técnico da NSA diz que existe um programa de espionagem doméstica nos EUA desde 2001 e que o actual director do FBI tem conhecimento disso desde essa altura

Antigo director técnico da NSA diz que existe um

 

"O director Comey tem conhecimento do programa de espionagem doméstica da NSA, que se chama Programa Stellar Wind originalmente, podem ter mudado o nome desde 2001, mas este era o nome original do programa do qual ele tinha conhecimento.", disse o antigo director técnico da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA) William Binney ontem em entrevista à Infowars.

 

"Em 2004 a Casa Branca estava a tentar fazer com que Ashcroft (então Procurador-Geral dos EUA) corrigisse Comey (então Procurador-Geral Assistente dos EUA), porque Comey tinha-se negado a renovar esse programa na altura, como devia ter feito.", acrescentou William Binney.

 

Segundo William Binney, os EUA também recebem dados de espionagem dos serviços de informação de outros países sobre americanos. Toda a espionagem obtida pela NSA fica gravada na sua base de dados e inclui até espionagem feita sobre os juízes do Supremo Tribunal, os líderes do Pentágono (Forças Armadas dos EUA), todos os membros do Congresso (Parlamento dos EUA), e também Donald Trump enquanto cidadão, enquanto candidato a presidente dos EUA, enquanto presidente-eleito dos EUA e  enquanto presidente dos EUA.

 

William Binney diz que o FBI e CIA têm acesso directo a toda a informação gravada na base de dados da NSA. Mais precisamente são cerca de 2000 trabalhadores dentro dos serviços de informação americanos que têm acesso a essa base de dados, apesar de apenas algumas dezenas estarem oficialmente autorizadas para o fazer.

 

Os líderes de governo e dos serviços de informação dos EUA têm repetidamente dito, incluindo perante o Congresso, que a CIA e a NSA não espiam o povo americano.

Diário de Notícias mente que Trump se recusou a apertar a mão de Merkel e admite-o no seu próprio artigo

Trump ignora pedidos para apertar a mão a Merkel

 O título do artigo do Diário de Notícias de dia 17 deste mês passa de "Momento insólito: Trump recusa apertar a mão de Merkel" nos destaques da página MSN para "Trump ignora pedidos para apertar a mão a Merkel na Casa Branca" após abrir a ligação para a notícia. Durante o artigo a notícia passa para:

 

"o presidente norte-americano parece fazer por ignorar os pedidos dos jornalistas para dar um cumprimento "para a fotografia" à chanceler alemã."

"Trump recebeu Merkel na Casa Branca com um aperto de mão"

"Trump parece não ouvir sequer as solicitações dos repórteres fotográficos e a dada altura, segundo reporta o Business Insider, a própria chanceler alemã lhe diz "eles querem um aperto de mão", mas não obtém qualquer reação."

"Não fica claro se Trump a ignorou intencionalmente ou se, simplesmente, não a ouviu."

 

Mas o título que o Diário de Notícias escolheu foi "Momento insólito: Trump recusa apertar a mão de Merkel", em mais uma tentativa de criar uma má imagem de Donald Trump, sabendo que a maioria das pessoas apenas lê os títulos das notícias e é a partir destes que cria a sua percepção do mundo.

Jornal de Notícias noticia que terrorista de Londres era britânico, não noticía quando autoridades confirmam que era islâmico

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Ontem o Jornal de Notícias publicou um artigo sobre o atentado terrorista em Londres de dia 22. O seu título na página da MSN era "Londres: Terrorista era britânico", clicando na ligação para o artigo o título passava para "Terrorista nasceu no Reino Unido e já tinha sido investigado". No artigo é dito que a única informação oficial é de que o terrorista é britânico. Mas agora que se sabe que o terrorista era também islâmico não existe um artigo, pelo menos com destaque, a referir isso mesmo no título.

 

A comunicação social consegue assim criar a percepção, pelo menos numa parte do público, de que não se tratou de terrorismo islâmico mas sim de terrorismo britânico, já que é sabido que a maioria das pessoas apenas lê os títulos das notícias e é a partir destes que cria a sua percepção do mundo.

 

Esta táctica utilizada pela comunicação social e autoridades é recorrente desde que os atentados terroristas e crimes cometidos por pessoas islâmicas começaram a aumentar na Europa no seguimento do acolhimento em massa de refugiados e migrantes islâmicos.

Abel Coelho de Morais e Diário de Notícias criticam que se tenha tornado público que existem provas que Trump foi espiado pelos serviços de informação

Abel Coelho Morais e Diário de Notícias criticam

 

Quando o Congressista Devin Nunes deu uma conferência de imprensa há dois dias para dizer que tinha tido acesso a relatórios do serviços de informação americanos que provam que Trump foi espiado pelos serviços de informação em Novembro, Dezembro e Janeiro últimos, a comunicação social ignorou completamente a notícia.

 

Passados dois dias o "jornalista" Abel Coelho de Morais escreve um artigo para o Diário de Notícias com o título "Trump sofre três derrotas em menos de 24 horas" em que recorre a terceiros (políticos anti-Trump) para criticar Nunes por ter informado o público de que Trump foi espiado. E isto depois de a comunicação social ter tentado convencer-nos durante semanas de que Trump mentiu quando escreveu no Twitter que tinha sido espiado.

 

O seguinte é o que Abel Coelho de Morais escreveu no seu artigo:

 

"Segunda frente em que Trump sofreu ontem danos colaterais, deveu-se à atuação do presidente da comissão da Câmara dos Representantes para os serviços de informações, Devin Nunes, acusado de ter atuado de forma imprópria na questão das alegadas escutas ordenadas por Obama a Trump.

Nunes comunicou diretamente ao presidente, além de ter afirmado publicamente, que mensagens entre os elementos da equipa de transição de Trump, que ele própria integrava, foram intercetadas pelos serviços de informações dos EUA. Segundo o principal democrata na comissão, Adam Schiff, primeiro, Nunes devia ter-lhe comunicado a ele e à comissão os dados de que tomou conhecimento antes de se referir a estes de forma pública ou, algo imperdoável para o democrata, os ter comunicado à Casa Branca. Para Schiff, "o facto de colaboradores do presidente serem parte da investigação, é inadequado e, infelizmente, põem em causa a credibilidade de [Nunes] para supervisionar uma investigação independente". A líder democrata na Câmara, Nancy Pelosi, não hesitou em chamar a Nunes "um bufo" e "lacaio" de Trump."

 

É público desde dia 19 deste mês que existem documentos da NSA obtidos por um dos seus empregados, Dennis Montgomery, que provam que Trump foi espiado pela NSA entre 2004 e 2010 como parte do programa Dragnet, notícia que a comunicação social também ignorou e continua a ignorar.

Congressista diz ter provas que confirmam que Donald Trump foi espiado pelos serviços de informação dos EUA - comunicação social ignora

Congressista diz ter provas que confirmam que Dona

 

Devin Nunes, um dos congressistas responsáveis pelo Comité dos Serviços de Informação da Câmara de Representantes que está a investigar supostas ligações entre Trump e elementos da sua campanha com o governo russo, disse em conferência de imprensa há dois dias que teve acesso a vários relatórios dos serviços de informação que provam que Donald Trump e membros da sua campanha foram alvo de escutas em Novembro, Dezembro e Janeiro últimos por parte de várias agências dos serviços de informação dos EUA, algo que tem sido negado pelos responsáveis destas agências e por quase toda a classe política e comunicação social.

 

No dia 19 deste mês a Infowars confirmou que Trump tinha sido espiado entre 2004 e 2010 como parte do programa Dragnet da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA) depois de ter recebido documentos obtidos pelo antigo empregado da NSA, Dennis Montgomery, que tem tentado denunciar criminalidade dentro da NSA desde 2013 mas que tem sido impedido de o fazer. Esta notícia continua a ser completamente ignorada pela comunicação social.

 

Quando no dia 27 de Fevereiro Devin Nunes disse numa outra conferência de imprensa que o comité de investigação não tinha encontrado quaisquer provas de ligação entre Trump e o governo russo, a comunicação social também ignorou essa noticia e continuou, como até então tinha vindo a fazer, a noticiar qualquer alegação de ligações entre o governo russo e Donald Trump, como mais recentemente quando, depois da audiência dos directores do FBI e da NSA perante o Congresso, a comunicação social noticiou que o FBI está a investigar ligações entre o circulo de Trump e o governo russo, algo que já é publico há meses e cuja investigação começou em Julho do ano passado e que apenas foi repetido pelo director do FBI durante a audiência.

 

Mas o que a comunicação social deliberadamente não noticiou sobre essa recente audiência foi a confirmação dos directores do FBI e NSA de que não existem provas que liguem Donald Trump ao governo russo.

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