Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Documentos de denunciador da NSA confirmam que Obama e Bush espiaram Trump entre 2004 e 2010 - comunicação social ignora

Documentos de denunciador da NSA confirmam que Oba

 

Os documentos, vindos de Dennis Montgomery, um empregado da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA), são prova que Donald Trump foi alvo de espionagem através da NSA, dentro do programa Dragnet que grava a informação electrónica de milhões de americanos criando uma base de dados como foi exposto por Edward Snowden em 2013.

 

Essa base de dados é depois partilhada com certas polícias federais e estatais. Também a família de Donald Trump e empregados seus foram alvos de espionagem. A notícia foi originalmente publicada ontem por Jerome Corsi da Infowars.

 

O detective Michael Zullo, que forneceu parte dos documentos a Jerome Corsi, incluindo uma lista de mais de um milhão de americanos alvo de espionagem pelo programa Dragnet da NSA, disse também ontem à Infowars que Dennis Montgomery entregou 7 discos-rígidos ao FBI em 2013, e que acredita que a informação contida neles foi o que levou o presidente Trump há dias a acusar Obama de o ter espiado.

 

Os documentos mostram que aliados importantes de Donald Trump também foram espiados, incluindo o jornalista Alex Jones da Infowars e o Sherife Joseph Arpaio, que recebeu os documentos originalmente de Dennis Montgomery da NSA em 2013.

 

Segundo o detective Michael Zullo, Dennis Montgomery tentou anteriormente denunciar ilegalidades dentro da NSA cerca de 12 vezes mas foi sempre impedido.

 

A comunicação social tem feito de tudo para criar a percepção de que Donald Trump mentiu quando há dias acusou Obama de o ter espiado, e está agora a ignorar esta notícia tal como outras anteriores em que, segundo fontes do juiz americano Andrew Napolitano e de um dos ex-chefes da CIA na área do contra-terrorismo Larry Johnson, Obama espiou Donald Trump até há bem pouco tempo através de uma agência de serviços de informação britânica chamada GCHQ.

Fontes de Juiz Andrew Napolitano e ex-chefe da CIA dizem que os serviços de informação americanos espiaram Trump através dos serviços de informação britânicos - comunicação social ignora

Depois do juiz Andrew Napolitano agora um antigo c

 

Um dos ex-chefes da CIA na área do contra-terrorismo, Larry Johnson, disse no dia 6 deste mês em entrevista ao canal RT que tem fontes dentro da CIA que dizem que os serviços de informação americanos utilizaram a a agência britânica GCHQ para espiar Donald Trump legalmente e sem necessitar de aprovação de Obama, e fizeram-no para destruir e descredibilizar a presidência de Donald Trump. A entrevista foi inicialmente censurada pelo Facebook.

 

O juiz americano Andrew Napolitano disse no dia 13 deste mês ao canal americano Fox News que tinha fontes dentro dos serviços de informação que diziam o mesmo.

 

A comunicação social tem feito de tudo para criar a percepção de que Donald Trump mentiu quando há dias acusou Obama de o ter espiado, e está agora a ignorar estas duas notícias.

Jornal de Notícias tenta criar a falsa percepção de que apenas Trump despede procuradores federais

Procurador federal despedido por Trump após recus

 

É absolutamente normal que procuradores federais sejam despedidos por presidentes dos EUA. Bill Clinton despediu 93 num só dia e é normal um presidente dos EUA despedir mais de metade dos procuradores federais durante o seu mandato.

 

Mas o Jornal de Notícias no dia 12 tenta aproveitar-se da nossa ignorância para criar a percepção de que apenas Donald Trump o faz com a clara intenção de lhe dar uma má imagem no seu artigo "Procurador federal despedido por Trump após recusar abandonar o cargo".

 

Donald Trump está a despedir dezenas de procuradores federais, tal como todos os outros presidentes o fizeram.

Andrea Pinto e Notícias ao Minuto tenatam criar a falsa percepção de que Merkel ficou admirada com a presença de Ivanka Trump em reuniões oficiais

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Ivanka Trump já esteve presente em outras reuniões oficiais da Casa Branca, incluindo com o primeiro-Ministro do Canadá, e é impossível que Merkel não estivesse informada disso.

 

A comunicação social tenta constantemente aproveitar-se da nossa ignorância com a intenção de manchar a imagem da administração de Trump, como com o recente caso do antigo Conselheiro de Segurança Nacional, tentando criar a percepção de que este não devia ter falado com o Embaixador russo quando é precisamente esse o seu trabalho a partir do momento em que Trump é eleito presidente.

 

A "jornalista" Andrea Pinto tenta no seu artigo para o Notícias ao Minuto "O olhar de Merkel a Ivanka que não deixou os jornalistas indiferentes" criar de novo a percepção de que a administração de Trump não sabe o que está a fazer. A "jornalista" escreve:

Segundo o Daily Mail, as reuniões entre a líder germânica e os Trump têm sido marcados por vários episódios inusitados. O mais recente esteve relacionado com a admiração de Markel ao perceber que a filha de Trump estaria também nos eventos oficiais.

A cara de espanto de Merkel ao ouvir Ivanka a falar foi captada pelas câmaras do fotógrafos, que dizem que momentos depois a chanceler tentou disfarçar conversando e rindo com a filha de Trump.

Erika Nunes e Dinheiro Vivo mentem que produtos da filha de Donald Trump não vendem

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Apenas atribuindo credibilidade ás declarações de lojas anti-Trump, que dizem que os produtos têm vendido menos, e retirando credibilidade à palavra dos representantes da marca de Ivanka trump, que dizem que os produtos têm vendido mais, a "jornalista" Erika Nunes escreveu um artigo para o Dinheiro Vivo no dia 22 de Fevereiro com o título "A verdade é esta: os produtos de Ivanka Trump não vendem.".

 

Desde que a comunicação social e organizações activistas (muitos delas financiadas pelo admitido colaborador Nazi George Soros) começaram a pressionar lojas para deixarem de vender produtos da filha de Donald Trump, as vendas destes produtos só têm aumentado, mas comunicação social em geral tem tentado fazer passar a imagem de que o oposto está a acontecer, recorrendo a mentiras e desinformação, ao mesmo tempo que admite que as vendas estão a aumentar, desde a CNN à BBC, organizações que constantemente mentem e desinformam para tentar criar uma má imagem de Donald Trump.

 

Desta vez é a "jornalista" Erika Nunes que escreve no seu artigo para o Dinheiro Vivo que os produtos de Ivanka Trump estão a vender menos, ignorando todos os números que mostram as vendas a subir.

 

Erika Nunes tenta também defender que a decisão destas lojas de deixarem de vender os produtos de Ivanka não é motivada por política, aceitando a palavra das lojas anti-Trump sem nenhum cepticismo, nem mesmo quando as lojas começaram a deixar de vender os produtos assim que Trump se tornou um sério candidato ás presidenciais.

 

Sem referir provas que sustentem tal decisão, a "jornalista" Erika Nunes escolheu utilizar o título mentiroso "A verdade é esta: os produtos de Ivanka Trump não vendem." para o seu artigo, sabendo que a maioria das pessoas apenas lê os títulos dos artigos e é a partir destes que cria a sua percepção da realidade.

Notícias ao Minuto e Lusa recorrem a mentiras sobre o aquecimento global para nos manipular em apoiar transferência de riqueza da população mundial para as elites multi-milionárias

Gelo do Ártico só se salva se aquecimento global

 

No artigo publicado a 7 de Março pelo Notícias ao Minuto, a Lusa mente-nos do principio ao fim em relação ás temperaturas do planeta, ás previsões, à quantidade de gelo no planeta e ao número de ursos polares que nele habitam.

 

Enquanto a comunicação social portuguesa tem ignorado completamente os escândalos Climategate e Climategate 2, em que foi exposto que cientistas têm manipulado os dados das temperaturas e os modelos de previsão de forma a fazer crer que a emissão de dióxido de carbono pela actividade humana é a principal responsável pelas mudanças climáticas, a comunicação social tem ao mesmo tempo recorrido a mentiras e desinformação para nos fazer acreditar que existe um consenso na comunidade científica e que a única solução é pagar 10 biliões de dólares durante os próximos 10 anos a uma instituição privada e independente governada por elites que não têm que prestar contas à população mundial.

 

O artigo recorre a temperaturas captadas pela NOAA, agência americana que foi recentemente apanhada no escândalo Climategate 2 a manipular as temperaturas, e diz-nos que o gelo do Árctico está diminuir mas ignora que imagens de satélite da NASA têm mostrado a Antárctida a crescer e a bater recordes.

 

O artigo refere também que a população de ursos polares está em declínio quando está em expansão e no seu máximo desde há 40 anos segundo recentes estudos, e termina referindo que um modelo diz que se continuar-mos com as mesmas emissões de dióxido de carbono vamos ter um aumento de 3 graus no final do século, quando o Climategate e o Climategate 2 provam como as temperaturas utilizadas pelos modelos têm sido manipuladas, os próprios modelos têm sido manipulados, e mais de 90% dos modelos já foram provados ser incorrectos.

 

Os mesmos líderes políticos e elites que têm tentado à força criar a percepção de que a actividade humana está a aquecer o planeta em demasia e que temos que pagar 10 biliões de dólares para o salvar, são as mesmas pessoas que vão lucrar com essa transferência de riqueza, ao mesmo tempo que impedem países do 3º mundo de se industrializarem devido aos custos insuportáveis das energias alternativas, que por sua vez serão subsidiadas pelos países do 1º mundo, o que irá estagnar a economia desses países e criar ainda mais dívida sobre a que já existe e que é impagável segundo muitos peritos.

 

Alguns dos accionistas dos centros de câmbio de carbono, por onde serão afunilados os 10 biliões de dólares, são as mesmas pessoas que têm impulsionado o movimento para taxar as emissões de dióxido de carbono durante décadas, como Al Gore, Barack Obama, Bill Gates, e muitos outros multi-milionários e membros das elites políticas e financeiras.

 

O banco de ideias Clube de Roma, do qual o dono da TVI, Nicolas Berggruen, faz parte, é uma instituição conhecida por criar ideias políticas sobre o ambiente que mais tarde são adoptadas pelos países membros da Organização das Nações Unidas, da qual Portugal faz parte, já que o Clube de Roma é um consultor das Nações Unidas.

 

Num excerto de uma das suas publicações de 1990 “A Primeira Revolução Global”, página 75, lê-se:

 

“O inimigo comum da humanidade é o Homem. Na busca por um novo inimigo para nos unir, nós tivemos a ideia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a escassez de água, a fome e outros tais exemplos serviriam esse propósito. Todos estes perigos são causados por intervenção humana, e é apenas através da mudança de atitudes e comportamentos que podem ser superados. O verdadeiro inimigo é então a própria humanidade.”

 

Edward Snowden, antigo analista da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA), desertou há poucos anos da agência levando consigo documentos oficiais para a Rússia, país para onde escolheu ir para não ser deportado para os EUA onde seria julgado como traidor por ter revelado como a NSA tem estado a espiar toda a população mundial criminosamente.

 

Snowden disse numa recente entrevista à Tribuna Moscovita que tem documentos que provam que a CIA (agência de serviços de informação dos EUA) deliberadamente orquestrou o mito do aquecimento global nos anos 50 com o objectivo de desviar a atenção da comunidade científica dos perigos da corrida ás armas nucleares da altura, e para solidificar o seu controlo sobre as instituições de pesquisa científica.

 

“Tenho documentos que mostram que a CIA inventou tudo isto,”

“O aquecimento global foi inventado para assustar as pessoas, e também para as distrair de outros perigos como as armas nucleares.”

“A CIA deu milhões de dólares a qualquer cientista que confirmasse a teoria, muitos cientistas sem escrúpulos fizeram o que lhes foi mandado para receber o dinheiro. Hoje existe tanta informação falsa para confirmar que o aquecimento global “existe”, que já convenceram toda a gente que é real.”

Amigo de longa data de Donald Trump sofre segunda tentativa de assassinato em 3 meses - comunicação social ignora

Amigo pessoal de longa data de Donald Trump sofre

 

A comunicação social continua a recusar noticiar que Roger Stone, um amigo pessoal e conselheiro de longa data de Donald Trump que foi o seu primeiro director de campanha, sofreu há dois dias a sua segunda tentativa de assassinato quando um veículo de vidros fumados e matrícula não visível atingiu o veiculo em que viajava e exactamente onde estava sentado, com o agressor a pôr-se em fuga imediatamente após o "acidente".

 

Em Dezembro Roger Stone já tinha sido envenenado com polónio, um elemento altamente radioactivo utilizado por governos para assassinatos, ao qual sobreviveu por não ter ingerido quantidades suficientes para uma morte imediata.

 

Roger Stone é um dos membros da campanha de Trump acusado de ter relações com o governo russo, algo que sempre negou e do qual não existem provas até hoje, e o seu testemunho já agendado perante o Congresso é crucial para a investigação. Segundo as suas declarações à Infowars, Roger Stone acredita que alguém está a tentar impedir que consiga testemunhar perante o Congresso.

 

Oleg Erovinkin, o ex-general do KGB que a imprensa britânica acredita ter sido a fonte que deu origem ao polémico relatório sobre as relações de Donald Trump com a Rússia, foi encontrado morto no final de Dezembro, em Moscovo, no banco de trás do carro do qual era proprietário.

 

A causa da morte está a ser investigada, depois de inicialmente se ter dito que não teria sobrevivido a um ataque cardíaco.

 

Apesar de ninguém até agora ter conseguido confirmar qualquer das acusações feitas contra Trump nesse relatório em relação a uma suposta ligação com Putin e festas com prostitutas, e apesar de o ex-espião britânico que escreveu o relatório a pedido de grupos anti-Trump estar desaparecido desde que se tornou público que tinha sido ele o autor, a comunicação social continua a tratar o relatório com credibilidade.

Lusa e Notícias ao Minuto escondem informação para tentar criar percepção que Trump acusou Obama de ter dado ordens para o espiar sem se basear em provas

Senado não tem provas de que Donald Trump tenha s

 

O Juiz americano Andrew Napolitano disse na Fox News, canal de televisão onde trabalha, que recebeu informação de fontes de que as escutas terão sido obtidas por Obama através de uma agência britânica de serviços de informação, a GCHQ, que colabora com a NSA. E por ser uma agência estrangeira não existirão documentos que liguem Obama ao pedido das escutas, mesmo que Obama as tenha pedido, e não seriam escutas ilegais já que as agências dos serviços de informação só estão proibidas de espiar cidadãos do seu país sem necessitar um mandato de um juiz.

 

Isto acontece na sequência de Trump ter acusado Obama de ter pedido escutas sobre ele, sem ainda ter apresentado provas ao Congresso americano, acusação que a comunicação social em geral criticou e fez de tudo para fazer passar a percepção de que era pura mentira e que Trump não tinha provas. Ao mesmo tempo que, sem receber atenção nenhuma por parte da comunicação social, a Wikileaks publicava documentos da CIA com o nome Vault 7 que provam que esta agência dos serviços de informação americanos tem a capacidade de espiar qualquer pessoa no mundo através de qualquer aparelho electrónico com ligação à internet, e alguns mesmo sem ligação à internet, e consegue assumir controlo de carros, aviões, centrais eléctricas, barragens, entre outras infra-estruturas e engenhos que sejam controlados por processadores electrónicos.

 

A Lusa escolheu não incluir esta informação no seu artigo "Senado não tem provas de que Donald Trump tenha sido colocado sob escuta" publicado pelo Notícias ao Minuto, onde cita uma comissão do Senado responsável por investigar o caso e que não conseguiu ainda obter provas de que Obama tivesse pedido escutas sobre Trump.

 

A Lusa escreve:

 

"Perante as informações em nossa posse, não temos qualquer indicação segundo a qual a Torre Trump tenha sido sujeita a uma vigilância por qualquer entidade do Governo dos EUA, antes ou depois do dia das eleições presidenciais de 2016", escreveram, em comunicado, o republicano Richard Burr, presidente desta comissão, e o democrata Mark Warner, vice-presidente.

 

Quando o comité dos serviços de informação da Câmara de Representantes disse recentemente numa conferência de imprensa que não existiam quaisquer provas que ligassem Trump e membros da sua campanha presidencial ao governo russo, nem a Lusa, nem o Notícias ao Minuto, nem qualquer organização da comunicação social portuguesa reportaram essa notícia. Mas até então tinham noticiado toda e qualquer alegação de que Trump é um agente russo, mostrando uma clara intenção de criar uma imagem negativa de Trump.

 

A comunicação social também se continua a recusar noticiar que Roger Stone, um amigo pessoal e conselheiro de longa data de Donald Trump que foi o seu primeiro director de campanha, sofreu há dois dias a sua segunda tentativa de assassinato quando um veículo de vidros fumados e matrícula não visível atingiu o veiculo em que viajava e exactamente onde estava sentado, com o agressor a pôr-se em fuga imediatamente após o "acidente". Em Dezembro Roger Stone já tinha sido envenenado com polónio, um elemento altamente radioactivo utilizado por governos para assassinatos, ao qual sobreviveu por não ter ingerido quantidades suficientes para uma morte imediata.

 

Roger Stone é um dos membros da campanha de Trump acusado de ter relações com o governo russo, algo que sempre negou e do qual não existem provas até hoje, e o seu testemunho já agendado perante o Congresso é crucial para a investigação. Segundo as suas declarações à Infowars, Roger Stone acredita que alguém está a tentar impedir que consiga testemunhar perante o Congresso.

Bruno Mourão e Notícias ao Minuto mentem que negócios da filha de Donald Trump estão a falhar

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Sem referir qualquer prova de qualquer que negócio de Ivanka Trump está a falhar, o "jornalista" Bruno Mourão escreveu um artigo para o Notícias ao Minuto como o título "Os negócios de Ivanka também falham. Desta vez, foram as joias".

 

Desde que a comunicação social e organizações activistas (muitos delas financiadas pelo admitido colaborador Nazi George Soros) começaram a pressionar lojas para deixarem de vender produtos da filha de Donald Trump, as vendas destes produtos só têm aumentado, mas comunicação social em geral tem tentado fazer passar a imagem de que o oposto está a acontecer, recorrendo a mentiras e desinformação, ao mesmo tempo que admite que as vendas estão a aumentar, desde a CNN à BBC, organizações que constantemente mentem e desinformam para tentar criar uma má imagem de Donald Trump.

 

Desta vez é o "jornalista" Bruno Mourão e o Notícias ao Minuto que escrevem no seu artigo que Ivanka Trump deixou de vender jóias caras para passar a vender acessórios mais baratos sem conseguir apresentar qualquer prova de que a linha de jóias, ou qualquer outro negócio de Ivanka Trump, esteja a falhar e ignorando que o que se tem registado é precisamente o contrário.

 

Mas isto não impediu o "jornalista" de escolher o título "Os negócios de Ivanka também falham. Desta vez, foram as jóias", sabendo que a maioria das pessoas apenas lê os títulos dos artigos e é a partir destes que cria a sua percepção da realidade.

Diário de Notícias mente que decreto de Trump é contra a imigração e que é direccionado a países por serem de maioria muçulmana

Juiz americano bloqueia novo decreto de Trump cont

 

O decreto (ordem executiva) que Trump tem tentado executar é a aplicação de uma lei passada pelo Congresso americano e assinada pelo anterior presidente Barack Obama que classifica 7 países no médio-oriente e África como de alto risco em termos de terrorismo e por isso as medidas de verificação de imigrantes nesses países devem ser melhoradas. A ordem executiva de Trump apenas impede momentaneamente (2 ou 3 meses)a entrada nos EUA de pessoas vindas de 6 desses países até que métodos de verificação eficazes estejam implementados nesses países.

 

O Diário de Notícias não só deixa toda esta informação completamente de fora como se refere à ordem executiva de Trump como sendo contra a imigração de cidadão de países de maioria muçulmana no seu artigo "Juiz americano bloqueia novo decreto de Trump contra a imigração", sabendo que a maioria das pessoas apenas lê os títulos dos artigos e é a partir destes que cria a sua percepção da realidade.

 

Uma das promessas de Donald Tump durante a sua campanha foi de agilizar e melhorar o processo de imigração legal e impedir completamente a imigração ilegal, algo que recebeu o apoio de todas as agências que regulam e policiam a imigração nos EUA mas que tem sido criticado pela comunicação social em geral que consistentemente recorre a mentiras e desinformação para criar um cenário diferente da realidade.