Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Helena Tecedeiro e Diário de Notícias defendem o cantor Snoop Dogg por ter encenado o assassínio do presidente dos EUA ao atacarem o presidente mentindo que este escreveu que o cantor devia ir preso

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O cantor Snoop Dogg encenou o assassínio do presidente Trump num novo videoclip. O presidente respondeu com uma mensagem no Twitter opinando que se Obama ainda fosse presidente o cantor iria preso pelo que fez. A "jornalista" Helena Tecedeiro escolheu escrever um artigo para o Diário de Notícias com o título "Trump tweeta que Snoop Dogg devia ir preso", não só mentindo para fazer Trump parecer um fascista mas claramente tentando defender o que o cantor fez.

 

A mensagem de Donald trump no Twitter foi "Conseguem imaginar qual seria o alarido se Snoop Dogg, com a carreira em declínio e tudo, tivesse apontado e disparado uma arma contra o Presidente Obama? Prisão!". A "jornalista" Helena Tecedeiro decidiu traduzir a mensagem para português à sua maneira: "Conseguem imaginar o escândalo se @SnoopDogg, com a carreira em decadência e tudo, tivesse disparado uma arma contra o presidente Obama? Prisão já!".

 

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Esta "jornalista" e o Diário de Notícias não só mentem sobre a mensagem de Donald Trump nesta ocasião, como o fazem no título do artigo, sabendo que a maioria das pessoas apenas lê os títulos dos artigos e é a partir destes que cria a sua percepção da realidade.

 

Não é a primeira vez que a "jornalista" Helena Tecedeiro e o Diário de Notícias mentem para tentar criar uma imagem negativa do presidente dos EUA, isto é aliás algo que tem sido recorrente. A ligação em baixo é apenas um desses exemplos.

 

http://noticiosoblog.blogs.sapo.pt/milicias-saem-as-ruas-no-dia-8-e-46060

Comunicação social ignora publicação de documentos pela Wikileaks que provam que serviços de informação americanos nos espiam a todos ilegalmente - maior revelação desde Edward Snowden

Comunicação social ignora publicação de docume

 

Vault 7 é o nome da nova tranche de documento oficiais dos serviços de informação americanos publicados pela Wikileaks. Apesar de esta ser sem dúvida uma das mais importantes notícias dos últimos tempos a comunicação social está a ignorá-la quase completamente.

 

Em 2012 o director da CIA, David Petraeus, disse publicamente que nos iria espiar pela nossa máquina de lavar, mas qualquer alegação que isso estivesse a acontecer era automaticamente ridicularizada pela comunicação social e por governos.

 

O director nacional dos serviços de informação americanos, James Clapper, disse ao Congresso americano em 2013 que a NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA) não estava a espiar os americanos. James Clapper já tinha sido responsável por mentir aos americanos e ao mundo quando disse que existiam provas que o Iraque tinha armas de destruição massiva em 2001, quando se encontrava à frente da agência americana responsável pela recolha de imagens satélite que foram prova determinante e cuja análise estava completamente errada, algo que não impediu que Clapper fosse promovido a chefe dos serviços de informação nacionais por Obama.

 

Os documentos publicados pela Wikileaks, Vault 7, são de novo prova que James Clapper não só é um mentiroso como um criminoso a vários níveis. Isto não tem impedido a comunicação social de recorrer a este sujeito para validar notícias como a mais recente de que, segundo Donald Trump, Obama terá autorizado escutas a este durante as presidenciais, algo que James Clapper disse numa recente entrevista não ter acontecido.

 

Estes documentos publicados pela Wikileaks provam de novo que existe um grupo dentro dos serviços de informação dos EUA que não responde perante os americanos e que encobre actividades criminosas recorrendo consistentemente ao mesmo método de encobrimento - não pode revelar fontes e métodos devido a razões de segurança nacional.

 

Os documentos provam que a CIA, ainda mais que a NSA, tem espiado qualquer pessoa que deseje espiar por todo o mundo através de qualquer aparelho electrónico com capacidade de ligação com ou sem fios, utilizando não só tecnologia avançada mas também armas informáticas como vírus e malware, e também explorando brechas nas capacidades de defesa dos programas informáticos utilizados pelos aparelhos electrónicos, brechas que são obrigados a reportar ao fabricante mas que em vez disso as têm explorado.

 

Um enorme arsenal de vírus, malware e outras armas informáticas têm sido utilizadas por empregados sem autorização para o fazer, tanto nos serviços de informação dos EUA como nas empresas privadas contratadas pelos serviços de informação. Incluindo nesse arsenal estão armas informáticas russas, que podem ser utilizadas para incriminar o governo russo.

 

Ao tomar controlo dos aparelhos electrónicos, as agências dos serviços de informação americanas e as empresas contratadas têm ainda a capacidade de manejar veículos como aviões e automóveis.

Obama vai tentar direccionar a raiva de milhões de americanos para retirar Donald Trump do poder - fonte próxima da família disse ao Daily Mail

Obama vai tentar direccionar a raiva de milhões d

 

De acordo com a fonte do Daily Mail, Barack Obama está a montar uma operação para fazer com que Trump se demita ou seja alvo de um pedido de demissão por parte do Congresso dos EUA.

 

A fonte conta que Obama teve de ser convencido para integrar esta nova operação:

 

"Ele estava desgastado e apagado depois de oito anos como presidente. Mas Valerie (Valerie Jarrett, conselheira pessoal de Obama) convenceu-o que não tinha outra escolha se quisesse salvar o seu legado. E, como de costume, ele seguiu a sabedoria política e conselhos de Valerie."

"Obama não toma uma decisão sem ela."

"Milhões de americanos estão cheios de energia e prontos para sair à rua para se oporem a Trump, mas precisam de ser organizados e ter a sua raiva focada e direccionada."

"ele vai liderar a luta e a estratégia para derrubar Trump."

 

Barack Obama tem à sua disposição uma rede de mais de 30 mil activistas espalhada pelo país. Estes activistas que já iniciaram protestos contra a substituição do actual sistema de saúde criado por Obama e que está a tornar-se demasiado caro para a maioria dos americanos quando a promessa foi que seria mais barato.

 

Esta rede de activistas é gerida por antigos membros da administração e da campanha presidencial de Obama através da organização Organizing For Action (Organizar Para a Acção).

 

A organização é financiada, entre outros, por George Soros, um multi-milionário e admitido colaborador Nazi (60 Minutos) que através dos seus grupos da Fundação Open Society é responsável por movimentos de divisão social um pouco por todo o mundo e que em alguns casos terminaram no derrube de governos, como aconteceu recentemente na Ucrânia onde Soros admitiu à CNN que os seus grupos tiveram um papel importante.

 

Segundo o Comité Judiciário da Câmara de Representantes dos EUA, o Departamento de Justiça de Obama afunilou dinheiro para grupos de activistas apoiantes de Obama num valôr total de até 3 mil milhões de dólares.

 

A comunicação social portuguesa recusa-se a noticiar tudo isto.

Governo de Obama sabotou e impediu a Donald Trump acesso a informação confidencial dos serviços de informação segundo fontes do New York Times

Governo de Obama sabotou e impediu a Donald Trump

 

Fontes do New York Times dizem que a administração de Obama fez tudo ao seu alcance para impedir ou dificultar a Donald Trump o acesso a informação confidencial dos serviços de informação relacionada com contactos entre membros da campanha presidencial de Donald Trump e russos, ao mesmo tempo que tentou expôr ao máximo informação altamente confidencial selectiva a pessoas do governo de Obama.

 

Enquanto as fontes do New York Times dizem que isto foi feito por receio que Trump tentasse encobrir ou destruir tal informação, o comité do Congresso americano que investigou o caso concluiu que não existem provas que liguem Trump ou membros da sua campanha presidencial ao governo russo.

 

O ex-agente da CIA Bryan Dean Wright disse à Fox News no dia 22 de Fevereiro que certos espiões americanos estão a libertar informação ilegalmente para prejudicar o presidente Trump, e outros estão a esconder informação para prejudicar o presidente Trump, o que é considerado traição e o ex-espião é a favor que o presidente descubra quem são estas pessoas para que sejam presas.

 

A comunicação social portuguesa recusa-se a noticiar tudo isto enquanto noticia qualquer insinuação de que Trump é um agente russo e ignora qualquer notícia que prove o contrario ou que retrate negativamente Barack Obama e as acções do seu governo.

Barack Obama apropriou-se dos lucros de bancos de crédito à habitação para pobres para impedir colapso total do sistema de saúde que criou, contra ordem judicial e sem aprovação do Congresso

Barack Obama apropriou-se dos lucros de bancos de

 

Impedido pelo Congresso de ir ao bolsos dos contribuintes, o anterior presidente dos EUA alterou unilateralmente um acordo de 2008 para em 2012 começar a ir aos bolsos dos investidores privados nos bancos de crédito à habitação para pobres Freddie Mac e Fannie Mae, que foi salvo e apropriado em 79% pelo governo americano na crise de 2008.

 

Obama apoderou-se de todos os seus lucros desde então e, contra uma ordem judicial de 2016, pagou às seguradoras 130 mil milhões de dólares em subsídios do sistema de compra obrigatória de seguro de saúde que criou de maneira a impedir o seu colapso devido ao insustentável aumento dos preços que se seguiu pouco depois da sua implementação.

 

A notícia foi dada pelo jornalista de investigação Jerome Corsi após ter recebido várias denúncias de consultores em Washington D.C. sobre processos judiciais em curso que o levaram a investigar o caso.

 

Os bancos Freddie Mac e Fannie Mae são dois dos maiores bancos de crédito à habitação nos EUA, agora direccionados a dar crédito a pessoas pobres, que na sequência da crise de 2008 presumivelmente perderam uma grande quantidade de dinheiro e o governo americano injectou neles 187 mil milhões de dólares na forma de Bilhetes do Tesouro dos EUA (títulos comprados por entidades privadas que cobrem a dívida do país por um determinado espaço de tempo), ficando os bancos sob o controlo do governo americano mas com investimento privado através dos Bilhetes do Tesouro e de 21% das acções, com a promessa de o governo pagar 10% de dividendos aos investidores quando os bancos começassem a gerar lucro.

 

Barack Obama decidiu em 2012, sem autorização do Congresso, apropriar-se de todos os lucros das acções dos dois bancos (dividendos) até hoje num valôr superior a 240 mil milhões de dólares, retirando liquidez aos dois bancos e assim expondo os mercados internacionais da bolsa de valores a uma crise semelhante à de 2008, deixando muitas pessoas pobres em risco de perderam as suas casas e defraudando os investidores privados nos dois bancos dos seus lucros, e utilizou o dinheiro ilegalmente para cobrir o desfalque do falido sistema de saúde obrigatório, segundo o jornalista e especialista em economia e finanças Dr. Jerome Corsi com base nos processos judiciais que descobriu e documentos do Congresso.

 

O Dr. Jerome Corsi foi o jornalista de investigação que expôs a lavagem de dinheiro do banco HSBC, um dos maiores do mundo, que levou o banco a pagar uma multa de 9 mil milhões de dólares.

 

Um tribunal federal ainda está por decidir se a apropriação dos lucros dos bancos Fannie Mae e Freddie Mac para serem injectados no sistema de saúde é ou não constitucional, sendo a interpretação de como classificar os lucros desses bancos um factor decisivo, porque dependendo dessa classificação pode ou não ser necessário a aprovação do Congresso, algo que Obama nunca obteve e que se esforçou em dar a volta.

Comunicação social portuguesa contabiliza o número de refugiados recebidos Portugal e deixa de fora o número dos que fugiram e não se sabe onde estão

Comunicação social portuguesa contabiliza o núm

 

Cerca de 300 desses refugiados entretanto fugiram das suas residências, o governo não sabe do seu paradeiro e recusa-se a dar os números exactos. A Lusa escolheu não referir esse ponto no seu artigo de dia 2 deste mês "Portugal já acolheu 1.085 refugiados".

 

A restante comunicação social portuguesa repetiu a notícia da Lusa com a mesma omissão sobre os refugiados que fugiram.

Comité dos Serviços de Informação da Câmara de Representantes dos EUA não encontrou quaisquer ligações entre Trump e o governo russo

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A declaração foi feita no dia 27 de Fevereiro em conferência de imprensa por Devin Nunes, o presidente do Comité responsável por investigar possíveis ligações entre a campanha presidencial de Donald Trump e o governo russo, mas a comunicação social portuguesa nunca a noticiou, depois de durante os últimos meses ter noticiado com destaque inúmeras especulações sobre tais ligações.

 

"Já investigámos e não há provas de nada. Obviamente, gostaríamos de saber se houvesse.” disse Nunes, referindo que os serviços de informação americanos não tinham apresentado qualquer prova de contactos entre membros da campanha presidencial de Trump com os serviços de informação russos.

 

Sobre a conversa telefónica do ex-Conselheiro de Segurança Nacional Michael Flynn com o Embaixador da Rússia, que resultou na demissão de Michael Flynn por não ter dado informação incompleta ao Vice-Presidente sobre essa conversa no que diz respeito ao tópico das actuais sanções à Rússia, Nunes disse que "não ouvimos nada de preocupante nessa chamada.". A comunicação social portuguesa, depois de noticiar que Michael Flynn supostamente teria discutido levantar as sanções à Rússia, escolheu não noticiar esta declaração que esclarece a questão.

 

Devin Nunes disse também na conferência de imprensa que o único crime sério com que se deparou durante a investigação foi as fugas de informação levadas a cabo por pessoas dentro da Casa Branca para a comunicação social e outras entidades. Algo que a comunicação social portuguesa tem ignorado completamente.

Comunicação social noticia aumento no número de travessias ilegais do Mediterrâneo sem expôr completo falhanço das operações da Frontex

Comunicação social noticia aumento no número de

 

Desde o início que o objectivo principal das missões da Frontex no Mediterrâneo é dissuadir a travessia, mas tem acontecido exactamente o oposto sem que nenhuma mudança tivesse sido feita.

 

Esta crise já foi utilizada também para retirar o poder aos países da União Europeia sobre as suas fronteiras externas, já que a Comissão Europeia, um corpo não eleito pelo povo com o poder exclusivo de criar leis para a União Europeia, ditou que as fronteiras externas da União Europeia fossem comandadas pela própria Comissão Europeia.

 

No passado recente tivemos um país distante com um problema similar que conseguiu resolvê-lo de maneira simples e rápida. Quando a Austrália se deparou com um fluxo crescente de naufrágios de refugiados e imigrantes ilegais que tentavam chegar ao seu país, o seu governo tomou a decisão de informar os países de origem que se os seus habitantes tentassem entrar na Austrália de forma ilegal não iriam ser recebidos. Depressa os barcos pararam de chegar e os naufrágios acabaram.

 

Desde 2006 que a União Europeia tem nos mares da Grécia uma operação conjunta de nome Poseidon com o objectivo de combater a imigração ilegal através da recolha de informação sobre rotas e costumes de traficantes de pessoas na área. O orçamento da operação Poseidon em 2008 era 400.000€ para quase um ano inteiro, hoje é de 18 milhões de euros por ano, com uma operação irmã à costa da Itália, Triton, de 38 milhões de euros, com fundos adicionais para as duas de 26 milhões de euros, e com um orçamento para 2017 para dividir entre as duas de 45 milhões de euros.

 

Em Março de 2015 a Wikileaks disponibilizou um documento restrito do Conselho da UE, escrito pelo Conselho Militar da UE, com um plano para a chamada crise migratória no Mediterrâneo e com o objectivo principal de reduzir significativamente o fluxo migratório e tráfico de pessoas. Este objectivo seria atingido não só através da recolha de informação sobre as actividades de tráfico de pessoas, como na operação Poseidon, mas também com o seu consequente desmantelamento, explicitando também a importância de não publicitar os resgates de modo a não incentivar a travessia ilegal.

 

  • 12. (…) Operações de resgate levados a cabo durante esta operação não deverão ser publicitadas de modo a evitar a criação de incentivo para os migrantes.
  • 16. (…) O Comité Militar da União Europeia considera que um indicativo de Estado Final militar seja: o fluxo de migrantes e actividades de tráfico de pessoas tenha sido significativamente reduzido. (…)
  • 39. O Comité Militar da União Europeia refere que a estratégia de informação deve evitar sugerir que o foco é resgatar migrantes no mar mas frisar que o alvo da operação é desmantelar o modelo de negócio do tráfico de pessoas. Ao fazê-lo a operação irá indirectamente contribuir para redução de perdas de vida no mar. (…)

 

https://noticiososite.files.wordpress.com/2016/02/eu-military-refugee-plan-eumc.pdf

 

O fluxo tem vindo a aumentar desde 2006 sem que nenhum reajuste tenha sido feito ao plano ou à política de abordagem à crise. A recolha de informação das actividades de tráfico de pessoas ao longo de quase uma década não foi eficaz em sequer impedir que o fluxo de travessias ilegais aumentasse. Parece haver algo de fundamentalmente errado com esta política e não é o aumento de orçamento que tem mudado isso, mas a UE parece continuar com a mesma política.

 

A própria Itália, altamente endividada, tem gasto ainda mais dinheiro que a UE (9 milhões de euros por mês) na sua própria operação, Mare Nostrum, com o objectivo apenas de resgatar refugiados e imigrantes ilegais de naufrágios e prender traficantes, pondo de parte tentar dissuadir mais travessias perigosas.

 

A pedido da Grécia, Turquia e Alemanha, em Fevereiro a UE requisitou uma intervenção da NATO para combater o crime organizado e o tráfico de pessoas. Dado o historial da NATO, e os interesses geoestratégicos que tem na região do Mediterrâneo sul e este, esta solução mais parecia ser um problema, o que se tem confirmado desde então.

 

A Frontex admitiu num relatório que não pode rastrear parte dos mais de 1,8 milhões de imigrantes ilegais que entraram na UE em 2015. A Frontex é a autoridade europeia responsável por regular o fluxo de imigrantes nas fronteiras da União Europeia.

 

A Frontex disse que os Estados-Membros da União Europeia tinham reportado um recorde de 1.82 milhões de travessias ilegais em 2015, um recorde 6 vezes superior ao antigo registado em 2014.

 

Avisou que um “número estonteante” de cidadãos da União Europeia viajaram para a Síria para lutar pelo Estado Islâmico e que estão agora a fazerem-se passar de refugiados para entrar na Europa.

 

“Os ataques de Paris de Novembro de 2015 claramente demonstraram que fluxos migratórios irregulares podiam ser utilizados por terroristas para entrar na União Europeia,” diz a Frontex no seu relatório.

 

“sem uma verificação forte ou medidas de coações para aqueles que fazem falsas declarações, há um risco que algumas pessoas que representam uma ameaça de segurança para a União Europeia podem estar a tomar partido desta situação.”

 

Segundo números oficiais de várias instituições, cerca de 80% destes supostos refugiados são na verdade homens entre os 15 e 35 originários de vários países do Médio Oriente e Norte de África que estão a ser chamados de migrantes económicos, ou seja, estão a mudar de país para ter acesso a dinheiro, por esta razão os países que oferecem subsídios são os destinos preferidos destes refugiados/migrantes.

 

De acordo com o documento da UNICEF, em 2016, "pelo menos 4.579 pessoas morreram quando tentavam atravessar o Mar Mediterrâneo a partir da Líbia, uma em cada 40 pessoas que tentaram a travessia, e estima-se que pelo menos 700 dos que perderam a vida eram crianças".

 

A maioria das crianças que chegam à Europa como refugiadas são vítimas de agressões e violações por parte dos próprios refugiados e migrantes como está a ser agora reportado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), apesar de escolher não referir em quantas ocasiões o agressor é um refugiado ou migrante, simplesmente referindo que é um adulto.

 

Cerca de metade das mulheres e crianças entrevistadas reportaram abusos sexuais durante o percurso, na maior parte dos casos várias vezes e em vários locais. A maioria das crianças e das mulheres referiram que tinham pago a contrabandistas no início da viagem, o que deixou muitas delas extremamente vulneráveis a abusos, rapto e tráfico devido ao sistema de pagamento por etapas.

 

Segundo a forma como um grande número de islâmicos interpreta o Corão, as mulheres são seres inferiores e se não forem islâmicas, ou se não estiverem acompanhadas por um homem ou não estiverem completamente tapadas, podem ser violadas e agredidas ou até desfiguradas, torturadas e assassinadas, independentemente da sua idade.

 

A SIC Notícias noticiou no dia 27 que no fim de semana passado 257 migrantes foram resgatados do mar pela Guarda Costeira espanhola. As número de travessias ilegais voltou a bater recordes no início deste ano depois de uma ligeira queda no final do ano passado.

 

Peter Sutherland, conselheiro especial da ONU para as migrações, chefe não executivo da Goldman Sachs, membro do Grupo Bilderberg, antigo chefe da BP e que empurrou a Irlanda para o Euro quando esta era a mais dinâmica economia da Europa e rapidamente se tornou altamente endividada, disse em 2012 que a Europa precisa de mais multi-culturalismo, de acabar com a sua homogeneidade e que a migração é uma dinâmica crucial para o crescimento económico da Europa.

 

A guerra que o Estado Islâmico trouxe para dentro da Síria com a permissão dos EUA - tal como prova a gravação de uma reunião de John Kerry com a oposição síria publicada pelo blog Conservative Tree House em Janeiro de 2017 - e o assassinato do presidente da Líbia pela NATO são os dois principais causadores desta onda de refugiados que está a ser permitida entrar na Europa ilegalmente há anos, e cujo número é impossível de provar mas que se estima estar bem acima dos 5 milhões.

 

Também um documento do Departamento de Defesa dos EUA mostra como houve intenção da administração do presidente dos EUA de permitir a ascensão do Estado Islâmico.

 

https://noticiososite.files.wordpress.com/2016/03/pg-291-pgs-287-293-jw-v-dod-and-state-14-812-dod-release-2015-04-10-final-version11.pdf

 

O General Wesley Clark disse em 2007 que um General do Pentágono lhe contou que existe um plano, anterior aos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, para invadir 7 países em 5 anos no médio oriente. Desses 7, os EUA só ainda não tinham invadido a Síria e o Irão até agora, embora estivessem já há anos a treinar e armar grupos rebeldes, que lutam lado a lado e têm ligações com a Al-Qaeda e o Estado Islâmico, para derrubar o governo sírio.

 

A grande maioria dos refugiados/migrantes que chegam à Europa vêm desses países invadidos: Iraque, Sudão, Somália, Líbano, Líbia e Síria.

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