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Chave Mestra

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Lusa e jornalistas Joana Simões e Maria de Deus Rodrigues continuam a recorrer a organizações descredibilizadas como fontes para notícias da Síria

Lusa e jornalistas Joana Simões e Maria de Deus R

 

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos é dirigido por um sírio que mora em Inglaterra e que admitiu à RT em 2015 que não põe os pés na Síria há mais de 15 anos. Admitiu também que não tem contacto directo com as suas fontes na Síria, algumas nem conhece, e todas elas são-lhe recomendadas por terceiros que também não conhece.

 

Os Capacetes Brancos estão ligados, por vários fotos, vídeos e testemunhos, a grupos terroristas e a actos terroristas na Síria e são ou foram financiados por governos europeus e pelo governo americano. Muitos dos seus vídeos de vítimas de ataques químicos já foram provados terem sido encenados por actores por organizações como os Médicos Suecos para os Direitos Humanos.

 

No entanto as "jornalistas" Joana Simões e Maria de Deus Rodrigues da Agência Lusa continuam a recorrer a relatos destas duas organizações para nos dar notícias da guerra na Síria, como fizeram hoje nos seus artigos "'Capacetes Brancos' falam em mais de cem mortos no atentado - Síria" e "68 crianças entre os mortos do ataque em Alepo, na Síria – ONG".

 

Lusa e jornalistas Joana Simões e Maria de Deus R

 

Comunicação social não quer que saibamos que grupo terrorista/comunista nos EUA, com a ajuda da polícia de Berkeley, anda a provocar confrontos com apoiantes de Trump e da liberdade de expressão com o objectivo de criar divisão social

Lusa não quer que saibamos que um grupo terrorist

 

No seu artigo de hoje "Vinte detidos em protestos a favor e contra Presidente dos EUA na Califórnia", a Lusa tenta mentir-nos sobre o que os muitos vídeos, filmados no local e acessíveis no Youtube, retratam sobre os incidentes de Berkeley durante dia de ontem.

 

A Lusa diz que os grupos envolvidos nos incidente eram apoiantes e opositores de Trump.

 

Ontem, em Berkeley, estava a ser realizado um evento ao ar livre já marcado há meses sobre liberdade de expressão. O grupo terrorista/comunista ANTIFA invadiu esse evento, e perante a passividade da polícia local, provocou os participantes do evento que eram na sua maioria apoiantes de Trump e onde havia uma minoria que tinha aparecido preparada para confrontos físicos com o grupo terrorista/comunista ANTIFA, que anunciou com antecedência que iria comparecer no evento para iniciar confrontos físicos.

 

A Lusa diz que "De acordo com meios de comunicação locais, no centro de Berkeley saíram à rua centenas de pessoas, em manifestações a favor e contra Donald Trump".

 

O grupo terrorista/comunista ANTIFA contou com cerca de 100 elementos, enquanto os participantes do evento de liberdade de expressão eram várias centenas.

 

A Lusa diz que os protestos em Berkeley faziam parte da "Marcha dos impostos", um protesto a nível nacional para pressionar Donald Trump a revelar os seus pagamentos de impostos.

 

Apesar de ontem terem tido lugar várias manifestações da "Marcha dos impostos" por todo o país, já há meses que estava marcado um evento de liberdade de expressão em Berkeley em resposta aos actos terroristas do grupo ANTIFA que em Janeiro tinham impedido, com a colaboração da polícia local, a realização de uma palestra de um jornalista apoiante de Trump na Universidade de Berkeley.

 

O grupo terrorista/comunista ANTIFA voltou ontem oprimir a liberdade de expressão, a provocar violência, e de novo com a ajuda da polícia local.

 

A Lusa diz que "A polícia lançou gás lacrimogéneo para dispersar os manifestantes na altura dos confrontos".

 

A polícia permitiu que os confrontos acontecessem desde o início. O grupo terrorista/comunista ANTIFA lançou dezenas de bombas M-80 (tipo petardo) para o meio dos participantes do evento de liberdade de expressão e contra as pessoas que compareceram apenas para confrontar fisicamente o grupo terrorista/comunista ANTIFA.

 

O grupo terrorista/comunista ANTIFA também recorreu ao uso de químicos nocivos (mace), paus, tijolos, e até pequenas facas para agredir participantes do evento de liberdade de expressão e indivíduos que lhes fizeram frente com violência.

 

A Lusa diz que a polícia "referiu ter encontrado alguns objetos proibidos como uma faca, capacetes e uma arma de fogo falsa".

 

Mas a Lusa não diz que a polícia permitiu a violência e que é possível confirmar ,pelas inúmeras imagens e gravações disponíveis no Youtube, que o uso de pequenas facas foi feito pelo grupo terrorista/comunista ANTIFA, o qual não menciona durante todo o artigo, tal como nunca mencionou noutras ocasiões em que o grupo cometeu actos violentos e destructivos.

 

A Lusa diz que Berkely já tinha sido palco de incidentes.

 

Os outros incidentes, que a Lusa não refere, envolveram também confrontos violentos iniciados pelo grupo terrorista ANTIFA com o objectivo de retirar a liberdade de expressão a apoiantes de Trump, também com a colaboração da polícia local, e também com o objectivo principal de criar divisão social.

 

Este artigo da Lusa foi hoje publicado por muitas outras organizações da comunicação social portuguesa.

Polícia de Berkeley volta a permitir que grupo terrorista ANTIFA inicie confrontos violentos e divisão social - George Soros volta a atacar EUA

Polícia de Berkley volta a permitir que grupo ter

 

Desta vez foi durante um evento de liberdade de expressão, algo que o grupo terrorista ANTIFA não aceita. A polícia voltou a permitir que elementos do grupo terrorista ANTIFA, todos eles com a cara tapada, provocassem os participantes do evento através de actos de violência. A provocação resultou em confrontos violentos entre cidadãos americanos dos dois lados, o que parece ser o objectivo principal do grupo terrorista ANTIFA.

 

Este grupo é financiado por George Soros, um multi-milionário e admitido colaborador Nazi (60 Minutos) responsável pelo financiamento de grupos que criam divisão social um pouco por todo o mundo, e que em várias ocasiões já resultou no derrube de governos, como mais recentemente na Ucrânia onde Soros admitiu à CNN que os seus grupos tiveram um papel importante nos acontecimentos.

 

A polícia de Berkeley, depois de ter permitido violência por parte do grupo terrorista ANTIFA em Fevereiro contra da palestra do jornalista Milo Yiannopoulos, voltou a ser parte central nos confrontos violentos de ontem ao permitir que o grupo terrorista ANTIFA provocasse , sem que uma atitude séria ou profissional tivesse sido adoptada para apreender os provocadores ou impedir os confrontos violentos que se seguiram.

 

Vários vídeos gravados no local durante os incidentes, disponíveis no youtube, mostram também como elementos do grupo terrorista ANTIFA são jovens que acreditam que os EUA, e todas as pessoas brancas, são racistas e responsáveis por todos os males do mundo.

 

Os vídeos mostram também como os professores universitários, que ensinam estes jovens a pensar desta maneira, estiveram presentes para supervisionar a operação de divisão social e justificar actos violentos contra pessoas com as quais não concordam ou contra pessoas que defendem a liberdade de expressão.

Diário de Notícias volta a dar destaque a qualquer demonstração de criticismo a Donald Trump sem argumento com a clara intenção de denegrir a sua imagem

Diário de Notícias volta a dar destaque a qualqu

 Recorrendo à opinião de um grupo de astrónomos amadores, o Diário de Notícias tentou no seu artigo de ontem ""Olha para isto, meu filho da p..." Oposição a Trump chega ao espaço" pintar Donald Trump como um político filho da puta que é mau para o mundo sem se basear em qualquer justificação, ou prova, de que as políticas de Donald Trump estão a ser más para o mundo, ou sequer tão más ou piores que as políticas de outros políticos que têm tido um impacto negativo no mundo e não têm recebido qualquer criticismo por parte da comunicação social, que em ocasiões até os elogia.

Diário de Notícias noticia engano de Trump com a clara intenção de o retratar como ignorante enquanto ignora declarações de que EUA não querem guerra com a Síria

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O Diário de Notícias ontem no seu artigo "Trump diz que lançou mísseis... para o Iraque" juntou-se à SIC Notícias para tentar pintar Trump como um ignorante por se ter enganado e chamado Iraque à Síria durante uma entrevista, ao mesmo tempo que nos deixaram ignorantes sobre as declarações de Trump na mesma entrevista de que não quer guerra com a Síria, ou de que desde dia 5 que se sabe que existem provas que o ataque químico contra civis na Síria, que levou ao bombardeamento de um aeroporto sírio pelos EUA que considera que foi deste local que partiu o ataque químico supostamente executado pelo governo sírio, foi executado de modo a incriminar o governo sírio, tal como já tinha acontecido no ano passado e há 4 anos atrás.

 

Em ambas as ocasiões o governo sírio foi imediatamente acusado pela comunicação social e governos americano e europeus de ser responsável pelos ataques químicos contra civis, mas as investigações independentes que se seguiram provaram o contrário, que tinham sido os terroristas os responsáveis pelos ataques químicos.

 

Depois de ser uma cega crítica de tudo o que Trump faz e diz, a comunicação social não é crítica agora o ataque militar criminoso ordenado por Trump contra a Síria e até parece estar a apoiar tal ataque criminoso. Mesmo quando esse ataque poderia ter iniciado uma terceira guerra mundial como poderes nucleares como a Rússia e Irão, aliados da Síria.

Diário de Notícias dá notícias não verificadas de que gás sarin foi utilizado em Idlib e tenta convencer-nos que único responsável possível pelo ataque é o governo sírio

Diário de Notícias dá notícias não verificada

 

Não existem provas que gás sarin foi utilizado no ataque químico em Idlib no dia 4, e imagens disponíveis mostram vítimas a serem ajudadas por pessoas sem protecção completa, o que no caso de um ataque de gás sarin iria matar também essas pessoas tal como imediatamente impossibilitá-las de ajudar as vítimas já que a mínima exposição ao químico sarin tem efeito incapacitante imediato.

 

Mas isso não impediu o Diário de Notícias de ter escrito ontem um artigo com o título "Bashar al-Assad diz que ataque químico foi "100% inventado"" onde diz que sarin foi o químico utilizado no ataque e onde tenta também, de maneira enganadora e manipuladora, fazer o público acreditar que o único cenário possível é de que o governo sírio atacou a população com gás sarin:

 

"Na versão do regime de Bashar al-Assad e da Rússia, a aviação síria atingiu um depósito de armas químicas da Frente Al-Nosra*. Este bombardeamento teria resultado numa libertação do gás sarin que matou dezenas de civis. As armas químicas pertenceriam, então, aos rebeldes sírios, últimos responsáveis pelo ataque.

 

Mas esta versão foi desmentida por Hamish de Bretton Gordon, um ex-comandante do regime britânico e perito em armas químicas, biológicas, radiológicas e nucleares. Bretton Gordon explicou que "se explodires sarin ele destrói-se", logo esta explicação seria "completamente insustentável e falsa"."

 

*A Frente Al-Nosra é a Al-Qaeda na Síria, mas o Diário de Notícias não se preocupa em explicar-nos isso.

 

Na sua tentativa de empurrar as culpas para cima do governo sírio, o Diário de Notícias deixa completamente de fora a hipótese de o gás ter sido outro, como por exemplo o cloro que é facilmente fabricado e já foi utilizado pelos terroristas inúmeras vezes, e a hipótese de o gás ter sido libertado por terroristas da Al-Qaeda, como também já foi provado ter acontecido inúmeras vezes, imediatamente a seguir ao bombardeamento do depósito de armas químicas da Al-Qaeda.

 

E esta é uma forte possibilidade já que um dia antes do ataque o jornalista Feras Karam do canal de notícias árabe Orient TV, publicou uma mensagem no Facebook dizendo "Amanhã iremos cobrir os ataques aéreos nos arredores de Hama incluindo a utilização de armas químicas contra civis.". Este jornalista tem ligações à Al-Qaeda segundo jornalista de investigação síria Mimi Al Laham.

 

Uma outra jornalista, Sarah Abdula, foi mais longe e identificou que cloro seria o gás químico a ser utilizado numa mensagem publicada no Twitter: "Amanhã iremos iniciar uma cobertura de ataques aéreos intensos nos arredores de Hama e a utilização de cloro contra civis.".

 

Isto nunca foi noticiado pela comunicação social, tal como outras provas que indicam que o governo sírio foi incriminado no ataque químico a civis de dia 4 em Idlib.

SIC Notícias dá destaque a engano de Trump com a clara intenção de o retratar como ignorante enquanto ignora declarações de que EUA não querem guerra com a Síria

SIC Noticias dá destaque a engano de Trump com a

 

Donald Trump disse "Iraque" em vez de "Síria" ontem durante uma entrevista e a SIC Notícias hoje decidiu fazer disso uma notícia de destaque com a clara intenção de passar a ideia de que Trump não sabe a diferença entre a Síria e o Iraque.

 

Quando no dia 7 de Fevereiro duas líderes anti-Trump do Partido Democrata dos EUA a quem a SIC Notícias atribui credibilidade, Nancy Pelosi e Maxine Waters, disseram que George W. Bush ainda era presidente dos EUA e que a Rússia estava a invadir a Coreia a SIC recusou-se a noticiar tais enganos.

 

A SIC Notícias também não quis sequer por breves segundos noticiar que o presidente Trump disse durante a mesma entrevista que não quer entrar numa guerra contra a Síria, o que significaria entrar em guerra com a Rússia e Irão, e que o bombardeamento do aeroporto militar sírio tinha sido apenas em resposta ao suposto crime internacional do governo sírio de ter lançado um ataque químico (proibido por tratado internacional) contra a população síria utilizando as armas químicas que supostamente estariam armazenadas no aeroporto que os EUA bombardearam em Homs.

 

A SIC Notícias continua também a ignorar provas que indicam que o ataque químico em questão não foi executado pelo governo sírio mas sim por outra entidade com a intenção de incriminar o governo sírio.

China pressiona e ameaça Coreia do Norte pela primeira vez a desistir de ameaças militares depois de reunião com presidente dos EUA

China pressiona Coreia do Norte pela primeira vez

 

Dados e testemunhos de fontes noticiados há 3 dias pela Reuters indicam que vários navios que transportavam carvão para a China a voltarem para a Coreia do Norte com o carvão a bordo. A maioria das exportações da Coreia do Norte vão para a China e em forma de carvão, o que faz da Coreia do Norte uma espécie de refém comercial e financeira da China.

 

Depois de várias ameaças militares da Coreia do Norte contra Japão, Coreia do Sul e EUA, o presidente dos EUA terá explicado ao presidente/ditador chinês durante a sua recente visita aos EUA da importância de a China pressionar a Coreia do Norte a desistir das suas ameaças militares.

 

A China é uma aliada da Coreia do Norte e tinha-se recusado até agora em agir perante as ameaças da Coreia do Norte, mas o ataque militar criminoso dos EUA contra um aeroporto militar sírio durante a visita do presidente/ditador chinês aos EUA poderá ter mudado a sua posição, dado que agora sabe que os EUA estão dispostos a fazer uso da sua força militar, que é de longe a maior e mais competente em todo o mundo, sem ponderar muito sobre esse uso.

 

O ataque contra a Síria foi feito em resposta a um suposto ataque químico (proibido por tratado internacional) do governo sírio na região de Idlib controlada pela Al-Qaeda que ainda não foi investigado para que se apure o verdadeiro responsável, e quando existem provas que o governo sírio foi incriminado e não tem motivo nenhum para cometer tal ataque. Tem aliás tudo a perder e nada a ganhar.

 

No jornal do Partido Comunista chinês, Global Times, a China chega até a ameaçar atingir os reactores e armas nucleares da Coreia do Norte no artigo como o título "The United States must not choose a wrong direction to break the DPRK nuclear deadlock on wednesday".

Presidente chinês contradiz todas a previsões da comunicação social de que Trump iria danificar relações com China - comunicação social forçada a admitir mas ao mesmo tempo tenta criar percepção de que Trump quer guerra com Coreia do Norte e Ch

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A Lusa foi obrigada a admitir no seu artigo de ontem "Coreia do Norte: China apela ao diálogo, Trump está preparado para agir" que afinal Trump não é o "bronco" ou o perigo que toda a comunicação social disse que era no que toca a relações diplomáticas.

 

O artigo da Lusa cita declarações do presidente/ditador chinês à televisão chinesa CCTV:

 

"O líder chinês considerou que a cimeira na Flórida teve “grande êxito” e assegurou que foram alcançados acordos “importantes”, assinalou a CCTV.

 

Um dos resultados da reunião foi o anúncio de um plano de ação de cem dias sobre o comércio entre EUA e China, as duas maiores economias do planeta."

 

O artigo também ignora propositadamente que logo após a recente reunião do presidente chinês com o presidente americano, a China, pela primeira vez, decidiu impôr sanções à Coreia do Norte devolvendo o carvão (principal fonte de rendimento da Coreia do Norte) no valor de centenas de milhões de dólares que tinha encomendado de forma a pressionar a Coreia do Norte em desistir da sua atitude militar agressiva para com o Japão, Coreia do Sul e EUA.

 

A Lusa não só encobre esta informação como decide utilizar o título "Coreia do Norte: China apela ao diálogo, Trump está preparado para agir" numa clara tentativa de manipular o público em acreditar que a China quer resolver a questão da Coreia do Norte com diplomacia e os EUA querem guerra, quando foi o presidente Trump que, ao fim de décadas, conseguiu que a China mete-se pressão sobre a Coreia do Norte de modo a evitar uma guerra nuclear.

 

Este artigo da Lusa foi depois publicado por várias outras organizações da comunicação social.

Trump bombardeia Síria e destrói narrativa de que é um agente russo - comunicação social ignora

Trump bombardeia Síria e destrói narrativa de qu

 

Depois de meses afim em que comunicação social e políticos anti-Trump tentaram criar percepção de que Trump é um agente russo, o ataque militar contra o aliado russo parece ter destruído essa narrativa, que nunca foi baseada em provas ao contrário do que tem sido dito já que estas nunca foram apresentadas.

 

O ataque militar contra o aeroporto militar sírio, que também está a ser utilizado pela Rússia, é completamente contra os interesses do governo russo e poderia ter iniciado uma guerra nuclear com a Rússia.

 

A comunicação social e os políticos anti-Trump evitam agora a todo o custo reconhecer isso mesmo já que vai contra a lógica das suas acusações de que Trump foi eleito à custa de ajuda da Rússia e que está sob o controlo da Rússia.

 

Entretanto, o facto de que Hillary Clinton enquanto Secretária de Estado vendeu 20% do urânio (material para armas nucleares) americano à Rússia em troca de donativos para a sua Fundação Clinton, e que o seu director de campanha John Podesta recebeu pagamentos em forma de acções por parte do governo russo enquanto fazia parte da administração do presidente Obama, continuam a ser ignorados pela comunicação social.

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