Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Secretário de Estado dos EUA mente para justificar ataque militar criminoso contra Síria

Secretário de Estado dos EUA mente para justifica

 

O Secretario de Estado americano, Rex Tillerson, disse ontem em declarações à imprensa em Itália que os EUA atacaram a Síria por esta ter armas químicas que podem cair nas mãos dos terroristas e que os terroristas as podem usar contra os EUA, o que faz da presença de armas químicas na Síria uma ameaça para a segurança nacional dos EUA.

 

O Secretário de Estado justificou assim a legitimidade do recente ataque contra o aeroporto militar sírio onde as armas químicas supostamente utilizadas no ataque de dia 4 em Idlib estavam armazenadas, e desde 2013 à espera de serem eliminadas como parte do acordo dos EUA com a Rússia para a eliminação de armas químicas do governo sírio.

 

Há anos que os terroristas na Síria têm na sua posse armas químicas que receberam dos EUA (retiradas ao governo da Líbia e afuniladas pela Turquia para a Síria), da Arábia Saudita (estado financiador de grupos terroristas islâmicos sunitas), e que eles próprios fabricaram ou roubaram ao governo sírio e iraquiano como já foi inúmeras vezes exposto pela própria comunicação social corporativa.

 

A comunicação social tem ignorado notícias de provas que indicam que o ataque químico de Idlib foi executado de modo a incriminar o governo sírio, e que, segundo fontes do jornalista Mike Cernovich, Donald Trump está a ser manipulado através de informação limitada fornecida pelo novo Conselheiro de Segurança Nacional H. R. McMaster em apoiar uma intervenção militar contra o governo sírio, algo que Trump prometeu não fazer durante as eleições presidenciais.

Lusa tenta pintar Trump como opressor da comunicação social enquanto ignora lei aprovada por Obama que põe a CIA em controlo da comunicação social

Lusa tenta pintar Trump como opressor da comunica

 

Poucas semanas antes de deixar o cargo de presidente dos EUA, Barack Obama passou uma lei que põe a CIA e o Departamento de Estado em controlo da comunicação social dos EUA. O nome do decreto-lei é Acto para Contrariar Propaganda e Desinformação Estrangeira (Countering Foreign Propaganda and Desinformation Act).

 

A comunicação social nunca noticiou isto. Incluindo a Lusa, que no dia 2 de Abril escreveu um artigo com o título "Trump cria ambiente de “ansiedade e incerteza” sobre liberdade de imprensa – relatório", onde tenta pintar Donald Trump como um opressor da comunicação social recorrendo a um relatório de uma instituição privada (Sociedade Interamericana de Imprensa) escolhida a dedo para tentar criar uma imagem negativa de Trump, ao mesmo tempo que deliberadamente ignora a seguinte declaração de Donald Trump de 11 de Janeiro durante uma conferência de imprensa:

 

"algumas das organizações de comunicação social com que lido são notícias falsas, mais do que qualquer uma. Eu podia dizer os nomes, mas não me vou dar ao trabalho. Têm algumas sentadas mesmo à nossa frente. Por isso, são pessoas muito, muito desonestas. Mas acho que é apenas algo com o qual vamos ter que viver. Acho que a vantagem que eu tenho é que eu posso responder. Quando acontece a alguém que não tem um microfone, não tem esse tipo de megafone, não podem responder. É algo muito triste. Já vi pessoas destruídas, já vi pessoas absolutamente destruídas e acho que é muito injusto."

 

O artigo da Lusa também refere que o tal relatório acusa Trump de atacar certas organizações da comunicação social, como a CNN e o New York Times, sem nunca referir que tais ataques foram na realidade contra-ataques em resposta ás inúmeras e constantes mentiras propagadas por estas organizações com a clara intenção de denegrir a imagem de Trump e ajudar Hillary Clinton a ganhar as eleições presidenciais.

 

Uma breve vista de olhos por outros artigos deste blog, publicados durante e depois da corrida à Casa Branca, é suficiente para perceber exactamente como estas organizações recorreram a mentiras e desinformação para tentar manipular a percepção que as pessoas têm, não só de Donald Trump, mas também de acontecimentos importantes.

 

A Lusa, tal como a restante comunicação social, não noticiam nem se preocupam com o facto de que organizações independentes de jornalismo estão a ser descriminadas e impedidas de fazer dinheiro com anúncios por gigantes da internet como o Google e o Youtube, simplesmente por serem apoiantes de Trump ou por não serem anti-Trump, e por tentarem noticiar informação que a comunicação social corporativa deliberadamente esconde do público, tal como este blog já expôs inúmeras vezes.

Trump rompe com promessas eleitorais pela primeira vez e ataca Síria - políticos anti-Trump e comunicação social elogiam-no

Trump rompe com promessas eleitorais pela primeira

 

O ataque contra o aeroporto militar sírio aconteceu quando Trump estava a receber o presidente chinês. Este ataque militar contra a Síria dá vantagem a Trump sobre a China, "assustando-a" e forçando-a a controlar os ímpetos militares ameaçadores da Coreia do Norte, podendo assim evitar uma intervenção militar mais perigosa dos EUA contra a Coreia do Norte e até uma possível guerra nuclear que poderia envolver também a China, já que é aliada da Coreia do Norte.

 

A China está em posição de negociar com a Coreia do Norte de modo a fazê-la desistir das suas ameaças militares contra o Japão, Coreia do Sul e EUA não por ser sua aliada, mas porque a Coreia do Norte precisa da China para sobreviver já que a grande maioria das exportações da Coreia do Norte vão para a China (maioritariamente carvão) e é por isso graças à China que a Coreia do Norte tem conseguido sobreviver.

 

Um conflito com a Rússia deverá ter sido evitado por agora apesar deste ataque americano contra a Síria. A Rússia é uma aliada da Síria e encontra-se na Síria a lutar o Estado Islâmico e Al-Qaeda. O aeroporto militar atingido estava a ser ocupado pela Rússia que foi avisada com antecedência. Este aeroporto era também onde a Rússia estava a guardar o armamento químico sírio depois de a Síria o ter entregue em 2013 em seguimento de uma pressão internacional. Existia também desde essa altura um acordo com os EUA para a Rússia retirar as armas químicas da Síria e destruir este aeroporto por ter sido utilizado para armazenar armamento químico, o que não chegou a acontecer. Contudo, a Rússia também já avisou que não irá tolerar outro ataque dos EUA contra a Síria.

 

O ataque militar dos EUA contra a Síria foi executado como resposta a um suposto ataque químico (proibido por tratado internacional) do governo sírio contra a sua própria população numa área controlada pelos Terroristas da Al-Qaeda na região de Idlib no dia 4.

 

O governo sírio não tem nenhum motivo para cometer um ataque químico, especialmente numa altura em que os terroristas do Estado Islâmico, Al-Qaeda e outros têm vindo a perder terreno dentro da síria e quando o Departamento de Estado norte-americano tinha até dito recentemente que a mudança de governo na Síria não era uma prioridade dos EUA.

 

Além da falta de motivo, existem inúmeras provas em como este ataque químico foi executado pelos terroristas de modo a incriminar o governo sírio, tal como já foi provado ter acontecido inúmeras vezes nos últimos 4 anos, algo que a comunicação social e a classe política nos EUA e Europa tem propositadamente ignorado.

 

A comunicação social e políticos anti-Trump nos EUA e Europa acham que o ataque militar contra a Síria foi correcto e não parecem preocupados em que se investigue o ataque químico de Idlib para que se descubra quem foi o responsável com base em provas.

 

A grande maioria dos apoiantes de Trump são contra esta intervenção militar na Síria já que uma das principais promessas eleitorais de Trump foi a de acabar com as intervenção militares e focar-se nos desafios e problemas no interior dos EUA.

 

Fontes de jornalistas de investigação independentes como Mike Cernovich, Alex Jones, e até do amigo pessoal de longa data de Trump e membro da administração dos presidentes Reagan e Nixon, Roger Stone, estão a passar a seguinte informação sobre o que se está a passar dentro da Casa Branca:

 

O anterior Conselheiro de Segurança Nacional de Trump, General Michael Flynn, que foi forçado a demitir-se recentemente por não ter informado completamente o vice-presidente dos EUA sobre uma conversa telefónica com o Embaixador russo, era completamente contra qualquer intervenção militar contra o governo sírio. O Conselheiro Estratega de Donald Trump, Steve Bannon, é da mesma opinião. Ambos estes conselheiros foram recentemente excluídos do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, onde estas decisões militares são tomadas.

 

O novo Conselheiro de Segurança Nacional, General H. R. McMaster, é a favor de uma mudança de governo na Síria através de intervenção militar e terá sido também responsável pela recente exclusão do Conselheiro Estratega Steve Bannon do Conselho de Segurança Nacional, deixando o conselho sem ninguém que defendesse a promessa eleitoral de Trump de parar com as intervenções militares.

 

H. R. McMaster não só faz parte de um grupo de membros do Partido Republicano responsáveis pelas muitas guerras no médio-oriente nas ultimas décadas, os neo-conservadores, como é uma espécie de pau-mandado do General Petraeus, outro neo-conservador directamente responsável pelas muitas intervenções militares dos EUA no médio-oriente, e ambos estão a trabalhar para que o presidente Trump apenas tenha acesso a informação que o leve a apoiar uma invasão militar da Síria para combater os terroristas e destituir o presidente sírio ao mesmo tempo.

 

O chefe do Departameto de Defesa e membro do Conselho de Segurança Nacional, General Mattis, também parece ser a favor desta intervenção militar contra o governo sírio, deixando a promessa de Donald Trump de não intervencionismo extremamente isolada no conselho, especialmente quando é reconhecido o seu respeito por militares e o poder que Trump lhes está a dar neste tipo de tomada de decisões.

 

Até a filha e genro de Donald Trump, membros da sua administração, aparentam ter pressionado Donald Trump a intervir contra a Síria na sequência do ataque químico em Idlib.

 

Entre as poucas pessoas de peso na administração Trump que parecem ser contra esta intervenção militar na Síria encontram-se Steve Bannon, Stephen Miller e Kellyanne Connway, mas as suas vozes parecem estar a ser esmigalhadas por neo-conservadores como H. R. McMaster que recentemente infiltraram a administração Trump e estão a tentar tomar conta da política externa dos EUA, explorando o respeito que Trump tem pelos militares e em detrimento da vontade dos americanos que elegeram Trump.

A maneira nojenta como somos manipulados pela comunicação social em apoiar políticas destructivas na Europa e Médio-Oriente

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 Da imagem da criança de Alepo que correu o mundo - sem que a comunicação social mostrasse o vídeo que mostra como os paramédicos não se preocuparam em cuidar da criança mas sim em deixá-la a ela e a outras serem fotografadas e filmadas, incluindo pelo fotógrafo Mahmoud Raslan que acompanha e filma terroristas a decapitar crianças - à criança que morreu afogada durante mais uma de muitas arriscadas travessias do Mediterrâneo que foi remexida, recolocada e posicionada por "ajudantes médicos" para a fotografia que correu a Europa, aos vários ataques bombistas e de armas químicas encenados e filmados (incluindo pela BBC na Síria e CNN no Iraque) para ganhar um apoio público que justifique o financiamento deste ou daquele grupo de rebeldes "moderados" no médio-oriente, a comunicação social tem recorrido a um vasto leque de mentiras nojenta para nos manipular e nos manter ignorantes sobre o que está a acontecer pelo mundo.

 

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Apesar de as filmagens que mostram a encenação destes acontecimentos estarem disponíveis na internet e serem facilmente encontradas no Youtube, a comunicação social tem o descaramento de nos inundar com narrativas manipuladas dos acontecimentos, sabendo que a maioria de nós não vai investigar o que nos dizem.

 

O vídeo em baixo mostra um dos muitos ataques bombistas encenados a partir do minuto 13:

 

 

Para ver vídeos de ataques químicos encenados, incluindo um produzido pela BBC na Síria, basta pesquisar no Youtube utilizando palavras de pesquisa em inglês "syria chemical attack hoax".

Trump manipulado em lançar ataque militar contra Síria

Trump manipulado em lançar ataque militar contra

 

O aeroporto militar sírio de Shayrat atingido esta madrugada pelos EUA, de onde os EUA dizem que o ataque químico de dia 4 foi lançado sobre civis em área ocupada pela Al-Qaeda, fica perto da fronteira do território ocupado pelos terroristas da Al-Qaeda e era de extrema importância na luta contra o terrorismo na Síria. A sua destruição é uma grande vitória para os terroristas.

 

Um ataque químico por parte da Força Aérea síria sobre civis numa pequena localidade na região de Idlib não daria qualquer vantagem estratégica ou de qualquer outro tipo ao governo sírio, especialmente sabendo que iriam sofrer represálias dos EUA e NATO.

 

Os terroristas ou "rebeldes moderados" na síria têm na sua posse armas químicas produzida por eles próprios e também trazidas da Líbia e da Turquia como concluiu a investigação do jornalista Seymour Hersh, e já foram mais de 10 vezes apanhados a filmarem-se a eles próprios a cometer os ataques químicos e a festejar.

 

No dia seguinte ao ataque químico de dia 4 surgiram inúmeras provas que indicam que o ataque foi executado ou sabotado de maneira a incriminar a Força Aérea síria.

 

O Ministro da Defesa russo disse que a Força Aérea síria atingiu um armazenamento de armas químicas, o que terá originado a libertação dos gases químicos nocivos.

 

No entanto o presidente Donald Trump decidiu atacar a Síria sem que qualquer investigação tivesse sido feita para averiguar e confirmar quem foram os responsáveis pelo ataque químico de dia 4.

 

Há 4 anos as Forças Armadas americanas recusaram-se a seguir as ordens de Obama de lutar ao lado da Al-Qaeda e Estado Islâmico para tirar o presidente sírio do poder. A comunicação social na altura ignorou esta notícia e continuou a empurrar a narrativa de que os "rebeldes moderados" na Síria apoiados pelos EUA não eram terroristas apesar de provas mostrarem o contrário.

 

Um ano depois o presidente Obama disse saber que o presidente sírio tinha sido responsável por um ataque químico na Síria poucos minutos depois do ataque ter acontecido, e tentaram utilizar o ataque como pretexto para tirar o presidente sírio do poder à força.

 

As várias investigações que se seguiram mostraram que tinham sido os terroristas que tinham executado o ataque químico, que Obama sabia que isso era bem possível e por isso que mentiu ao mundo quando disse saber que o presidente sírio era o responsável.

 

O presidente sírio, Assad, não utilizou armas químicas enquanto estava a perder terreno para o Estado Islâmico e é altamente improvável que tenha utilizado agora que o Estado Islâmico está a perder terreno rapidamente devido ás acções militares dos EUA levadas a cabo sob o presidente Trump que está finalmente a atingir alvos do Estado Islâmico que Obama se recusou atingir.

 

Dois dias antes do ataque químico de Idlib, o Departamento de Estado dos EUA tinha dito que a mudança de governo na Síria não era uma prioridade para os EUA.

 

A comunicação social tem constantemente, através de mentiras e desinformação, tentado ganhar apoio popular para uma guerra dos EUA e NATO contra a Síria e Rússia para destituir os seus presidentes Assad e Putin.

 

Em 2015 descobriu-se através de documentos do Departamento de Defesa/Estado que Obama deu ordem para treinar e armar os primeiros elementos do Estado Islâmico e permitiu a sua ascensão com o objectivo de isolar e destituir Assad. O Secretário de Estado John Kerry foi gravado a dizer isso mesmo em 2016.

 

Da congressista Tulsi Gabbard, ao Coronel Tony Shafer, ao jornalista de investigação Seymour Hersh, a muitos outros pessoas na área militar, política e do jornalismo de investigação, já inúmeras pessoas competentes em inúmeras ocasiões juntaram provas e testemunhas que mostram como os "rebeldes moderados" apoiados pelos EUA e NATO ou são terroristas ou acabam por se juntar a grupos terroristas.

 

Nada disto tem sido noticiado pela comunicação social desde que começou a guerra na Síria em 2011, o que tem permitido que a guerra continue e agora poderá resultar numa guerra nuclear a nível mundial, ou no mínimo, caso os EUA retirem o presidente sírio do poder, na queda da Síria para os terroristas da Al-Qaeda e Estado Islâmico tal como o Iraque e a Líbia caíram para a Al-Qaeda depois de as Forças Armadas dos EUA terem retirado os seus presidentes à força, também recorrendo a mentiras para ganhar o apoio popular para a intervenção militar.

Provas indicam que recente ataque químico na região síria de Idlib foi executado para incriminar governo sírio - comunicação social ignora

Provas indicam que recente ataque quimico na regi

Quase todos os relatos e imagens de vídeo do incidente de dia 4 vêm dos Capacetes Brancos, uma organização já exposta como sendo aliada de grupos terroristas por vários jornalistas de investigação, como Eva Bartlett, e por vídeos que mostram elementos dos Capacetes Brancos a executar civis, torturar militares sírios, erguer a bandeira da Al-Qaeda e a confraternizar com o grupo terrorista Al-Zinki.

 

Os Capacetes Brancos são financiados pelos serviços de informação do Reino Unido e EUA, e pelo multi-milionário George Soros, um inimigo de Trump, admitido colaborador Nazi (60 Minutos) e responsável por, através da sua Fundação Open Society,  financiar movimentos sociais por todo o mundo que acabam em derrubes de governos.

 

Um dos vídeos, em que os Capacetes Brancos auxiliam supostas vítimas do ataque químico de Idlib, nenhum dos Capacetes Brancos tem luvas ou protecção suficiente para não ser afectado pelo gás sarin que tem efeito imediato, e gás que dizem ter sido utilizado.

 

A organização Médicos Suecos para os Direitos Humanos analisou vídeos anteriormente filmados pelos Capacetes Brancos de supostas vitimas de supostos ataques químicos cometidos pelo governo sírio, e concluiu em Março deste ano que não só a crianças não foram assistidas como se tivessem sido expostas a cloro ou a gás sarin, como os supostos médicos são na verdade actores e as suas acções, como espetar seringas no coração de crianças sem sequer injectar a adrenalina, provam isso mesmo e muito provavelmente mataram essas crianças injectadas.

 

Segundo esta organização de médicos suecos nenhuma das crianças nos vídeos dos Capacetes Brancos que analisaram parece sofrem de qualquer ataque químico mas sim de uma overdose de ópio ou heroína.

 

Um dos supostos relatos do incidente chega-nos através de vídeos e mensagens no Twitter de Sahjul Islam, o médico paquistanês/britânico que supostamente tratou as vítimas do ataque químico que chegaram ao seu hospital. Este sujeito foi anteriormente preso por ter sido acusado de raptar e torturar dois jornalistas britânicos na Síria. Este sujeito tinha 3 dias antes do ataque químico escrito uma mensagem no Twitter onde dizia ter recebido máscaras de gás doados pela One Nation, uma organização britânica suspeita de desviar dinheiro que devia ir para refugiados.

 

Um dia antes do ataque químico, o canal de notícias árabe Orient TV presente em Idlib, através de uma mensagem no Facebook de um dos seus jornalistas Feras Karam, disse "Amanhã iremos cobrir os ataques aéreos nos arredores de Hama incluindo a utilização de armas químicas contra civis.". Este jornalista tem ligações à Al-Qaeda segundo jornalista de investigação síria Mimi Al Laham.

 

Outra jornalista, Sarah Abdula, repetiu no Twitter a mensagem do seu colega jornalista mas acrescentou que a arma química utilizada seria o cloro: "Amanhã iremos iniciar uma cobertura de ataques aéreos intensos nos arredores de Hama e a utilização de cloro contra civís.".

 

O número de vítimas do ataque químico é semelhante ao número de pessoas raptadas pela Al-Qaeda há uma semana em Hama, localidade próxima de Khan Shaykhun onde teve lugar o ataque químico.

 

Algumas das crianças filmadas têm nódoas negras na cara, algo que não é causado por ataques químicos mas sim por terroristas que sequestram pessoas.

 

Um mês antes do ataque químico os Capacetes Brancos disserem ter recebido fatos que protegem de gases químicos nocivos.

 

O governo sírio supostamente destruiu as suas armas químicas em 2013 depois de pressão da comunidade internacional.

 

Por outro lado os terroristas ou "rebeldes moderados" na síria têm na sua posse armas químicas produzida por eles próprios e também trazidas da Líbia e da Turquia como concluiu a investigação do jornalista Seymour Hersh, e já foram várias vezes apanhados a filmarem-se a eles próprios a cometer ataques químicos e a festejar.

 

 O Ministro da Defesa russo disse que a Força Aérea síria atingiu um armazenamento de armas químicas em Idlib, o que terá originado a libertação dos gases químicos.

 

Dois dias antes do ataque químico o Departamento de Estado tinha dito que a mudança de governo na Síria não era uma prioridade dos EUA.

 

Toda esta informação tem sido ignorada pela comunicação social.

 

Esta madrugada o presidente Donald Trump deu ordem para as Forças Americanas atacarem o aeroporto militar de Shayrat de onde supostamente os militares sírios lançaram o ataque químico em Idlib.

Pedofilia utilizada para controlar serviços de informação e governo americanos através de chantagem, segundo fontes de jornalistas de investigação independentes

Pedofilia utilizada para controlar serviços de in

 

A revelação foi feita pelo jornalista de investigação Mike Cernovich com base em fontes anónimas que dizem que os empregados do governo responsáveis por averiguar, testar e aprovar pessoas nomeadas pela administração para o governo, estão a impedir que os nomeados do presidente Donald Trump sejam aprovados. Isto porque estes empregados que dão as aprovações estão sob chantagem e só estão permitidos, por quem faz a chantagem, de aprovar nomeados que sejam pedófilos ou que já estejam sob chantagem.

 

A chantagem é feita, entre outros métodos, através de fotografias ou imagens em que os empregados do governo responsáveis pelas aprovações aparecem em actos sexuais com crianças ou ao lado de crianças nuas. A maneira como estes empregados são captados em tais fotografias e imagens varia, sendo que alguns envolvem-se nos actos de pedofilia de livre vontade enquanto outros são enganados ou drogados de maneira a caírem na cilada.

 

Segundo as fontes de Mike Cernovich existem muitas pessoas na comunicação social que estão a ser alvo deste tipo de chantagem e pelas mesmas pessoas, tal como cerca de um terço da comunidade dos serviços de informação americanos que se encontra actualmente também sob este tipo de chantagem.

 

Mike Cernovich fez todas estas revelações ontem durante o programa de rádio/televisão/internet Alex Jones Show, da organização de jornalismo independente Infowars, cujas fontes dentro da Casa Branca são consistentes com as fontes de Cernovich.

Conselheira de Obama desmascarou ilegalmente nomes de membros da campanha presidencial de Trump que foram espiados pelos serviços de informação - comunicação social tentou abafar a notícia

Conselheira de Obama ilegalmente desmascarou e par

 

O jornalista de investigação Mike Cernovich recebeu informação anónima de alguém dentro da Bloomberg de que o jornalista da Bloomberg, Eli Lake, há meses que tinha na sua posse informação de que Susan Rice, a Conselheira de Segurança Nacional de Obama, desmascarou os nomes de membros da campanha presidencial de Donald Trump que foram espiados "sem intenção" pelos serviços de informação americanos. Isto de acordo com o artigo de Mike Cernovich de dia 2.

 

Uma hora depois de Cernovich publicar a notícia, Eli Lake da Bloomberg também a publicou, tentando disfarçar o facto de que estava a esconder a informação do público.

 

Segundo uma fonte de Cernovich dentro do New York Times, a informação já tinha sido anteriormente enviada também à jornalista Maggie Haberman do New York Times que também se recusou a publicar a notícia (algo recorrente no New York Times já que em 2016 recusaram-se a noticiar uma gravação em que o Secretário de Estado John Kerry admite ter permitido a ascensão do Estado Islâmico na Síria com o objectivo de derrubar o presidente sírio, notícia que só saiu em 2017 através do Conservative Tree Blog).

 

A comunicação social foi obrigada a pegar na notícia sobre Susan Rice depois de a Bloomberg a publicar, mas completamente ignorando que foi Cernovich quem forçou a Bloomberg a publicar a notícia.

 

Segundo fontes de Cernovich, quando o Conselho da Casa Branca de Trump descobriu através de registos informáticos que Rice tinha desmascarado nomes de membros da campanha de Trump, o Conselheiro de Segurança Nacional de Trump, H. R. McMaster, ordenou que o assessor Dereck Harvey passasse a informação ao presidente do Comité dos Serviços de Informação da Câmara de Representantes, Devin Nunes, já que este comité está encarregue de investigar este tipo de criminalidade.

 

Devin Nunes disse em conferência de imprensa há dias que tinha recebido informação que provava que a campanha de Trump tinha sido espiada. Nunes foi criticado pela maioria da comunicação social corporativa por ter passado tal informação a Donald Trump e por não querer revelar quem lhe passou a informação a ele.

 

Os nomes desmascarados por Rice foram na altura do acto partilhados com certas entidades (Conselho de Segurança Nacional, Departamento de Defesa, Director dos Serviços de Informação Nacionais e Director da CIA) como manda uma lei que Obama assinou perto do fim do seu mandato, lei que deu início a esta prática anteriormente proibida de partilha de nomes desmascarados de pessoas espiadas, que neste caso até foram desmascarados ilegalmente já que nenhum mandato foi emitido pelo tribunal FISA, o único tribunal que pode dar autorização para desmascarar nomes de cidadãos americanos.

 

O jornalista da Fox News, Adam Housley, também já tinha publicado mensagens no Twitter no dia 31 de Março onde dizia que, segundo fontes, alguém de alto nível tinha desmascarado os nomes de membros da campanha de Trump, e que esses membros alvo de espionagem tinham sido espiados mesmo antes de Donald Trump se ter candidatado a presidente e com o objectivo de impedir que Trump se tornasse presidente dos EUA.

 

Documentos do programa Dragnet (Rede-de-Arrasto) da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA responsável pela recolha de informação/espionagem) na posse do empregado da NSA Dennis Montgomery, que tem tentado denunciar ilegalidades dentro da NSA desde 2013, foram há dias obtidos pela organização de jornalismo independente Infowars e mostram como Trump, e qualquer pessoa em contacto com ele via telecomunicações, foi espiado entre 2004 e 2010.

Diário de Notícias e MSN destacam notícia de criança desaparecida enquanto ignoram guerra de Trump sem precedentes contra redes de pedofilia

Diário de Notícias e MSN destacam notícia de cr

 

Desde que Trump se tornou presidente dos EUA já mais de 3 mil pedófilos foram detidos e centenas de crianças resgatadas numa guerra sem precedentes contra as redes de pedofilia. Mas ao mesmo tempo que ignoram esta notícia, tal como o resto da comunicação social tem ignorado, o Diário de Notícias e a MSN deu no dia 2 deste mês destaque a uma notícia sobre os restos mortais encontrados de uma criança desaparecida nos EUA há 5 anos "Polícia americana encontra restos mortais de criança desaparecida há cinco anos".

 

Segundo várias fontes oficiais da organização de jornalismo independente Infowars, e fontes de convidados regulares do seu programa de rádio/televisão/internet como Coronel Tony Shaffer (15 de Março), investigador profissional Doug Hagmann (6 de Fevereiro) e ex-agente da CIA Robert David Steele (16 de Fevereiro), os detido não são meros pedófilos mas sim sequestradores que fornecem crianças ás elites para abusos sexuais, tortura e rituais satânicos, o que regularmente resulta na subsequente chantagem de figuras políticas.

 

Algumas destas fontes e profissionais acreditam que as detenções estão a acontecer agora com Trump como presidente porque as anteriores administrações da Casa Branca estavam de certa maneira envolvidas com as redes de pedofilia.

Militar/polícia de elite americano impedido de angariar fundos para expor/desmantelar redes de pedofilia que a comunicação social está a encobrir

Militar polícia de elite americano impedido de an

 

A campanha de angariação de fundos na plataforma de internet YouCaring.com, foi cancelada pela própria plataforma depois de nas primeiras horas conseguir angariar 50 mil dos 250 mil dólares necessários para iniciar o projecto que visa expor como milhares de pedófilos estão a ser apreendidos nos EUA a uma velocidade nunca antes vista, algo que começou assim que Donald Trump tomou posse como presidente dos EUA no dia 20 de Janeiro.

 

Craig Sawyer tem mais de 30 anos de experiência como militar de elite, e já serviu os EUA também como polícia federal, agente da CIA e especialista de contra-terrorismo. A sua equipa neste projecto é composta por profissionais das mesmas áreas que já estão envolvidos nas correntes apreensões.

 

Craig Sawyer deu duas entrevistas nos últimos dias à organização independente de jornalismo Infowars, contando como foi forçado a lançar uma campanha pública de angariação de fundos na internet depois de o Canal História e o Canal Discovery se terem recusado em apoiar o seu projecto, apesar de estes dois canais actualmente apoiarem vários outros dos seus programas de televisão e filmes.

 

Segundo várias fontes oficiais da Infowars, e fontes de convidados regulares do seu programa de rádio/televisão/internet como Coronel Tony Shaffer (15 de Março), investigador profissional Doug Hagmann (6 de Fevereiro) e ex-agente da CIA Robert David Steele (16 de Fevereiro), os detido não são meros pedófilos mas sim sequestradores que fornecem crianças ás elites para abusos sexuais, tortura e rituais satânicos, o que regularmente resulta na subsequente chantagem de figuras políticas.

 

Algumas destas fontes e profissionais acreditam que as detenções estão a acontecer agora com Trump como presidente porque as anteriores administrações da Casa Branca estavam de certa maneira envolvidas com as redes de pedofilia.