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Chave Mestra

Chave Mestra

Governo de Obama manipulou opinião pública sobre alterações climáticas com informação errada - antigo sub-Secretário do Departamento de Energia de Obama

Governo de Obama manipulou opinião pública sobre

 

Steven Koonin, o sub-Secretário do Departamento de Energia de Barack Obama, disse ao Wall Street Journal no dia 24 de Abril deste ano que pessoas dentro do governo de Obama utilizaram informação manipuladora para influenciar a opinião pública sobre as alterações climáticas.

 

"O que viram sair dos comunicados sobre dados do clima, análise do clima, foi, eu diria, enganador, por vezes até errado,"

 

Koonin referiu que um exemplo disso foram os comunicados da administração de Obama de que a ocorrência furacões se estava a tornar mais frequente quando relatórios das Nações Unidas dizem que tal não se tem registado durante os últimos 100 anos.

 

Koonin referiu também que a administração de Obama trabalhava directamente com a NOAA (agência governamental americana responsável pela recolha de temperaturas por todo o planeta) e a NASA para manipular os dados climáticos.

 

O consultor da NOAA para a área de dados científicos, clima e satélites até ao final de 2016, John J. Bates, já veio a público este ano dizer que os dados climáticos da NOAA estavam a ser manipulados de maneira a fazer as pessoa acreditar que as temperaturas estão a aumentar mais do que se tem realmente registado.

Jornal de Notícias noticiou boatos para criar falsa percepção de que apoiante de Trump insultou duas mulheres muçulmanas e matou duas pessoas que tentaram intervir

Jornal de Notícias ignora constantes notícias de

 

O assassino, Jeremy Christian, era um admitido opositor de Donald Trump e apoiante de Bernie Sanders (candidato presidencial durante as primárias do Partido Democrata) e Jill Stein (candidata presidencial pelo Partido Verde) como se podia facilmente verificar nas suas contas nas redes sociais.

 

Jeremy Christian já tinha sido apanhado a tentar fazer-se passar de apoiante de Trump e a fazer saudações nazis no meio de apoiantes de Trump para os fazer passar por nazis, algo que foi registado em vídeo e algo que o próprio admitiu ter feito como parte de uma "operação psicológica".

 

Na altura apoiantes de Trump avisaram a policia de Portland sobre a instabilidade deste indivíduo mas polícia não o investigou.

 

Mas com a o seu artigo de dia 27 "Mortos à facada por defenderem muçulmanas no metro" o Jornal de Notícias já deixou a impressão que foi um apoiante de Trump quem matou duas pessoas e insultou duas mulheres muçulmanas, ao noticiar, e sem referir qualquer fonte, que segundo testemunhas um homem no metro de Portland insultou duas mulheres muçulmanas, esfaqueou 3 pessoas que tentaram intervir, matando duas, e gritou palavras sobre a grandeza dos Estados Unidos ("Fazer a América Grande Outra Vez" foi o slogan de campanha de Trump e é ainda utilizado pelos seus apoiantes).

 

A notícia não verificada do Jornal de Notícias serviu não só para manipular a nossa percepção de que existe uma vaga de racismo violento contra muçulmanos e que apoiantes de Donald Trump, ou nacionalistas, são os culpados, mas também para desviar a atenção de notícias que o Jornal de Notícias e a restante comunicação social ignoram sobre constantes casos de violência contra mulheres, muçulmanas e não-muçulmanas, cometida por islâmicos radicais no mundo ocidental, e principalmente no médio-oriente, em nome do islão.

 

Jornal de Notícias ignora constantes notícias d2

 

Frontex diz que organizações não governamentais estão a ajudar traficantes de pessoas no mediterrâneo e a violar leis - mortes por ano continuam a aumentar

Frontex diz que organizações não governamentais

 

Segundo o relatório de 15 de Fevereiro da Frontex, agência de controlo de fronteiras marítimas da União Europeia, organizações não governamentais no mar mediterrâneo estão a recolher migrantes económicos (apenas uma pequena minoria são refugiados de acordo com imagens e números oficiais) a apenas 15 km da costa da Tunísia e Líbia e a transportá-los para a Europa como se trata-se de um serviço de transporte e não de salvamento, violando a lei que diz que as pessoas resgatadas no mediterrâneo têm de ser transportadas para o porto mais próximo, que neste caso fica na Líbia ou Tunísia.

 

Os traficantes de pessoas, que cobram cerca de 1.500 euros por pessoa, estão a contactar directamente os barcos destas organizações em vez de contactar a Frontex ou outras autoridades europeias como tinha vindo a acontecer até Junho do ano passado, altura em que essa situação se começou a inverter. Isto porque as organizações não governamentais não prendem os traficantes de pessoas nem confiscam os seus barcos.

 

Entretanto na Líbia, refugiados e migrantes estão a ser capturados e vendidos em mercados de escravos. Algo que a comunicação social também se tem recusado a noticiar.

 

O objectivo primário da Frontex no mediterrâneo é dissuadir a travessia ilegal e capturar os traficantes de pessoas para evitar mortes por afogamento. Até agora a Frontex tem sido completamente incapaz de atingir esse objectivo primário, apesar do aumento de orçamento que recebe todos os anos, já que o número de mortes e travessias ilegais no mediterrâneo tem constantemente aumentado.

 

Agora com a crescente presença destas organizações não governamentais no mediterrâneo, que se aliaram aos traficantes de pessoas no norte de África, o objectivo de dissuadir a travessia ilegal pode ter ficado completamente comprometido. E não só o número de mortes por ano não pára de aumentar, apesar de mais travessias estarem a ser feitas em barcos seguros pertencentes a estas organizações não governamentais, como à medida que os traficantes de pessoas lucram e ganham poder com esta situação os migrantes e refugiados ficam mais expostos à exploração, abuso e captura para venda por parte destes traficantes de pessoas e outros criminosos.

 

Quando a Austrália há relativamente pouco tempo se deparou com uma situação semelhante, o seu governo emitiu um comunicado dizendo que qualquer pessoa que chegasse à sua costa ilegalmente seria enviada para trás. As travessias perigosas pararam e as mortes por afogamento também.

Diário de Notícias e José Fialho Gouveia voltam a esconder e manipular informação para nos fazer acreditar que Trump é um agente russo

Diário de Notícias e José Fialho Gouveia voltam

 

No seu artigo de dia 28 para o Diário de Notícias o "jornalista" José Fialho Gouveia tenta aproveitar-se do facto de a maioria de nós não saber que todos os presidentes têm canais secretos de comunicação com outros governos para nos fazer acreditar que o que administração de Trump ao falar com o governo russo por canais secretos está a cometer traição e a trabalhar para os russos.

 

José Fialho Gouveia tenta também aproveitar-se do facto de a maioria de nós não saber que após quase um ano de investigação, James Comey, o Director do FBI recentemente despedido por Trump, admitiu a 3 de Maio durante uma audiência perante o Congresso que nem Trump, nem ninguém da sua administração, o tentou impedir de investigar as ligações com o governo russo e que não existem provas de que Trump ou qualquer membro da sua campanha seja um agente russo.

 

José Fialho Gouveia tenta manipular a nossa percepção dos acontecimentos e fazer-nos acreditar que Trump é um agente russo e que despediu o director do FBI para que este não descubra ligações entre ele e os russos ao não referir certas informações-chave. Ao fazê-lo, José Fialho Gouveia protege também o sistema corrupto.

 

José Fialho Gouveia não diz que o director do FBI se estava a recusar a investigar a espionagem ilegal que já se sabe foi feita pela administração de Obama a Trump e a milhares de outros americanos, ou os vários crimes cometidos pelos Clinton (ou dos quais são suspeitos), ou as redes de pedofilia que estão a ser desmanteladas a uma velocidade nunca antes vista sob ordens de Trump, ou as ligações dessas redes de pedofilia com as elites políticas, incluindo o círculo mais próximo dos Clinton (John e Tony Podesta, Anthony Weiner, etc.) e a própria Fundação Clinton.

 

José Fialho Gouveia não fala das ligações entre os Clinton e o governo russo quando é sabido há muito que Hillary Clinton, enquanto Secretária de Estado, vendeu 20% do urânio (material utilizado para criar armas nucleares) americano ao governo russo e em troca recebeu centenas de milhões de dólares em donativos do governo russo através da Fundação Clinton.

 

José Fialho Gouveia não fala da notícia de que o investigador privado e antigo detective de homicídios Rod Wheeler disse ao canal Fox 5 que fontes dentro da polícia de Washington D.C. lhe contaram que estão a ser impedidos de investigar o homicídio de Seth Rich, chefe do departamento de expansão de dados de eleitores do Partido Democrata na altura em que foi assassinado poucos dias antes de a Wikileaks ter publicado emails do Partido Democrata que descortinaram crimes e corrupção por parte de Clinton e do Partido Democrata, e que o computado portátil de Seth Rich na posse da polícia de D.C. contém, segundo uma fonte no FBI, provas de que Seth Rich, e não os russos, enviou os emails do Partido Democrata para a Wikileaks.

 

José Fialho Gouveia não diz também que a antiga chefe do Partido Democrata, Debbie Wasserman Schultz, é vista num vídeo publicado há mais de uma semana a ameaçar o chefe da polícia de Washington D.C. publicamente depois de este se ter recusado a entregar ao Partido Democrata o computador de Seth Rich, que foi encontrado dentro de uma parede.

 

José Fialho Gouveia escolhe em vez disso dizer o seguinte:

 

"A alegada interferência russa nas eleições que conduziram Donald Trump à Casa Branca continua assim a minar os primeiros meses de governação. Até agora, o episódio mais polémico aconteceu com o despedimento do diretor do FBI, James Comey, num momento em que a agência federal está precisamente a investigar a administração Trump pelas ligações à Rússia e para avaliar se o presidente, ou se algum membro da sua equipa, colaborou com os russos."

 

Entretanto as ligações de Jared Kushner, conselheiro e genro de Donald Trump, a George Soros são completamente ignoradas pelo "jornalista" José Fialho Gouveia e pela comunicação social.

 

George Soros é um multi-milionário, e admitido colaborador Nazi (60 Minutos), que através dos seus grupos financiados pela sua fundação Open Society tem criado divisão social um pouco por todo o mundo com o objectivo de derrubar governos, e em alguns casos tem tido sucesso como aconteceu recentemente na Ucrânia onde George Soros admitiu à CNN que os seus grupos tiveram um papel importante nos acontecimentos.

 

George Soros encontra-se presentemente a financiar grupos que criam divisão social nos EUA como o grupo Black Lives Matter (Vidas Pretas Importam) que admite publicamente que quer matar polícias indiscriminadamente (e até tem tido sucesso nisso), o grupo terrorista e comunista Antifa que de cara tapada agride qualquer apoiante de Donald Trump e culpa as pessoas de raça branca por todos os males no mundo, e muitos outros grupos anti-Trump, anti-fronteiras e que são contra quaisquer leis de imigração.

 

Jared Kushner recebeu financiamento de George Soros para ajudar a tapar uma enorme dívida de um dos seus prédios em Nova Iorque conhecido como "666".

Notícias ao Minuto tenta criar percepção de que medicina convencional/indústria farmacêutica é a única opção viável

Notícias ao Minuto tenta criar percepção de que

 

O Notícias ao Minuto nunca noticiou qualquer morte causada por medicamentos ou vacinas da indústria farmacêutica, mas no seu artigo de dia 28 "Criança morre com otite. Pais recusaram recorrer a medicamentos" decidiu dar destaque a um caso em que uma criança morreu por falta de tratamento adequado porque os seus pais recusaram-se a dar-lhe antibióticos e o seu médico homeopata (medicina alternativa) cometeu um erro de diagnóstico.

 

Ao noticiar esta morte e ignorar a grande maioria das mortes e lesões permanentes causadas pela medicina convencional e indústria farmacêutica, e também os constantes erros de diagnóstico cometidos por médicos de medicina convencional, o Notícias ao Minuto cria nos seus leitores a falsa percepção de que sempre que recusamos medicamentos da indústria farmacêutica estamos a correr risco de vida, mas sempre que tomamos medicamentos ou vacinas da indústria farmacêutica não estamos a correr risco de vida.

Jornal de Notícias ignora constantes notícias de mulheres muçulmanas assassinadas por muçulmanos ao mesmo tempo que tenta pintar apoiantes de Trump como selvagens

Jornal de Notícias ignora constantes notícias de

 

Com o seu artigo de dia 27 "Mortos à facada por defenderem muçulmanas no metro", e com muitos outros, o Jornal de Notícias tenta manipular a nossa percepção de que existe uma vaga de racismo violento contra muçulmanos e que apoiantes de Donald Trump, ou nacionalistas, são os culpados.

 

O Jornal de Notícias no dia 27 escolheu dar destaque a uma notícia em que alegadamente um apoiante de Trump insultou duas mulheres muçulmanas no metro de Portland e esfaqueou 3 pessoas que o criticaram, ao mesmo tempo que ignora notícias de constantes casos de violência contra mulheres, muçulmanas e não-muçulmanas, cometida por islâmicos radicais no mundo ocidental, e principalmente no médio-oriente, em nome do islão.

 

Segundo a doutrina islâmica sunita radical uma mulher que foi violada deve ser morta. Mas o Jornal de Notícias nunca vai passar esta e outras informações negativas sobre o islão já que, tal como a restante comunicação social corporativa, está decidido a não passar ao público qualquer informação negativa sobre a religião islâmica e a passar toda e qualquer informação negativa sobre qualquer símbolo de nacionalismo, mesmo que essa informação não seja verificada ou verdadeira.

 

Neste caso a informação baseia-se em relatos vagos de algumas das supostas testemunhas e sem sequer mencionar a fonte da informação, o que faz desta "notícia" um mero boato. Algo que não impediu o Jornal de Notícias de o fazer passar como notícia.

 

Jornal de Notícias ignora constantes notícias d2

 

Dinheiro Vivo e Ana Sanlez recorrem a Durão Barroso para nos mentir que a União Europeia é democrática e um sucesso

Dinheiro Vivo e Ana Sanlez recorrem a Durão Barro

 

Durão Barroso nunca se mostrou a favor de que os povos fossem consultados através de referendos antes de os seus países aderirem à União Europeia ou para se saber se desejam manter-se na União Europeia. A maioria das leis dos países da União Europeia é criada e aprovada pela Comissão Europeia, um corpo não eleito pelo povo, e isto é algo que a quase totalidade da população europeia desconhece.

 

Mas segundo o artigo "Durão Barroso: “A UE não é a União Soviética. Quem quiser pode sair”" de dia 28 do Dinheiro Vivo escrito por Ana Sanlez, para o ex-líder da Comissão Europeia, a UE é o “projeto mais avançado de sempre na historia da democracia”, e os problemas “estão nos países, individualmente, e não em Bruxelas”. Na óptica do ex-primeiro-ministro, “os países têm tendência para culpar a Europa pelos falhanços e nacionalizar os sucessos”.

 

No artigo Durão Barroso é acreditado de dizer também o seguinte:

 

"Mas eu acredito que a UE tem futuro, se há uma experiência de globalização bem sucedida no mundo é a União Europeia"

 

Desde que a União Europeia foi criada as dívidas dos países que aderiram dispararam e ter um défice orçamental tornou-se normal. Os bancos centrais, que são bancos privados que não são obrigados a divulgar os seus accionistas e por isso escolhem não o fazer, têm lucrado como nunca com as dívidas dos países sem sequer arriscarem a sua riqueza já que podem criar dinheiro a partir do nada para emprestar ou comprar dívida.

 

Por outro lado, a qualidade de vida na União Europeia, e especialmente em Portugal, tem vindo a diminuir rapidamente.

 

Mas tal como o Dinheiro Vivo e a "jornalista" Ana Sanlez, Durão Barroso não se parece importar, já que ele próprio lucrou muito e vai continuar a lucrar até morrer e à custa de todos nós com as pensões dos seus antigos lugares políticos, e agora também como chefe do banco mais criminoso do mundo Goldman Sachs, que foi recentemente apanhado a camuflar a dívida da Grécia, o que resultou na enorme miséria que se vive na Grécia e em enormes lucros para o banco Goldman Sachs.

 

Entretanto Durão Barroso vai também moldando os principais temas políticos em segredo através do seu lugar no comité organizativo do Grupo Bilderberg, um grupo de líderes do mundo ocidental que se reúne todos os anos para 3 dias de conferências secretas desde 1954. Apesar de existir há mais de meio século, a comunicação social apenas recentemente admitiu a sua existência depois de décadas em que ridicularizou toda e qualquer pessoa que sequer mencionasse o grupo. Talvez porque apenas recentemente o próprio grupo criou uma página oficial na internet a admitir a sua existência desde 1954.

 

O artigo do Dinheiro Vivo e Ana Sanlez atribui outra citação a Durão Barroso:

 

"Somos uma associação de países livres, uma construção democrática e não autoritária”.

 

Os membros que elegemos para o parlamento europeu têm um voto meramente consultivo, enquanto a Comissão Europeia não eleita pelo povo cria todas as leis a nível da União Europeia que compõem a maioria das leis dos países da União Europeia. Para Durão Barroso, para o Dinheiro Vivo, para Ana Sanlez e para a comunicação social portuguesa em geral, isto é democrático.

Partido Democrata, Facebook, Twitter e comunicação social corporativa tentam tudo para abafar provas que Seth Rich, e não os russos, entregou emails do Partido Democrata à Wikileaks

Partido Democrata, Facebook, Twitter e comunicaç

 

O computador de Seth Rich, na posse da polícia de Washington D.C., contém segundo uma fonte do FBI provas em como o chefe de expansão de dados de eleitores do Partido Democrata, Seth Rich, e não os russos, entregou emails do partido expondo crimes, corrupção e más intenções para com o povo americano à Wikileaks há cerca de um ano atrás, comprometendo as aspirações do Partido Democrata de vencer as presidenciais americanas.

 

Uma das revelações desses emails é a de que o Partido Democrata, incluindo a chefe do partido Debbie Wasserman Schultz, conspirou para entregar a nomeação de candidata presidencial a Hillary Clinton mesmo que Bernie Sanders tivesse mais votos dos eleitores. Seth Rich era um admitido apoiante de Bernie Sanders. A publicação dos emails levaram à demissão de Debbie Wasserman Schultz mas não impediram a nomeação de Hillary Clinton ou o apoio de Bernie Sanders à sua nomeação.

 

Um vídeo gravado e publicado há mais de uma semana, mostra Debbie Wasserman Schultz a ameaçar publicamente o chefe de polícia de Washington D.C. de que irão haver consequências por este se recusar a entregar ao Partido Democrata o computador que Seth Rich escondeu dentro de uma parede, e que segundo uma fonte do FBI, contém provas de que Seth Rich, e não os russos, enviou os emails do Partido Democrata para a Wikileaks. A comunicação social corporativa tem ignorado por completo este vídeo.

 

O investigador privado e ex-detective de homicídios Rod Wheeler, contratado em Março deste ano pelos pais de Seth Rich para investigar o seu assassinato, disse recentemente ao canal de notícias Fox 5 que recebeu informação de um agente do FBI de que a informação contida no computador de Seth Rich, que prova como ele estava em contacto com a Wikileaks, foi obtida em menos de 4 dias depois do seu assassinato há quase uma ano atrás. O agente do FBI disse que Seth Rich tinha estado em contacto com o antigo director da Wikileaks Gavin MacFayden, que faleceu em Outubro de 2016.

 

Segundo o agente do FBI, Seth Rich enviou para Gavin MacFayden 44.043 emails e 17.761 anexos trocados entre líderes do Partido Democrata entre Janeiro de 2015 e Maio de 2016.

 

Segundo a organização de notícias World Net Daily, Rod Wheeler disse que a antiga chefe do Partido Democrata Donna Brazile ligou para a polícia de D.C. para saber quem era o investigador privado que andava a fazer perguntas sobre o homicídio de Seth Rich. De seguida Donna Brazile ligou ao pai de Seth Rich e consequentemente o investigador Rod Wheeler foi despedido pelos pais de Seth Rich.

 

Também segundo o investigador Rod Wheeler, Seth Rich estava a lidar com problemas relacionados com Donna Brazile dentro do Partido Democrata dias antes de ter sido assassinado. Esta notícia do World Net Daily não só tem sido ignorada pela comunicação social corporativa como tem sido alvo de censura por parte do Facebook e do Twitter.

 

Contactado pela World Net Daily, o dono do bar onde Seth Rich foi visto pela última vez na noite do seu assassinato disse que nem ele nem os seus empregados foram até hoje contactados pela polícia.

 

O investigador privado Rod Wheeler teve o seguinte para dizer à Fox 5:

 

"A minha investigação mostra que alguém dentro do governo de D.C., Partido Democrata ou equipa de Clinton está a bloquear o avanço da investigação do homicídio,"

"Tenho uma fonte dentro do departamento de polícia que me olhou nos olhos e disse, "Rod, foi-nos dito para nos afastar-mos do caso e não posso partilhar nenhuma informação contigo.""

 

O jornalista de investigação, especialista em finanças e economia e antigo agente dos serviços de informação americanos Jerome Corsi, diz que a polícia sabe quem são os assassinos de Seth Rich e está prestes a fazer mais revelações sobre o caso assim que tiver luz verde das suas fontes dentro da Casa Branca. Esta notícia foi dada pelo jornalista Alex Jones durante o episódio de dia 26 deste mês do seu programa de notícias "The Alex Jones Show" da Infowars, organização para a qual Jerome Corsi trabalha.

 

Mais informações que melhor descrevem o ponto de situação de Seth Rich dias antes do seu assassinato têm vindo a público nos últimos dias, mas têm também sido ignoradas pela comunicação social corporativa, tal como todos os outros desenvolvimentos relacionados com o seu assassinato e tentativa de encobrimento por parte do Partido Democrata e da comunicação social corporativa de novas provas que possam deitar por terra a conspiração de que foram os russos que penetraram os servidores do Partido Democrata para ajudar Trump.

 

As novas informações são as de que Seth Rich foi chamado para depôr como testemunha no caso dos servidores ilegais de Hillary Clinton poucos dias antes de ter sido assassinado, segundo disse Roger Stone à Infowars no dia 25 deste mês.

 

Roger Stone é um veterano operativo político e amigo pessoal de longa data de Donald Trump. Stone tem sido acusado pela comunicação social e pelo Partido Democrata de ser um agente russo, sem que qualquer prova tenha sido apresentada, e tem-se mostrado desde o início disponível para ser interrogado pelo Congresso, algo que ainda não aconteceu.

 

Em Dezembro Roger Stone foi vítima de uma tentativa de homicídio por envenenamento com polónio. Cerca de 3 meses mais tarde sofreu outra tentativa de homicídio quando se encontrava a viajar de carro ao ser atingido por um outro carro com vidros escuros e sem matrícula visível, que se pôs imediatamente em fuga.

Arábia Saudita, um dos maiores financiadores do terrorismo islâmico, tem agora o poder de espiar o mundo tal como os EUA e China

Arábia Saudita, um dos maiores financiadores do t

 

A "bola de cristal", vista em imagens de Donald Trump com o rei saudita durante a recente inauguração do Centro de Anti-Terrorismo saudita, é uma espécie de controlo remoto do programa de espionagem chamado Palantir.

 

Palantir trabalhou durante anos para melhorar a capacidade de vigilância da população mundial através de aparelhos electrónicos (computadores, smart phones, televisores, etc.), e do roubo de informação desses aparelhos por parte da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA) e dos seus parceiros internacionais, e foi criado por espiões americanos. Isto segundo o artigo do Intercept "How Peter Thiel's Palantir helped the NSA spy on the whole world".

 

O programa informático/equipamento Palantir foi vendido ao governo chinês, e agora ao governo saudita, juntamente com o acesso ás bases de dados da NSA e outras entidades governamentais e privadas que contêm informação sobre todos nós roubada dos nossos aparelhos electrónicos, ou entregue por nós próprios a tais entidades ao aceitar-mos os termos de utilização dos aparelhos electrónicos e programas informáticos que a grande maioria de nós nunca lê.

 

As novas instalações sauditas e respectivo equipamento e programa de espionagem valem cerca de 100 mil milhões de dólares, o equivalente a dois terços da riqueza que Portugal produz num ano.

 

A comunicação social corporativa não só não tem noticiado nada disto como se tem recusado a criticar Trump (algo que faz por tudo e por nada e até com notícias inventadas ou distorcidas) pela sua hipocrisia de ter dito que o Irão é um dos maiores financiadores do terrorismo ao mesmo tempo que visitava a Arábia Saudita, outro dos maiores financiadores do terrorismo a nível mundial, mostrando que a comunicação social corporativa apoia Trump e não o critica se este não atacar a Arábia Saudita, ou como foi provado quando os EUA recentemente bombardearam uma base aérea síria, se este bombardear países que não fizeram nada contra os EUA.

 

Arábia Saudita, um dos maiores financiadores do t

 

Líderes do jornalismo mundial admitem que acham que as pessoas não querem saber a verdade e que é por isso que não reportam a verdade

Líderes do jornalismo mundial admitem que acham q

 

"Mas eu diria que a verificação de factos, estando eu a correr o risco de ser um pouco polémica, eu diria que a verificação de factos não tem impacto nas pessoas porque as pessoas não querem saber dos factos, elas querem saber se se trata de uma pessoa carismática, se ele pareceu estúpido quando caiu... será isso (factos) que as pessoas realmente querem?"

 

Isto foi dito pela jornalista Tine Gotzsche da agência de notícias dinamarquesa DR durante a conferência de comunicação social de 16 de Dezembro de 2016, News Xchange. Nenhum dos líderes da comunicação social corporativa presentes no palco, representando a DR, a ABC News, a BBC News, a AFP e outros, discordou com a declaração de Tine Gotzsche.

 

Os factos reportados por uma agência de notícias são aquilo que a maioria de nós acredita ser a parte mais importante de uma notícia, já que sem factos uma notícia é apenas um boato.

 

Nenhuma única entidade é detentora dos factos ou da verdade, cabendo a cada pessoa ir por si mesma verificar as várias fontes de informação disponíveis para conseguir chegar a uma descrição o mais precisa possível dos acontecimentos e decidir por si mesma aquilo em que acredita.

 

Mas este episódio mostra que a comunicação social corporativa admite que nem está interessada em que saibamos os seus factos ou a sua verdade sobre os acontecimentos, desculpando-se com a opinião de que as pessoas não querem saber a verdade, que apenas querem ser entretidas pelas notícias.

 

Como este blog já provou várias vezes a comunicação social tem ido mais longe, mentindo-nos constantemente e propositadamente para criar em nós a ideia que querem que nós tenhamos do mundo.

 

Durante a mesma conferência, a escritora e jornalista turca Ece Temelkuran disse que a ideia de um povo poder votar em quem faz as leis no seu país é tão má como a de criar uma lei que permite um violador casar com a criança que violou. Disse também que alguém que é a favor de ter o poder de eleger quem faz as leis no seu país não quer saber de factos. Nenhum destes comentários recebeu qualquer crítica por parte dos seus colegas presentes no palco.

 

 

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