Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Carolina Rico e Notícias ao Minuto mentem descaradamente que Trump revelou segredos à Rússia

Carolina Rico e Notícias ao Minuto mentem descara

 

No dia 16 a "jornalista" Carolina Rico teve o desplante de no seu artigo para o Notícias ao Minuto "Trump admite que revelou segredos à Rússia por "razões humanitárias"" mostrar a mensagem que Donald Trump publicou no Twitter...

 

"Como Presidente queria partilhar com a Rússia (numa reunião abertamente planeada na Casa Branca) algo que tenho o absoluto direito de fazer, factos relacionados como o terrorismo e segurança aérea. Razões humanitárias, e também porque quero que a Rússia intensifique significativamente a sua luta contra os Estado Islâmico e o terrorismo."

 

... e no mesmo artigo dizer que o que Trump disse foi que revelou segredos à Rússia e que se "desculpou" evocando razões humanitárias.

 

A "jornalista" nem teve o profissionalismo de traduzir a mensagem completa para português, traduzindo apenas aquelas partes que lhe permitiriam meter palavras na boca do presidente americano, ao mesmo tempo que qualquer pessoa que percebe inglês sabe que ela está claramente a mentir-nos e a desrespeitar-nos.

 

Os "segredos" em questão, que a "jornalista" tal como outros seus colegas não menciona, que Trump terá passado aos representantes russos é a informação de que terroristas possuem a capacidade de camuflar bombas dentro de baterias de computadores portáteis para as fazerem explodir em aviões. Informação que tanto o Secretário de Estado como o Conselheiro de Segurança Nacional americanos já confirmaram não ser informação confidencial. E caso fosse, algumas pessoas da comunicação social corporativa estariam hoje em apuros já que a notícia sobre tal informação foi dado em Março e em Abril deste ano.

 

Mas a "jornalista" Carolina Rico tenta aproveitar-se da nossa ignorância para tentar pintar Donald Trump como um agente russo e um mentiroso. Algo que todo o sistema tem tentado fazer à força e sem provas, mas que mesmo assim começa a criar a percepção numa grande parte da população mundial de que Trump é um agente russo. Porque sabem que se repetirem uma mentira muitas vezes ela eventualmente torna-se verdade na cabeça das pessoas.

 

Carolina Rico e Notícias ao Minuto mentem descara

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Fonte oficial confirma que Seth Rich enviou emails do Partido Democrata para a Wikileaks, não os russos, e que a polícia foi ordenada a não investigar - comunicação social ignora

Fonte oficial confirma que Seth Rich enviou emails

 

Seth Rich era o chefe do departamento de expansão de dados de eleitores do Partido Democrata quando foi assassinado há cerca de um ano, a meio da corrida presidencial dos EUA, e poucos dias antes de a Wikileaks ter publicado os emails do Partido Democrata que revelaram crimes e irregularidades dentro do Partido Democrata e dentro da campanha de Hillary Clinton que muitos acreditam ter custado a eleição a Hillary Clinton.

 

Rod Wheeler, o ex-Detective contratado pela família de Seth Rich para investigar o seu assassinato, disse ontem à Fox News que uma fonte dentro da polícia de Washington D.C. lhe contou que no computador de Seth Rich, apreendido pela polícia de Washington D.C. após o seu assassinato há um ano, foram encontradas provas de que Seth Rich enviou mais de 44 mil emails do Partido Democrata para a Wikileaks e também que a polícia de Washington D.C. recebeu ordens para não investigar o caso.

 

As únicas entidades que têm a ganhar com a ocultação desta informação são o Partido Democrata e todo o sistema, da classe política anti-Trump à comunicação social corporativa, que apostaram tudo em pintar Donald Trump como um agente russo na esperança de utilizar essa narrativa para o retirar da presidência dos EUA.

 

Seth Rich já tinha sido apontado como a provável origem da fuga de documentos do Partido Democrata no ano passado, quando o antigo Embaixador Britânico Craig Murray contou ao Daily Mail que se tinha encontrado pessoalmente com quem forneceu a informação à Wikileaks em Washington D.C. e que essa pessoa não era russa e que era do Partido Democrata, algo que a comunicação social corporativa nunca noticiou.

 

O Director da Wikileaks, Julian Assange, também já tinha aludido em entrevistas que Seth Rich era a fonte dos emails e até ofereceu uma recompensa para quem apresentasse informação que levasse à captura do seu assassino.

 

Seth Rich era apoiante de Bernie Sanders, rival de Hillary Clinton durante as eleições primárias, e descobriu em antemão aquilo que pouco depois foi confirmado pelo mundo quando a Wikileaks publicou os emails do Partido Democrata: que o Partido Democrata tinha conspirado com Hillary Clinton para roubar a nomeação a Bernie Sanders em favor de Hillary Clinton. Um estudo da Universidade de Standford pouco depois também confirmou que Bernie Sanders foi o verdadeiro vencedor das primárias do Partido Democrata, mas a comunicação social corporativa também se recusou a noticiar tal estudo.

 

Quando os emails do Partido Democrata foram publicados pela Wikileaks, o Partido Democrata impediu o FBI de investigar os seus servidores de modo a tentar descobrir quem os poderia ter penetrado, tendo entregue essa tarefa exclusivamente a uma empresa privada de ciber-segurança chamada Crowdstrike financiada por entidades pro-Hillary Clinton como o Google. A Crowdstrike acusou então um grupo de piratas informáticos ligados ao governo russo, Fancy Bear, de ter penetrado os servidores com base em malware (arma informática) pertencente a este grupo ter sido encontrado no sistema informático do Partido Democrata, ignorando o facto de que a versão de tal malware era antiga e que piratas informáticos de elite como o Fancy Bear nunca utilizam versões desactualizadas de malware.

 

A comunicação social corporativa está a ignorar toda esta informação ao mesmo tempo que tenta fazer o seu público acreditar que Donald Trump deu informação confidencial ao governo russo durante a sua recente reunião com o ministro dos negócios estrangeiros e embaixador russos, deixando de fora que a suposta informação confidencial que Donald Trump passou, de que terroristas planeiam utilizar baterias de computadores portáteis como bombas a bordo de aviões, não só não é confidencial como a própria comunicação social a reportou em Março e Abril deste ano. Tal informação tinha sido obtida em Janeiro durante uma operação no Iémen.

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